segunda-feira, 20 de abril de 2020

[Atualidade em xeque] Vaticínios

José Manuel

Ao que tudo leva a crer, o Brasil terá enfim a sua chance profetizada em 1941 pelo judeu alemão Stefan Zweig em seu excelente livro " Brasil país do futuro ".

Nosso país já teve por diversas vezes oportunidades de alcançar o podium universal do desenvolvimento, porém acaba sempre se perdendo em algum entroncamento, ficando sem saber qual a direção a tomar e invariavelmente optando pela errada, mesmo com alertas literários como de Zweig.

É surreal pensar que um vírus, o atual chinês e, depois de várias  pandemias ao longo dos séculos XX e XXI  sempre originadas nas terras do Império dos sentidos, venha proporcionar que finalmente uma outra profecia, a do Hino Nacional brasileiro, composto e curiosamente tocado pela primeira vez num abril de 1831 transforme em realidade, finalmente o desabrochar  do Florão da América  em todo o seu esplendor.

Não é difícil imaginar que a China ao ultrapassar a linha da irresponsabilidade mais uma vez causando milhões de mortes e prejuízos incalculáveis, vá sair desse imbróglio sem uma retaliação fortíssima por grande número de Nações afetadas.

A ânsia política chinesa de alcançar a hegemonia do planeta à custa do seu povo sofrido, escravizado física e intelectualmente custará certamente um retorno ao passado de dezenas de anos, com a possível queda do regime atual.

Como a virose truculenta e assassina provou, armadas, mísseis, e exércitos à la Hitler e Stalin não irão mais fazer parte da nova ordem mundial e sim como alimentar as bilhões de bocas gentias.

O que já se percebe é   que começa a se delinear uma fuga de empresas antes atraídas por mão  de obra barata e total ausência  de direitos humanos e trabalhistas , da China para países emergentes com farta mão  de obra como o Brasil por exemplo, como retaliação e falta de confiança a futuro pelos repetitivos problemas causados ao planeta. Parece que a paciência acabou e Donald Trump sinaliza exatamente isso.

Nosso país, bem estruturado socialmente, mão de obra também barata mas não escrava é  hoje o  segundo maior exportador de alimentos no mundo,  primeiro exportador mundial de minério, terceiro produtor mundial de petróleo,  reúne  todas as condições de amplitude territorial , tecnologia e logísticas para preencher a lacuna que se abrirá com a possível auto declarada  falência chinesa, que certamente ocorrerá pela fome.

Para Isso, o Brasil apenas precisa de menos universidades produtoras de canudos e mais escolas técnicas com prioridade à pesquisa e tecnologia de ponta.

Não são apenas ilusões.

Foi escrito em 1831 e ratificado em 1941.
Título e texto: José Manuel, 20-4-2020

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