sexta-feira, 10 de abril de 2020

Dória... Inglório!

Lêda D’Assumpção

O barco do, AINDA, Governador de São Paulo, João Dória, começou a fazer água, aliás, muita água. Foi muito imprudente. Arriscou demais. Pensou que tinha carisma. Imaginou que tinha cacife para bancar a rodada. Coitado...


Luiz IV, Rei da França, disse certa vez: “A impaciência em vencer pode, rapidamente, nos fazer perder”.

Muitos companheiros do Governador paulista já diminuíram o tom sobre Bolsonaro, alguns já até se calaram, enquanto outros ensaiam uma mudança de time. Dória começa a falar sozinho.

Antes, impávidos, Ibaneis, Witzel e Caiado empalideceram. Witzel, inclusive, dá a impressão de nem estar no Brasil. Simplesmente sumiu. Caiado ensaia uma reaproximação com o Planalto, mas não sabe como. Cada um que se expôs ao trair o Presidente sofreu um tombo gigantesco em suas popularidades.

Vide, Joice Hasselmann. Antes uma séria concorrente à prefeitura de SP, hoje, ocupa o penúltimo lugar nas pesquisas. Desprezada, ridicularizada virou uma paisagem inconsequente, irrelevante.

Maia e Alcolumbre não podem sair à rua sem um pelotão de escolta. Hoje, Maia não seria eleito nem vereador, tamanho o desprezo que possui junto ao povo.
Com um pedido de impeachment já protocolado, Dória amarga um futuro incerto no Palácio Bandeirantes.

A ideia de derrubar Bolsonaro, destruindo a economia do país para ferir sua imagem, se voltou contra ele. Aliás, contra todos que embarcaram nessa canoa antipatriótica. No princípio desse imbróglio, Dória possuía 17% de aprovação, agora, algumas semanas depois, sua popularidade despencou ainda mais.

Em desespero, continua com seus ataques diários ao Presidente, mas, essa verborragia boomerang, vem drenando seus apoios. Parece não haver ninguém para alertá-lo. Mas, isso é comum. Políticos, muito amiúde, avaliam mal seu próprio carisma. Canalhas ordinários, como Dória, se recusam a compreender que houve uma mudança no país. Sua eleição, como a de muitos, deveu-se à Bolsonaro.

A base de apoio popular ao Presidente continua crescendo. Suas Redes Sociais recebem mais adeptos e seguidores a cada dia. É um fenômeno, de fato. Bolsonaro pode ter um apoio reduzido no parlamento, mas, nas ruas, a população o admira, nas redes sociais, é imbatível. Político sem apoio popular NÃO SOBREVIVE. Mais cedo ou mais tarde, quem precisa de voto, acaba aderindo a quem tem muito e quem não tem nenhum, fica sozinho.

Dória pode ter algum apoio no parlamento, mas, já sem popularidade, com suas mentiras e falsidades aparecendo todo dia e com suas armações expostas num ambiente onde as redes sociais estão ativas e vigilantes do jeito que estão... (!!??!!)

Passou a ser um cavalo de três patas. Não se consegue mais encobrir o cheiro de seu fracasso. Se sua administração fosse boa ou regular, talvez o odor pudesse ser camuflado, mas nem isso. Sua administração é um fracasso retumbante. Uma incompetência vexatória.

Politicamente, Dória morreu.
Quem continua falando é seu fantasma, que não viu a luz.
Título, Imagem e Texto: Lêda D'Assumpção, Twitter, 10-4-2020

Um comentário:

  1. Um texto escrito por uma poeta! Impecável! Perfeito! Quem dera um dia eu escrever assim meus pensamentos e conclusões.

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