sexta-feira, 10 de junho de 2011

Pedagogia para o ódio

Valfrido M. Chaves Pantaneiro
É sabido que o indivíduo pode enlouquecer o grupo e o grupo enlouquecer o indivíduo. O que aconteceu na Alemanha, uma sociedade culta e civilizada, na época do Nazismo, bem exemplifica a relação entre o indivíduo e os grupos, com resultados catastróficos. É ponto pacífico que as autoridades maiores tanto servem de exemplo, de modelo para as massas, quanto o modo como estas são conduzidas e manipuladas por aquelas podem levá-las a condutas fatídicas. Tanto o Nacional-socialismo quanto o Socialismo marxista, com Hitler e Stalin, não nos deixam mentir sobre essa questão do adoecimento da sociedade sob determinadas lideranças e ideologias diabólicas, ou seja, desintegradoras.
Mas vamos para nosso Brasil, caro leitor, tentando refletir sobre as conseqüências do exemplo e da conduta de nossos líderes e agentes do aparelho estatal no imaginário, no moral e caráter coletivo de nossa Nação. Afirmo que não há como fazermos um bom prognóstico se bem olharmos a inversão de valores, o cinismo de líderes, a ausência de autoridade. Imagine o leitor o que acontece no imaginário coletivo brasileiro quando um líder com o carisma do Lula diz que o famigerado Mensalão não existiu; que seus amigos do peito envolvidos no “dossiê fajuto” seriam apenas “aloprados”, ficariam impunes e o dinheiro que tinham em mãos ficaria sem origem. Da mesma banda, o líder do ataque e depredação numa grande fazenda produtora de laranja, flagrado e filmado em suas ações, diz que “foi uma armação”. Ou seja, errado era o helicóptero e o repórter. O Palocci, defenestrado da casa civil, tadinho, um líder do governo diz que saiu por causa da agressividade com que era atacado. Quando será ressuscitado, se até o Delúbio já o foi? E a imoralidade da política indigenista em curso? Não se pode comprar terra para o índio, porque estancaria o conflito e ver-se-ia, então, o abandono desse povo pelo Estado brasileiro; saber-se ia que o índio não é preparado para o trabalho digno e produtivo, “porque vai acabar com sua cultura”, embora o índio diga que não quer cultura de barriga vazia. Quem quer isso são grupos movidos a ideologia, dinheirismo e crença em que “o conflito é o motor da História”. Aí está em Sidrolândia fazendas invadidas, propriedades legítimas, onde o Ministério Público Federal representa contra a reintegração de posse, fazendo óbvio jogo do estímulo ao conflito e mais invasões. Mas fazem isso na melhor das intenções, é de inocentes que eles não distinguem entre “proteção ao índio” com acobertamento de crimes praticados por índios. O proprietário, além de expulso de sua casa, é expulso da própria Constituição. Os invasores, de costas largas, impunes e inimputáveis, aprendem rápido que estão acima das leis. Creio caber aqui uma indagação: qual a satisfação egóica e narcísica, daqueles que, tendo autoridade, fingem não ver o financiamento e manipulação das invasões? Que dão acobertamento a violações constitucionais de brasileiros contra brasileiros e promoção de ódio entre irmãos? Que assim incentivam mais conflitos e invasões, também para acobertar o fracasso da política indigenista em promover nossos índios, para que eles possam colher os melhores frutos de nossa civilização, e não a droga, a prostituição, o álcool, os suicídios e suicidamentos? Assim caminha, leitor, a pedagogia da amoralidade tocada por agentes do Estado brasileiro, através do descaramento inerente à programação ideológica dos mesmos. Esses são os exemplos que o povo brasileiro tem de nossas figuras de autoridade e que, no inconsciente coletivo, representam a figura do pai. Um pai amoral que a tudo autoriza. Inclusive alistar-se no PCC ou ingressar em instituições outras que promovem ou dão cobertura à Pedagogia para o ódio entre brasileiros.
Valfrido M. Chaves Pantaneiro, Psicanalista

Rabo preso e impunidade

Geraldo Almendra
A definição mais correta para o Brasil é: um Paraiso de Patifes, governado por um Covil de Bandidos e que é controlado por um Sindicato de Ladrões.

A transformação de um assassino condenado na Itália em alguém com todos os direitos que devem ser garantidos a um cidadão digno e honesto, coloca a Justiça do nosso país como uma via formal a serviço de um jogo de poder sujo e criminoso que tem sido o suporte principal do projeto de político-prostituído do PT.

O Poder Público somente deveria existir para prestar serviços para a sociedade que o sustenta e não preferencialmente ou somente servir à nova burguesia corrupta que comanda o país, nascida e criada no submundo comuno sindical.

É quase inconcebível o suicídio político que a sociedade está cometendo com sua covarde omissão diante da absurda degeneração das instituições que têm a responsabilidade de fazer valer o ideário de justiça contra o banditismo institucionalizado que toma conta do país.

O tripé meliante que sustenta o projeto de poder perpétuo PT, que continua sendo comandado pelo mais sórdido político da história do país, está bem definido:
- desqualificação das Forças Armadas,
- transformação do Parlamento em um balcão de negócios da corrupção e da prevaricação sem controles e,
- qualificação dos Tribunais Superiores como uma retaguarda “jurídica” para validar os atos criminosos e lesa pátria do PT através da garantia de impunidade, além de terem assumido o papel de instrumento final da transformação do país em um Estado controlado por uma ditadura civil fascista.

O pano de fundo para o sucesso dessa estratégia foi o suborno assistencialista aos menos favorecidos e o descarado suborno dos canalhas esclarecidos que se transformaram cúmplices da destruição do país.

Apoie os bombeiros fluminenses: domingo, 12 de junho, Copacabana Palace






Para acompanhar a luta dos Bombeiros do RJ:
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Policial filipino comanda o trânsito dançando

Ramiro. Captura de tela: JP

Um policial de trânsito virou celebridade local nas Filipinas ao controlar o trânsito de um cruzamento movimentado enquanto dança.
Ramiro, de 54 anos, trabalha na cidade de Pasay. Ele fica na esquina das ruas Edessa e Macapagal.
Há seis anos na profissão, ele afirmou que seu objetivo é "levar um pouco de alegria" a motoristas e pedestres.
Texto: G1


O vídeo é da EuroNews

A "Tumbalalaika" tocada e cantada na Sinagoga Portuguesa de Amsterdam

"O que vais ouvir desenrola-se na Sinagoga Portuguesa de Amsterdam, Holanda.
É iluminada apenas por velas. Foi construída há várias centenas de anos e nunca foi electrificada. O arco, assentos e tudo o mais foram feitos à mão, por construtores de barcos. Inexplicavelmente, durante a 2ª guerra mundial os nazis nunca se interessaram por esta preciosidade, jamais nela tendo entrado. Encontra-se, pois, intacta e tal como foi erguida. Apreciem, então, toda a sua beleza!"



Naftali Herstik, Alberto Mizrachi, Benzion Miller with the Neimah Singers - Tumbalalaika.
From the concert "Cantors: A Faith in Song" recorded in the Portuguese Synagogue of Amsterdam in 2003.

Colaboração: Cristina Freitas

"Confesso-me triste ao viver o que está acontecendo em nosso Brasil."

Amigos, todos,
Segue o artigo desta semana, com pequeno atraso por motivo de força maior.
Confesso-me triste ao viver o que está acontecendo em nosso Brasil. Penso que não merecíamos isso.
A moral, a decência, a educação, e muito mais, foram todas para o brejo. Não dá para prever quando as recuperaremos.
Mas há que lutar, o que faço através desses meus escritos.
Grande abraço para todos,
Peter


Vergonha (III)
Peter Wilm Rosenfeld 
São de entristecer de vergonha esses primeiros meses de governo da Presidente Rousseff!
A Casa Civil, considerada a mais importante pasta do Ministério, pareceu-se mais como uma Casa da Mãe Joana, seja lá o que isso for (depende do pensamento de cada um...).
O Sr. Antonio Palocci vem tendo problemas com a Lei desde seus tempos de Prefeito de Ribeirão Preto.
Lá suas mazelas foram na área da coleta de lixo, que nunca foram muito bem explicadas, o que não é de surpreender no PT.
Como Ministro da Fazenda no primeiro mandato do Presidente da Silva, prevaricou freqüentando uma casa que pertencia, diz-se, ao pessoal da República de Ribeirão Preto.
Flagrado nessa atividade não muito nobre, negou categoricamente que freqüentava a tal da casa, sendo desmentido por um simples caseiro, de nome humilde (Francenildo Santos Costa).
A mando do Ministério da Fazenda (adivinhem quem era o Ministro...), conforme informado pela Caixa Econômica Federal ao Poder Judiciário, teve seu sigilo bancário quebrado; também perdeu o emprego que nunca mais recuperou, vivendo atualmente de “bicos”.
O Sr. Palocci acabou perdendo o emprego de Ministro, mas nada de mais grave lhe aconteceu apesar do crime de ter mentido (vejam bem, o Ministro da Fazenda mentiu para prejudicar um humilde caseiro!).

Le Monde: Dilma Rousseff affaiblie par la démission de son bras droit

Pour la présidente brésilienne Dilma Rousseff, l'état de grâce est bien terminé. Cinq mois après le début de son mandat, elle n'a pas eu d'autre choix que de contraindre à la démission son homme de confiance au sein du gouvernement, Antonio Palocci, 50 ans, suspecté d'enrichissement illicite.

La présidente brésilienne Dilma Rousseff et son ministre Antonio Palocci, le 26 mai 2011, à Brasilia.
 Photo: Ueslei Marcelino/Reuters/Le Monde

Antonio Palocci occupait le poste-clé de "chef de la Maison civile" – une sorte de premier ministre. C'est cette même fonction que Mme Rousseff avait assumée, elle-même, dans le gouvernement de l'ex-président Lula, avant d'entamer sa campagne électorale au début de 2010. Autant dire que M. Palocci était, aux côtés de la présidente, l'homme fort du gouvernement. Un personnage calme, affable, et habile négociateur politique, chargé notamment des contacts entre le pouvoir et sa "base alliée" – la coalition des partis de la majorité – au sein du Congrès.
Médecin de formation, M. Palocci avait participé à la fondation du Parti des travailleurs (PT) de Lula. Ce dernier, lors de son arrivée au pouvoir en 2003, l'avait promu ministre des finances. Un choix considéré comme sage à l'époque car M. Palocci était entre-temps devenu un politicien modéré, hostile à une rupture économique de type "socialiste". Son action à ce poste stratégique a rapidement rassuré les patrons brésiliens et les investisseurs étrangers.
En 2006, pourtant, M. Palocci "tombe" une première fois. Il est impliqué dans un scandale de violation de secret bancaire. Lula doit, à regret, se séparer de lui. La Cour suprême finira par l'innocenter, faute de preuves.

União Europeia: Regresso à "casa" da nação

A União Europeia era o melhor que poderia acontecer ao continente. Mas, com o tempo, transformou-se num Golem burocrático, que escapa ao controlo dos cidadãos. Para evitar que se afunde e voltar a dar-lhe alento, é preciso proceder a uma renovação, que partiria dos Estados nacionais e dos seus mecanismos democráticos. Excertos.
Ilustração: Bromley


A União Europeia foi o melhor que aconteceu ao continente desde a queda do Império Romano. Mas, antes, teve de passar pela catástrofe total, para que os Estados conquistadores do Ocidente deixassem de se bater uns contra os outros. Só depois de 1945, as pessoas sensatas abdicaram de se refugiar no nacionalismo. A ideia europeia era simples: ao integrar progressivamente as economias nacionais, suprimiam-se os motivos para a eclosão de violência entre Estados, e até mesmo a possibilidade logística de isso acontecer. De facto, quem iria abrir fogo contra si próprio?

Desperdício de um grupo de banqueiros
Hoje, o sonho tornou-se realidade. Nos planos administrativo e jurídico, o continente é o espaço económico mais sólido do mundo. Sem conflitos internos, sem pobreza em grande escala, sem ditaduras. E agora? Agora, a Europa chegou ao limite das suas forças. A moeda comum está a afundar-se, porque um pequeno grupo de banqueiros e economistas encurralados a transformou em resíduo monetário, utilizando como arma os resgates de emergência. A UE encara a imigração apenas como hordas de desesperados, que jogam à roleta russa em embarcações precárias que atravessam o Mediterrâneo. Perante a libertação do Médio Oriente, cada um dos países que a integram lança-se na sua própria guerra colonial. Ou desvia pudicamente o olhar.
Hoje, os produtores de legumes italianos aprenderam à sua custa o que é um mercado comum: por causa de uma bactéria mortal em Hamburgo, deixaram de poder exportar os seus produtos para a Rússia. A França defende a energia nuclear na fronteira com a Alemanha, enquanto, por seu turno, os alemães preferem fabricar eólicas. No espaço de Schengen, os dinamarqueses montam instalações pré-fabricadas para albergar novos funcionários alfandegários, porque todos os males vêm do estrangeiro. E quem vai explicar a um operário eslovaco que a sua reforma está em perigo, porque os gregos querem estiraçar-se ao sol aos 53 anos?
Será de espantar que, neste momento, os discursos impiedosos contra a UE recolham cerca de 20% dos votos? Em contrapartida, é estranho que a percentagem daqueles que gostariam de pôr-lhe termo rapidamente continue a ser tão baixa. E, se a Europa ainda merece aprovação, é unicamente por causa do passado.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

[Aerus] Petição, de iniciativa do MovJÁ!, juntada ao Processo

A Petição (online) criada pelo Movimento ACORDO JÁ! que foi levada ao STF por colegas ex-trabalhadores da Varig foi juntada, oficialmente, ao Processo RE 571969 (Defasagem Tarifária).



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A notícia da conquista do Vasco da Gama nos jornais esportivos de Portugal e Espanha

Foto: Reuters

Vasco perde em Coritiba mas vence Taça do Brasil
Depois de uma vitória por 1-0 em casa, o Vasco da Gama deslocou-se, na madrugada desta quinta-feira, ao reduto do Coritiba onde foi derrotado por 2-3, um resultado que permitiu à formação carioca conquistar a Taça do Brasil, devido aos golos marcados fora de casa.
Uma vitória muito sofrida dos vascaínos que até abriram o marcador logo aos 11 minutos de jogo através de Alecsandro, avançado que passou pelo Sporting.
Depois deu-se a respostas do Coritiba que deu a volta ao marcador por intermédio de Bill (29’) e Davi (44’), relançando a partida.
No segundo tempo, um golo de fora da área de Éder Luís (emprestado pelo Benfica) deu algum descanso aos adeptos do Vasco, mas Willian, aos 66’, fez o 3-2 que deixou incerteza quanto ao vencedor até final da partida.
Esta foi a primeira vez que o emblema mais português do Brasil conquistou o troféu.

Vasco da Gama: Campeão da Copa Brasil 2011!

É campeão! Vasco solta o grito na Copa do Brasil
Em partida emocionante e tensa, Cruz-Maltino é derrotado por 3 a 2 pelo Coritiba, mas sagra-se campeão pela primeira vez
E o Gigante da Colina renasceu. Com emoção, como uma final tem de ser, o Vasco soltou o grito de 'É campeão!' após a derrota por 3 a 2 para o Coritiba, nesta quarta-feira, no Couto Pereira - na ida, havia vencido por 1 a 0. Após 90 minutos de muita emoção, os torcedores puderam desentalar suas gargantas com a conquista inédita da Copa do Brasil.
A conquista veio de maneira emocionante. O Vasco abriu o placar no início do jogo, com Alecsandro, mas o Coritiba conseguiu a virada ainda no primeiro tempo, com Bill e Davi. Na segunda etapa, Eder Luis empatou e depois Willian, num belo gol, recolocou o Coxa à frente. Mais um gol e o Coritiba seria campeão - mas o Vasco conseguiu segurar a pressão e vai levar o troféu para o Rio.

Diego Souza beija a inédita taça da Copa do Brasil. Foto: Cléber Mendes
Luiz Guilherme Freitas, Lance!Net, Publicada em 08/06/2011 às 23:53
Rio de Janeiro (RJ)
Edição: JP

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Artistas gravam vídeo em apoio aos Bombeiros do Rio de Janeiro

Vídeo produzido em apoio aos bombeiros do Rio de Janeiro.
Cássia Kiss Magro, Ary Fontoura, Elizabeth Savalla, Mateus Solano e Sergio Marone dão apoio aos bombeiros.
Concepção: Sergio Marone
Fotografia: Sergio Marone e Claudio Negão
Edição: PersonalFilme Produções
Produção: Sergio Marone

Heróis da Liberdade!

Edmílson Martins de Oliveira

Antônio Frederico de Castro Alves
Estes tempos de ditadura econômica, de globalização, de neoliberalismo (que tudo privatiza e diminui o Estado), da ideologia do mercado (que privilegia o capital e o lucro, com grande exclusão e marginalização social de milhões de brasileiros), nos remetem ao tempo da colonização, da exploração de nossas riquezas pelos descobridores, da escravização dos povos indígenas e dos africanos.
Mas nos lembram também os heróis de nossa pátria, os que lutaram pela liberdade, pela justiça e pela independência. E parafraseando Castro Alves, o poeta da liberdade, que, clamando contra a escravidão, pedia a Colombo que fechasse as portas dos seus mares e a Andrada que arrancasse o pendão dos ares, está na hora de dizer: “Levantai-vos heróis de nossa pátria! Tiradentes! Vem organizar outra vez a Inconfidência: “Tal hora é o batizado”; Zumbi! Vem, com tua utopia e teus companheiros, organizar outro Quilombo dos Palmares; Frei Caneca, padre Mororó, Ibiapina! Venham organizar outra Confederação do Equador; Cavaleiro da Esperança! Vem organizar outra coluna para clamar pela liberdade e independência de nosso país; D. Hélder Câmara - profeta da paz e da não-violência - ! Vem dizer tudo outra vez; Alceu de Amoroso Lima, Sobral Pinto, Luiz Maranhão - incansáveis defensores da liberdade -! Voltem! Drummond! Volte, com sua poesia libertadora, nascida do seu vasto e livre coração: “Mundo, mundo, vasto mundo... mais vasto é o meu coração”. Humberto Teixeira, Luiz Gonzaga! Voltem, com o seu canto/lamento/protesto que vai fundo aos sentimentos humanos de liberdade: “Quando oiei a terra ardendo... “Eu perguntei, ai a Deus do céu, ai por que tamanha judiação”. Ou “Mas doutô uma esmolas a um homem que é são/ ou lhe mata de vergonha ou vicia o cidadão”.

(Outros) Trabalhadores da TAP pedem requisição civil para evitar greve (dos tripulantes de cabine)

Os trabalhadores da TAP querem evitar a greve dos tripulantes de cabine. Vão mesmo pedir ao governo para recorrer à requisição civil. A petição que está a circular na empresa já foi subscrita por mais de 800 trabalhadores. Eles dizem que "é inaceitável que a classe tripulante da TAP uma vez mais avance para a greve pondo em causa os colegas, a empresa e o prestígio já tão abalado do país". Contactada pela RTP, a transportadora aérea não comenta a petição.
Texto da RTP


Hummm.... uns contra os outros... não pode fazer greve agora, etc, etc... Onde é que eu já vi esse longa-metragem?...
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terça-feira, 7 de junho de 2011

Democracia ou ditadura do PT?

Carta aberta (dos Comissários) ao Sr. Engº Fernando Pinto (Presidente da TAP Air Portugal)



Ao Sr. Eng. Fernando Pinto:
Reservamo-nos no direito de publicar esta carta aberta, visto nos ter endereçado um e-mail no qual nos enaltecia pela dedicação e qualidade do nosso trabalho, no sentido de não aderirmos à greve que foi convocada pelo nosso Sindicato. Publicamos esta carta enquanto grupo de tripulantes devidamente identificados porque nos revemos na correspondência que lhe foi endereçada por um de nós. Segue agora a voz colectiva desse e-mail:

Queremos dizer-lhe que estivemos na reunião que convocou e para a qual fomos convidados, no passado dia 1 de Julho, no refeitório da sede da companhia, e estamos a par de tudo o que disse no dia anterior a esse, no Hangar 6. E sabemos que o seu teor foi bem diferente do que vem agora mostrar na mensagem que enviou a todos os tripulantes. Foi com grande insatisfação que o vimos colocar os colegas das outras áreas contra os tripulantes de cabine com um discurso populista, demagogo e pouco verdadeiro.

A nossa profissão é díficil de explicar e de ser compreendida por quem, de facto, não a vive. Por mais que se explique, por mais que do lado de lá esteja uma mente aberta e compreensiva, e muitas vezes não está.

Vimos assim esclarecê-lo sobre alguns assuntos com os quais colocou todas as pessoas nessas reuniões a aplaudi-lo e a rir, a insultar os tripulantes que lá estavam, como se as nossas exigências se tratassem de coisas fora do contexto e absurdas:

Fernando Pinto
- relativamente à folga antes e depois das férias, o Sr. Eng. fez a plateia brilhar com os seus comentários. No entanto, queremos informá-lo que temos direito a 52 folgas por ano e não pedimos MAIS duas; pedimos apenas que o Dpto de Planeamento e Escalas organizem a nossa escala de modo a que essas folgas coincidam com o início e o fim das férias. Como de resto, todos os comuns mortais fazem: quem trabalha de segunda a sexta-feira tem folga antes e depois das férias e joga com isso para ter mais dias de descanso; quem trabalha por turnos, coloca as folgas da respectiva semana antes e depois das férias; o Sr. Eng., presumo, que faça o mesmo com as suas. Nós temos as nossas férias geridas - e mal - pela empresa. E se, como diz, temos mais dias de férias - 6 - foi uma situação prevista pela empresa para nos compensar por não termos direito ao gozo de feriados e datas importantes, como o Natal que o Sr. Eng. passa em família e nós passamos sozinhos num qualquer hotel, dentro de um avião a comemorar com desconhecidos ou pagando para trazer a família connosco.

Novo tempo

Luisa Castel-Branco

Pedro Passos Coelho é o novo Primeiro-Ministro de Portugal.
Como o próprio disse, é tempo de falar do futuro, de unir esforços e conseguirmos todos juntos ultrapassar as enormes dificuldades que aí vêm.

Não quero falar de nada mais que não seja daquilo que enquanto Nação temos pela frente.

Deixemos para trás os comentários sobre os responsáveis pela crise e olhemos aquilo que temos de fazer e mudar para a ultrapassarmos.

Perante o que acabo de dizer, não posso deixar de expressar o meu maior espanto perante vozes que se levantaram contra o facto de o novo Primeiro-Ministro ter terminado a primeira declaração ao País com o Hino Nacional.

Para meu espanto, já ouvi dizer que voltámos ao tempo da União Nacional, e quiçá do fascismo.

Portanto, a conclusão a que chego é a de que se o Hino Nacional for cantado, e acompanhado por um país repleto de bandeiras portuguesas por razões de futebol, não existe perigo para a Democracia. Caso contrário, é preocupante!

Qualquer pessoa que tenha visitado os EUA sabe que num simples centro comercial se toca o Hino, toda a gente se levanta, coloca a mão no peito e canta com orgulho.

Mas aqui, nesta Nação que é a mais antiga da Europa, é uma vergonha.

Eu por mim senti-me orgulhosa de ser portuguesa quando vi as pessoas cantarem no Marquês de Pombal, gente de todas as idades, o Hino.

Porque chegou o momento de termos orgulho em ser portugueses e acreditarmos que somos tão bons como os melhores. Só precisamos de trabalhar para isso, e acabar de vez com estes complexos de esquerda infantis e patéticos.
Título e Texto: Luisa Castel-Branco, Destak, 06-06-2011

Notas com tinta rosa não valem


Antonio Carlos Prado e Juliana Dal Piva
A Polícia Civil paulista desmantelou na semana passada as principais quadrilhas que explodiram 80 caixas eletrônicos na Grande São Paulo nos primeiros cinco meses desse ano – o que não significou o fim desse tipo de furto, pois pelo menos sete caixas foram para os ares após as prisões. Igualmente explosiva foi a descoberta de que policiais militares participaram de 80% dos roubos. Com a escalada dos ataques, os bancos deixavam em média R$ 80 mil nos caixas. Uma vez explodidos, em cada um deles notas somando cerca de R$ 70 mil ficaram marcadas com tinta rosa disparada por dispositivo de segurança. R$ 70 mil de cada caixa multiplicados por 80 caixas detonados totalizam R$ 5,6 milhões. Trocando em miúdos: há circulando muito dinheiro rosa, e o BC avisou: as rosas não valem. Quem as tiver está com mico no bolso.
Revista Isto É, 03-06-2011
Observação: em Portugal existe o mesmo mecanismo de segurança nos terminais "Multibanco". Portanto, olho vivo com o dinheiro rosa!!

A nostálgica choradeira da juventude stalinista

Carlos Molina é um personagem que aparece nos depoimentos da novela kitsch chamada “Amor e Revolução” do SBT, monumento de propaganda publicitária da rede de Silvio Santos, a respeito dos anos obscuros do regime militar. Este sujeito chega a choramingar por conta de sua juventude ter sido destruída numa época de suposta intolerância e maldade intrínseca das forças armadas. Nas palavras dele, a sua juventude não teve a liberdade das gerações passadas e futuras. Molina ainda esconde a realidade ao afirmar que lutava pela democracia: "Nós fomos espancados na rua, berrando pela democracia.” Dos stalinistas aos trotskistas, passando por variadas relações de socialismos e comunismos, todos estes santarrões falam de “democracia”. Mas a pergunta que não quer calar é: que modelo de democracia o Sr. Carlos Molina defendia? A democracia, na boca dos militantes de esquerda, é uma palavra etérea, vazia, escorregadia, oca de sentido específico. Que bonitinho, não? Os homens que pegaram em armas para implantar um regime totalitário nos moldes de Cuba, da China e da União Soviética agora podem disfarçar à vontade, rendendo loas à democracia pela qual jamais lutaram. Ou na melhor das hipóteses, esquerdistas aceitam a democracia por questões puramente táticas, para novas tentativas de tomada do poder. Convém dizer, o Sr. Molina é o espírito da juventude do Komsomol, a adolescência stalinista por excelência. É um komsomol que se esqueceu de envelhecer. . . só falta soprar a corneta!


Eu não me supreendo quando encontro em seu blog as mesmíssimas bandeiras totalitárias e terroristas comuns da época do regime militar, só que com nova face e novos tiranos: apoio à ditadura de Hugo Chavez e à guerrilha das Farc, o grupo narcoterrorista da Colômbia. Como também agora é moda da esquerda bajular os terroristas islâmicos, em nome da liberdade. Tal é o teor ideológico do stalinista chorão que "berrava por democracia" no SBT!

Abaixo o Saber!

Criação: José Carlos Manzano

Plínio Sgarbi
Em artigo recente, ("Abaixo o conhecimento!"), Alexandre Garcia cita o general falangista Milan Astray que, antes de invadir a Universidade de Salamanca encerrou uma discussão com o reitor Miguel de Unamuno com o grito: “Abaixo a inteligência”.
Antes de voltar ao artigo de Alexandre Garcia, vale lembrar que no período da ditadura militar, na década de 60 e 70, os veículos de comunicação estavam sujeitos a uma forte censura executada por agentes da polícia federal. Naquela época as produções artísticas tinham que passar pelo setor de censura antes de serem apresentadas em público. Isso quer dizer que a população só podia ver e ouvir o que a polícia federal previamente aprovasse. O objetivo era filtrar as “impurezas” dos veículos de comunicações. Arrisco dizer que o objetivo era nobre, porém a sua execução era muito exagerada e a metodologia arcaica.
A Música Popular Brasileira foi tratada pelo Estado como um ser nocivo, capaz de fazer mal à população. Segundo o governo, ela era ofensiva às leis, à moral e aos costumes. O "piadista" Ari Toledo, em tom muito sério, em recente entrevista no programa Raul Gil, disse que a ditadura censurava o que achava inteligente e bem produzido, e, também o que achava lixo. Muito que está sendo exibido na televisão aberta, em todos os seus horários, acha Ari Toledo que não passaria pelo crivo da censura, não por ser nocivo ao Estado, mas pelo simples fato de ser muito ruim, de péssima qualidade.
No ensino público, era comum haver muita conotação política nos centros e diretórios acadêmicos e pouca preocupação acadêmica. As “ideologias” eram diferentes, mas os métodos de ação eram muito parecidos: todos tinham um discurso “democrático”, dogmático. A maioria pertencia, “geograficamente”, à “turma do fundão”, só que de cantos diferentes. De um lado, os anticomunistas, pró-EUA, do outro, os anti-imperialistas, pró-URSS. Eram capazes de decorar doutrinas políticas, mas, incompetentes para entender as aulas, ou fazer as lições de casa. Tinham a fórmula para resolver todos os problemas do mundo, por mais complexos que fossem; mas precisavam de “cola” para passar. Mesmo assim, desprezavam e hostilizavam quem se ocupava de algo que eles consideravam totalmente incompatível com o ambiente escolar: estudar.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Bombeiros fluminenses pedem socorro!

Meus olhos encheram-se de lágrimas hoje pela manhã, quando assisti ao noticiário local na TV Record. Um dos soldados presos, com o rosto molhado de lágrimas rabiscava com o dedo indicador no vidro do ônibus que o conduziria à prisão as letras SOS. Vi ali o sofrimento de um cidadão humilhado por um chefe de quadrilha de ladrões dos cofres públicos, um governador bandido! Um outro, no mesmo ônibus se dizia que se sentiria envergonhado, por sua família ir visita-lo no cárcere, também com o rosto molhado de lágrimas e aí vem o bandido numa coletiva chamar esses heróis de vândalos irresponsáveis?
Estou com muito ódio hoje no meu coração. Que Deus me perdoe.
Sueli Guerra
Vamos respeitar os profissionais que trabalham de verdade e respeitam a sociedade, eles merecem toda nossa gratidão e RESPEITO.
Faça uma visita aos sites abaixo e saiba o que está realmente acontecendo no Corpo de Bombeiros do Rio!! 
BOMBEIROS PEDEM DIGNIDADE!

Amadurecimento

João Bosco Leal
Desde a minha juventude sempre ouvia dizer as mais variadas coisas sobre a maturidade e a velhice, que para mim - e para muitos com quem converso atualmente -, era quando uma pessoa tinha por volta dos quarenta anos.
O tempo passou e só depois de já haver passado pelos quarenta há muitos anos é que me senti plenamente na maturidade, notando isso em meu próprio corpo, o que também me confirmam os mesmos que pensavam como eu.
Com menos agilidade e os reflexos mais lentos, deixamos de correr para alcançar o que corre à nossa frente. Por trás podemos observar os tropeços enfrentados por eles, nos desviar, e nossa caminhada passa a ocorrer com maior segurança.
Essas observações passam a ter muita importância e agora concordamos com os mais velhos, que observando e estudando o passado, não precisamos passar pelas mesmas dificuldades e tropeços que outros já passaram.
Nossos planos e projetos passam a ser para um prazo mais longo, com menos pressa, mais calculados, diminuindo muito os riscos que antes corríamos sem nos importar.
Começamos a nos fixar em centenas de coisas, desde marcas de produtos alimentícios a mecânicos de nossos carros, estabelecendo uma relação de confiança agora muito importante.
Dificilmente mudamos os lugares que frequentamos, como supermercados e restaurantes, pois já os conhecemos, e não estamos dispostos a muitas experiências novas.
A importância que no passado demos a muitas coisas agora nos parece até ridícula, pela insignificância que hoje possui em nossas prioridades.
Deixamos de ser tão críticos em relação às outras pessoas, passando a perceber as suas e as nossas próprias limitações, físicas, culturais e mentais.
As companhias que buscamos deixam de ser as que nos satisfaçam momentaneamente, seja comercial ou fisicamente, para serem aquelas que participarão de nossos planos e projetos futuros, de maior duração, quando há maior confiança e cumplicidade.
Nossos amigos são os que compartilham os mesmos hábitos e ideais, com os quais dividimos alegrias e dificuldades, contamos com seu apoio e retribuímos da mesma forma.
A convivência com nossos descendentes passa a ter bem mais importância, planejamos e realizamos viagens com maior frequência e nos dedicamos mais à literatura e à história.
É uma nova vida, muito mais plena, com mais buscas por prazeres emocionais, culturais, do que as ambições materiais anteriores.
A vida é tão perfeita que não arrisca permitir a um jovem, com toda sua agilidade e energia, saber o que só agora na maturidade percebemos plenamente.
Título, Imagem e Texto: João Bosco Leal

Festas de Lisboa 2011


Permitam-nos que vos anunciemos de imediato: a Sardinha saiu, uma vez mais, à rua!
Porém estas que vos trazemos em 2011 são o verdadeiro, o genuíno “substantivo colectivo”! Dizemos “sardinha” como quem diz, nem mais nem menos, trezentas…. Um cardume de pura inspiração! Pois é, a sardinha está ainda mais nossa, mais de todos nós. É este o felicíssimo final de um desafio a que chamámos “Queremos a tua sardinha!” e, ainda bem que muitas centenas, milhares, quiseram que nós quiséssemos!
Eis um novíssimo e colorido cardume, originalíssima obra de um colectivo que, no próximo mês de Junho, nos trará, entre muitas outras coisas, a celebração dessa obra ímpar, dessa criação única, também ela expressão máxima de um colectivo, que doravante partilhamos com todas as culturas do Mundo. Foi sobretudo esse o desejo que há um ano ficou expresso na entrega formal da Candidatura do Fado a Património Imaterial da Humanidade. Nada mais natural portanto que a Cidade Festa, a muitas vozes, revele em 2011 a sua verdadeira dimensão.
Por isso, quando todos desejamos como um só, a melhor maneira de o exprimirmos é criando e recriando a Cidade, os seus espaços, confundindo os seus tempos, arriscando novas propostas e novas leituras. É essa “Lisboa que será” que vos propomos nesta nova programação das Festas de Lisboa’11. Partimos de um encontro marcado em duas praças: o Terreiro e o Rossio com a Baixa de permeio e, durante trinta dias, ousaremos as mais diversas experiências e tentaremos as mais inesperadas combinações: subiremos as colinas, tomaremos (de assalto!?) os transportes públicos, correremos junto ao rio (nele viajaremos), cantaremos e dançaremos, invadiremos o Castelo, bloquearemos o trânsito, percorreremos a Avenida, ouviremos o Silêncio e o Mediterrâneo também, inventaremos fachadas, escalaremos elevadores, seremos sempre FADO, mesmo sem dar por isso, e descobriremos, finalmente, tantos outros, para além daqueles que suponhamos ser nós.
Depois chegará, como sempre chega, a última noite…!
Conselho de Administração da EGEAC

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