terça-feira, 28 de maio de 2019

Bolsonaro gravou participação no Programa do Ratinho e no The Noite – SBT Brasil


Jair Bolsonaro gravou nesta segunda-feira (27) uma participação no Programa do Ratinho e outra no The Noite, de Danilo Gentilli, ambos do SBT. O presidente ainda comentou sobre os atos em defesa do Governo, que ocorreram neste domingo (26), em várias cidades do país.


A entrevista com Danilo Gentili irá ao ar nesta sexta-feira (31 de maio, 00h45). Já a com Ratinho está programada para a próxima terca-feira (3 de junho, 22h15). 

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Percival Puggina

Não chega a ser novidade. A mudança vem acontecendo de modo gradual. Parcela crescente dos brasileiros que um dia confiaram seus votos à esquerda foi mudando de opinião e essa mudança acabou na grande reviravolta da cena política em outubro de 2018. Há quem morra de saudades.

Vale a pena lembrar, muito especialmente a alguns setores da mídia tradicional (estou falando, entre outros, da Folha de São Paulo, Estadão, Zero Hora, O Globo e demais veículos do seu grupo) certos fatos relacionados àquela eleição. O candidato escolhido pelos partidos que tradicionalmente formavam a maioria do Centrão era Geraldo Alckmin. As nove siglas que se coligaram para elegê-lo compunham mais da metade das cadeiras na Câmara dos Deputados. Contudo, a coligação em torno do tucano acabou obtendo menos de 5% dos votos. Foi um claro abandono do comandante da nau tucana por seus marujos, que majoritariamente se transladaram para o barquinho de Bolsonaro

A jogada valeu para assegurar o mandato de muitos. Diploma pendurado na parede é garantia da autonomia e permite a segunda traição. Em três meses os ex-marujos de Alckmin e parceiros de Bolsonaro recompuseram o Centrão e já começavam a reabrir a firma quando a opinião pública reagiu nas redes sociais. Imediatamente deram um passo atrás. Em tom de mágoa, afirmaram tratar-se de um mal-entendido. Estavam todos cumprindo seus deveres constitucionais.

Nenhuma das três coisas surpreende. Nem a traição a Alckmin, nem a traição a Bolsonaro, nem a completa traição à verdade contida na afirmação de estarem cumprindo seu dever. Esta última situação só acontece nas raras ocasiões em que o interesse próprio coincide com as exigências do interesse nacional. O que realmente surpreende é a defesa que os veículos de comunicação acima mencionados passaram a fazer do Centrão, confundindo-o com o Congresso Nacional, buscando torná-lo imune a toda crítica, numa atitude tipicamente bipolar. Num momento transformam a crítica numa conduta revolucionária, autoritária, capaz de acabar com a democracia; noutro, reduzem a gigantesca mobilização social do dia 26, de apoio ao governo e suas reformas, a Sérgio Moro e a Paulo Guedes, às proporções de um comício na esquina do bar do Zé.

Boa representação e voto facultativo

Péricles Capanema


Terminou ontem a eleição para o Parlamento Europeu. Em números a segunda do mundo: 427 milhões de eleitores, só atrás da indiana, 900 milhões. Pretendo falar dela em outro artigo. Agora, destaco um ponto: a imprensa de alto a baixo festejou a participação do corpo eleitoral, a maior desde 1979. Compareceram 51% dos eleitores, revertendo tendência de queda. Em 2014 o índice foi de 43%.

Mais precisamente, votaram 50,82% do total habilitado. Alguns países pontuaram bem abaixo da média, nos quais destaco Eslováquia 22,74%; Eslovênia 28,29%; República Tcheca 28,22%; Portugal 31,01%. Portanto, abstenção em Portugal, 68,99%. Em condições semelhantes, é plausível supor que a participação do eleitor brasileiro ficaria aquém da de nossos irmãos lusos.

Nas últimas eleições presidenciais dos Estados Unidos, tomaram parte pouco menos de 60%. Quando lá têm lugar as mid-term elections (eleições para o Congresso no meio do mandato presidencial) a porcentagem oscila próxima a 40%. Falo de eleições importantíssimas, em países de boa cultura média, com a instituições funcionando normalmente — 28 países da Europa e ainda os Estados Unidos.

No Brasil, a abstenção no 1º turno nas eleições de 2018 foi de 20,3%, comparecimento de quase 80%. Foi abstenção habitual, no quesito ganhamos de goleada da União Europeia e dos Estados Unidos. Na verdade, é o contrário, perdemos de goleada. A razão: voto facultativo lá, voto obrigatório aqui.

A propósito, o voto é facultativo na grossa maioria dos países; entre eles: Estados Unidos, Áustria, Alemanha, Inglaterra, França, Itália, Japão. É obrigatório na minoria, entre eles: Brasil, Bolívia, Honduras, Chile, Argentina, Congo, República Dominicana, Costa Rica, Honduras.

O retrocesso do voto obrigatório foi imposto e pomposamente celebrado pelo constituinte de 1988 e logo se tornou fator adicional de nosso renitente atraso. Curiosamente, folheando projetos de reforma política, não vi (não estou afirmando que não há, digo que não vi) proposta de troca do voto obrigatório pelo voto facultativo. Não é mais democrático? Vota quem quer. Constatação entristecida: nossos políticos na esquerda e na direita preferem manter o eleitorado no cabresto, mantendo o entulho autoritário e despropositado.

[Aparecido rasga o verbo] Nós, Orfeus e Eurídices, continuamos estáticos

Aparecido Raimundo de Souza

OS SENHORES DEVEM ESTAR lembrados. Dissemos essa frase mais de uma vez em textos publicados aqui na “Revista Cão que Fuma” em nossas “Rasgações de Verbos”. Recordam? Ei-la de novo, aflorando, para que movimentem e exercitem suas mentes. “Vivemos no país do caos, da desordem, dos loucos, dos ladrões, dos vândalos e dos arruaceiros eternos”. Sobrevivemos numa terra sem lei, num planeta onde proliferam os homicídios mais estapafúrdicos e inacreditáveis.

Para se juntar a essas matanças estapafúrdicas, foram criados novos ternos. O Feminicídio, por exemplo ou (matar mulheres) encabeça a lista, sendo seguido pelo Criancianicídio (matar crianças), Cachorroanicídio (matar cachorros), Bocetanicídio (matar bocetas), Caralhonicídio (matar caralhos) etc. Evidentemente são nomenclaturas fresquinhas, saídas a pouco do forno dos bifrontes e chegadas, portanto, recentes no pedaço. Apesar de ainda bebezinhas, com poucos dias de vida, estão alegres e saltatrizantes. Iguais dançarinas espoletas, surgidas de alguma periferia a todo vapor e bem visível num livro que cognominaram com o título de “Código Penal”.

Para quem não sabe, o “Código Penal” é aquela sistematização de um amontoado de normas fora das linhas. Preceitos vazios, retrógrados, que só valem e se prestam a punir a grossa massa de pretos, e a enormidade galopante dos pobres e fodidos. Apesar da “enormidade”, os pretos e os pobres, os pés rapados e as descamisadas, não vão além de uma “minoria desvairada”. O Código Penal, em resumo, é um cagalhão que saiu da privada nos idos de 1940. Um ser completamente cego das vistas, ultrapassado, tão velho, tão carcomido, tão em desuso, que seu tempo de atividade se esvaiu para os quintos de lúcifer faz tempo, apesar de, ao longo desses anos todo ter passado por algumas modernidades para torná-lo mais “incoerente com as características do nosso tempo de mil novecentos e... e... e...”.

Os pais biológicos dessas novas figuras citadas (feminicídio, criancianicídio e outros crimes hediondos que acima pontilhamos), ou de forma mais clara, os seus autores, ou os legisladores de merda que lhes deram o sopro da vida, se esqueceram de enterrar seus restos mortais. Vivemos (e batemos nessa tecla, insistentemente), vivemos no país dos bandoleiros, dos arruaceiros, dos “Mamadores das Tetas Gordas e Sadias”. As “Tetas Gordas e Sadias” estão no grande pasto brazzzilia, enquanto as nossas “leiteiras” magras e raquíticas mal conseguem dar um passo dentro do curral em direção a um punhado de capim.

Enganamos a nós mesmos, com a ideia abestalhada de que somos uma plebe firme e forte. Na verdade, não passamos de prisioneiros de um imaginário social inexistente. Convivemos cada minuto das nossas vidas com a miséria entrelaçada a uma devastação cada vez mais crescente e imutável. Vejam, por exemplo, o SUS, sigla que se traduz por SISTEMA ÚNICO DE SACANAGEM. Precário, frágil e emperrado. Chafurda, o SUS, na putaria e no esquecimento. Percebam que faltam os remédios primordiais que o filho da puta do ministério da saúde deveria oferecer à população (através das farmácias cidadãs).

[Aparecido rasga o verbo] A “Jenifer” de Gabriel Diniz está de luto. E o Brasil também

Aparecido Raimundo de Souza

Mais uma vez voltamos com  edição extraordinária, de nossa coluna “RASGANDO O VERBO”, desta vez para informar a todos os nossos leitores da “FAMÍLIA CÃO QUE FUMA” que veio a óbito, hoje, 27 de maio, por volta das 12 horas, aproximadamente, o cantor e compositor GABRIEL DINIZ [foto], quando o avião de pequeno porte, em que o artista viajava um Piper Cherokee, monomotor, ano de fabricação 1974, número de ordem – 28.180 - Prefixo PT-KLO, com capacidade para quatro passageiros, registrado em nome do Aeroclube de Alagoas decolou de Salvador, aqui na Bahia, com destino a Maceió. De repente, os pilotos Abraão Farias e Linaldo Xavier, perderam contato com a torre de controle do aeroporto local e logo em seguida a notícia do acidente.


A aeronave seguia para Maceió. O músico pretendia fazer surpresa à namorada a psicóloga Karoline Calheiros, que, exatamente hoje, completa 25 anos. Segundo informações de testemunhas o avião “entrou numa espécie de parafuso” e caiu em meio a um forte estrondo, na divisa da Bahia com Sergipe, perto de Porto do Mato, em Estância (SE), região Sul de Sergipe, área conhecida como Dunas da Praia do Saco, localidade de difícil acesso, ou seja, o Piper emborcou num manguezal e, em face disso, os bombeiros tiveram dificuldades para chegar até o local dos destroços. Um fato determinante chamou a atenção das autoridades aeronáuticas. Chovia muito na hora e a visibilidade na região se fazia precária.


JOSÉ GABRIEL DE SOUZA DINIZ, artisticamente Gabriel Diniz, 29 anos, nasceu em 18 de outubro de 1990. Natural de Campo Grande (MS) o cantor havia acabado de fazer um show em Feira de Santana para três mil pessoas. Ficou conhecido no Brasil inteiro pelo hit “JENIFER”. Falamos com o pai do cantor, por telefone, senhor Francisco Diniz e ele, generosamente, nos informou que Gabriel “não viajava de carona. O fretamento fora devidamente pago em dinheiro vivo”.

O que se sabe, até agora, é que esse avião estava em “situação regular”, todavia, não poderia estar fazendo taxi aéreo, o que tornou a coisa, até agora, como viagem “clandestina”. O aeroclube, por seu turno, só poderia usá-lo para instruções de novos pilotos, daí a sua licença junto a ANAC constar como “aeronave para instrução e adestramento de novos pilotos privados”. 

Não temos, ainda, informações do local e horário do velório. Porém, estaremos presentes em mais esse triste e fatídico episódio que chocou o país inteiro, notadamente os familiares e em especial, os fãs do cantor país afora.
Título e Texto: Aparecido Raimundo de Souza, de Salvador, na Bahia. 27-5-2019

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, 27-5-2019

segunda-feira, 27 de maio de 2019

‘Fascista’, ‘Misógino’, ‘Machista’, ‘Matador de gays, veados e cuspidores’... chega ao SBT. Imaginem se ele fosse popular!

Edition spéciale élections européennes – Journal du lundi 27 mai 2019


Le Rassemblement National remporte la mise face à La République en Marche. Malgré un court retard, le parti présidentiel, qui avait fait de la 1ere place un objectif, est battu par la liste de Jordan Bardella avec une participation beaucoup plus importante que prévu. De leur côté, Les Républicains de François-Xavier Bellamy s’effondrent et sont devancés par Les Verts de Yannick Jadot. Un scrutin qui aura été nettement polarisé par les finalistes de la présidentielle.
Retour sur une soirée rythmée par un lot de surprises.

1) Le RN : grand vainqueur de la soirée
2) Les Européennes dans les coulisses
3) Hongrie : Victoire haut la main pour Orban (Fidesz)
4) L’actualité en bref

"Número de carros queimados: zero. Número de prédios depredados: zero. Boletins de Ocorrência: até onde eu sei, zero."


Em entrevista exclusiva à Record TV, Jair Bolsonaro falou sobre as manifestações deste domingo (26) por todo o Brasil. Ele também afirmou que irá conversar com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, e com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, para propor um pacto com os poderes Legislativo e Judiciário por reformas.



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Fica bem em frente à saída da Estação do Rossio.

Well, na primeira vez que lá estive, comi uma bifana no pão, ao balcão. Gostei.


Foto: João Correia
Voltei, um dia do ano de 2014, com os netos, para comer a bifana no prato. Tenho uma boa lembrança.
Eis a foto daquela minha bifana:


Ministério da Saúde abre inscrições para o Mais Médicos

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Yara Aquino

Uma nova rodada de inscrições para o Programa Mais Médicos foi aberta hoje (27) e prossegue até quarta-feira (29). São oferecidas 2.212 vagas para o atendimento na atenção primária à saúde em cerca de 1.185 municípios e 13 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs). As inscrições são feitas exclusivamente pela internet.

A prioridade no preenchimento das vagas será para médicos formados e habilitados com registro em qualquer Conselho Regional de Medicina do Brasil. Os candidatos inscritos devem acessar o sistema do Mais Médicos na internet entre os dias 6 e 7 de junho para indicar o local onde querem trabalhar dentre as vagas disponíveis.

A expectativa do Ministério da Saúde é que os médicos comecem atender em junho. De acordo com a pasta, essa nova etapa do programa deve reforçar a assistência na atenção primária a mais de 6 milhões de pessoas que vivem nas áreas mais vulneráveis do país.

No caso de vagas remanescentes dessa 1ª etapa, será feito um chamamento público aos brasileiros formados em outros países e que já tenham habilitação para o exercício da medicina no exterior.

O edital do 18° ciclo dos Mais Médicos foi publicado no Diário Oficial da União do dia 13 de maio e traz detalhes sobre os documentos que devem ser apresentados pelos candidatos. Dessa vez, toda a documentação deverá ser enviada pela internet já no ato de inscrição. A mudança fará com que apenas profissionais já habilitados participem do chamamento público, otimizando tempo e recurso.
Título e Texto: Yara Aquino; Edição: Maria Claudia, Agência Brasil, 27-5-2019

MP que abre setor aéreo ao capital estrangeiro aguarda sanção presidencial


O fim da cobrança por mala despachada também é um dos pontos de Medida Provisória 863/2018 aprovada pelo Senado na última semana. O presidente da República, Jair Bolsonaro, tem até o dia 6 de junho para sancionar o texto.


TV Senado, 27-5-2019

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Governar é muito complicado

Maria Lucia Victor Barbosa 

As mudanças contidas nas espirais do tempo apresentam variados aspectos que espelham o tipo de sociedade e o momento histórico em que se inserem, mas a essência do poder com seus embates, ganâncias, vaidades, violências, traições, invejas é sempre o mesmo. Para entender melhor o que afirmo, convido aos possíveis leitores a uma volta ao passado, onde estão as chaves da compreensão do presente.

A Constituição de 1824 incluiu, além dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, o poder Moderador, que na verdade transformava D. Pedro I [foto] em árbitro supremo dos demais poderes, sem nenhuma dependência deles, o que não impedia que persistisse o clima de empreguismo e de caça a títulos que sempre fascinaram portugueses e brasileiros.
 
Quadro: Simplício Rodrigues de Sá, no Museu Imperial de Petrópolis
Entretanto, nem o poder Moderador tornaria D. Pedro I imune ao fenômeno latente na América Latina: a ingovernabilidade. Isto porque, na medida em que os maiores beneficiários dos altos cargos eram portugueses, a corrente liberal dos brasileiros passou a minar a autoridade do imperador, retirando-lhe aos poucos o apoio dos senhores territoriais. A crise chegou ao auge quando ascendeu o chamado “Gabinete dos Medalhões”, acusado pelos liberais de ideologia absolutista e de “portuguesismo”. A palavra de ordem foi então obrigar D. Pedro I a reintegrar o gabinete anterior. Como ele se recusou, partiu-se para uma solução pretorianista: foi pedida a intervenção do brigadeiro Francisco de Lima e Silva, que na verdade usou a diplomacia e não a força.

Tudo terminou como se sabe e aqui não se pretende entrar nos detalhes da abdicação. O fato é que na madrugada de 7 de abril de 1831, ao imperador que proclamara a independência do Brasil e que governara amparado pelo poder Moderador, o grito de “independência ou morte” deve ter parecido uma reminiscência perdida no tempo, a reboar muito longe, sem ressonância junto ao povo, sem força diante dos novos detentores do poder. D. Pedro aprendeu que no Brasil governar é muito complicado.

Outros casos aconteceram a demonstrar a mesma coisa, mas voltemos ao momento atual. Ficou claro na recente eleição presidencial que a expressiva vitória do candidato Jair Messias Bolsonaro, que alcançou quase 58 milhões de votos, se deveu entre outros fatores ao cansaço cívico gerado pela cleptocracia  petista que reinou por quase 14 anos e que, inclusive, levou o país à recessão. Amparado por um pequeno partido, sem recursos financeiros, praticamente sem tempo de televisão, o candidato Bolsonaro se fortaleceu também com um discurso voltado para valores que a esquerda destroçara.

Forças políticas desesperadas por antever perda de poder chegaram a tentar seu assassinato. Institutos de pesquisas erraram fragorosamente e decretaram que era impossível tal candidato ganhar. Mas o sistema não conseguiu evitar sua vitória, que veio através do que chamei de quinto poder, ou seja, das mídias sociais, sendo que uma de suas promessas de campanha foi não compactuar com o toma-lá-dá-cá, prática tão tradicional no Legislativo e que ficou muito evidenciada pelo mensalão instituído no governo de Lula da Silva, atualmente como presidiário.

Não, a foto não é antiga, nem é de outra manifestação

Ontem, postamos uma foto da manifestação em Copacabana.

Hoje de manhã, a primeira e a segunda coisa que vi/li no twitter e no facebook foi, respectivamente: “foto antiga” e “foto de outra manifestação”.

Mesmo que a foto fosse de outra manifestação antiga, ainda assim seria uma foto de uma manifestação antiga em apoio a Jair Bolsonaro, certo? E se ‘antigamente’ o pessoal saiu às ruas para apoiar Bolsonaro e/ou o seu programa eleitoral, conforme mostra a foto antiga, e volta às ruas para cantar e relembrar o seu apoio – antigo – é de invejar!

Um presidente continuar com o apoio antigo e de antigamente apesar dos pesares, que sabemos de onde vêm, é obra!

Parabéns, presidente Jair Bolsonaro!

Ah, ia esquecendo, eis o original da foto ‘antiga/de outra manifestação’:


RIO DE JANEIRO, 26 de maio de 2019, 12h04: Manifestantes pró-Bolsonaro reunidos na orla de Copacabana — Foto: Reprodução/GloboNews

Você pode apreciá-la neste museu: Globo News.

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Qual o
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domingo, 26 de maio de 2019

Caio Coppolla: Vi nas ruas uma indignação civilizada, que busca melhorar a sociedade e a política



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As manifestações “A FAVOR” (+ vídeos)

Avenida Paulista, São Paulo, 26-5-2019, foto: Andre Penner/AP

Anteontem, comecei a escrever um post sobre as manifestações de hoje em todo o Brasil. Começava assim:

“Chegou aos meus olhos um compartilhamento, de pessoa notoriamente anti-Bolsonaro, de um artigo de um cara que, querendo arengar contra as manifestações de domingo, começa afirmando que os ‘bolsonaristas são anti...’. Mais não li.

Primeiramente, o uso do vocábulo ‘bolsonarista’ tem uma única intenção: ofender.

Este que vos escreve considera-se APOIANTE ou MILITANTE do presidente ELEITO do Brasil, Jair Messias Bolsonaro. Até prova em contrário. (Atenção! Não as ‘provas’ que a Folha e outros descobrem diariamente.)

Os apoiantes e/ou militantes de Jair Bolsonaro não são anti. Pelo contrário, são a FAVOR.

A FAVOR de:
1) o presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro;
2) o ministério escolhido/nomeado pelo presidente. Em particular, de Paulo Guedes, Sérgio Moro, Damares Alves;
3) a Reforma da Previdência;
4) o pacote anticrime de Sérgio Moro;
5) a redução dos ministérios;
6) a COAF no Ministério da Justiça;
7) o ingresso do Brasil na OCDE;
8) Extinção de decretos, normas e portarias;
9) Medida Provisória da ‘Liberdade Econômica’;
O que estou esquecendo?”

Avenida Paulista, São Paulo, 26-5-2019, foto: Andre Penner/AP

France: premiers résultats des élections européennes


À 20 heures (Paris), voici les premières estimations.

RN : 24 %
LREM : 22,5 %
EELV : 12,5 %
LR : 8,5 %
LFi : 6,5 %
PS : 6,5 %
DLF : 3,5 %
Générations : 3 %
PCF : 2,5 %
UPR : 1 %
Gilets Jaunes : 0,5 %

La Lettre Patriote, 26-5-2019

Atos em apoio ao governo ocorrem em diversas cidades do país

Brasília, 29 de maio de 2019, foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Gilberto Costa

Atos em apoio ao governo de Jair Bolsonaro ocorrem neste domingo (26) em várias cidades do país. Os apoiadores defendem a reforma da Previdência, o pacote anticrime, o porte e posse de armas, além de ministros do governo como o da Justiça, Sergio Moro, e o da Economia, Paulo Guedes.

Brasília
Em uma manhã de sol, os apoiadores se concentraram no gramado da Esplanada dos Ministérios, na altura do Palácio Itamaraty. Cinco carros de som ocupavam a pista com mensagens em apoio à agenda do governo federal como a Medida Provisória 870, da reforma administrativa, a reforma da Previdência Social (Emenda Constitucional nº 6/2019) e os projetos de lei que compõem o pacote anticrime. Os manifestantes também declaravam apoio à Operação Lava Jato e pediam a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Cortes Superiores, conhecida como Lava Toga.

A manifestação – convocada por movimentos como Ordem e Progresso; Limpa Brasil; e Organização Nacional dos Movimentos – foi marcada pela diversidade de participantes que criticavam o Supremo Tribunal Federal (STF), protestavam contra o Congresso Nacional e lideranças parlamentares. Alguns manifestantes defendiam a volta do regime monarquista.

Havia faixas também com dizeres favoráveis ao ministro Paulo Guedes e um boneco inflável de 20 metros que misturava a imagem do ministro Sergio Moro com o personagem de quadrinhos e cinema Super-Homem.

Governo
Mais cedo, no Rio de Janeiro, ao participar de um culto na Igreja Batista Atitude, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, o presidente Jair Bolsonaro afirmou disse que a população está indo às ruas neste domingo para defender o futuro do país: “Hoje, por coincidência, é um dia em que o povo está indo às ruas não para defender o presidente, um político ou quem quer que seja. Ele está indo para defender o futuro desta nação".

Na rede social Twitter, o presidente postou cenas de atos que ocorrem em outras cidades do país.

Título e Texto: Gilberto Costa, Repórter da Agência Brasil-Brasília, 26-5-2019, 14h18, Edição: Denise Griesinger

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[Foco no fosso] Gangorras do mal

Haroldo P. Barboza

Sobe: nível de violência no país.
Causas:
a)     Impunidade confortável instalada nas brechas das leis (?) redigidas pelos mais de 80% de quadrilheiros dos legislativos (3 níveis).
b)    Fácil entrada de armas pelas fronteiras sem vigilância adequada por interesse dos “poderes” da nação.

Desce: impostos arrecadados entre empresas que perdem clientes que deixam de ir às ruas despoliciadas após 18 horas.

Sobe: desvalorização dos Professores.
Causas:
a)      Salários ínfimos que não atraem pessoas qualificadas para o corpo docente.
b)    Ambiente degradado.

B1 – Estatuto do “di menor” que “afaga” os agressores de Professores sem nenhuma penalidade.
B2 – Instalações locais com ratos, goteiras, móveis queimados, falta de água nas torneiras (no chão tem bastante) e similar.
B3 – Falta de laboratórios para pesquisas que nos livrem da dependência externa.

c)     Interesse em manter a população desinformada para adubar o terreno que propicia reeleições das parasitas danosos à nação.

Sobe: número de desempregados no país.
Causas:
a)     Falta de oportunidade e qualificação adequadas aos alunos que buscam uma atividade honesta para seu sustento.
b)    Dezenas de empresas fechando mensalmente sufocadas por burocracia, violência, fiscais desonestos e similares.


Desce: quantidade de postos de trabalho para qualquer idade.

Em época de mentiras universais dizer a verdade é um ato revolucionário

Cristina Miranda

Já se questionou por que razão os jornalistas em peso conotam agora tudo o que mexe de forma musculada à direita de extremistas, de radicais, de instigadores ao ódio? Pense. Reflita. O que mudou no Mundo para que de repente haja uma perseguição à liberdade de expressão – atropelando as Constituições dos países democráticos – daqueles que fazem contraditório à agenda marxista globalista ao ponto de os perseguirem, banirem, silenciarem e até prenderem? Eu explico: mudou a percepção dos povos sobre a grande mentira que é o socialismo provocando o derrube dessa ideologia nas urnas e isso gerou o pânico das esquerdas mundiais que pensavam ter tudo sob controlo.

Citando Charles August Lindbergh: “a radical is one who speaks the truth” e é um facto inegável. Hoje para ser-se chamado de radical basta ousar falar a verdade. Nos tempos que correm onde a mentira foi institucionalizada, ensinada e repetida ao longo destas décadas de suposta “democracia”, tornou-se um ato heroico enfrentar as agendas políticas de subversão da sociedade. E não é mesmo para qualquer um. É preciso bravura e determinação para aguentar o embate massivo dos idiotas úteis que sofreram de lavagem cerebral e não conseguem ver senão através dos olhos e pensamento dos outros. Questionar? Duvidar? Pesquisar? Nem pensar. Não se questiona os “deuses do pensamento único e absoluto”. O que eles afirmam é doutrina. É para seguir sem contestação. É para imitar sem pôr em causa. Isto não vos faz lembrar nada? Não? Eu ajudo: as ditaduras fascistas e comunistas. É o regresso em força do fascismo que tal como expliquei com factos em várias crónicas, não é nem nunca foi de direita porque é uma ideologia revisionista socialista.

Chamar aos outros o que se pratica é técnica antiga de perseguição com vista a lançar medo até ao silenciamento final. É o receio de ser rotulado que cala muita gente de dizer o que realmente sente e pensa. E quando esta prática é seguida de detenções e condenações, maior é o medo, maior é o controlo, maior é a submissão. Ironicamente todos aqueles que enaltecem a conquista da “liberdade” de Abril pelo fim da censura e perseguição política são hoje os que a praticam sem escrúpulos e exigem sua reposição em nome da manutenção da liberdade. Um total contra senso. Mas claro, censura e perseguição socialista é legítima em nome da “liberdade”, certo?

Não se pode falar em democracia e exercer exatamente o seu contrário. Dizer-se que hoje somos livres e aprovarmos em simultâneo a censura legalizada. Mas é o que está a acontecer à revelia da Constituição dos países democráticos onde a liberdade de expressão é inviolável. Faz sentido? Sim. Principalmente quando os senhores todos poderosos do Mundo têm uma agenda de… esquerda. E por que de esquerda? Porque é a ÚNICA que constrói uma sociedade de dependentes manipuláveis.

Vídeo: Copacabana, Rio de Janeiro, 26 de maio de 2019