sexta-feira, 16 de setembro de 2016

A Via Láctea

Alberto José 


Nas cidades não se consegue ver a Via Láctea; é preciso ir para o campo ou para a praia para ter uma pálida visão do extraordinário tamanho desse panorama romântico do universo.

A sonda Foto Telescópica GAYA, equipada com poderosos aparelhos eletrônicos, lançada em 2013, até agora conseguiu fotografar apenas UM POR CENTO da Via Láctea, que tem um diâmetro equivalente a 100 000 anos-luz (unidade que corresponde a distância percorrida pela luz, no vácuo, durante UM ANO, à velocidade de 300 000 km por segundo); distância do sol de 24 000 000 anos-luz e, uma quantidade de estrelas estimada em 400 MILHÕES, e com a idade aproximada de mais de 13 bilhões de anos! O estudo de sábios religiosos orientais constatou que a nossa galáxia, atrelada ao Sol, corresponde em tamanho a uma moeda de 25 centavos norte-americano se comparada ao universo que nos cerca!

Movida pelas leis que regem a matéria, há milhares de séculos, a matéria cósmica se condensou tomando a forma de uma nebulosa. Devido a isso, e especialmente pela lei molecular da atração, ela se transformou em um esferoide, a única forma que pode assumir uma massa vagando no espaço. O movimento circular, produzido pela gravitação modificou a esfera e a levou a tomar a forma lenticular. Devido ao movimento de rotação, novas forças surgiram: a Força Centrípeta, que reuniu toda a matéria solta no centro e a Força Centrífuga que agiu em sentido contrário. Acelerou-se o movimento à medida que a nebulosa se condensava e o seu raio aumentou à medida que ela se aproximou da forma lenticular; a Força Centrífuga, assim desenvolvida predominou sobre a atração central. A predominância da Força Centrífuga destacou o círculo equatorial da nebulosa e desse resultado se formou uma nova massa, isolada da principal, mas submetida ao seu domínio.

A massa destacada se animou do movimento de translação em torno do corpo que lhe deu origem e um movimento de rotação em torno do próprio eixo. Os planetas foram formados de matéria condensada, ainda não solidificadas, destacadas da massa central pela ação da Força Centrífuga. É o caso da Terra, da Lua e de todos os corpos que compõe um universo de dimensões inimagináveis que, até agora, o homem não desvendou onde começa ou onde termina.

Observando a ação das forças que mantem o equilíbrio do universo e tentando imaginar a grandiosidade dos parâmetros de tempo e espaço, nós podemos perguntar: O que é o homem avarento e vaidoso, descendente de Faraós e reis, diante de todo esse milagre da natureza?
Título, Imagem e Texto: Alberto José, 16-9-2016

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