quinta-feira, 2 de abril de 2020

Saber o que aconteceu a esta médica é também acautelar o nosso futuro

Helena Matos


O QUE SE SABE:  Ai Fen, diretora do departamento de emergência do Hospital Central de Wuhan, berço do coronavírus na China, está desaparecida desde o dia em que afirmou ter sido proibida pelos seus superiores, em Dezembro de 2019, de mencionar um vírus desconhecido que começava a surgir na região.

De acordo com investigação do “60 minutes”, da CNN Austrália a médica disse à revista chinesa Renwu ter recebido pressões para não falar nem mesmo com o seu marido sobre a doença. Desde então, não há notícias sobre o seu paradeiro.

A investigação do “60 minutes” também aponta que o surto da Covid-19 poderia ter sido evitado em 95% se o governo chinês não tentasse omitir os fatos relacionados com a doença nas quatro primeiras semanas do surto em Wuhan.


ONDE ESTÃO: os protestos das ordens e sindicatos dos médicos por esse mundo fora pela forma como a China está a perseguir os médicos que procuraram alertar para o que estava a acontecer na China?



Título, Imagens e Texto: Helena Matos, Blasfémias, 2-4-2020

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Um comentário:

  1. Atualização
    3 de abril, 16h52

    No mundo:
    1 056 777 casos/55 781 mortes/ 221 595 recuperados.

    Espanha: 117 710/10 935

    Itália: 115 242 casos/ 13 915 mortes

    França: 59 942/5 387

    Portugal: 9 886/246

    Brasil: 8 195/332

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