sexta-feira, 1 de junho de 2018

Porque sou Bolsonaro

Claudia Wild


Tenho visto – vindo inclusive de alguns lados de pessoas que, a princípio, dizem não sentir simpatia alguma pela esquerda, uma situação desagradável, desnecessária e politicamente pouco inteligente.

A eleição presidencial no Brasil não está tão longe como se imagina. O ano de 2018 está logo ali. O Brasil tem apenas um nome que não representa mais do mesmo. Este nome é Jair Messias Bolsonaro.

Ele com sua simplicidade já identificou os problemas do Brasil e sabe a profundidade da nossa crise. Sinto-me muito à vontade para falar dele, pois nunca fui “Bolsonarete“, nunca enxerguei Bolsonaro como “mito” ou coisa do tipo.

A minha apreciação é meramente política e pessoal. Acompanho seu trabalho nas Comissões do Parlamento há muitos anos, sei sobre seu trabalho honesto, árduo e gosto da sua valentia. Bolsonaro identificou que a nossa desgraça político-institucional reflete muito mais do que o atraso econômico, a corrupção e o pífio desenvolvimento (de um país que poderia ser uma potência). Ele sabe que, por trás de cada crise e da problemática nacional, está a ideologia que nos destruiu e nos aniquilou como nação pensante.

Ele sabe que, para tirar ou limpar o país desta gosma infecta, precisaremos adotar medidas sérias, duras e direcionadas a combater os valores invertidos que regem nossa sociedade enferma. Sociedade essa, impregnada pelo atraso socialista e suas bandeiras.

Bolsonaro representa um tiro no politicamente correto (só por isso já valeria nosso voto), ele dedicou a maior parte de sua vida parlamentar combatendo a esquerda, cometeu erros de avaliação no passado e, teve, inclusive, a humildade para reavaliar decisões e julgamentos errôneos que se mostraram precipitados,  para melhor analisar suas  atuais posições políticas.

Bolsonaro sabe dos riscos que o país está correndo com a islamização mundial, e vai lutar contra ela. Ele é um homem que conhece os problemas do Brasil e está antenado no mundo.

Ele não é perfeito. E nós não realizaremos uma eleição para encontrarmos um Deus do Olimpo estatal. Necessitamos de um homem sério e com valores conservadores. Ele precisará desenvolver suas habilidades políticas. Precisará de uma boa equipe para que juntos possam diminuir o tamanho e a participação do Estado. Precisará combater a criminalidade que hoje nos coloca na mira exata dos bandidos. Precisará minar a doutrinação escolar, dentre outras coisas que identificou como altamente deletérias ao nosso desenvolvimento e à existência de uma sociedade minimamente sadia.

Tudo isso só será possível se for feito por uma pessoa vacinada contra a praga esquerdista. Os outros que se apresentam como candidatos ao comando do país são meras variações da esquerda. Por isto, eu estou com o Capitão. Farei campanha para ele e espero que ele seja eleito nosso futuro presidente.

Você que odeia Bolsonaro e diz não ser de esquerda – ao invés de jogar nos mesmos moldes dos nossos adversários, deveria fazer o seguinte: promova seu candidato, mostre suas virtudes e potencialidades, e esqueça o Bolsonaro! Já temos a esquerda para desqualificá-lo, fazendo isso você estará se juntando a eles e trabalhando por eles.
Título, Imagem e Texto: Claudia Wild, Hora Extra, 31-5-2018
* Escrevi este texto, em fevereiro de 2017. Não sou modinha.

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