segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Que democracia devemos defender?

Alcides dos Santos Ribeiro

Na edição 2600 do dia 19 de setembro de 2018 da Revista Veja, o cientista político José Álvaro Moisés [foto abaixo] (nas páginas amarelas) afirmou que a democracia brasileira está em risco e o risco pode aumentar em breve nas eleições.

Foto: Emiliano Capozoli/Veja
Como presidente da FAPEMS, eleitor e, acima de tudo, cidadão, gostaria de deixar inicialmente a minha opinião sobre a pseudodemocracia que dizem que temos no Brasil. Por que pseudo? Porque não temos a verdadeira democracia. O que temos hoje é um bando de agiotas eleitos pelo povo (bobos alegres) que foram enganados pelas falsas promessas de campanha, pelas mentiras repetidas diversas vezes por todos os candidatos que logo após a eleição e posse em seus respectivos cargos, passaram a exercê-los exclusivamente em seus interesses próprios, deixando a nação de lado e esquecendo todos os problemas que foram discutidos na campanha.

Assim, a tão falada democracia, na prática, não passa de mera ilusão e que na realidade, os três poderes do governo brasileiro, não passam de um mero balcão de negócios, onde prevalecem os interesses individuais e próprios dos partidos.

Estamos na eminência de elegermos um militar para o cargo político de maior importância para nosso país e do modo mais democrático e autêntico possível. Estamos elegendo-o via voto popular direto. Queremos honestidade, civismo, patriotismo e compromisso com o bem-estar de todos os brasileiros.

Não queremos golpes ou revolução civil, queremos o respeito pelas leis e pela nossa constituição. Está claro que a eleição não está sendo feita como queremos, pois o voto não será impresso e isso deixa uma grande oportunidade para que os desonestos do país façam prevalecer seus interesses. Mesmo assim, apostamos na democracia, e é claro que queremos que tudo isso seja conseguido com harmonia e paz, mas, não sendo possível, que a força seja utilizada para combater o mal.

Aqui abro um parágrafo novo para explicar o porquê de a força poder ser utilizada. Ora, é porque o bem não conseguiu! A população foi desarmada para evitar a violência e esta aumentou. Os honestos, desarmados, passaram a ser as vítimas dos violentos que conseguiram armas por meio das corrupções e contrabando. O fato é que o governo não conseguiu ou não quis combater o crime organizado com a população desarmada.

Não desejo aqui a morte de ninguém. Não desejo a prisão de ninguém. Porém, desejo sim que muitos políticos sejam punidos exemplarmente com a retirada de todo o seu patrimônio, móvel ou imóvel, que seja restituído aos cofres públicos todo o valor que foi subtraído de forma fraudulenta e exonerados do serviço público sem nenhuma regalia e que tenham seus direitos políticos cassados por, no mínimo, cinco eleições (vinte anos). Deverão começar suas vidas buscando o sustento de maneira honesta como todo trabalhador brasileiro da iniciativa privada.
Título e Texto: Alcides dos Santos Ribeiro, presidente da FAPEMS-Federação das Associações dos Aposentados de Mato Grosso do Sul, 17-9-2018

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