sábado, 8 de janeiro de 2022

Píer Mauá deve deixar de receber 25 mil turistas

Cruzeiros foram suspensos na segunda-feira

Ana Cristina Campos

O Píer Mauá, na zona portuária da capital fluminense, estima que, até o próximo dia 21, a cidade deixará de receber aproximadamente 25 mil turistas e uma injeção de US$ 7,5 milhões na economia devido à suspensão temporária de navios de cruzeiros nos portos brasileiros por causa do número de infectados por covid-19 entre passageiros e tripulantes registrado em cinco embarcações.

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Na segunda-feira (3), a Associação Brasileira de Navios de Cruzeiros anunciou a suspensão voluntária das operações nos portos do Brasil até 21 de janeiro. A medida foi tomada após recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) contraindicando embarques em cruzeiros neste momento, depois do surgimento de surtos da covid-19 a bordo das embarcações que operam na costa brasileira.

Em nota, a administração do Píer Mauá disse que todos os usuários precisam apresentar o comprovante de vacinação para entrar no terminal, assim como uso de máscara e a utilização de álcool gel. “Para o caso de passageiros e tripulantes, os protocolos são ainda mais exigentes: todos precisam apresentar testes negativos no prazo de 72 horas. Já os funcionários do Píer Mauá, começaram a ser testados 100% em dias de operações”, diz o comunicado.

Segundo o terminal, os protocolos da Anvisa para os cruzeiros são muito mais rigorosos que para a maioria dos outros equipamentos turísticos. “A disseminação da nova variante [Ômicron], infelizmente, já é realidade em todo país. Entretanto, acredito que na atividade de cruzeiros, até mesmo pela capacidade de testagem e demais controles, antes e durante a viagem, os riscos são controlados e mitigados”, disse o diretor de operações do Píer Mauá, Américo Relvas.

Título e Texto: Ana Cristina Campos; Edição: Fernando FragaAgência Brasil, 7-1-2022, 15h22

Fim de semana no Rio será de chuva e tempo fechado

Pelo menos até o final de domingo (9), a previsão é de chuva fraca a moderada em toda cidade

Altair Alves

O final de semana não será de sol e praia como boa parte dos cariocas gostam. O tempo chuvoso e fechado deve permanecer ao longo deste sábado (8/1) e do domingo (9), podendo ocorrer pancadas de chuva a qualquer momento do dia.

Foto: Reginaldo Pimenta

O clima instável ocorre devido à atuação da Zona de Convergência do Atlântico Sul sobre a Região Sudeste. Logo, no decorrer do dia, o predomínio será de céu encoberto com chance de chuva fraca a moderada, sendo ocasionalmente forte.

Os ventos estarão fracos a moderados e as temperaturas devem registrar mínima de 21°C e máxima de 26°C. Pelo menos até o final de domingo (09/01) a previsão é de chuva fraca a moderada em toda cidade.

Entre 17h15 e 17h30 desta sexta-feira,  houve registro de chuva moderada na Urca, em Santa Teresa, Laranjeiras e Bangu.

Segundo o Centro de Operações, o município está em estágio de mobilização desde as 17h45 de quarta-feira (5/1/2022) devido às condições do tempo.

O Estágio de Mobilização é o segundo nível em uma escala de cinco e significa que há riscos de ocorrências de alto impacto na cidade.

Título e Texto: Altair Alves, Diário do Rio, 7-1-2022

[Pernoitar, comer e beber fora] Premier Copacabana Hotel. 207

Fica na Rua Tonelero, 205, Copacabana. (By the way, é Rua Tonelero, não Toneleros!).

Escolhi-o, do outro lado da lagoa, pelo custo, pela localização e pelas fotos. E reservei pela Booking.com. Isto é, julguei estar perto de tudo, o que me faria economizar ‘aplicativos’.

Realmente, economizei ‘aplicativos’ e, embora a Tonelero não seja tão perto assim da Avenida Atlântica, existe farto comércio na vizinhança do hotel.

Não caminhei muito, aliás, muito menos do que imaginei, porque Copacabana está um lixo. Lixo, de lixo, gente dormindo nas calçadas durante o dia, inclusive crianças, pedintes e ‘ouvintes’, vendedores de tudo e mais alguma coisa, camelôs, desocupados caminhantes suspeitos… Não tirei uma única foto. Por medo. Aliás, não avistei ninguém tirando foto. Terão motivos.

Voltando ao hotel. Ponto positivo: o café da manhã. Além dos triviais queijo prato e presunto, ovos mexidos, pão de queijo… frutas: mamão, melão, manga, abacaxi e melancia. E o café, de saco. Também tinha máquina para café.

O quarto, horrível. 207 é o número. Podia ter recusado de cara, podia. Mas desfiz as malas e arrumei os pertences.

Cheguei a comentar, no dia seguinte, com o recepcionista que me atendeu. “Inacreditável disponibilizar um quarto desses para um hóspede que vai pernoitar sete noites!!”

sexta-feira, 7 de janeiro de 2022

Twitter derruba conta da mãe de Bruno Graf, jovem que morreu depois de tomar a vacina da AstraZeneca

Arlene Ferrari também tem sofrido punições do Facebook, Instagram e YouTube desde que começou a falar sobre o filho

Cristyan Costa

O Twitter suspendeu nesta sexta-feira, 7, a conta da mãe de Bruno Graf [foto], jovem que morreu devido a complicações da vacina da AstraZeneca. Arlene Ferrari confirmou a informação à Revista Oeste após o ocorrido.


Segundo ela, o Twitter não enviou nenhuma justificativa sobre os motivos pelos quais a conta foi suspensa. Os quase 30 mil seguidores que Arlene tinha na rede social sumiram com a iniciativa da big tech.

Arlene usava o perfil na rede social para contar a história de Bruno Graf e pedir esclarecimentos sobre a morte do filho, que não tinha histórico de problemas de saúde, mas faleceu em decorrência de um AVC ao tomar a vacina.

mãe tem um exame que comprova o óbito do jovem devido à vacina. Conforme noticiou a Revista Oeste, o caso chegou a ser reconhecido pela Secretaria Estadual de Saúde de Santa Catarina. Bruno era de Blumenau (SC).

Cerco das big techs à mãe de Bruno Graf

Além do Twitter, Arlene relatou ter tido problemas com outras redes sociais. No Facebook, por exemplo, ela possui dois perfis e está atualmente bloqueada, sem poder publicar por pelo menos 30 dias.

Anvisa aprova registro de insumo, e Fiocruz terá vacina 100% brasileira

País contará, enfim, com uma vacina inteiramente produzida em território nacional

Agência Nacional deVigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta sexta-feira, 7, o registro do insumo nacional da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para a fabricação da vacina da AstraZeneca contra a covid-19.

Com isso, o Brasil contará, enfim, com uma vacina 100% produzida em território nacional, sem depender da importação do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) de outros países.

Esta era a última etapa do processo de transferência de tecnologia para a produção da vacina pela Fiocruz. No ano passado, a instituição atrasou a entrega de vários lotes do imunizante por falta de insumos.

Para conceder a autorização, a Anvisa analisou uma série de estudos comparativos que atestaram que o ingrediente fabricado no Brasil teve o mesmo desempenho do insumo importado.

Em abril do ano passado, a agência sanitária já havia emitido uma certificação de boas práticas de fabricação do insumo. Desde então, a Fiocruz vinha realizando testes.

Nova lei proíbe venda, publicação e circulação de livro de Hitler no município do Rio

Livro ''Mein Kampf'' (no português, ''Minha Luta'') foi escrito por Adolf Hitler em 1924, anos antes de se tornar o líder nazista

Raphael Fernandes

A Prefeitura do Rio de Janeiro sancionou, nesta sexta-feira (7/1), uma lei que proíbe a publicação, distribuição e circulação de conteúdo parcial ou integral do livro ”Mein Kampf” – que no português significa ”Minha Luta” -, escrito por Adolf Hitler em 1924, quando estava preso por uma tentativa de golpe. Na ocasião, ele ainda não era o líder do nazismo, assumindo o posto cerca de 9 anos depois.

A medida, vale ressaltar, é de autoria dos vereadores Prof. Célio Lupparelli (Democratas) e Teresa Bergher (Cidadania) e foi aprovada pela Câmara Municipal da capital fluminense antes de ser sancionada por Eduardo Paes.

Segundo a nova lei, o estabelecimento que for flagrado comercializando o referido livro, isto é, descumprindo a norma, poderá ser multado e, em caso de reincidência, ter seu alvará de funcionamento cassado. Vale ressaltar que, desde 2016, uma decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) proibia a comercialização do livro publicado em 1925 por Hitler.

À época, o juiz Alberto Salomão Júnior, da 33ª Vara Criminal da Capital, entendeu que ”a obra em questão tem o condão de fomentar a lamentável prática que a história demonstrou ser responsável pela morte de milhões de pessoas inocentes, sobretudo nos episódios ligados à Segunda Guerra Mundial e seus horrores oriundos do nazismo preconizado por Adolf Hitler”.

Título e Texto: Raphael Fernandes, Diário do Rio, 7-1-2022 

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Moreno, drame de la parité

Élisabeth Lévy

On n’arrête pas le progressisme. J’ai découvert il y a peu, au hasard d’un débat parlementaire dont je me fadais la retransmission, car je ne recule devant rien pour vous informer, que le gouvernement français comportait une ministre «  en charge des questions LGBTQIA+  ». C’est ainsi qu’Élisabeth Moreno [photo], officiellement ministre déléguée chargée de «  l’Égalité entre les femmes et les hommes, de la Diversité et de l’Égalité des chances », s’est présentée aux députés, ajoutant que l’action du gouvernement était guidée par « la volonté de tisser la toile d’une société plus protectrice ».

Je l’avoue, cette toile, qui évoque furieusement celle des araignées ligotant le moucheron avant de le dévorer, m’a fichu une peur bleue.

À part ça, j’aimerais savoir qui s’occupe des droits des plantes, des pierres et des animaux mais je m’égare. Madame Moreno n’est pas seulement la ministre des droits, ce serait trop modeste, elle est la ministre du « droit aux droits », intransitivité au carré imaginée par Muray. Autrement dit, elle se comporte comme l’ambassadrice auprès du gouvernement des minorités hargneuses qui réclament à cor et à cri que leurs souffrances intimes et leurs désirs impérieux fassent l’objet d’une reconnaissance institutionnelle et des réparations afférentes.

Ainsi, il ne suffit pas que la loi autorise les adultes à changer de sexe, il faut aussi que ce changement soit érigé en norme anthropologique. En effet, pas question de considérer que la discordance entre le sexe de naissance et le genre «  ressenti  » (ce qu’on appelait autrefois la dysphorie de genre) relève d’une exception pathologique, ce serait stigmatisant (s’il y a souffrance, c’est peut-être qu’il y a maladie, non ?).

Pas de jaloux, Élisabeth Moreno coche toutes les cases, se bat sur tous les fronts : elle est « personnellement » favorable à la GPA, dont Emmanuel Macron a promis que lui, président, elle ne serait jamais légalisée. Elle défend, toujours contre l’avis du patron, l’allongement à quatorze semaines du délai légal pour l’IVG. Elle veut imposer des quotas de femmes (et bientôt, on suppose, de représentants de la diversité) dans les instances dirigeantes des entreprises.

Enfin, preuve de son âme immaculée, elle a jugé « abjecte » la une de Causeur sur le Grand Remplacement et s’est félicitée que la Dilcrah1 l’ait signalée au procureur de la République, qui ne semble pas, à ce jour, s’en être spécialement ému.

6 janvier 2021 : Les démocrates américains veulent faire des Etats-Unis une dictature totalitaire

Guy Millière

Il était à attendre que les crapules totalitaires qui s’efforcent de détruire la république américaine, et qui s’y sont emparés du pouvoir il y a un an, utilisent la date du 6 janvier pour faire avancer leurs sinistres projets.  C’est ce qui s’est passé. 

Il y a eu l’utilisation de la mort du policier Brian Sicknick, décédé chez lui le 7 janvier 2021 d’une crise cardiaque (il avait des problèmes cardiaques depuis des années, hélas), présenté par l’ignoble Nancy Pelosi comme “mort de coups d’extincteurs assénés par des partisans de Donald Trump”. La famille de Brian Sicknick n’a cessé d’exiger que les démocrates cessent de mentir sur Brian Sicknick et respectent sa mémoire : ils l’ont fait en vain. Attendre le respect de quoi que ce soit d’un personnage tel que Nancy Pelosi implique d’ignorer qui est Nancy Pelosi.

Il y a eu aussi les discours lus par la pire personne à avoir occupé la fonction de vice-président des Etats Unis, Kamala Harris, la femme qui levait des fonds pour faire sortir de prison des assassins et des incendiaires pendant les émeutes de l’été 2020 : et Kamala Harris a osé comparer les événements du 6 janvier 2021 aux attentats du onze septembre 2001 qui ont fait 3000 morts, et à l’attaque de Pearl Harbor. Cette femme est une horreur, et elle est tant détestée par le peuple américain que les dirigeants du parti démocrate, qui sont pourtant le pire ramassis de crapules gauchistes à avoir jamais été à la tête d’un grand parti politique dans un pays occidental, cherchent à l’évincer et à la remplacer par quelqu’un qui serait, en apparence, plus présentable. Une seule personne est morte assassinée le 6 janvier 2021 : Ashli Babbitt. C’était une manifestante et une militaire membre des forces armées américaines. Et c’est un policier qui l’a tuée alors qu’elle ne le menaçait pas, et ce policier a commis un meurtre (il a été traité en héros par les démocrates, bien sûr).

Il y a eu le discours lu par le vieillard sénile, corrompu, acheté par la Chine, et tout aussi ignoble que Kamala Harris, l’homme installé à la Maison Blanche par la fraude, Joe Biden. Le discours disait : “Pour la première fois de notre histoire, un Président n’a pas simplement perdu une élection, il a essayé d’empêcher le transfert pacifique du pouvoir et mené une foule violente à violer le Capitole. Mais ils ont échoué.” Puis : “Un ancien président des États-Unis a créé et répandu un tissu de mensonges sur les élections de 2020.Il l’a fait parce qu’il place le pouvoir au-dessus des principes. Il ne peut pas accepter d’avoir perdu. » Et encore : « En ce moment, État après État, de nouvelles lois sont en cours d’élaboration, non pour protéger les élections, mais pour les supprimer. L’ancien président et ses partisans ont décidé que le seul moyen pour eux de gagner est de supprimer vos voix et d’abolir nos élections. C’est antidémocratique, et franchement, c’est non-américain. » Tout est faux dans ces phrases.

[Aparecido rasga o verbo] O “Piropo”

Aparecido Raimundo de Souza

FOI EM BARCELONA, na (costa nordeste da Península Ibérica, frenteada pelo gigantesco Mar Mediterrâneo) que tomei conhecimento pela primeira vez com os “piropos.” Eu explico: Antes, como cheguei a Barcelona. Depois, na sequência, o que venha a ser os tais “Piropos”. Muito bem. Tive a honra de receber, de um amigo meu, jornalista, duas passagens de cortesia (ida e volta) acompanhado da minha secretária Carina Bratt até aquela cidade espanhola.

Somente assim, graças à amabilidade desse meu irmão de jornal, grande companheiro Juan Voltas (me vi, realmente, às voltas), para cuidar de toda a documentação em tempo hábil, documentação essa pertinente à viagem. Ufa! Quase dá uma “zebra” inesperada, de última hora, e eu e minha secretária  ficamos a ver sapatos velhos e antiquados onde sequer existiam tamancos e chinelos dos tempos em que vovó e vovô andavam com os pés na cabeça um do outro.

De resto, tudo correu normal e a viagem, em si, poderia ser classificada como “inesquecível e maravilhosamente bela e acolhedora.” Barcelona é, sem dúvida alguma, um primor, um doce regalo aos olhos. Falar sobre ela, é “chover no molhado.” Só indo até lá para se viver tudo de bom que a cidade pode oferecer.

E, de fato, oferece, se mostra, se doa, sem pedir nada em troca. Voltando a ele, o “piropo”, essa coisinha fofa é uma espécie de desvelo, uma polidez, uma forma tida como uma das mais belas tradições civilistas do lugar. Se calca em uma palavra, ou melhor, em uma frase de efeito ou de galanteio, que se dirige a uma desconhecida revelando o que acha nela, no sentido de ser atraente, joliz, prazerosa e claro, encantadora.

As pessoas não se zangam não perdem as estribeiras, não se descabelam, não puxam armas, não agridem e aceitam naturalmente como se fosse, inclusive, uma troca de cumprimentos, como por aqui, um bom dia, um boa tarde, um como vai, tudo bem? Na verdade é uma troca venerável de cumprimento, ou uma aquiescência  garbosa e hospedeira.

Aconteceu em Ramblas, ou em La Ramblas (uma via movimentada que liga a Praça da Catalunha ao Porto Velho) centro gótico de Barcelona, que, ao vermos passar uma linda jovem elegantemente vestida, acompanhada do marido (ambos usavam alianças), um cidadão se virou, tirou respeitosamente o chapéu e disse, em alto e bom som: "bendita sea la mujer que Dios puso en el mundo, mi reino!."

Ao que o “esposo-cavalheiro” agradeceu, se abrindo igual mala velha, sorrindo num esfuziante sorriso de felicidade franco e de bom grado, deixando à mostra uns dentes muitos brancos e alvos.

— “Gracias, senõr.”

"Biden é um desastre", afirma Ana Paula Henkel

Segundo a colunista da Oeste, o democrata não soube lidar com a crise migratória e com a piora dos índices econômicos

Edilson Salgueiro

O governo liderado por Joe Biden é um desastre, afirmou a comentarista política Ana Paula Henkel nesta quinta-feira, 6, durante o programa Os Pingos nos Is, da rádio Jovem Pan. “Mesmo em meio à pandemia, o ex-presidente Donald Trump deixou a Casa Branca com perspectivas econômicas positivas, mas Biden acabou com isso”, destacou.


Para a colunista da Oeste, o democrata coleciona algumas barbeiragens em sua gestão: 

(1) o fracasso no combate à crise migratória; 

(2) a piora nos índices econômicos; 

(3) a assinatura de ordens executivas que ferem o federalismo norte-americano, ou seja, a autonomia e a independência dos Estados; 

(4) a tentativa de aumentar o número de juízes da Suprema Corte.

“O resultado dessas medidas pode ser observado no desfecho das eleições para o governo da Virgínia, um Estado extremamente democrata”, explicou Henkel. “Por causa das políticas adotadas por Biden, um governador, uma vice-governadora e um procurador-geral republicanos foram eleitos.”

US flights still face risks from new 5G service: FAA

Reuters

WASHINGTON – The U.S. Federal Aviation Administration (FAA) on Thursday issued fresh warnings that new 5G wireless service could still disrupt flights, saying there were “big differences” between U.S. aviation protections and those used in France.

Late Thursday, the FAA launched a dedicated webpage on 5G and aviation safety raising questions about potential impact on sensitive airplane electronics like altimeters. This week, AT&T and Verizon agreed to adopt similar precautions to those in France. On Monday, the carriers said they would delay use of C-Band spectrum for wireless service until Jan. 19 — an agreement aimed at heading off an aviation safety crisis and flight disruptions.

On Tuesday, President Joe Biden hailed the deal between wireless carriers and U.S. regulators allowing 5G deployment in two weeks. The FAA said the delay would allow it to evaluate ways to minimize disruptions to altimeters, and also gives companies more time to prepare.

The FAA said buffer zones in France cover “96 seconds of flight” while safety precautions around U.S. airports “only protect the last 20 seconds of flight.” It said temporary U.S. lower power levels will be 2.5 times higher than France. It noted that France requires antennas be tilted downward to limit harmful interference, a rule the United States lacks.

“If there’s the possibility of a risk to the flying public, we are obligated to pause the activity, until we can prove it is safe,” the FAA website said. “Radar altimeters still must be proven safe in the overall U.S. 5G environment to fly into these airports, so we must take into account the higher signal strength when assessing safety and risk.”

Renegociação do Fies pode atender mais de um milhão de estudantes

Desconto maior de 92% da dívida valerá para 548 mil contratos

Pedro Rafael Vilela

A medida provisória (MP) que estabelece regras para a renegociação de dívidas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) pode atender pouco mais de 1 milhão de estudantes, que representam contratos no valor de R$ 35 bilhões. Os números são do Ministério da Educação (MEC) e levam em conta o total de 2,6 milhões de contratos ativos do Fies, abertos até 2017, com saldo devedor de R$ 82,6 bilhões. Desse total, 48,8% (1,07 milhão) estão inadimplentes há mais de 360 dias. O texto que facilita o pagamento dos atrasados foi editado no último dia de 2021 e ainda precisa de um decreto regulamentador.

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Dentre as principais propostas estão o parcelamento das dívidas em até 150 meses (12 anos e meio), com redução de 100% dos encargos moratórios e a concessão de 12% de desconto sobre o saldo devedor para o estudante que realizar a quitação integral da dívida. O desconto será 92% da dívida consolidada no caso dos estudantes que estão no Cadastro Único de Programas Sociais (CadÚnico) ou foram beneficiários do auxílio emergencial. Para os demais estudantes, o desconto será de 86,5%. Durante a live desta quinta-feira (6), o presidente Jair Bolsonaro abordou o tema. 

"Resolvemos acertar com a Economia, com o Ministério da Educação, abater completamente os juros e, quando vai para o principal [da dívida], abater 92% de desconto. Isso vai atingir em torno de 550 mil estudantes que estão no Cadastro Único ou Auxílio Emergencial. Então, eles terão que pagar, tirando o juros, 8% do principal apenas e ainda pode ser parcelado isso daí. Grande oportunidade de pessoas se verem livres do Banco do Brasil e da Caixa Econômica. Livre no tocante a dívidas. E outros 520 mil atende os demais casos que têm dívidas também, mas o desconto vai ser um pouco menor, em vez de 92%, [será] de 86,5%", detalhou. 

Macron l'emmerdeur

La déclaration s'est répandue comme une traînée de poudre dans un pays qui n'attend qu'une étincelle. Le chef de l'Etat emmerde donc les non vaccinés et s'en félicite. Pour Michel Onfray, le mandat macronien se termine comme il a commencé : dans la merde

C’est lui qui le dit et, pour une fois, je lui donne raison, je souscris, j’applaudis, je crie bravo : Emmanuel Macron est un emmerdeur. Cinq ans nous ont permis de le savoir. Pour les plus habiles, c’était visible depuis le début, mais, cette fois-ci, il prend soin de le préciser lui-même. On ne saurait trop l’en remercier ! Macron emmerdeur n’est donc pas insulte mais un constat validé par lui-même, donc une indubitable vérité.

Pour mémoire, en octobre 2018 j’avais consacré un texte ironique, diogénien si l’on préfère, qui a beaucoup fait jaser, sur le doigt d’honneur antillais que le président de la République avait avalisé. Le Rassemblement national avait fait savoir qu’il était difficile de se rendre dans le quartier d’Orléans de l'île de Saint-Martin où le chef de l’État était tout de même allé. Une photo le montrait radieux enlaçant un jeune black luisant et musclé qui faisait en même temps un doigt d’honneur. L’Élysée aurait pu se désolidariser de ce cliché et indiquer un moment d’inattention ayant rendu possible une photo volée, mais pas du tout. Ses communicants firent savoir que ce doigt disait bien ce qu’il voulait dire et qu’il était destiné au fondement du RN qui avait stigmatisé ce quartier.

Le chef d’État ayant donc choisi le doigt d’honneur, j’ai filé sa métaphore pour faire un texte voltairien et politique. Je ne reviens pas là-dessus.

En revanche la fachosphère de gauche, tout à sa tâche de désinformation, a inondé le net en disant que j’étais scatologique, homophobe, grossier, vulgaire, etc. Éternelle variation sur le thème du sage qui montre la lune, si je puis encore me permettre cette image, et de l’imbécile qui regarde le doigt. Si Emmanuel Macron n’avait pas validé ce doigt d’honneur, via ses services, il n’y aurait bien sûr jamais eu ce texte avec lequel je me proposais de lui mettre le nez dans sa métaphore.

J’entends encore parler de ce texte des années après, y compris, la chose m’a été récemment rapportée, de la part d’un qui fut mon éditeur et d’un autre mon agent, qui se scandalisent encore que j’aie pu écrire ce texte - mais ne se trouvent nullement choqués par le fait que leur président de la République ait accepté ce geste bien sûr. C’était donc moi le coupable de ce geste juste parce que je l’éclairais à la lumière ironique d’un texte !

LIVE com o presidente Bolsonaro, 6 de janeiro de 2022

quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

Droite et gauche, notions fixes ou relatives ?

Partisan d’une approche historique des idées politiques, Arnaud Imatz montre, à l'appui d'innombrables exemples, que le prisme droite/gauche est loin d'être toujours pertinent pour comprendre les doctrines et les mouvements qui ont façonné la France depuis deux siècles.


Qu’est-ce que la droite et qu’est-ce que la gauche ? Quels sont les arguments pour et contre ce clivage qui articule traditionnellement la vie politique des démocraties représentatives ? Et pourquoi est-il autant discrédité dans l'opinion publique ?

Par-delà les nombreuses définitions fournies par les historiens et politologues, deux approches s’affrontent : l'une, philosophique et essentialiste, l'autre, historique et relativiste.

La première cherche à définir l'essence, la nature intime des deux phénomènes, et contribue à renforcer ou à consolider le clivage. La seconde est empirique ; elle nie qu'il s'agisse d'absolus isolés, indépendants de situations contingentes (locales et temporelles), et conduit souvent à la remise en cause du système.

Définitions conventionnelles

Le point de vue essentialiste est défendu par de nombreux auteurs depuis plus d’un siècle. On peut citer, à droite, les Français René Rémond (1918-2007), Jean-Louis Harouel (né en 1944), Patrick Buisson (né en 1949) et Guillaume Bernard (né en 1972), ainsi que le Hongrois Thomas Molnar (1921-2010) ; à gauche, l’Italien Norberto Bobbio (1909-2004), l’Allemand Jürgen Habermas (né en 1929), le Britannique Ted Honderich (né en 1933) et le Français Jacques Julliard (né en 1933). Tous ont contribué à établir et solidifier les définitions conventionnelles. La plus courante assimile la droite à la stabilité, à l'autorité, à la hiérarchie, au conservatisme, à la fidélité aux traditions, au respect de l'ordre public et des convictions religieuses, à la défense de la famille et de la propriété privée ; la gauche à l'insatisfaction, à la revendication, au mouvement, au sens de la justice, au don et à la générosité.

Cette vision partielle tient la droite pour une réaction contre les Lumières, le progrès, la science, l'égalité et l'humanisme, apanages de la gauche. En simplifiant à l’extrême, on pourrait dire que la droite et la gauche reflètent l’éternel conflit entre riches et pauvres, oppresseurs et opprimés.

Mais si l'on approfondit un peu le sujet, on s’aperçoit que l'identification de la droite politique à la droite économique, ou de la droite de conviction à la droite d’intérêts, relève du mythe.

Les lecteurs de la thèse de l’Italien Vilfredo Pareto (1848-1923) sur la collusion entre ploutocrates et révolutionnaires le savent : il y a une droite traditionnelle, sociale et anticapitaliste, soucieuse du bien commun ou des intérêts de la communauté nationale, et une gauche progressiste, libérale ou socialiste, apologiste de la République et de la laïcité, mais aussi avocate de la patrie ou de la nation.

Ce qui oppose droite et gauche

De manière plus subtile, nombre d’auteurs essentialistes relèvent l’importance d’un ensemble de thèmes opposant la droite à la gauche. Ils ne sont pas d’accord sur leur nombre et leurs significations (leurs convictions couvrant l’ensemble du spectre politique), on peut néanmoins en dresser une liste non exhaustive :

- Il y a le pessimisme de droite versus l'optimisme de gauche ; le réalisme et le sentiment tragique de la vie face à l'idéalisme, au sentimentalisme et au triomphalisme de la bonne conscience.

- Il y a l’antinomie des deux positions métaphysiques : la transcendance et l'immanence. D'un côté, ceux qui défendent Dieu, de l'autre, ceux qui déifient l'homme. La métaphysique chrétienne et la lecture correcte des Évangiles s'opposent ici aux hérésies et aux utopies falsificatrices du christianisme, au millénarisme et au gnosticisme (le Dieu du mal contre le Dieu du bien). Certains auteurs se réfèrent ici à la symbolique de l'iconographie chrétienne traditionnelle avec le bon larron à droite du Christ et le mauvais à gauche.

Sleeping Giants ataca Fiuza no Twitter e intimida big tech

Grupo sugeriu que o colunista da Revista Oeste divulga fake news

Cristyan Costa

O Sleeping Giants Brasil mirou a artilharia na direção do colunista da Revista Oeste Guilherme Fiuza. No Twitter, o grupo compartilhou quatro imagens mostrando textos do jornalista na rede social sobre a pandemia de covid-19.

Todos os tuítes de Fiuza tratam dos efeitos colaterais das vacinas contra o novo coronavírus. À época, a big tech marcou cada post como “enganoso”. A ação do Twitter foi resgatada pelo Sleeping Giants Brasil para atacar Fiuza. 

Depois de compartilhar as postagens de Fiuza, o Sleeping Giants marcou o Twitter para chamar a atenção: “Guilherme Fiuza não quer que vocês saibam que ele foi sinalizado 4 vezes como enganoso pelo @TwitterBrasil”.

O grupo extremista ainda endossou uma hashtag para pressionar a big tech a tomar medidas contra supostos divulgadores de notícias falsas. “Então não curtam ou dêem RT nesse post, ok? #TwitterApoiaFakeNews”.

Nas redes sociais, Fiuza reagiu. “Vejam os linchadores em ação. Eles querem eliminar”, disse o colunista da Revista Oeste, na rede social, ao dobrar a aposta em relação ao que afirmou no passado sobre os imunizantes:

Jovem Pan News volta a superar CNN e GloboNews em audiência

A marca foi atingida durante a exibição de Os Pingos nos Is

A Jovem Pan News voltou a conquistar a preferência do público entre os principais canais fechados de jornalismo. Nesta quarta-feira, 5, durante a exibição do programa Os Pingos nos Is, a emissora paulista atingiu 0,6 ponto de audiência, enquanto a CNN Brasil e a GloboNews somaram 0,2 ponto e 0,4 ponto, respectivamente. É o que informa o Real Time Brasil.

A primeira vez em que a Jovem Pan News superou as concorrentes foi em 21 de novembro do ano passado. Na ocasião, a emissora dos Carvalhos atingiu 0,5 ponto de média, contra 0,1 ponto da CNN Brasil e 0,4 ponto da GloboNews.

Chegou para ficar

Os números de audiência da Jovem Pan News se mostram promissores desde sua estreia como TV. Conforme noticiou Oeste, os principais destaques foram as entrevistas com o presidente Jair Bolsonaro, ao Jornal da Manhã e ao Pânico, e o desempenho de Os Pingos nos Is.

A Jovem Pan News firmou acordos com as três maiores operadoras de TV paga no país: Claro, Sky e Vivo. A emissora pode ser acompanhada por cerca de 85% dos assinantes desses serviços em todo o país. Até outubro do ano passado, esteve nas frequências 581 do Vivo Play (plataforma de TV por assinatura da Vivo), 576 da Sky, no aplicativo de streaming DirecTV Go e na Oi Play.

Título e Texto: Redação, revista Oeste, 5-1-2022, 21h10

[Estórias da Aviação - Extra] Fatos & Cronologia

José Manuel

No dia 5 deste mês de janeiro de 2022 publiquei o meu décimo sexto texto de Memórias.

Isso significa que estou publicando há quatro meses, toda a semana, junto com o Cão que Fuma, lá de Lisboa.

Público todas as quartas-feiras, no meu Facebook, um inédito, e o Jim nas terças, em formato jornalístico, o anterior.

A recepção a esses textos tem sido ótima e agradeço a todos pela leitura e pelos comentários sempre positivos.

Nestes quatro meses, apenas um leitor chamou a minha atenção sobre a geolocalização de certo evento, mesmo que não estivesse presente ao fato.

Na realidade, cinquenta anos são passados, sem que à época e ao longo dos eventos ocorridos, tivesse sido feito qualquer registro escrito. Por isso, chamam-se MEMÓRIAS.

Conto apenas com a minha memória física para trazer à tona fatos que considero importantes tanto para mim quanto para todos na aviação maravilhosa que vivenciaram essa saga, além de que é um exercício excepcionalmente saudável, puxar pela memória.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2022

Augusto Nunes: Continuam se arrastando no Congresso as reformas tributária e administrativa

Em 2022, ano eleitoral, Augusto Nunes destaca que o ano legislativo terminará em junho, já que deputados e senadores entram em campanha no Brasil a partir das festas juninas. O colunista pontua ainda que, mesmo nesses seis meses, os parlamentares vão evitar votar medidas importantes para o país, mas eleitoralmente perigosas, como as reformas. Dessa forma, as reformas tributária e administrativa devem se arrastar por mais tempo e Brasília. "O eleitorado deveria ser muito mais rigoroso na escolha de gente que diz representar o povo brasileiro", finaliza. Assista ao comentário.

Jornal da Record

Após um ano, Eduardo Paes cumpre apenas 12 das 47 promessas que fez para o Rio

Covid-19. Um milhão de casos num só dia. EUA registram recorde mundial de novas infeções (E o Trump?)

RTP

Os Estados Unidos registraram na segunda-feira um recorde mundial de novos casos de Covid-19, ao contabilizar mais um milhão de infetados na segunda-feira. É a primeira vez desde o início da pandemia que um país registra um milhão de novos casos num só dia.

Foto: Andrew Kelly/Reuters

De acordo com números apresentados pela Universidade Johns Hopkins, 1,06 milhões de norte-americanos testaram positivo para o coronavírus SARS-Cov-2 na segunda-feira.

Este recorde é quase o dobro do recorde anteriormente registrado no país (590 casos diários contabilizados há apenas quatro dias nos EUA).

Tal como acontece noutras geografias, o país enfrenta uma nova vaga de Covid-19, em muito alimentada pela variante Ômicron.

Os Estados Unidos também lideram o mundo no número médio diário de novas mortes, sendo responsável por uma em cada cinco mortes registadas a cada dia.

Desde o início da pandemia, os Estados Unidos já contabilizaram 56.280.742 casos de infeção e 830.349 mortes relacionadas com a Covid-19.

No domingo, o principal conselheiro da Casa Branca para a crise de saúde, Anthony Fauci, afirmou que o aumento do número de casos de Covid-19 nos Estados Unidos segue uma curva "quase vertical".

Com o número de infeções a atingir novos recordes, há vários fatores potencialmente importantes a ter em conta na leitura destes números.

Lamentável. Nem um ai, nem um ui sobre o GOVERNO DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA! A culpa é toda do vírus, da verticalidade, da Samantha Evans (nem sei se existe!), do André Ventura e, claro!, do maior culpado de todos: Jair Messias Bolsonaro!

Mas, e o Trump? Quem é?

Aprendi a lição. Nas próximas eleições presidenciais brasileiras já sei em quem não votar. Assim, independentemente do número de casos desse vírus chinês, pode ser dez por dia, o Brasil seguirá a curva (quase) vertical mundial.

Me distanciando de inimigos

Roberto Nunes de Menezes

No passado eu acreditava que brigar com alguém ou desfazer uma amizade por política era bobagem. Mas os anos foram passando e vi que não se tratava exclusivamente de política, mas sim de valores morais e éticos que estavam sendo substituídos por ideologias macabras, tais como criminalidade, recebimento sem mérito, aborto, uso de drogas ilícitas, promiscuidade sexual e, principalmente, comportamento anti Cristo.

A partir de então passei a entender que bobagem mesmo era brigar por causa de futebol, frio ou calor, preto, branco ou colorido, dia ou noite, inveja ou ciúmes. Motivos estes que em nada se confundem com o que é a organização criminosa chamada de políticos corruptos que nos rouba há décadas, desviando dinheiro de impostos os quais deveriam no mínimo ser investidos na educação, saúde e segurança.

E nem me falem que pobre não paga imposto, pois a cada R$ 1.000,00 em supermercado, R$ 300,00 é imposto. A cada R$ 100,00 de combustível R$ 50,00 é imposto. A cada R$ 100,00 em cachaça, R$ 50,00 é imposto, lembrando que a maior parte é de ICMS cobrado pelo seu governador.

Torna-se óbvio até mesmo para as pessoas de inteligência mediana, que ideologia é uma coisa, brigar por criminosos é outra, o que automaticamente coloca dezenas de artistas, intelectuais e partidos em situação constrangedora.

Que tipo de ser humano eu seria ao ter que me relacionar ou "respeitar" a opinião de quem faz campanha pela maioria corrupta dos 5.570 prefeitos, 57.000 vereadores e seus 27 governadores atualmente eleitos?

Pourquoi Macron est un irresponsable

Emmanuel Macron est un irresponsable

Ivan Rioufol

Le président de la République ne peut insulter grassement des Français non vaccinés, après avoir lui-même appelé ses compatriotes, dans ses vœux du 31 décembre, à « rester unis, bienveillants, solidaires ». Dans mon blog de lundi, je dénonçais l’arbitraire du chef de l’Etat, laissé à son bon plaisir par des contre-pouvoirs serviles. Mais il y a aussi, chez ce Narcisse provocateur et capricieux, de la perversion et du sadisme. Il suffit pour s’en convaincre de lire les propos qu’il tient, ce mercredi, dans Le Parisien : « Les non vaccinés, j’ai très envie de les emmerder. Et donc on va continuer à le faire, jusqu’au bout (…) Il faut leur dire : à partir du 15 janvier, vous ne pourrez plus aller au restau, vous ne pourrez plus prendre un canon, vous ne pourrez plus aller boire un café, vous ne pourrez plus aller au théâtre, vous ne pourrez plus aller au ciné (…) Un irresponsable n’est plus un citoyen ». Il déplore aussi chez les autres, sans se sentir visé, « la fascination du conflit, du clash, du sensationnel », et appelle à « combattre la montée des excès en mettant de la raison dans les débats ». 

Cette déclaration de guerre contre une partie de son peuple est une faute politique. J’espère qu’elle sera dénoncée à sa juste mesure par l’opposition. Les Républicains, qui avaient annoncé être prêts à  voter pour le passe vaccinal, sortiront-ils de leur torpeur ? Sous la Terreur de 1793, la Loi des Suspects exigeait du bon citoyen son « certificat de civisme ». C’est dans cette logique discriminatoire que s’inscrit ce passe vaccinal. Son adoption marquerait le basculement dans une société hygiéniste et liberticide construite sur la surveillance collective et la dénonciation. Non, merci.