sábado, 31 de agosto de 2013

Nights in white satin


Amanhã tem mais, na Domingueira...

Vem pra rua, vem!


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Agosto abre espaço para Setembro: 02 de setembro, 14h

O ‘new look’ da Irmandade Muçulmana

Na prática, as manifestações islamitas de apoio ao Presidente deposto são para o Ocidente ver: os símbolos jihadistas não são permitidos e os slogans a favor da democracia estão traduzidos em inglês.
Amina Kheiry
Aproveitar as ideias dos outros não é ser original e utilizar os métodos do adversário por oportunismo não faz deles um dogma. Trata-se de um maquiavelismo que o próprio Maquiavel talvez tivesse renegado. E, acima de tudo, é uma prova de incoerência. Acontece que a incoerência parece ser a nota dominante dos grandes desfiles de apoio ao presidente destituído Mohamed Morsi, que partem da Praça Rabiaa al-Adwiya, no Cairo.
Os slogans chamam a atenção de uma menina, que corre para a janela, agita uma bandeira egípcia e começa a gritar: “Exército e povo de mãos dadas!” Ao ver isto, a mãe, sobressaltada, tapa-lhe a boca com a mão e diz: “Cala-te! Estes apoiam o Morsi”. A criança não entende por que motivo a mãe ficou em pânico. Mas depressa se apercebe de que, apesar de ser parecido na forma com os desfiles que já participou, este tem um ambiente diferente.

Fes, Marrocos, foto: Josep Renalias
A imensa maioria das mulheres está vestida de preto e quase todos os homens usam barba, para já não falar das omnipresentes djelabas, mais ou menos compridas. Os que a cortam acima do tornozelo fazem-no geralmente em sinal de piedade, “para imitar o profeta”. Tal como os seus adversários, favoráveis à intervenção do exército contra Morsi, muitos islamitas agitam a bandeira egípcia. Fazem-no, no entanto, de forma pouco espontânea, por motivos táticos. É também por motivos táticos que, nos últimos tempos, se mobilizam e vão para a rua, preocupados com as reações do Ocidente “infiel” e dos seus órgãos de informação “depravados”. Nas manifestações dos islamitas, não se veem as bandeiras negras dos jihadistas ou da Al-Qaeda, nem bandeiras verdes da Irmandade Muçulmana.


E as canções, até agora proibidas nas manifestações islamitas, passaram a estar omnipresentes. A lista imposta ao DJ inclui muitas canções patrióticas do falecido Abdel Halim Hafez, cantor de charme dos anos 50.

“Tudo nestas manifestações está traduzido em inglês, dos cartazes aos dizeres que adornam os palanques”

Foto: Gianluigi Guercia/AFP
Tambores e canções
Como os organizadores não estão habituados a gerir este tipo de coisas, o som está aos berros, cheio de interferências e soluços, o que não contribui para criar um ambiente de festa. Os manifestantes não cantam os refrães em coro, nem acompanham o ritmo com palmas.

Tia Beth aos 14 anos

Otacílio Guimarães
Ei, veja como a tia Beth era aos 14 anos de idade. Nesta foto ela lê uma mensagem pelo rádio para a população da Inglaterra durante a 2ª guerra mundial.
A 2ª foto mostra ela atualmente, com mais de 80 anos. Continua bonita e simpática. Eu adoro a tia Beth.
Tia Beth é a mais longeva rainha da Inglaterra, tendo superado sua trisavó, a rainha Vitória, que viveu 87 anos. Está no trono da Inglaterra desde 6 de fevereiro de 1952 quando faleceu seu pai, o rei George VI.  
Seu pai, o rei George VI, foi aconselhado a se exilar no Canadá durante os bombardeios de Londres pela Alemanha nazista. Tia Beth era à época essa menina da foto. O rei George se recusou e permaneceu o tempo todo em Londres, visitando os locais bombardeados e os hospitais repletos de feridos.  
O sistema monárquico inglês sem dúvida é responsável pelo equilíbrio da comunidade de nações que formam o Reino Unido. Todas as ex-colônias inglesas que hoje são independentes preferiram se manter vinculadas à monarquia informalmente e consideram a Tia Beth como sua rainha.  
Na foto seguinte, a terceira, Tia Beth recebe o presidente Barak Obama e Michele. E na outra, recebendo um perfeito idiota latino-americano. São coisas do protocolo aos quais ela não pode fugir.   
A história da Inglaterra é fantástica e deveria servir de lição para povos idiotas como os latrinos-americanos. 
Grande abraço,
Título, Imagens e Texto: Otacílio Guimarães, 31-8-2013


"Quem hoje em sã consciência acredita nas instituições democráticas brasileiras?"

Otacílio Guimarães
Convencido estou faz tempo de que essa merda aí não tem mais solução. Por isto mesmo está sendo isolado discretamente pelas nações mais importantes do planeta e até por algumas da própria América Latina, como Chile, Bolívia, Peru e México, que trataram de criar a Aliança do Pacífico e mandar o Brasil & Cia. dominados pelo Fôro de São Paulo às favas. Agora a Aliança já planeja se espalhar por todas as nações banhadas pelo Pacífico, o que será um desastre para os países latino-mericanos que obedecem aos ditames desse fôro fundado por Fidel Castro e Lula com o objetivo de ressucitar nas américas o regime maldito que fracassou no leste europeu sem antes provocar a morte de cerca de cem milhões de pessoas ao redor do mundo.

O Gal. Valmir tem a percepção que poucos brasileiros têm de que o problema do Brasil é resultante da ausência de uma boa formação moral e cultural e tem origens que remontam ao seu descobrimento e posterior exploração predatória feita pelos seus descobridores cujas preocupações não eram a de formar uma nova, rica e poderosa nação – como quiseram os colonizadores ingleses e franceses na América do Norte –, mas tão somente enriquecerem explorando as riquezas fáceis desse malfadado país. Eis aí as causas do surgimento de um povo macunaímico.

Ocorre que não há como resolver o problema do mau-caratismo coletivo entregando-se aos carentes de moralidade o poder de gerir seus destinos, como ocorre no Brasil, onde a minoria que escapa à análise do Gal. Valmir é voto vencido. Se observarmos com atenção veremos que desde o fim dos governos militares e a tal “redemocratização” do país a qualidade dos eleitos para os diversos cargos republicanos vem caindo a cada eleição. Para a presidência da república então a sucessão de um ruim para pior desde José Sarney é notável, escapando apenas os oito anos de governo de Fernando Henrique Cardoso precedido pelo curto período do honrado Itamar Franco. Nesses quase trinta anos de “democracia” o Brasil partiu de Sarney à Dilma, passando pelo cafajeste Fernando Collor de Melo e pelo picareta Luís Inácio da Silva.

Durante 18 meses, governo brasileiro deu treinamento a cubanos e não moveu uma palha para levar médicos às áreas carentes do país

Reinaldo Azevedo
Num debate havido no programa “Entre Aspas”, da GloboNews, comandado por Mônica Waldvogel, o senador Humberto Costa (PT-PE) afirmou, com todas as letras, que o governo brasileiro vinha tratando da importação de médicos cubanos havia já um ano e meio. Escrevi um post a respeito na segunda-feira. Costa afirmou literalmente:
“Esse programa já vem sendo trabalhado há um ano e meio. Boa parte desses cubanos já trabalhou em países de língua portuguesa, não têm dificuldade com a língua. E, ao longo desse um ano e meio, eles vêm tendo conhecimento sobre o sistema de saúde no Brasil, doenças que existem aqui e não existem lá…

Como se constata na fala acima, Costa não está a dizer que o programa estava sendo pensado apenas nos escaninhos da burocracia, que havia uma vaga ideia a respeito ou coisa, que, quem sabe?, o Brasil poderia fazer um dia. Nada disso!
O senador está a dizer que os cubanos “vêm tendo conhecimento sobre o sistema de saúde no Brasil, doenças que existem aqui e não existem lá…”O Estadão publica um texto informando que os cubanos vêm tendo aulas há seis meses.
Seis meses ou um ano e meio? Em qualquer dos casos, fica evidente que havia um programa secreto em gestação. Chegou-se a pensar por aqui que o governo tomou medidas meio atabalhoadas, pressionado pelas manifestações.

Costa, que deve conhecer o assunto porque é um petista graúdo e porque foi ministro da Saúde, afirmou que a coisa é bem mais antiga: remonta ao tempo em que a popularidade de Dilma estava lá nos cornos da Lua, e as ruas, pacíficas.
Seis meses ou um ano e meio? A diferença é, sim, relevante:
a: como, há um ano e meio, não havia a pressão (embora houvesse a necessidade) por mais médicos nos rincões do Brasil, isso sugere que a importação dos cubanos atendia mais a uma necessidade de Cuba do que do Brasil;
b: nesse um ano e meio, o Ministério da Saúde não moveu uma palha para atrair os médicos brasileiros para as áreas carentes. Por que não? Porque, afinal, havia um programa em curso;
c: os cubanos se espalham por praticamente todos os países da América Latina que hoje têm governos de esquerda. O Brasil, até havia pouco, era uma exceção;
d: cubanos ou brasileiros, os médicos que vão para essas áreas carentes terão de enfrentar um problema fundamental: a falta de infraestrutura.
A questão do tempo — se seis ou dezoito meses — só é irrelevante diante de uma questão óbvia: quando Alexandre Padilha, ministro da Saúde, anunciou, no mês passado, que o governo desistira dos médicos cubanos, ele estava contando o oposto da verdade.
Título e Texto: Reinaldo Azevedo, 30-8-2013

Syria Interrupted

Felipe de Araujo Ribeiro
Algumas pessoas me têm questionado acerca do meu silêncio em relação aos desenvolvimentos na Síria das últimas semanas. Na verdade tenho resistido à tentação de escrever sobre o assunto principalmente por duas razões: se por um lado o trabalho me tem roubado quase todo o tempo disponível, por outro, pouco ou nada há a dizer para além do que tenho vindo a repetir desde há mais de dois anos.

É curioso verificar que cada vez mais comentadores, sejam da ‘esquerda’ ou da ‘direita’, começam a perceber o absurdo que constitui esta criminosa intervenção estrangeira em território Sírio, bem como a incrível injustiça de que tem sido alvo o governo legítimo de Bashar al Assad.

Desde o meu primeiro (de muitos) artigos sobre a Síria que tenho sido acusado de ‘compactuar com um regime atroz’, de ser um ‘ingénuo colaborador de Assad’, de ‘repetir ad nauseam a propaganda do governo’, para além de ter sido alvo de um rol de criativos insultos menos dignos de serem aqui repetidos. Estava assim, desde 2011, quase isolado a defender a minha posição, e ao contrário de tantos outros ilustres comentadores, não tive por isso de ver-me obrigado a alterá-la a 180º. Registo agora que os argumentos que utilizei vezes sem conta nos últimos anos são agora repetidos precisamente por aqueles que antes os tentavam ridicularizar.

Resta-me a desolação de verificar que os meus piores receios têm vindo a confirmar-se de forma dramática à medida que progride o conflicto na Síria, e que as perspectivas da concretização de uma guerra global, desde há muito adivinhada, assumem um grau de probabilidade cada vez maior.

Neste momento em que os dados estão lançados e em que já quase todos possuem renovadas certezas absolutas, deixo para os restantes opinadores o seguimento da discussão. Até porque hoje me apetece escrever sobre o Dar Fur.
Título e Texto: Felipe de Araujo Ribeiro, no blogue “Estado-Sentido”, 30-8-2013

Nota de falecimento

Eis como o irreverente “The Sun” noticia a morte da aliança militar entre a Grã-Bretanha e os EUA.

 
Curiosamente, é o socialista Hollande que agora é o mais forte aliado do socialista norte-americano-queniano…

Contente... Obrigado!

From: Jim Pereira
Sent: Friday, August 30, 2013 8:19 PM
To: undisclosed-recipients
Subject: Contente... Obrigado!

Oi!
Hoje vou dormir muito contente.
São muitas as colaborações recebidas (textos próprios, indicações e repasses) que passei, por absoluta necessidade e tempo (e para não tornar o blogue um mero repositório de textos), a ter que optar/escolher. Não é fácil. Mas significa que atingimos um bom nível de credibilidade e atualidade!
Graças a você!
Mas, compreenda, nem sempre vou poder publicar a sua "colaboração". Sou unzinho e tenho que "viver", well...
Muito obrigado!
Abraços e beijos de carinho./-
Jim





Lamento por estar contente. Quando alguém se sente contente, para e vai descansar pensando: “Pôxa, já fiz o máximo, dei tudo o que podia dar e agora chega!”.  
Um cara assim está liquidado e passado o recibo.  
É claro que um blogueiro como você não deve publicar tudo o que lhe enviam, tem que filtrar para não passar merda. Mas se o negócio (blog deve ser um negócio, se não encarar assim é melhor desistir) está crescendo, consiga mais anunciantes e contrate uma secretária. Ir dormir tranquilo é coisa de baiano preguiçoso. E quem dorme muito chega atrasado ao trabalho. Mas se você é como muitos baianos que eu conheço, arme uma rede entre dois coqueiros e se deite nela empunhando um copo de cerveja gelada ou um coco furado com um canudo no buraco e beba toda a água. E depois não se queixe da crise pela qual Portugal está passando.

Sabe, eu admiro muito os brasileiros por uma razão: estão lascados, com um governo de merda, entregaram os destinos do país a um bando de ladrões – os petralhas –, estão enfrentando uma crise que ninguém sabe como vai terminar – em coisa boa não será, com certeza –, mas não estão nem ai e só pensam no campeonato nacional e na copa do mundo do ano que vem. A roubalheira está correndo solta, o PIB está indo prá lagoa, a vaca já foi pro brejo, e eles nem aí para a hora do Brasil. Você não acha admirável um povo assim? É como foquete, toma no rabo e sai sorrindo.

Brasil tem Ministro das Cidades...


... para brincar de Parque Infantil:

Ministro Aguinaldo Ribeiro reúne artistas e pilotos para lançar campanha de trânsito em Interlagos

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

País da avacalhação


José Manuel
Avacalhação é o ato de bagunçar, promover desordens e permitir algo absurdo do ponto de vista ético e moral
Por que somos o País da avacalhação?
Por mais que queiramos achar uma resposta, é muito difícil chegar a um consenso sobre o fato mais do que comprovado.
Afinal, hoje em dia, temos uma rede formidável de informações, que num "click " nos leva à mais remota parte do mundo, sabemos tudo o que se passa tanto nos países pobres quanto nas sociedades mais avançadas, mas continuamos a insistir em avacalhar as instituições, sejam de ensino, públicas, médicas, privadas, diplomáticas e políticas.
Nada se salva. De quem será a culpa?

Dizer que décadas atrás já éramos assim, tudo bem, mas hoje? Com toda a tecnologia ao nosso dispor?!

É uma questão de cultura? Concordo, há 30, 40, 60 anos talvez não tivéssemos dinheiro para dispor de uma enciclopédia em casa, até porque era caro.
Mas hoje? Temos a enciclopédia na palma de nossas mãos e só não sabe sobre qualquer coisa, quem realmente é vagabundo por genética. O poder que temos, inclusive, de avaliação do que é bom ou ruim à nossa sobrevivência, é enorme e jamais tivemos algo parecido.
Vejamos, nossas escolas são uma avacalhação completa. Desde a remuneração dos professores, passando pela qualidade do ensino administrado, às instalações precárias por falta de conservação.
Isto vai se sucedendo desde as escolas do ensino fundamental e acaba nas universidades, sejam elas públicas ou privadas. Por ano são despejados na praça milhões de jovens com canudos nas mãos, mas a mão de obra é extremamente precária, porque não temos escolas técnicas que ensinem o básico. Por quê?

As instituições públicas, como prefeituras, seguridade social, segurança, saneamento, são um caos total.
As prefeituras só arrecadam, a seguridade social não protege os seus segurados, a segurança pública é um constante desafio a qualquer sociedade civilizada e saneamento é coisa que teria de ser prioritária, mas que só existe e precariamente nas grandes cidades.
Isto é avacalhação, levando em conta o montante de impostos arrecadados. Por quê?
O nosso sistema de saúde é outro caos. Aqui a avacalhação é elevada à sua maior expressão, porque estão lidando com vidas. Será que não se apercebem disto?

Petrobrás já deve R$ 332 bilhões. PT acabou com a maior empresa do povo brasileiro e não existe saída


O endividamento da Petrobrás, depois de mais de 10 anos de gestão do Partido dos Trabalhadores, chegou à estratosférica fábula de R$ 332 bilhões (soma do passivo circulante e não circulante da companhia, contabilizado no primeiro trimestre deste ano) e, segundo os maiores especialistas da área energética e financeira, não tem como ser resolvido.
Houve uma série de erros graves na gestão da estatal brasileira do petróleo, a partir dos Governos do PT. E a retenção dos aumentos dos preços dos combustíveis, com o objetivo de segurar os índices de inflação, é apenas um deles – lógico, um dos mais graves.

A corrupção também está incluída na lista de motivos que levaram à decadência da Petrobrás. Em 2006, uma empresa belga comprou uma refinaria falida, no Texas, Estados Unidos, por U$ 42 milhões de dólares. Poucos meses depois, essa empresa vendeu a refinaria para a Petrobrás por U$ 1,2 bilhão de dólares. E mais: nos anos seguintes, a estatal brasileira gastou mais U$ 450 milhões de dólares com a refinaria – sem nenhum lucro.
A autossuficiência na produção de petróleo, cantada em prosa e verso na época do presidente Lula, também não passou de uma farsa. Ineficiente, a Petrobrás produz cada vez menos e somente em 2012 importou U$ 15 bilhões de dólares em derivados de petróleo, inclusive gasolina.

E agora?


Tolerant... she is!


O Comandante da Polícia que destrói pontes


Os métodos de sabotagem institucionais e pró-MPLA de actividades políticas da oposição atingiram o seu ponto mais caricato com a destruição de duas pontes para impedir a travessia de uma caravana de cerca de 150 militantes da CASA-CE, na província do Huambo.
Testemunhas oculares, que constituíram o grupo de avanço da delegação da CASA-CE, viram o comandante municipal do Ukuma, superintendente Jorge Balú “Sankara”, munido de uma moto-serra, a serrar a ponte, enquanto um cidadão chinês o auxiliava com uma marreta. A ponte de troncos e pranchas de madeira, sobre o rio Capraia, que liga a sede municipal do Ukuma à comuna sede da Cacoma, foi assim destruída no Domingo passado, 25 de Agosto.

Os militantes da CASA-CE deveriam juntar-se a partidários seus, na Cacoma, para um acto político de massas, entretanto frustado pela destruição da ponte.
“O comandante estava trajado a civil, de camisola e chapéu a cowboy e, a princípio, julgámos que se tratava apenas de um cidadão. Mal ele viu-nos [com a aproximação da caravana da CASA-CE] entregou a moto-serra ao chinês. Eu fui ter com ele e perguntei-lhe por que estava a destruir a ponte”, explicou o secretário provincial da CASA-CE, Pedro Cosengue.

Segundo depoimentos de vários membros da CASA-CE, o superintendente Sankara tinha, como testemunhas do seu acto, o secretário-adjunto comunal do MPLA e o soba Kamutale do Longongo Alto. Também mantinha, a uma certa distância, uma escolta de dois agentes policiais.
Fonte da administração municipal do Ukuma, contactada por Maka Angola, confirmou a iniciativa do superintendente Sankara, de destruição pessoal da ponte, mas como um acto de reabilitação. “O comandante é amigo do administrador da Cacoma, que lhe contratou para reabilitar a ponte”, disse a fonte, que prefere o anonimato.

Eloquentes...

 

A perda da dignidade ou esta M... não tem solução

Valmir Fonseca Azevedo
A perda dos mais elementares padrões que deveriam nortear o ser humano é fruto de sua degradação moral e ocorre de forma paulatina.
A deteriorização, por ser de foro íntimo, não dói, pelo contrário, ao desprender-se de determinadas restrições, o indivíduo ficará apenas sob os reclamos de sua consciência, a qual ouvirá ou não.
Aos pobres de espírito, apartados das leis divinas, os alertas de sua percepção interior de que está cometendo algum erro serão devidamente expurgados.

Aos poucos, o sem-caráter cria uma barreira de falta de escrúpulos, e sem qualquer limite espiritual ou material, segue em frente.
Caberia na falta do patrulhamento individual, o julgamento dos outros para coibir o finório, contudo, se a sociedade não tem meios, nem capacidade para admoestá-lo, o torpe, sob o manto da impunidade, poderá praticar as maiores barbaridades.
As sociedades, para distribuir justiça e determinar padrões para os seus integrantes, elaboram regras e leis que emanam da autoridade soberana, e impõem a todos os indivíduos, a obrigação de submeter-se a elas, sob pena de sofrerem as sanções previstas.

Assim, para a convivência cordata e pacífica, na esperança de evitar abusos e distribuir Justiça, as leis foram criadas por uma sociedade para atender os seus anseios comuns.
Evidentemente, pelos diferentes costumes, religiões e particularidades, inclusive históricas, as leis estabelecidas por uma sociedade podem não atender a outras, contudo, os princípios básicos, como a diferença entre o bem e o mal, são universais.
O fenômeno geral de uma sociedade capaz de aceitar viver sob um contexto que agride despudoradamente o espírito da lei é catastrófico. De fato, podemos considerar que esta débil sociedade não tem os atributos para ser nomeada como uma Nação.

Respeito às instituições

Geraldo Almendra
Não é possível reconstruir nosso país com os mesmos atores que o destruíram. Insistir nisso é assinar embaixo de que podemos ser uma sociedade rigorosamente idiota, corrupta, omissa e covarde.
Vez por outra, na ausência de algo mais útil, por ignorância, ou decente por cumplicidade com bandidos, para fazer, aparece um traidor do nosso país, voluntário, corrompido ou subornado, comentando minhas mensagens ou crônicas declarando que eu não respeito as instituições.
Respeito a uma instituição é uma atitude que deve ser pautada na postura legal, moral e ética da mesma.
Que tipo de instituição merece respeito em nosso país quando consideramos, apenas por exemplo, aquelas que estão diretamente associadas às ações dos podres poderes da República?
Eu mesmo respondo: NENHUMA, sendo que todas estão sendo usadas por milhares de canalhas internos e externos para tirarem proveito, com a sistemática e redundante prática do elícito, da absurda degeneração moral das relações públicas e privadas, um holocausto moral promovido durante mais de 25 anos pela Fraude da Abertura Democrática que se tornou refém de desgovernos civis absolutamente sem escrúpulos, por ausência de sentido moral e íntegro em suas ações.

Vamos nomear as principais.
O Poder Legislativo merece algum respeito por parte dos contribuintes? – NÃO!
A resposta é NÃO porque o Congresso é um ajuntamento de uma maioria de gente desonesta envolvida em centenas de escândalos de corrupção além de estar sendo, a partir do primeiro mandato do PT, vergonhosamente subornado pelo Poder Executivo para aprovar seus projetos que estão levando o país na direção de uma sociedade controlada por um regime comunista e em um cenário de intencional falência das fundamentais responsabilidades do poder público: saúde, educação, cultura, segurança pública e saneamento.

Por outro lado, como alguém pode respeitar um Parlamento que decide aprovar a continuidade do exercício de mandatos de bandidos condenados pela Justiça e não se cansa de dar demonstrações quase diárias de submissão aos mais abjetos desejos de serem humanos sem quaisquer princípios morais ou éticos no exercício de suas atividades públicas?
Poderiam ser citados ainda centenas de fatos que fazem do Congresso algo que deveria ser simplesmente ter todos os seus ocupantes destituídos, e a maioria presos, por inúmeros crimes praticados. Contudo, o que temos testemunhado, é dura realidade da impunidade livrando essa gente sórdida de pagar suas dívidas com a sociedade que trabalha mais de cinco meses por ano para sustentar bandidos travestidos de servidores do povo.

José Pereira, Interventor do AERUS, esteve na A.G.U....



Minha Mala e eu

Angel Nunes

Guardo num canto do meu mini-apartamento, uma mala pequena, azul, toda remendada, onde mal se vê o logotipo Varig.

Já mudei de endereço várias vezes, mas não consigo me desfazer dela. O único espaço que arrumei para ela, foi no corredor que dá acesso a uma pequena área, onde estendo as roupas, para secar. Volta e meia dou-lhe uma topada no corre e corre das tarefas domésticas, ao vir com as roupas lavadas para a área. Mas ela continua lá. A utilidade dela, já que não está em condições de uso, é me lembrar os anos que voamos por esse mundão de Deus afora, e pra mim isso não é pouco. Nossa história foi linda demais e da mesma forma sofrida.
Nela cabiam meus sonhos, meus manuais, minha carreira, fotos de meus filhos e uma pecinha de roupa de cada um, que eu sempre levava, para matar um pouco da saudade e para quebrar a frieza dos quartos de hotel.

É esse valor que me impede de dispensá-la.

Hoje, como a nossa Varig, ela está fora de operação, mas existe.

Está maltratada, mas insiste em permanecer presente, nem que seja só para me ouvir os impropérios a cada encontrão.

Como a Varig, ela teima em simbolizar uma marca, um tempo, uma paixão, ficando assim, bem no caminho daqueles que dela não conseguem se desvencilhar. Quando menos esperam lá estamos nós novamente, no papel de Malas a lhes atravancar os passos.

As ruas estão vazias...

 D’après une idée de José Manuel

Para inglês ver... será?


Jonathas Filho
Ante a invasão de Portugal por Napoleão em 1807, D. João já tinha dado conhecimento ao grande general francês que se submeteria ao que ficou estabelecido no Bloqueio Continental e declarara guerra à Inglaterra em 30 de Outubro daquele ano. Só não informou a Bonaparte que uma espécie de “tratado secreto” entre Portugal e a Inglaterra, assinado anteriormente, no dia 22 do mesmo mês, fixava com segurança o “esquema” luso-britânico de pôr a salvo a família real e o governo português no nosso Brasil.
Portugal então, passou a ser uma espécie de protetorado inglês depois que se iniciaram as guerras contra os franceses. O próprio D. João pediu à Coroa Inglesa que os ingleses “tomassem conta” de Portugal, (uma espécie de “Please, take care of our home, right?”), enquanto ele “reinasse” aqui no Brasil. Sendo assim, os ingleses assumiram o comando das tropas militares portuguesas na luta conjunta contra França.

Os ingleses eram militares bastante articulados, minuciosos, calculistas e os portugueses totalmente sem controle, completamente desorganizados.
A partir de então, com as novas imposições de ordem na administração dos ingleses, os portugueses tiveram de se organizar conforme o combinado.
Sempre que os ingleses “lançavam “ uma nova lei era obrigatório a apresentação de um relatório a um oficial inglês e então os portugueses tiveram que “explicar” tudo do melhor jeito por escrito, para dar conhecimento aos ingleses de que estava tudo em ordem. Na prática era só no papel e servia apenas para mostrar teoricamente que tudo “corria dentro dos conformes” quando, na realidade, tudo estava bem diferente do que era informado, ou seja, “APENAS PRÁ INGLÊS VER”. A expressão nasce quase que naturalmente dos portugueses que prepararavam as exposições dos fatos no papel.

Religião e Terror

Francisco Vianna

O DEPARTAMENTO DE POLÍCIA DE NOVA IORQUE (NYPD) DENUNCIA DIVERSAS MESQUITAS COMO ORGANIZAÇÕES TERRORISTAS. 

Documentos revelam que a polícia investigou um sem número de muçulmanos desde 11 de setembro de 2001, como parte do programa de vigília a possíveis ameaças à segurança interna da cidade.

Membros de uma congregação muçulmana rezam durante o serviço religioso na mesquita da Sociedade Islâmica de Bay Ridgeno Brooklyn, NY, no início deste mês. Foto: Bebeto Matthews/AP
O renovado Departamento de Polícia de Nova Iorque, o famoso NYDP, vem secretamente rotulando mesquitas inteiras como organizações terroristas que pregam o ódio aos EUA e outras ações antiamericanas em pleno território estadunidense. Isso permite a polícia usar informantes para gravar sermões e espionar os imãs, frequentemente sem evidência específica de crime ou malfeito.

Designar uma mesquita inteira como uma "iniciativa terrorista" significa que qualquer um que a frequente, mesmo que apenas para orar, é considerado um objeto potencial de investigação e alvo de uma vigília continuada.

Desde os atentados de 11 de setembro de 2001 a Nova Iorque, Pensilvânia e Pentágono em Washington, o NYPD já abriu pelo menos uma dúzia de “processos de investigação a iniciativas terroristas” dentro de mesquitas – templos muçulmanos - na cidade, de acordo com entrevistas e documentos confidenciais da polícia. Um ‘TEI’ (de Terrorist Enterprise Investigation), como é conhecido, é um instrumento policial direcionado a ajudar na investigação de células terroristas islâmicas ou outras que o valham. Muitos TEIs se arrastam por anos, permitindo que a vigilância continue mesmo que o NYPD não tenha jamais acusado qualquer mesquita ou organização islâmica de qualquer crime ou de estar operando como uma iniciativa terrorista.

Peça teatral: Acenos & Promessas... O drama do Aerus


Jonathas Filho
Baseado em fatos reais, isso mais parece um ensaio rocambolesco no qual os atores e atrizes de uma Opereta são enganados pelo Dono do Teatro, Produtores, Equipe Técnica e Diretores.

Fora do roteiro, pergunta uma atriz, com o olhar lânguido para um Diretor que lhe prometera um papel de destaque:
- Acena ou há cena?
O Diretor, constrangido com a pergunta feita perante os demais atores e figurantes, exige que todos se comportem conforme suas participações, sem estrelismos. Cartaz aqui, só o da porta do teatro. Todos são iguais, bradou.

Quem sabe ele  tenha feito alguma confidência à   bela atriz, afirmando  que atores e atrizes, em determinadas cenas de “promessas de um mundo melhor”, devem exibir um semblante que traduza o esquecimento total e a interrupção de  uma luta  pelos Direitos esquecidos e não atendidos dos milhares de trabalhadores, homens e mulheres, cuja quase totalidade é de “artistas” septuagenários que converteram durante décadas (o que foi retirado  dos seus proventos mensais), grandes valores pecuniários para protagonizarem o futuro de suas existências  na peça  “O Fim Digno de Suas Vidas com Aerus”.

A organização de uma peça teatral é elaborada por atos e cenas. Um ato significa um momento da obra a ser exposta, contendo uma ou mais cenas que podem variar de acordo com cenários e iluminação ou mesmo por entradas  e saídas de outros participantes numa cena.
Esta peça “Aerus, a agonia”  está sendo ensaiada exaustivamente há mais de 7 anos seguidos, sendo  que dela  já saíram, por óbito, mais de 850 “artistas”, cujas lástimas  levam-nos  às lágrimas verdadeiras... não teatrais.  Foram-se precocemente os protagonistas e coadjuvantes de várias peças ao longo dos nossos trabalhos, nos palcos aéreos e terrestres, nacionais e internacionais.
Sim, o Diretor Teatral quer um semblante doce, angelical... como se todos tivessem atingido suas expectativas; como se todos tivessem alcançado a miragem de um futuro melhor... afinal, a “terra prometida”.

Nossas perdas

João Bosco Leal

Na cultura competitiva em que somos criados, o sentimento de perda, em qualquer aspecto, é de aceitação extremamente difícil para todos, a ponto de, ainda muito pequenos, não gostarmos que outras crianças, por mais próximas que sejam, peguem nossos brinquedos, roupas, ou qualquer coisa que consideramos “nossa”.
Isso sempre ocorreu com coisas que as crianças atuais sequer conheceram, como uma bolinha de gude, as bonecas de pano anteriores à era Barbie, um peão, uma casinha de bonecas, um papagaio, um carrinho de rolimã, um trenzinho elétrico, as figurinhas dos álbuns ou qualquer outro brinquedo das crianças da minha geração ou anteriores.

Em seguida, as disputas ocorriam nas mais diversas áreas, como natação, judô, balé, e também aí aqueles que perdiam ficavam muito tristes e até choravam por haverem perdido para outras crianças da mesma idade. Na escola elas eram pelas notas, pela escolha de quem participaria do time de futebol, da representação teatral ou da apresentação de balé.
Na juventude, pela pessoa por quem estávamos “apaixonados”, e a perda de uma paixão para outro jovem era bastante dolorosa para aqueles ou aquelas que a perdiam. O sentimento de “perda” daquela pessoa podia, inclusive, criar barreiras psicológicas que dificultavam novas buscas, pelo medo de novamente se passar por aquela situação.

Já na fase adulta, as paixões são aquelas que podem ser sentidas de forma alegre, divertida e por dezenas de vezes durante a vida, que provocam muita felicidade em quem as vive, e só se sente sua perda até o início da próxima.
Poucos, entretanto, são os que conseguem transformar essa paixão em um amor verdadeiro, aquele para quem se deseja dar mais do que receber. Alguém de quem se quer a companhia em todos os momentos de nossas vidas, ao lado de quem nos sentimos em paz, que nos entende, apoia, protege e satisfaz. A pessoa com quem desejamos estar até os últimos dias de nossa vida.

Another Stupid, Senseless, Illegal War

Chip Wood 

A member of a U.N. delegation of arms experts inspects the site where rockets fell in a suburb of Damascus, Syria, on Wednesday. Photo: UPI
The headline over a New York Times opinion piece said it all: “Bomb Syria, Even If It Is Illegal.” How’s that for a bald-faced declaration of warmongering intent?
Ian Hurd, the author of the article, is an associate professor of political science at Northwestern University. In his column, he admits: “As a legal matter, the Syrian government’s use of chemical weapons does not automatically justify armed intervention by the United States.”
But his attitude is pretty much, “So what?” Here’s what he says next: “There are moral reasons for disregarding the law, and I believe the Obama administration should intervene in Syria. But it should not pretend that there is a legal justification in existing law.”

Got that? Existing law doesn’t justify our armed intervention in Syria. So what would? Hurd writes: “… Mr. Obama and allied leaders should declare that international law has evolved and that they don’t need Security Council approval to intervene in Syria.”
What a wonderful Machiavellian solution! Just declare that international law has “evolved” enough to justify whatever the heck you want to do, and then go ahead and do it. That attitude would certainly put the final nails in the coffin of our Constitutional protections, wouldn’t it?

The good professor concludes his argument: “This would be popular in many quarters [want to bet?], and I believe it’s the right thing to do. But if the American government accepts that the rule of law is the foundation of civilized society, it must be clear that this represents a new legal path.”
No it doesn’t, professor. It represents a new illegal path — one that can result only in more tyrannical actions by even more dictatorial governments.

Apelos desesperados escondidos em produtos chineses


Luis Dufaur
Em outubro de 2012, Julie Keith, [foto abaixo] uma mãe do Oregon (EUA), enregelou-se: num pacote para Halloween “made in China” que ela comprara na loja Kmart havia uma carta escondida meticulosamente. Grafada num inglês trêmulo, a mensagem [foto abaixo] falava de um cenário de horror. O autor estava preso num campo de trabalho forçado no norte da China, trabalhando 15 horas diárias durante toda a semana sob o látego de desapiedados guardas.

“Se você comprar este produto, por favor, mande esta carta para a Organização Mundial de Direitos Humanos” – leu Julie.“Milhares de pessoas na China, que sofrem a perseguição do Partido Comunista, ficar-lhe-ão gratas para sempre”.

Entrementes, o autor – Zhang, 47 – conseguiu sair da fábrica-prisão. Como muitos outros ex-detentos, ele descreveu o universo carcerário socialista marcado por abusos estarrecedores, espancamentos frequentes e privação de sono de prisioneiros acorrentados semanas a fio em posições doloridas. A morte de colegas por suicídio ou doenças fazia parte do pão quotidiano.

Corrobora-o Chen Shenchun, 55, que passou dois anos num desses campos: “Às vezes os guardas puxavam-me pelos cabelos, colavam na minha pele barras ligadas à eletricidade, até que o cheiro de carne queimada enchia a sala”, disse.

A maioria dos escravos-operários de Masanjia foi presa por causa de sua crença. Mas o regime os mistura com prostitutas, drogados e ativistas políticos. As violências se concentram naqueles que se recusam a renegar sua fé.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Titanic: cores nas fotos em preto e branco revelam luxo e opulência

O Editor Russo Anton Logvynenko, colocou cor nas fotos em preto & branco e deu vida nova na história do navio icônico Titanic, que teve um fim trágico, em 15 de abril de 1912, colidiu com um iceberg e afundou em sua viagem inaugural de Southampton, Inglaterra, para Nova Iorque, onde 1.517 pessoas morreram no desastre.
Vida nova na história do Titanic, o navio mais famoso do mundo, o Editor Russo Anton Logvynenko, nas comemorações dos 101 anos da viagem condenada, usou a tecnologia atual para dar cor em tonalides autênticas, nas fotos em preto e branco,com feitos incríveis.

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Nada é impossível...


Semana difícil de entender


José Manuel
Esta semana, está difícil de entender e olhem que ainda não acabou. Para nós, do Aerus, nos aguardam duas coisas:
A "reunião técnica” de amanhã, 30-08, conforme notícias não oficiais, e outras notícias veiculadas hoje na mídia, que nos servem de parâmetro ao que pode nos acontecer, estando nas mãos do governo.
A primeira é de que um diplomata, foi punido por prestar socorro a um senador com exílio concedido na embaixada brasileira já há mais de 1 ano e condições precárias de saúde. O diplomata perdeu o emprego e foi banido da diplomacia por estar aplicando o princípio universal dos direitos humanos: o socorro!

A segunda é a de que o presidente do STF solicitou aumento nos vencimentos dos membros da casa, alegando perdas salariais em 2012. O aumento solicitado é para o valor de R$ 30.658,00, impactando o orçamento do poder judiciário da união em R$ 149 milhões.
Esse mesmo Ministro esta semana alegou que "justiça que tarda não é justiça", referindo-se ao julgamento do mensalão, ou seja, de corruptos que lesaram a Nação.

E nós, do Aerus, que estamos esperando que a sua vista melhore rápido, e que a justiça realmente se faça, podemos significar um rombo na união de proporções bíblicas, difíceis de controlar e com reflexos negativos à Nação. Foram estas as palavras de um seu colega, inferior hierarquicamente, mas que fará jus ao salário pretendido, pelo seu presidente.
A terceira é a que um deputado, julgado e preso por corrupção, não perdeu o seu cargo porque seus colegas, 104 parlamentares, deixaram de comparecer ao ato em que seria decidida a sua cassação. E aí, a república tem um preso que é deputado!
Bom, e aí? Com estes antecedentes na semana, o que será que podemos esperar para amanhã?
Só o amanhã dirá. Não é?
Título e Texto: José Manuel, ex-tripulante Varig, 67 anos

Ana Amélia cumprimenta ministra Cármen Lúcia pela fundamentação de voto no Caso Aerus



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Barbosa pede que Câmara aumente salários de ministros do STF para R$ 30.658

Foto: Pedro Ladeira/Folhapress
O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, solicitou nesta quinta-feira (29) à Câmara dos Deputados que o salário de seus pares na Casa seja reajustado para R$ 30.658,42. Se aprovada, a medida impactará em pouco mais de R$ 598 mil no orçamento anual do Supremo, e em cerca de R$ 149 milhões no orçamento do poder judiciário da União.
A proposta, que já chegou à mesa diretora do legislativo na forma do projeto de lei, seguirá para análise das comissões – como as de Constituição e Justiça, Administração e Finanças e Orçamento – e determina que o reajuste vigore a partir de 1º de janeiro de 2014. Hoje, o salário de um ministro do STF é de R$ 28.059,29.

O pedido de reajuste foi formalizado no mesmo dia em que o Ministério do Planejamento anunciou o novo valor do salário mínimo: R$ 722,90, também a partir de 1º de janeiro de 2014. O texto deve ser votado pela Câmara e pelo Senado, até o fim do ano, para que o reajuste possa valer.
No final de 2012, o Congresso já havia aprovado aumento de 15,8% aos ministros do Supremo, mas escalonado em três anos --o que daria índice de pouco mais de 5,2% por ano, a partir de janeiro do ano que vem. Assim, o salário iria a R$ 29.462,25 em janeiro.
Com a proposta de hoje, no entanto, os 5,2% sofrem um acréscimo de 4,06% e ultrapassam os 9,32%, a partir de janeiro.

O reajuste de salário dos ministros do Supremo equivale ao teto do funcionalismo público. Com isso, as modificações de valores ditam o efeito cascata que passa a valer não apenas para o restante da magistratura, como para outras carreiras públicas, como governadores e deputados.
Na matéria, Barbosa justifica que o reajuste é necessário para aliviar perdas decorrentes da inflação de janeiro de 2012 a dezembro deste ano.
Do Portal UOL Notícias, 29-8-2013
Colaboração: José Manuel

Saúde em agonia: médicos fantasmas em Araruama (RJ)

video

Via José Manuel
 
Não será só em Araruama que 'isto' acontece...

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A classe médica brasileira se acha...

Profundamente...

29-8-2013

Juramento dos postulantes a uma cadeira na Academia Brasileira dos Malas


1º) Ser um " mala " convicto.
2º) Escrever sempre com a certeza de que vai incomodar aqueles que te desrespeitam.
3º) Usar sempre uma linguagem, compreensível e dentro das regras do nosso idioma.
4º) Jamais usar termos chulos ou que venham a comprometer a individualidade de qualquer pessoa ou seus familiares.
5º) Procurar levar ao conhecimento da sociedade a mensagem, de que pessoas ou órgãos públicos continuam a infringir as regras básicas de um inter-relacionamento humano saudável e responsável.

6º) Não hesitar em escrever tudo o que incomoda a essa mesma sociedade.
7º) Escrever muito e sempre que puder, incomodar, relatando fatos que a sociedade desconhece.
8º) Ser "mala", não significa somente escrever. Deve ser também presencial e de preferência junto aos que quisermos incomodar.
9º) Participar de eventos, cuja mensagem chegue bem clara aos que quisermos incomodar.
10º) Provar aos que não acreditam, que podemos ser "malas" durante muito tempo e o tempo todo, até que nossas vidas não sejam mais corrompidas por elementos nocivos à sociedade em que vivemos, e que todos sejam conhecedores disso.
Título e Texto: José Manuel, 29-8-2013


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Mohamed Dajani: o moderado

Foto: Yossi Zamir/Flash 90
Mohamed Dajani traz sempre no carro o livro de Amos Oz, Contra o Fanatismo.
Para este ex-líder estudantil da facção palestiniana Fatah, “ser moderado quando o extremismo está na moda é totalmente revolucionário”, citado pelo diário israelita HAARETZ. Diretor do departamento de Estudos Americanos da Universidade Al-Quds (Jerusalém), lançou, em 2007, o Wasatia, um movimento político e social assente na moderação, pluralismo, justiça e democracia, conceitos que o Corão consagra, diz. Hoje, reconhece que “os palestinos não acreditam mais na política e nem no processo de paz”.
Mohamed Dajani nasceu em 1946, no bairro alemão de Jerusalém. Em 1948, quando os judeus ocuparam os bairros árabes, a sua família fugiu para o Egito. A sua casa, vazia, foi confiscada pelo Estado israelense.
Dajani estudou na Universidade Americana de Beirute e, em 1967, tornou-se dirigente da Fatah. Em 1975, o seu ativismo político levou as autoridades libanesas a expulsá-lo para a Síria. Saíu da Fatah e, em 1993, obteve um visto para voltar para casa.
Então, um episódio mudou a sua visão do conflito israelo-palestino. No hospital Hadassah, em Jerusalém, viu os médicos darem, ao seu pai e a outros árabes, a mesma atenção que davam aos pacientes judeus. “Foi a primeira vez que vi o lado humano dos israelenses”, diz.
Fonte: Courrier Internacional, setembro 2013