quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Venezuela And The Myth Of Kinder, Gentler Socialism

Ben Shapiro

Venezuela is a socialist country. Venezuela is also a dictatorship. Currently, Venezuela has fallen into open violence and complete chaos, with the strongman Nicolas Maduro ordering troops to open fire on those attempting to bring humanitarian aid into the country.


Yet, strangely, Maduro still has his defenders.

Sen. Bernie Sanders [photo], I-Vt., the leading declared Democratic 2020 presidential candidate and avowed socialist, refuses to label Maduro a “dictator.”

Photo: Sean Rayford, Getty Images

Sen. Chris Murphy, D-Conn., said in full 9/11 truther mode, “Democrats need to be careful about a potential trap being set by Trump et al in Venezuela. Cheering humanitarian convoys sounds like the right thing to do, but what if it’s not about the aid?”

Fresh face of the Democratic Party Rep. Alexandria Ocasio-Cortez, D-N.Y., has remained shockingly silent about Venezuela, except to tell The Daily Caller News Foundation, “I think that, you know, the humanitarian crisis is extremely concerning but, you know, when we use non-Democratic means to determine leadership, that’s also concerning, as well.”

Rep. Ilhan Omar, D-Minn., another fresh face of the Democratic Party, grilled U.S. envoy to Venezuela Elliott Abrams in an obvious attempt to stall on behalf of a gentler approach to Maduro.

Why the shocking unwillingness by the socialist hard-liners in the Democratic Party to condemn Maduro and join the rest of the world in calling for his ouster?

After all, we’ve been assured by Sanders, AOC, Omar, and others that true socialism isn’t at stake in Venezuela—true socialism can be found in nations like Sweden, Norway, and Denmark. Yet even so, these socialist Democrats can’t find it in their hearts to cut ties with Venezuela.

How strange.

[AERUS] Thomaz Raposo rebate Graziella Baggio

Em Mensagem do Presidente da APRUS, recebida, por e-mail, hoje, quinta-feira, 28 de fevereiro, Thomaz Raposo rebate comentário de Graziella Baggio, postado na página do Facebook “Sobreviventes do Aerus”, ontem, 27 de fevereiro.


Bom dia,
Volta e meia nos surpreendemos com mensagens de pessoas ou mal-intencionadas ou mal esclarecidas que geram dúvidas naqueles menos informados, aproveito assim para comentar certa mensagem que navega pela internet lançando dúvidas e venenos.

Assim acompanhemos os “escritos” e em seguida meus comentários em negrito:

“...é absurdamente revoltante os próprios participantes sequer ter noção do calendário de pagamento de algo que conquistamos e sequer podemos dizer que é eterno, por se tratar de uma tutela, mas que está garantindo a sobrevivência de cada participante e familiar.”

Frases de efeito sem nexo, pois todos nós sabemos que existe verba no orçamento da UNIÃO e que o pagamento do AERUS sai sempre no segundo dia útil do mês, mas é importante nos alertarmos sobre a garantia da tutela, pois na verdade há pessoas que desejam com todas as suas forças que a defasagem tarifária, que é a garantia da antecipação de tutela, vá para a área de falência, e então todos nós assistidos, pensionistas e não assistidos nada viríamos a receber.

“Ao mesmo tempo apoiarem uma campanha que inclusive iniciamos em 200, por um acordo com o objetivo de se manter a Varig voando.”

Pergunto que acordo foi este e com quem? Este apoio serviu para vender a VARIG por preço pífio, e que para espanto de todos se transformou em outra coisa logo em seguida quando a parte boa da VARIG foi comprada pela GOL por quase sete vezes mais... que acerto hem?

Este apoio criou a FLEX, que tinha que se recuperar com a fantástica frota de 1, isto mesmo, um avião, e seu apoio se completou com um trabalho que até hoje nenhum ou apenas alguns privilegiados receberam suas rescisões trabalhistas.
 
“Defendemos o acordo sempre, mas sempre tivemos cuidado em qual momento iríamos investir na campanha.”
“Da forma que o que está sendo feito hoje eu elogio, mas em função da posição do atual governo em não fazer acordo, entendemos é perigoso e que é necessário a AGU se manifestar na execução para podermos combater seus argumentos que sequer temos ideia.” 

Não existe nenhum movimento do governo neste sentido, a AGU vai ter que se colocar em razão da insistência da vara de falência em requerer a defasagem tarifária. Empresas e valores foram colocados como credores após o encerramento da recuperação judicial que transitou em julgado, e somente foi recusada pela Fundação em razão da falta de balanços por parte da Delloite.
Este fato é do conhecimento da AGU que recebeu esclarecimentos devidos desde o ano passado.

[Coluna do Almir] Proposta para uma Reforma da Previdência mais realista

Almir Papalardo

Prezados Senhores Parlamentares:

Uma terça parte de aposentados do INSS terrivelmente prejudicada, correspondendo aproximadamente a dez milhões de ex-trabalhadores segurados do RGPS, desesperados e desesperançados pelo massacre que vêm sofrendo por parte de equipes econômicas mais confusas que criativas, fazem uma desesperada e surpreendente proposta ao Congresso Nacional, como tábua de salvação, para tentar evitar o catastrófico naufrágio que ameaça já há duas décadas a frágil embarcação condutora das suas efêmeras aposentadorias!

Como é sabido esses discriminados aposentados que garantiram com suas maiores contribuições ao INSS uma aposentadoria superior ao valor do salário mínimo, estão com seus benefícios sendo corrigidos por três governos sucessivos com um índice menor de aumento, vitimados pelo esquisito aumento dos aposentados com dois percentuais diferentes! O aposentado por ter se afastado do mercado de trabalho, realmente não pode pretender nivelar-se ao trabalhador da ativa, não pode querer isonomia, mas, também não pode, ter seus benefícios diminuídos! Artigos da Constituição de 1988 e Estatuto do Idoso de 2003 que garantiam ao aposentado e a pensionista a manutenção do seu poder aquisitivo, não foram respeitados com a covarde, desleal e criminosa desvinculação da correção das Aposentadorias versus reajuste do Salário Mínimo!! 

Com este critério confuso e injusto o aposentado detentor de uma aposentadoria melhorada já arca com uma rapinagem feita nos seus benefícios, uma defasagem brutal e inimaginável!! Para ratificar esta acusação, cito o meu próprio exemplo: Me aposentei com OITO salários mínimos, e hoje, com um pedido desesperado de SOS, recebo apenas três pisos... com um amedrontador fantasma anunciando que o meu benefício, proximamente, será reduzido para apenas um salário mínimo!! Que barbaridade...

Com a Reforma da Previdência que poderá ser aprovada os aposentados e pensionistas tinham esperanças e ilusão de que tal "Aposentadocídio", contra velhos fragilizados e indefesos, seria anulado, mas, caímos na real ante a inviabilidade dura e evidente na proposta apresentada no Congresso Nacional! Até porque, a intenção do governo não é aumentar proventos e sim, diminuí-los, até onde for possível.

[Para que servem as borboletas?] Para que servem as associações?...

Valdemar Habitzreuter

Forças isoladas se dispersam e ao final tornam-se fracas. Pouco adianta uma pessoa solitária gritar por justiça e direito; seu grito pode até ser ouvido a quem endereçado, mas bate fraco nas autoridades que se farão de moucos; “uma andorinha só não faz verão”. Tampouco vozes dissonantes e distantes serão ouvidas, falta a elas a convergência uníssona.

Nós ex-trabalhadores da Varig - muitos agora aposentados do Aerus e os que ainda têm esse direito - enquanto estávamos na ativa tínhamos nossas associações, tínhamos a APVAR, a AMVVAR, a ACVAR que eram canais de reivindicações. E funcionavam muito bem porque numa associação as vozes não se dispersam e têm, portanto, força e poder de barganha.

Hoje já não temos mais essas associações para tratativas com a Varig, pois esta jaz morta por culpa de imbecis. Mas, temos a questão da indenização da DT à que a ex-Varig faz jus e, como sabemos, está demorando muito a que haja uma definição, e nos perguntamos: quando vem esse dinheiro, qual o montante, a quem é destinado prioritariamente, etc., etc.

É claro que há pessoas e instituições jurídicas cuidando disso e estamos torcendo a que cheguem a um final justo. Mas, por outro lado, apesar de a Varig não existir mais, há o Aerus que congrega milhares de pessoas que usufruem da tutela antecipada que a União repassa por força da Justiça ao Instituto. No entanto, está sob intervenção e, por isso, a incerteza de sua subsistência se o dinheiro da indenização não aparecer já.

Esclarecimentos sobre o marxismo cultural

Péricles Capanema


Ventilo hoje tema pouco presente na imprensa diária, ainda que sobeje em publicações especializadas. Árido para alguns, reconheço, tem enorme importância; faz parte da agenda de movimentos que resistem com discernimento ao avanço da revolução. Afirmam eles com razão, reagem ao que denominam marxismo cultural. E, congruentemente, denunciam ações coordenadas em âmbito mundial visando a expansão demolidora das teses e dos objetivos do marxismo cultural. Um motivo a mais, me tem sido pedido, escreva sobre o marxismo cultural. Vamos a ele, poucos esclarecimentos, por cima, o espaço é pequeno e também a paciência do leitor.

Para o começo, lembro conceitos fundamentais, meio rebarbativos. O marxismo é evolucionista, determinista e materialista. Pela teoria marxista, na base de tudo está a matéria que não é inerte; move-se segundo leis internas de substância hegeliana — em resumo, tese-antítese-síntese. Estamos em presença de dogma delirante, mas é o materialismo dialético. Na vida dos homens, também eles pura matéria, reflete-se tal realidade, e temos então o materialismo histórico. Os homens evoluiriam segundo as mesmas leis — tese-antítese-síntese. Uma situação cria outra que lhe é oposta. Do choque das duas nasce uma terceira, a síntese que, por sua vez, transforma-se em tese. E assim vai.

Segundo o marxismo, o determinante na história é a economia. E na economia os meios de produção, soma de meios de trabalho e objetos de trabalho. Os meios de produção estão na base das relações de produção. As forças produtivas e as relações de produção dariam origem aos modos de produção. Existem sete modos de produção: primitivo, asiático, escravagista, feudal, capitalista, socialista e comunista. Um leva ao outro. Temos aqui a infraestrutura. A superestrutura são as ideias e instituições (entre elas, o Estado) que justificariam e garantiriam os modos de produção. O socialismo nasceria apenas depois de a sociedade capitalista estar bem desenvolvida. Por sua vez, o comunismo só depois do desenvolvimento do socialismo.

Para o momento, o importante é o determinismo da doutrina marxista. Em doutrina, por ser determinista, desvaloriza o ato volitivo e relativiza por inteiro o bom, o mau, o belo, o feio, o justo e o injusto, colocados na superestrutura, dependentes das relações de produção. Até a ação política e o proselitismo.

Na prática, os partidos comunistas nunca agiram segundo a pura doutrina marxista. Não foram deterministas, esperavam da ação partidária a aceleração do dia em que surgisse o homem novo sonhado pela utopia. Aqui convém lembrar a contribuição de Lênin, que trouxe para a doutrina um jacobinismo inexistente em Marx, o que gerou o denominado marxismo-leninismo, presença esmagadora em todo o século XX. Muito resumidamente, o leninismo colocou ênfase na conquista do Estado. Com o Estado nas mãos, criar a economia nova, a sociedade nova, o homem novo.

O pouco amor dos portugueses pela liberdade. E o triste amochar de que “quem se mete com o PS, leva”

José Manuel Fernandes

Uma picardia aqui, um despacho acolá, uma nomeação além, todos os dias vamos deixando que o governo tenha mais poder e os cidadãos mais constrangimentos. Triste sina de um país que não ama a liberdade

Costuma dizer-se que o diabo está nos detalhes, mas é realmente nos detalhes que se revela a natureza das pessoas, sobretudo se políticos, sobretudo se dissimulados.

Costuma também dizer-se que a natureza das pessoas se nota nos tempos mais difíceis, face às contrariedades. É aí que melhor se nota que há quem não tolere ser contrariado. Até quem não suporte a independência dos outros, das pessoas, das organizações, das empresas ou das instituições.

Por isso começo por uma dificuldade e por um detalhe, sendo que o detalhe que me incomoda, por ser revelador, é a súbita fúria contra o crowdfunding. Tivemos tudo, de teorias da conspiração a um despacho especial do primeiro-ministro, passando pela Procuradoria Geral da República e pela ASAE. Um verdadeiro case study.

Até aqui há uns meses o recurso a crowdfunding era visto por todos como uma forma moderna e solidária de apoiar causas com poucos recursos financeiros. Uma espécie de peditório moderno, aberto a todos, acessível a partir de qualquer canto do mundo e, vejam lá, bem mais transparente do que os peditórios tradicionais, em que as notas depositadas nos “mealheiros” não levavam atrás o registo de qualquer NIB. O crowdfunding era mesmo uma coisa “cool” pois permitia aos pequeninos juntar os fundos que só estariam ao alcance dos grandes. Nesse tempo até o PS usava crowdfunding.

Mas isto foi antes de uma campanha de crowdfunding se virar contra a agenda política do PS – e de António Costa. A partir desse momento passou a ser uma coisa do diabo, a precisar de novas leis – coisa de que o grupo parlamentar se encarregou diligentemente – ou mesmo da intervenção pessoal do primeiro-ministro.

Costa fez o que não é habitual – um despacho em cima de outro despacho e apenas para destacar um ponto do parecer da PGR – e só com um objetivo: estabelecer claramente a “ilicitude de greves financiadas mediante o recurso a esquemas de financiamento colaborativo (crowdfunding”)”, algo “de extraordinária importância, não só para o setor da saúde, mas para todos os demais setores da Administração Pública”.

Não tenhamos, pois, medo das palavras: o despacho do primeiro-ministro teve como objetivo limitar a liberdade sindical limitando drasticamente as condições em que se podem constituir fundos de greve.

O que é que está em causa nestas singelas linhas? Conhecendo a realidade portuguesa, estão em causa fundos de greve. Já discuti as condições da greve dos enfermeiros e não vou voltar ao assunto, mas independentemente do que se pense da forma de atuar dos sindicatos em Portugal é sabido que faz parte da liberdade sindical, na generalidade das democracias liberais, permitir que estes constituam fundos de greve. Por regra fazem-no através das quotas que cobram aos associados, algo que o baixo índice de sindicalização no nosso país torna por regra inviável. Neste quadro, quando uma greve se prolonga – e a greve dos enfermeiros não foi a primeira a prolongar-se – tem havido recolha de fundos para compensar os grevistas. Se não chamássemos crowdfunding ao “financiamento colaborativo” talvez nem percebêssemos que este se processava numa plataforma eletrônica e não através da circulação de caixas mealheiro.

Venezuela: risco calculado?

Luiz Gonzaga Schroeder Lessa

Nos últimos dias, a América do Sul foi sacudida por considerável instabilidade política na Venezuela, precipitada pela entrada no país da chamada “ajuda humanitária”.

Capitaneada pelos Estados Unidos da América, formou-se, em muito pouco tempo, uma sólida cooperação de cerca de 60 países, Brasil incluído desde a primeira hora, que reconheceram como legítima a autoproclamação de Juan Gaidó como presidente interino da Venezuela. E chegamos ao tão propalado dia 23 de fevereiro, data previamente marcada para a entrada da ajuda humanitária em território venezuelano, a partir das fronteiras do Brasil e da Colômbia, o que foi considerado por Maduro como uma interferência indevida nos assuntos internos do país. Discordâncias à parte, é difícil não considerar essa ação como, de fato, uma interferência no país vizinho, por mais que a diplomacia tente descaracterizar essa condição.  

A união episódica dos Estados Unidos da América com países da Comunidade Europeia e da América Latina, caracterizou   o que sempre tememos possa ocorrer para a Amazônia: a imposição, por organismos internacionais, de medidas restritivas que afetem a nossa soberania, por supostamente contrariar eventuais políticas relacionadas ao meio ambiente, à problemática indígena ou a ocupação espacial. O entusiástico apoio da nossa diplomacia à essa intervenção abre um perigoso precedente para o Brasil.

A quase unanimidade da comunidade internacional reconhece  que o governo corrupto de Maduro não pode continuar e que isso só ocorrerá com a tomada de posição das  forças armadas bolivarianas, disputadíssimas por todas as partes envolvidas:  o governo tentando, a todo  custo,  manter a sua lealdade, e a oposição buscando fracionar a sua unidade  e angariar a sua confiança.

Ao reconhecer Gaidó como presidente interino, Brasil, Estados Unidos da América e demais países esperavam por uma rápida deterioração do governo Maduro, o que não ocorreu. Além do aumento das pressões norte-americanas já existentes, foi planejada a ajuda humanitária, que serviria para amenizar as agruras da população, mas, também e principalmente, como um teste de lealdade das forças armadas bolivarianas.

Apesar dos violentos protestos que resultaram em vários mortos e feridos, a ajuda humanitária não logrou adentrar o território venezuelano, fato que reforça a solidez do governo Maduro, comprovada por milhares de fiéis seguidores que compareceram ao comício por ele promovido   em Caracas, e enfraquece Gaidó, que terá que buscar novas formas de luta.

Charada (768)

Animal
está para
Lâmina,
assim como
25735
está para:

a. 53752
b. 37523
c. 72325
d. 23572

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Porto vai parar no sábado

Jean Wyllys foi ignorado pelo POVO português

O patético, covardão e decadente Jean Wyllys terminou a sua tournée pelos ghettos da extrema-esquerda portuguesa – sem votos, mas com jornais e etc. – hoje, 27 de fevereiro de 2019, em Lisboa.

‘Apresentou-se’ na Casa do Alentejo (?!).


Fui dar uma olhada.

Calculo que tivesse mais gente na fila para sorver tão deslumbrante palestra do que na manif dos contra, convocada pelo PNR-Partido de Renovação Nacional. Se nesta aparecia a bandeira de Portugal, na fila só vi a ‘bandeira’ do MAS-Movimento de Alternativa Socialista.

Cheguei, fotografei e filmei. (E, mais uma vez, confundi o início da gravação! É o que dá dispensar os óculos! 😊) Anyway, eis o registro:

Desperdício de ovos

Felipe Moura Brasil, Augusto Nunes e José Maria Trindade mostram o vídeo do momento em que o auto exilado ex-deputado quase toma uma ovada em palestra em Portugal.


Os Pingos nos Is, 26-2-2019

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Conheça o bastante de Glenn Greenwald

Glenn Greenwald e Caio Coppolla discutem sobre ditadura na Venezuela.


Pânico Jovem Pan, 25-2-2019

Charada (767)

Filomena comprou
50 biscoitos e distribuiu-os
por dois sacos.
Como poderá
um dos sacos ter
o dobro dos biscoitos
do outro saco?

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

CNT/MDA: 55,4% dizem que governo Bolsonaro está sendo melhor que a gestão Temer

Estadão Conteúdo

Foto: AFP
A maior parte da população brasileira considera que, até o momento, o governo Jair Bolsonaro é melhor que o do ex-presidente Michel Temer. Segundo pesquisa CNT/MDA divulgada nesta terça-feira, dia 26, 55,4% acreditam que o atual governo está sendo melhor do que o antecessor, 24,3% acham que está sendo igual e 8,7% que está sendo pior. Outros 11,6% não souberam ou não quiseram responder.

Em relação ao governo da ex-presidente Dilma Rousseff, 55,9% consideram que o governo Jair Bolsonaro está sendo melhor, 14,5% acham que está sendo igual e 19,4% acreditam que a gestão de Bolsonaro é pior do que a da petista. Outros 10,2% não souberam ou não quiseram responder.

Para esta pesquisa, foram realizadas 2.002 entrevistas em 137 municípios de 25 Unidades da Federação entre os dias de 21 e 23 de fevereiro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, considerando o nível de confiança de 95%.
Título e Texto: IstoÉ, 26-2-2019

A CONCLUSÃO da Confederação Nacional do Transporte, que pode ser acessada aqui:
               
Os resultados da 143ª Pesquisa CNT/MDA mostram avaliação positiva do Presidente Jair Bolsonaro, com 57,5% dos entrevistados aprovando seu desempenho pessoal, maior índice obtido por um presidente desde novembro de 2013. Há ainda a percepção de que seu governo está sendo melhor do que de seus antecessores, Michel Temer e Dilma Rousseff.

[Aparecido rasga o verbo] Enlaces externos

Aparecido Raimundo de Souza

“Aqui “nois” fere e mata e fica por isso mesmo”.
Lema da antiga Organização (Kikikikikiki...) ‘LE COCQ’ Rio de Janeiro 1965.

ADÉLIO BISPO DE OLIVEIRA, decididamente não conheceu Adelaide Carraro. Nem sabe quem é, ou quem foi esta personagem tão importante da história, ou melhor, da literatura brasileira. Adelaide Carraro, ícone indexical, escreveu 40 livros, entre eles, o romance “Eu mataria o presidente”, isto nos idos de 1966.

É bom que se diga Adelaide Carraro nunca cumpriu a promessa de matar o presidente. Todavia, o livro da escritora natural de Vinhedo, interior de São Paulo, correu o mundo e lhe deu fama a dinheiro. Adélio Bispo de Oliveira, de 40 anos, solteiro, natural de Montes Claros, nas Minas Gerais, não leu o livro de Adelaide Carraro.

Entretanto, orientou a sua bússola para a desolada tentação de matar o então candidato à presidência, o militar da reserva e político, Jair Bolsonaro (hoje presidente) em 6 de setembro de 2018, quando o mesmo fazia campanha eleitoral na cidade de Juiz de Fora. Em face desta cavilação sarcástica e mal pensada, sua figura correu o mundo e lhe deu fama e notoriedade. Dinheiro? Talvez! Difícil saber...

Tão difícil e embaraçoso quanto sem nexo e desproposital se apresenta este caso até o momento.  Para os senhores terem uma ideia, até agora, a auspiciosa Polícia Federal anda às cegas, às apalpadelas, sem conseguir desvendar o fabuloso mistério. De certa forma, isto “fedemal”. Não só para a instituição, como para todo o povo brasileiro. 

O que se sabe, ou o que nos passaram, até o instante de escrevermos este texto (quase cinco meses após o incidente), é que Adélio Bispo de Oliveira é um homem estranho, esquisito, naufragado dentro de seus túneis de sonambulismos mal construídos. Existem “pessoas” que juram a pés juntos, ter ele, ou ser ele portador de problemas mentais.  

De pouco falar e este pouco, bem pensado, para não cair em contradições ou armadilhas. Conceituadíssimo no meio em que vive. Verdade, amados. Lembrem que logo após a facada, o grofundo provou ter excelentes amigos, e, lógico, confuscóficos advogados.

Figuras que em nome da lei, com suas dunas e périplos, mostraram, num primeiro momento, serem rápidos no gatilho. Como nó em éter, estes profissionais do direito conseguiram se livrar das cuecas sem bolinarem nos colhões.

Num segundo momento adiante e mesmíssimo norte, fantasiados de doutores, terninhos de marca não demoraram tempo algum, para aparecerem com a corda toda diante do delegado e do juiz e ainda a depois, no tribunal, com uma enxurrada de medidas para colocar, ato contínuo, o seu constituído em liberdade.

Charada (766)

Qual o
fruto
que se esconde
nesta estranha
palavra?
SOREMBAFA.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Tadinha da Folha, tão perseguida! Acostume-se, você também!

A matéria abaixo transcrita é de 16 de dezembro do ano passado. Por duas vezes apareceu no meu twitter. À terceira, resolvi dar uma olhada.

Em itálico, informações colhidas na Wikipédia; em azul, meus singelos comentários.

Folha é criticada por presidentes desde Getúlio Vargas
Generais da ditadura militar, além de líderes eleitos como FHC, Lula e Bolsonaro, também tiveram jornal como alvo

Nelson de Sá

Em 1930, a Folha questionava Getúlio Vargas insistentemente e se tornou alvo de seus apoiadores. Quando ele chegou ao poder, os getulistas de São Paulo festejaram empastelando o jornal, pondo fogo no mobiliário, nas máquinas de escrever.

Revolução de 1930 foi o movimento armado, liderado pelos estados de Minas Gerais, Paraíba e Rio Grande do Sul, que culminou com o golpe de Estado, o Golpe de 1930, que depôs o presidente da república Washington Luís em 24 de outubro de 1930, impediu a posse do presidente eleito Júlio Prestes e pôs fim à República Velha.

Com a quebra da Bolsa de Nova Iorque, ocorrida em outubro de 1929, iniciou-se uma crise econômica de escala mundial, esmagando todas as economias com alguma participação nos mercados internacionais, caso do Brasil e suas exportações de café. Em 1929, lideranças da oligarquia paulista romperam a aliança com os mineiros, conhecida como política do café com leite, e indicaram o paulista Júlio Prestes como candidato à presidência da República. Em reação, o presidente de Minas Gerais, Antônio Carlos Ribeiro de Andrada apoiou a candidatura oposicionista do gaúcho Getúlio Vargas.

Em 1 de março de 1930, foram realizadas as eleições para presidente da República que deram a vitória ao candidato governista, que era o presidente do estado de São Paulo, Júlio Prestes. Porém, ele não tomou posse, em virtude do golpe de estado desencadeado a 3 de outubro de 1930, e foi exilado. Getúlio Vargas assumiu a chefia do "Governo Provisório" em 3 de novembro de 1930, data que marca o fim da República Velha no Brasil.


Ó tadinha! Comparar 1930 – momento revolucionário, ou golpista, chame como quiser - com 2018 é o quê, hein?
A Folha não nos lembra quais as insistentes questões que colocava a Getúlio Vargas.

Em 1977, a ditadura militar não gostou da publicação de uma coluna em branco, para marcar repetidamente a prisão do colunista Lourenço Diáferia, e o general Hugo Abreu ligou do Palácio do Planalto para o publisher Octavio Frias de Oliveira: “Vamos fechar o seu jornal”, declarou.

Em 1977 a “ditadura militar” já levava TREZE anos de ditadura!
Jair Bolsonaro leva 55 dias!

Primeiro presidente eleito após a redemocratização, Fernando Collor foi além e em 1990, com menos de três meses no cargo, mandou a Polícia Federal invadir a Folha.

Jake Tapper, da CNN, igual a si mesmo


Zapeando para chegar a um telejornal “jornalístico”, passo pela CNN. É o Jake Tapper ‘apresentando’: aborda-se o assunto Coreia do Norte.
Resumo: Donald Trump é um merda!

O teatro do Papa bom e da Igreja má

FratresInUnum.com

No Brasil, já estamos acostumados com políticos que fingem honestidade em público, mas que se permitem, em privado, fazer todos os abusos, enquanto a população honesta trabalha e paga os seus impostos. O quadro é o mesmo e dele estamos fartos! Agora, no encontro sobre “a proteção dos menores na Igreja Católica”, a alta hierarquia, sob a direção de Papa Francisco, encena uma moralidade que nunca respeitou, com requintes de sentimentalismo afetado e discursos comoventes, muitas lágrimas e fotografias tocantes por todos os lados.


Nos últimos dias, foi publicado um livro em que o autor sustenta que a renúncia de Bento XVI foi causada justamente pelo lobby gay, provocando-se, assim, o conclave em que Francisco foi eleito para sucedê-lo. Quem não se lembra que, meses antes de sua renúncia, fora entregue ao pontífice alemão o famoso relatório redigido pelos cardeais Tomko, de Giorgi e Herranz sobre a homossexualidade na cúria romana? Em sua primeira visita a Ratzinger depois de eleito, Francisco recebeu do próprio papa emérito o famoso relatório, nunca publicado, cujo conteúdo é completamente desconhecido em seus detalhes, mas que decerto não foi considerado…

Julgamentos

Nelson Teixeira

Se ofensas, pois, caírem-lhe na alma, compadeça-se do agressor e prossiga em frente, dando ao mundo e à vida o melhor que possa.

Aos que tombam na estrada, basta o ferimento da queda; e aos que fazem o mal chega o fogo do remorso a comburir-lhes o coração.

Nunca queira ter em suas mãos a condição de decidir ou punir quem quer que seja.

Já possue obrigações enormes para ficar julgando os outros sem as mínimas condições para tanto. Cada um será cobrado pela sua própria consciência.
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 25-2-2019

Charadas (765)

Três casais passavam férias nas
Caraíbas. Certo dia, choveu tanto que a
rua de acesso ao hotel ficou transformada
num autêntico rio. Por isso, para
conseguirem sair do hotel e chegarem
ao outro lado da rua, os três casais
tiveram de utilizar um pequeno barco
que o gerente lhes forneceu.

Considerando que o barco só podia
transportar três pessoas de cada vez,
e que as mulheres não deixavam que
os seus maridos permanecessem no
barco, ou noutro sítio qualquer, junto
das outras esposas sem que elas
estivessem presentes,
qual o menor número
de travessias que eles fizeram, utilizando
só aquele barco, para chegarem
ao outro lado da rua?

domingo, 24 de fevereiro de 2019

[Para que servem as borboletas?] A árvore que plantamos...

Valdemar Habitzreuter

Nosso colega José Manuel da Rocha Costa expressa bem o que representa o Aerus para todos nós aposentados e os ainda não incluídos (mas, com certeza o serão): “uma árvore forte que nos trará frutos permanentes”.

Todos nós temos alguma experiência de como plantar e cuidar de uma planta. É um ser vivo que necessita de ingredientes férteis para seu crescimento e fortaleza.

Nosso Aerus é um organismo vivo constituído por seus membros e merece toda nossa atenção para que não desapareça.

Só há um caminho a seguir: fortalecê-lo num trabalho conjunto de irrigação e cuidados. Forças díspares e isoladas não são suficientes a que tenhamos uma árvore frondosa e garantia de frutos futuros.

Sabemos que há forças antagônicas que desejam o enfraquecimento e mesmo a capitulação do Aerus. Vemos a disputa da indenização da DT com forte tendência a que seja destinada prioritariamente à massa falida em detrimento do acordo que o Aerus e a Varig celebraram no passado pelo ressarcimento dos valores não repassados ao Aerus pela Varig então em crise.

Infelizmente ela faliu e o dinheiro devido não chegou ao Aerus. Este direito, no entanto, de reavermos a grana nos pertence. Com a indenização da TD temos agora essa oportunidade.

Nossa árvore ainda se sustenta em pé embora fragilizada. Temos que lutar em conjunto numa frente só para que ela não seque e vire lenha e carvão a assar churrasco em festejos dos que querem o fim do Aerus.

Há uma associação que se propõe a ficar de olho nestas forças que querem destroçar nossos direitos e também estar vigilante nas ações do interventor do Aerus.

Esta associação é a APRUS que convoca os aposentados a somar forças associando-se a ela com míseros R$ 30,00 mensais. Pense nisso!

Nossa árvore não merece virar cinzas em churrasqueiras de mal-intencionados...  E urge que haja um acordo já entre a União e o Aerus.
Título e Texto: Valdemar Habitzreuter, 24-2-2019

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Colunas anteriores:

[Versos de través] O nosso louco Carnaval

Almir Papalardo


Carnaval é outra festa popular mas longe de ser cristã.
São quatro dias de pique alucinante! É uma festa pagã.
Multidões sambam sem fadiga nos salões abarrotados,
Nas ruas pulam e cantam nos blocos mais empolgados.

Quem é homem, quem é mulher? Tudo é muito confuso!
Fantasias perfeitas em cada disfarce, tudo belo e difuso.
Quem não brinca, mas curte a folia muito se empolga!
Fica abismado com a alegria ativa que jamais se apaga.

Ha chuva de confetes, serpentinas, máscaras e purpurina!
Para manter o som rufam os tambores, cuícas e pandeiros.
Há Pierrôs chorando de ciúmes por sua adorada Colombina!

Após quatro dias de loucuras, as brasas apagam. Viram cinzas.
Esgotados e com forte ressaca voltam os foliões à dura rotina,
No dia mais pesado e odiado do ano, a Quarta Feira de Cinzas!


Aos meus queridos amigos:
Quem gostar de pular no Carnaval que aproveite! Brinque com inocência, com moderação, com o espírito voltado somente para o espairecer, para aliviar a tensão provocada por um 2018 brutal, quando, facilmente, constatou-se que os momentos de total satisfação puderam ser contados a dedos!

As coisas de plástico, como o governo

Vitor Cunha

A perseguição a cotonetes, palhinhas, talheres e garrafas de plástico que esta seita esotérica de brochellas propaga, feita Igreja Universal do Reino de Deus da pantomina azeites para quem precisa de acreditar que não passa de irrelevante bolor no grande esquema das coisas, tem seguidores dedicados em Portugal, zás, toma lá que até andas de lado.

O governo, sempre pronto a apontar ao olho do contribuinte a sua gigantesca piroca fiscal, já anunciou o orgasmo de banir garrafas de plástico antes de sabe-se lá quando (o tempo não funciona da mesma maneira para javardos), isto porque não são biodegradáveis e podem até poluir o próximo incêndio de Pedrógão ou da rata ministeriável da mãe de ministra filha de ministro. Vibradores só de madeira à antiga. Silicone só nas mamas.

Uma garrafa de água do Pingo Doce, a rede de supermercados que organiza conferências para bimbas exigirem que alguém baixe as cuecas em entrevistas para assegurar que o número de pixotas e de conitas dos funcionários é igual – que é para poderem todos pinar ao mesmo tempo na empresa – custa dez ou doze cêntimos.

Estou ansioso para ver as embalagens sem plástico e o seu preço: sugiro garrafas de papel ou de madeira (as árvores são sobrevalorizadas, o pior em Pedrógão, além de uns eventuais eleitores, foram as garrafas de plástico que poluíam o incêndio). Se optarem pelo vidro, que é altamente biodegradável, podeis deixar a garrafa vazia na praia, de preferência na praia onde ministros vão gerar em ministeriável útero uma ministeriável cria. Ou atirar com elas à mona destes ministros, que de gente só têm mesmo a oportunidade perdida de terem sido abortados pelas heroicas mães.

Se é para banir o plástico, não podemos começar pelo governo?
Título e Texto: Vitor Cunha, Blasfémias, 24-2-2019

Washington Post In Hot Water

The Headline

Kentucky student sues Washington Post for defamation; seeks $250 million for "permanent damage to his life and reputation"

The Grind

Nick Sandmann, 16, is suing The Washington Post for $250 million over its coverage of a controversial incident between a Native American elder and a group of students wearing MAGA hats.


The Native American - Omaha tribe elder Nathan Philips - was at the Lincoln Memorial performing an American Indian Movement song as part of the Indigenous Peoples Rally.

Nick and his friends were in DC attending the annual March for Life rally as part of a school field trip. They were instructed to meet at the Lincoln Memorial before heading back to Kentucky.

Video footage of the event appears to show the students mocking Phillips during his performance. In the video, Nick is smiling and standing directly in front of Philips.

The video went viral and the incident was covered by several media sources.

The Details

In a lawsuit filed Tuesday, Nick's attorneys claim The Washington Post "wrongfully targeted and bullied" Nick "because he was the white, Catholic student wearing a red MAGA souvenir cap."

Additional footage of the incident shows a group of black men shouting racist slurs at the students and mocking the Native American activists. The men identified themselves as "Hebrew Israelites," a movement that believes some black Americans are the descendants of an ancient Israelite tribe.

The Israelites described the students as "young Klansmen" and "future school shooters" and laughed at their MAGA hats. They also shamed black students for associating with their "oppressors."

Esperança

Nelson Teixeira

Às vezes é só disso que precisamos...
De um novo amanhecer!

Um novo dia...
Um novo florir de dentro pra fora!

Viver é renascer como o sol.
Sorrir depois de cada dor.
Consertar o coração para sentir o amor.

O dia nos recebe como uma folha em branco.
Vida que segue e se renova.

Deixe o novo entrar …
Ter a certeza que a cada dia nossas esperanças se renovam, e certamente amanhã será melhor que hoje…
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 24-2-2019

Pensando alto] O grão de areia, a gota d'água, o amor e a paixão

Pedro Frederico Caldas

O amor é a força mais abstrata e também a mais sutil que há no mundo.
Mahatma Gandhi

Ponha na palma da mão um grão de areia, bem alvinho. Examine-o bem. Use uma lupa, se necessário. Você faz tudo isso e conclui que é uma coisa insignificante, não serve para nada. Depois, fica intrigado porque me interessei por algo tão sem propósito. Afinal, pensa, interjeitivamente e com alguma razão, que você tem mais o que fazer e eu devo estar com tempo para jogar fora.
               
Sou insistente e peço para você pegar mais um, mais outro e mais outro e uma infinidade de outros mais. Se fosse possível você fazer isso e tivesse tempo infinito você veria que o acúmulo de grãos de areia forma aquelas dunas lindas da Lagoa de Abaeté e dos Lençóis Maranhenses, maravilhas da natureza.
               
Chove. Uma gota d´água escorre por sua face e se mistura a outras, que se acumulam, formam um fio d´água, escorrem em direção a um rio de grande caudal. Aquela gota, tão simples na estrutura, faz parte daquele rio maravilhoso, hábil a matar a sede de tantos, a mover turbinas, que geram energia, que impulsiona as fábricas, ilumina os lares e cidades. E esse rio, como muitos outros, corre, às vezes alegre, às vezes com rompantes, contornando obstáculos até, remansosamente, parar de ser rio, parar de ser água doce, e formar, com muitos outros, mares e oceanos.
               
Aquelas águas dos rios, lagos, mares e oceanos, a pouco e pouco sobem aos céus pela evaporação, formam as nuvens, que formam as chuvas, que vão molhar de novo o seu corpo, trazendo, mais uma vez, aquela gota d´água que beijou a sua face, reiniciando um novo ciclo como uma espécie de eterno devenir.
               
Como coisas pequenas, de aparente insignificado, pelo adunamento, pelo acúmulo, aparentemente sem propósito, se transformam em coisas tão belas e significativas, coisas que formoseiam a natureza e se transformam em utilidades e delicadezas que enriquecem a dão especial significado à vida? Como temos doces lembranças dos ribeirões de nossas infâncias e dos dias que nos abandonamos ao sol das praias, corpos molhados pelos folguedos nas águas cristalinas e salgadas do mar.
               
Agora que notamos que as dunas, os mares e oceanos se formam, em toda a sua grandeza, de coisas tão pequeninas, saiamos do campo da materialidade para o universo das coisas intangíveis e abstratas e especulemos a respeito de que se forma o amor.

[As danações de Carina] Nem sempre a “curiosidade” mata o gato

Carina Bratt

Vivemos tempos inusitados. Pais matam filhos, filhos executam suas mães, postes fazem xixis em cachorros, girafas frequentam shoppings, tartarugas usam hoverboards para andarem com mais velocidade. Estamos na quadra desenfreada do celular apavorante. Hoje em dia, não há um ser humano, na face da terra, que não tenha um destes aparelhos ultramodernos que se ocupam de tudo, inclusive de nos fazerem idiotizados.

Eles cantam, choram em velórios, fazem piadas, tagarelam da vida alheia. Todavia, às vezes, emudecem. Ficam afônicos, deixando seus usuários em estado de desassossego, ou na mais completa loucura, mandando em paralelo, toda a tecnologia de ponta que dizem possuir, para os tempos em que Canaã ainda era conhecida como Palestina e nem havia sido prometida a Moisés.

Existe uma palavrinha que vem embutida numa frase disponibilizada em todos os aparelhos. Não importa a marca. Assim que abrimos, por exemplo, nosso “WhatsApp” para o envio de uma mensagem, aparece uma janelinha tão pequena, tão minúscula que (dependendo do modelo disponível) o “trocinho” vem com uma lupa para que o usuário consiga ler sem embaralhar as vistas.  


Que frase é, ou melhor, que palavrinha está tauxiada no supracitado período? Vejamos primeiro a elocução em si. “AS MENSAGENS E CHAMADAS DESTA CONVERSA ESTÃO PROTEGIDAS COM A CRIPTOGRAFIA DE PONTA A PONTA. TOQUE PARA MAIS INFORMAÇÕES”. Quem não é curioso, pouco se lixa. Os que não perdem a sádica mania do bisbilhotamento, vão em frente. Tocam.

Tateiam delicadamente sobre a base amarelinha. Ao se fazer isto, aparece uma segunda veneziana, agora em letras brancas com os seguintes dizeres. “AS MENSAGENS E CHAMADAS DESTA CONVERSA ESTÃO PROTEGIDAS COM A CRIPTOGRAFIA DE PONTA A PONTA, O QUE SIGNIFICA QUE O WHATSAPP E TERCEIROS NÃO PODEM LÊ-LAS NEM OUVI-LAS”.

Bonitinha a frase, minhas caras leitoras e meus amados leitores vocês não acham? Legal! Tudo bem. Mas e a tal palavrinha? Cadê o bendito brocardo embutido na sentença acima a que fizemos referência? Calma pessoal, aqui está ela. “CRIPTOGRAFIA”. Repetindo um pedacinho da dita. “AS MENSAGENS E CHAMADAS DESTA CONVERSA ESTÃO PROTEGIDAS COM A CRIPTOGRAFIA...”. Meu Deus, CRIPTOGRAFIA! Que vem a ser isto?

A pergunta que os abelhudos trazem à baila. Criptografia o que é? Alguma coisa que se coma? Seria um sanduíche McDonald’iano recém-posto à venda em sua rede de lojas? Um prato raro, tipo arroz cozinhado com leite de jumenta braxafuscadiana servido em restaurantes chiques? Criptografia, meus amigos, nada mais é que uma escrita secreta. Tão secreta, mas tão secreta que ninguém lê. Tampouco entende.

Charada (764)

Se 6 pessoas
comem 6 bombons
em 6 minutos,
quantas pessoas
comerão 80 bombons
em 48 minutos?

sábado, 23 de fevereiro de 2019

[Pernoitar, comer e beber fora] Polvo à lagareiro com batata à murro


O restaurante “Leitões & Companhia”, que não conheço, está dedicado ao conceito de take away. Por duas vezes encomendei o ‘Polvo à lagareiro com batata à murro’, via Takeaway.com (concorrente da Uber Eats – que ainda não apresenta boas opções de restaurantes, disse, restaurantes, não fast-food, na zona onde passo as minhas férias).

Pois bem, por duas vezes pedi o “polvo à lagareiro”, dizia, e por duas vezes gostei muito do dito cujo. Assim como da simpatia da jovem entregadora.

Claro, estando o restaurante em Benfica e a minha mesa em Massamá – a vinte minutos de carro, com trânsito desimpedido – é aceitável a entrega demorar quarenta minutos. Nada que uma breve passagem no micro-ondas não resolva.

Não sei, talvez se a embalagem fosse de qualidade superior e a mochila carregadora fosse térmica, o prato pudesse chegar mais quentinho, ou menos frio.

Pagamento só em dinheiro.

Ah, e o polvo e as batatas?
Gente, espetáculo! Nota 5!


Recomendo vivamente!

P.S.: Penso que vou experimentar o leitão. Para quem teve o privilégio de conhecer o leitão do Manjar do Norte, em Quinta do Conde, Sesimbra, e o do Pote, em Pombal, vai ser uma final e tanto!

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