quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

[Pernoitar, comer e beber fora] A misteriosa ginjinha de 2009

Um dia destes ou num destes dias, ao pegar um vinho do Porto no bar doméstico a revi. Estava lá há muito tempo, tinha uma etiquetinha com a anotação manuscrita: 2009. Não sei quem me deu, desconfio que tenha vindo da casa dos meus pais. Se veio de lá, a ginjinha terá sido produzida em terras dos primos, em Carrazeda de Ansiães, lá em Trás-os-Montes.

Pois bem, resolvi inaugurar a garrafa e provar o seu conteúdo.


A frutinha está boa.


Já quanto ao líquido: muito doce, licoroso. Julgo que lhe falta uma maturação com mais aguardente, de modo a liquidificá-la e desadoçá-la.

Vou providenciar duas garrafas com boas tampas/rolhas e fazer essa alquimia. Daqui a um ano cá voltarei para vos contar o resultado.

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Um comentário:

  1. Já fiz a alquimia. Isto é, comprei uma excelente aguardente branquinha, acrescentei metade do conteúdo desta garrafa ao conteúdo da misteriosa ginjinha de 2009, previamente despejada num tacho, mexi bem, deixei descansar por uma tarde e enchi quase duas garrafas, a original e uma outra que albergou um vinho do Porto de vinte aninhos...
    Dei uma provada, ainda continua docinha, mas, é óbvio, com aroma acentuado de aguardente...
    Vamos ver daqui a um ano...

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