sexta-feira, 22 de maio de 2020

[Aparecido rasga o verbo] Direto ao ponto

Aparecido Raimundo de Souza

O MI’SI’NISTRO ALEXANDRE DE MORAES, numa única “canetada” suspendeu a indicação feita por Jair Bolsonaro do delegado Alexandre Ramagem para ocupar o cargo de diretor-geral da Polícia Federal, escolha, como todos sabem, cheia de altos e baixos, o que causou uma insatisfação jamais vista no cenário político brasileiro.

O sujeito em questão estava quase sentando a bundinha na cadeira da PF, o que seria, lógico, um prato feito, quando a decisão monocrática do ilustre e cavernoso mi’SI’nistro caiu como uma bomba, tirando, a sua ilusão, assim como quem rouba um doce das mãos de uma  criança. O pobrezinho ficou a ver navios e Jair Bolsonaro a remoer as asquerosidades nos olhos de um diabo inconsequênte saido dos quintos.

Nessa decisão, o ilustre “cavaleiro” do STF (Superior Tribundal dos Fanfarrões) sustentou a balela medíocre que Alexandre Ramagem não poderia assumir tão importante função, porque “era amigo da família do presidente”. Alegou mais no seu romance (nos moldes da vampiresca Stephenie Meyer em suas infindáveis historinhas para bois dormirem), um folhetim que, bem poderia ser dito em uma ou duas páginas; contudo, o capa preta preferiu publicar um calhamaço maior que as desgraças que o covid-19 vem provocado nesses tempos de pandemia. 

Alexandre de Moraes foi mais longe nas suas arrogantes e subversivas palavras, o que nos fez lembrar vagamente  da socióloga e antropóloga  Rita de Cássia Lahoz Morelli em seu fabuloso livro Arrogantes, Anônimos, Subversivos. Alexandre de Moraes, sem dúvida alguma, é um arrogante, subversivo e, sobretudo, um anônimo que não mede as consequências para “aparecer”.   

Para derrubar o Alexandre Ramalho, Alexandre de Moraes sustentou o seu palavreado dando uma de burro empacado (os senhores já viram um burro empacado?!) batendo na tecla de que se tal barbaridade ocorresse, ou seja, se o Alexandre Ramagem assumisse a PF aconteceria o vergonhoso e odioso DESVIO DE FINALIDADE. Senhoras e senhores, a pergunta que não quer calar: acaso não estaria enquadrado ou embutido no tal DESVIO DE FINALIDADE a Corte Maior se meter nos atos do Executivo?

Não seria, igualmente, DESVIO DE FINALIDADE, o STF legislar em desfavor de uma função que é e sempre foi inerente, ou melhor, que  continua sendo uma prerrogativa do chefe da nação? Não é isso que diz a Carta Magna? Se levarmos em consideração e ao pé da letra, a decisão do ilustre mi”si”nistro, chegaremos a conclusão que ele acolheu um pedido interposto por uma turma de pilantras mascarados que se movimentam por detrás de uma sigla conhecida pela sociedade imbecilizada como sendo o PDT.  

Mesmo balaio imundo de vermes famintos pelo poder, pela brindagem, pela “mancumunação”,  voltamos a questionar:  por que o senhor mi’SI’nistro Alexandre de Moraes, ou outro qualquer da bancada que compõe a panelinha dos urubús togados, até agora, não se levantou e faz uso da palavra, ou não meteu a boca no trombone e não deu uma canetada, repetindo o monocrático entendimento, impedindo que o espertalhão Valdomiro Santiago (apenas como exemplo) deixe de ludibriar a fé dos incautos, a desnorteação dos mansos de espírito com as vendas fraudulentas de garrafinhas com a água que Jesus Cristo lavou o rosto e as mãos, e agora, por último, as sementinhas da prosperidade que Deus mandou diretamente do céu para ele? 

Causa espanto ver passar em brancas núvens essa odiosa falta de interesse dos grandalhões pelas coisas que  prejudicam o povinho sofrido e degraçado que compõem a nossa sociedade. Por que os demais membros do suntuoso STF, repetimos, por que  os reis da cocada preta não se reunem (assim como fazem na calada da noite para pedir dinheiro para comprar vacinas para seus familiares e apaniguados, e pasmem, aumentar os próprios salários)?! Essa putaria não se constituiria em DESVIO DE FINALIDADE? 

Gostaríamos de entender o que impede ou o que atravanca os nossos representantes da  mais “auta e lídima justisssaça” a não criarem vergonha e  agirem severamente em respeito, ao cidadão comun, ainda que em condoimento à essa manada desenfreada de quadrúpedes conhecida como povinho?  O certo seria, em nosso escasso entendimento, que esses senhores das capas pretas escrevessem decisões que surtissem efeitos rápidos e práticos, para botar na cadeia os falsos profetas que tiram dos pedintes e inglórios os míseros trocados que os órfãos e obnóxios  carregam nos bolsos.

Não poderia um desses partidos de merda ingressarem com um mandado de segurança nos mesmos conceitos que o PDT usou para pedir ao STF o barramento da posse do delegado da polícia federal, ou, por outra ótica, ser criada, pelos nossos “onestos” legisladores de plantão, uma lei, que deixasse de proteger essas igrejas e esses templos de salafrários que roubam a convicção e a escora dos cordatos e imprudentes?

Além de passarem os dez dedos, esses vigaristas, se passando por apóstolos, bispos, cavalos, rainhas e reis, afanam livremente,  e  o mais interessante, não declaram, sequer, um centavo ao Leão do imposto de renda? Perguntamos aos nossos ilustres ratos pretos, perdão, as nossas “exselênsias”. As igrejas, por acaso são diferentes? Se a respsota for sim, onde estão as diferenças? Seria na grana que corre, nas propinas que descambam do altar do Salvador Jesus e se enveredam por outros becos e ruelas?

Presumimos que essas pocilgas, denominadas  igrejas ou templos,  como a do chapeludo Vaideespirro Sentiago, da Igreja Universal do Reino de Deus, do R R Doares, da Igreja Internacional da Graça de Deus, do  Bispo Pedir Maiscedo, da Igreja Universal do Reino de Deus, do Silas Malafaiaiaiaoiôiô da Igreja da Vitória em Cristo, enfim, de outros mais que fazem verdadeira feira livre com as coisas do Eterno e pior, invocando o nome de Deus e de seu Filho Jesus. Há um segredo que ninguem em sã consciência consegue decifrar.

Pensem senhoras e senhores: se tívessemos homens de ppeito e coragem, brio, vergonha e colhões, certamente essas denominações religiosas estariam às portas de um enorme precipício. Bastaria uma lei pesada, uma decisão monocrática porreta, um partido de verdade... e claro, o mais importante, o LEÃO ficar encafuado, ou entocado nas portas desses  chafurdeiros. Em linhas gerais, senhores mi’Si’nistros, se a LEI, ou a (Legislação Estranha e Imprecisa) pode ser aplicada a um, por que não aos demais seres imortais?!

Ah! Os bispos, as bispas, os apóstolos, “as apostas” não podem ser perturbados. Afinal, eles dialogam com o Altíssimo. Não têm canal direto com o Pai? Então, amados: qual é a mágica? Se os senhores tiverem peito para colocar um desses  flubusteiros na cadeia não daria IBOPE? Claro que não. Jamais!. Coronavirus bate todos os recordes. Senhores, apregoam “pela ai” à boca miuda,  que se conselhos fossem bons, ninguém dava, vendia.

Apesar disso, vamos dar um aos camundongos de esgoto do STF. Deixem o cidadão Jair Bolsonaro governar. Parem de pegar nos pés do sujeito. A impressão que fica no ar (para aquela banda que ainda acredita numa melhora,  melhora essa bailando, como um virus mortal)  é a de que existe uma panelinha, um complô para derrubar o senhor Jair Bolsonaro. Caríssimos, é mais fácil um jumento voar. Os prezados já viram jumento voando?!

Temos a impressão que os senhores preferem o Lula, a Dima, o Maia, o Alcolubre, o Dória... Etc., etc. Se não nos enganamos, o atual presidente do Tribunal Superior Federal ainda tem, como cabeça de frente, o senhor Dias Totofforali. Se não nos enganamos, esse caríssimo cidadão não  se viu nomeado para o cargo de mi’Si’nistro pelos dezenove dedos carinhosamente conhecido como Lula? 

Resumindo todo esse lixo trazido à baila, o Poderoso mi’SI’nistro em tempos passados não atuou como advogado militante do PT? Senhores, além de toda essa maracutaia, precisamos dizer mais alguma coisa? Acreditamos não carecer. Seria, obviamente,  DESVIO DE FINALIDADE.    
Título e Texto: Aparecido Raimundo de Souza, de Vila Velha, Espírito Santo

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