terça-feira, 4 de junho de 2019

A Guerra dos Palestinos ao Plano de Paz de Trump

Khaled Abu Toameh  
       
§  Nos últimos dias, os grupos sediados em Gaza emitiram vários comunicados sinalizando que recorreriam a quaisquer meios disponíveis, incluindo o terrorismo, para frustrar o plano de paz dos EUA.

§  O mais preocupante para os líderes árabes talvez sejam as ameaças dos fantoches do Irã: Hamas, Jihad Islâmica e Hisbolá. Agora resta saber se os chefes dos estados árabes serão dissuadidos por essas ameaças ou se irão ignorá-las, correndo o risco de se tornarem alvos dos terroristas palestinos.

§  Indubitavelmente os palestinos que estão boicotando uma conferência, cujo objetivo é ajudá-los a irem além da devastação econômica imposta pela liderança, acabarão sendo os grandes perdedores nesse cruel cenário de ódio. Dessa vez, no entanto, parece que os palestinos não só se privarão de bilhões de dólares, como também causarão danos, talvez irreversíveis às suas relações com influentes países árabes. Sem a menor sombra de dúvida, parece que os palestinos estão caminhando para outra "nakba" (catástrofe).

Presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, e o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em 3 de maio de 2017 em Washington, DC. Foto: Olivier Douliery-Pool/Getty Images
Autoridade Nacional Palestina e seus aliados políticos na Cisjordânia lançaram uma campanha diplomática e midiática para obter apoio mundo afora para rejeitar o plano de paz no Oriente Médio a ser anunciado por Trump, também conhecido como o "Acordo do Século." Ao que tudo indica, os palestinos estão se mobilizando em duas frentes no sentido de solapar o plano de paz do presidente dos EUA Donald Trump no Oriente Médio, também conhecido como o "Acordo do Século".

A Autoridade Nacional Palestina e seus aliados políticos na Cisjordânia lançaram uma campanha diplomática e midiática para obter apoio mundo afora para rejeitar o plano a ser anunciado por Trump. O Hamas, a Jihad Islâmica e demais grupos extremistas palestinos, por sua vez, já estão acenando que irão recorrer à violência como meio de solapar o "Acordo do Século".

Na semana passada, o Hamas exortou o Bahrein a não permitir que o "inimigo sionista macule suas terras" participando da conferência econômica.

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