Moscou eleva o tom, promete atingir centros de comando ucranianos e recomenda que diplomatas e estrangeiros deixem a capital diante do risco de uma nova escalada militar
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A guerra entre Rússia e Ucrânia entrou em uma nova fase de tensão após Moscou afirmar que poderá atacar centros de comando e tomada de decisão em Kiev caso identifique ações consideradas hostis por parte do governo ucraniano. Paralelamente, a chancelaria russa recomendou que diplomatas estrangeiros e cidadãos de outros países deixem a capital ucraniana por razões de segurança.
O alerta foi enviado a
representações diplomáticas estrangeiras e organizações internacionais em meio
ao agravamento das ameaças mútuas entre Moscou e Kiev. Segundo autoridades
russas, qualquer ofensiva ucraniana contra alvos estratégicos russos poderia provocar
uma resposta militar direta contra estruturas consideradas essenciais para a
condução da guerra.
A porta-voz do Ministério das
Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, afirmou que o governo russo
considera a situação suficientemente grave para justificar a retirada
preventiva de diplomatas e estrangeiros da capital ucraniana. O comunicado também
foi distribuído por embaixadas russas ao redor do mundo como forma de alertar
governos parceiros sobre o risco de uma escalada iminente.
A declaração ocorre em um momento de crescente instabilidade no conflito, marcado por ataques de drones, operações de longo alcance e trocas de acusações entre os dois países. Moscou sustenta que responderá com força caso identifique ameaças contra seu território ou contra eventos considerados estratégicos para o governo russo.
Do lado ucraniano, autoridades
seguem acusando a Rússia de utilizar a ameaça de grandes bombardeios como
instrumento de pressão política e psicológica. Kiev mantém a posição de que
continuará defendendo seu território e suas instalações estratégicas diante da
ofensiva russa.
O novo aviso de Moscou aumenta
a preocupação internacional sobre uma possível ampliação dos ataques à capital
ucraniana. Caso as ameaças se concretizem, Kiev poderá voltar a ser alvo de
operações militares de grande escala, elevando ainda mais os riscos para civis,
diplomatas e estrangeiros que permanecem na cidade.
Título, Imagem e Texto: Redação,
Timeline,
25-5-2026

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