Carina Bratt
Chorar
Chorar por alguém que partiu,
Que partiu e me magoou, me digladiou...
Foi como se eu me desfizesse
Mil vezes por um amor que nunca existiu...
Um amor que passou por mim, e agora eu sei, tudo... tudo, pura ilusão
O que preciso nessa hora,
como pronta solução
para cair fora desse amargo momento?
Simples: retirar do meu agora
esse amor sem tino, aquele maldito sem juízo
que me fez perder completamente a razão.
Bem sei, careço de me reconstruir
Afinal, o que passou, Meu Deus! o que passou... passou...
Então, qual meu objetivo? Um só: seguir em frente...
Meu agora está logo ali, ele chegou
Meu novo amanhã se faz presente.
O que me destruiu no distante passado ficou...
Fuji daquele antigo amor
Como o diabo da Cruz
Ele foi só desamor,
Tipo casa vazia, alma sem luz...
Ai, apareceu outro alguém.
Um ser deveras iluminado.
Disse que queria ser meu bem
e me falou que viveria eternamente apaixonado...
Acreditei. Pois bem! Até agora, tem dado certo
Estamos vivendo, e crescendo
Tipo assim, um amor sinceramente leal.
Meu mundo antigo deixou de ser deserto
Voltei a ser feliz, aliás, sou feliz, afinal...
Título e Texto: Carina Bratt, de Pequiá, ES, 24-5-2026
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As coceiras que fustigavam no lugar errado
Prisão sem grades
O fim
Um pouco da criação ímpar do primeiro poeta radioativo do mundo
De repente, a cortina de fundo se abre revelada
[As danações de Carina] Ninguém me ouve, mas estou pedindo socorro

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