domingo, 24 de maio de 2026

[As danações de Carina] Visão deformada e boba de um amor não correspondido


Carina Bratt

Chorar

Chorar por alguém que partiu,

Que partiu e me magoou, me digladiou...
Foi como se eu me desfizesse 
Mil vezes por um amor que nunca existiu...
Um amor que passou por mim, e agora eu sei, tudo... tudo, pura ilusão
O que preciso nessa hora,
como pronta solução
para cair fora desse amargo momento?

Simples: retirar do meu agora
esse amor sem tino, aquele maldito sem juízo
que me fez perder completamente a razão.
Bem sei, careço de me reconstruir
Afinal, o que passou, Meu Deus! o que passou... passou...

Então, qual meu objetivo? Um só: seguir em frente...
Meu agora está logo ali, ele chegou
Meu novo amanhã se faz presente.
O que me destruiu no distante passado ficou...


Fuji daquele antigo amor
Como o diabo da Cruz
Ele foi só desamor,
Tipo casa vazia, alma sem luz...
Ai, apareceu outro alguém.

Um ser deveras iluminado.
Disse que queria ser meu bem
e me falou que viveria eternamente apaixonado...
Acreditei. Pois bem! Até agora, tem dado certo

Estamos vivendo, e crescendo
Tipo assim, um amor sinceramente leal.
Meu mundo antigo deixou de ser deserto
Voltei a ser feliz, aliás, sou feliz, afinal...

Título e Texto: Carina Bratt, de Pequiá, ES, 24-5-2026

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As coceiras que fustigavam no lugar errado 
Prisão sem grades 
O fim 
Um pouco da criação ímpar do primeiro poeta radioativo do mundo 
De repente, a cortina de fundo se abre revelada 
[As danações de Carina] Ninguém me ouve, mas estou pedindo socorro

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