quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Quem usa sarin é a Al-Qaeda

Israel Bloom

Está por pouco - as armas químicas dos rebeldes são um pretexto como qualquer outro.
O pretexto de Bush foram as famosas armas de destruição maciça. O de Obama são as armas químicas alegadamente de Assad. As de Bush serviram para derrubar Saddam Hussein. Estas servirão para Obama e Cameron alinharem com os terroristas islâmicos da Al-Qaeda.

Além de que matar com gás é muito mau; matar bem é a tiro ou à catanada ou assim... Mas o pretexto achado foi este. E lá vão os EUA e o Reino Unido em socorro de jihadistas que praticam o canibalismo, o terrorismo, a violação, e muitas outras atrocidades! Tudo em nome da islamização do país!

Preocupadíssima com a Síria, a Administração Obama faz piadas sobre o genocídio de cristãos no Egipto: 
"Com pessoas a serem mortas no Egipto, cristãos em particular, igrejas a serem destruídas, onde está a "linha encarnada" do Presidente (Obama) no Egipto?" - perguntaram os jornalistas a Josh Earnest, porta-voz de Obama, numa conferência de Imprensa a semana passada. Ao que ele respondeu: "Bem, não trouxe a minha caneta encarnada hoje".


Título, Imagem e Texto: Israel Bloom, no blogue “Amigo de Israel”, 29-8-2013

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Como se mente nesse país da mentira!


Otacílio Guimarães
Um apagão deixou às escuras ontem à tarde todo o nordeste brasileiro por cerca de quatro horas. O ministro das Minas e Energia, Edson Lobão, apressou-se a explicar que a pane foi causada por um incêndio numa fazenda no Piauí, sua terra natal, que afetou duas linhas de transmissão. A mentira e o cinismo se misturam nesta explicação.  
Primeiro, as linhas de transmissão de energia elétrica são, ou devem ser, protegidas cem metros de cado lado de sua passagem, significando isto que incêndios em volta não devem atingi-las. São corredores onde o mato não deve crescer e permacener sempre limpos. Se o incêndio na fazenda do Piaui provocou o problema isto significa que estas linhas de transmissão não estão sendo cuidadas como deviam.

Mas a mentira se torna evidente quando se sabe que o nordeste brasileiro é abastecido de energia pelo sistema Chesf, localizado na Bahia, presisamente em Paulo Afonso, e um incêncio numa fazenda no Piaui jamais afetaria este complexo. Se o ministro estivesse falando a verdade, o problema teria ficado restrito à região abastecida pela hidroelétrica de Boa Esperança, jamais todo o nordeste brasileiro.  
A verdade que o ministro e sua chefe não querem admitir é que o sistema energético brasileiro está à beira de um colapso por falta de investimentos e competência na gerência do país. Aliás, o Brasil todo está à beira de um colapso e o povo está sambando e torcendo pelo time do seu coração.
É mesmo um país de merda esse Brasil!
Título e Texto: Otacílio Guimarães, 29-8-2013

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Barroso, aquela fitinha no braço, a democracia e o discurso fora do lugar. Ou: O mensalão é culpa deles, ministro, não nossa!

Reinaldo Azevedo
Há lateralidades em situações e personagens que insistem em nos dizer alguma coisa. Lembro-me de um texto divertido de Gore Vidal em que ele encana com a peruca torta de um adversário de debate. O ministro Roberto Barroso, do STF, não usa peruca, mas ele tem uma fitinha no pulso, que parece, à distância, meio esgarçada. Não sei se é do Senhor do Bonfim ou de algum orientalismo qualquer. Mas esta lá. Quando ele gesticula, ela aparece. Um senhor na sua posição e na sua faixa etária usar um adorno como aquele sempre significa alguma coisa. Tendo a achar que está a nos dizer que é um homem, sei lá, de pensamentos singulares, o que explica, por exemplo, ter entre seus artistas prediletos Taiguara. Ou ainda: nele, a razão do juiz se deixa enternecer por alguma forma de crença — mas não uma crença convencional. Ou ainda: erudito e popular se encontram, ali na fronteira em que se salta de Beethoven para Ana Carolina. Se aquela fitinha não quisesse dizer nada, não estaria ali como um “punctum” na tela — ficaria escondida sob o punho da camisa. Que significa alguma coisa, isso significa. E uma das nossas tarefas é interpretar signos.


A fitinha é um emblema, parece-me, de uma certa heterodoxia analítica que, tudo indica, não é estranha à sua obra. Só li um livro seu. Mas achei lá um monte de pensamentos com fitinhas, de leituras da Constituição com fitinhas, de interpretação com fitinhas. Não foi diferente nesta quarta-feira. Ao rejeitar os embargos de declaração interpostos pela defesa de José Genoino, afirmou: “Pessoalmente, lamento condenar um homem que participou da resistência à ditadura (…). Lamento condenar alguém que participou da reconstrução democrática do país. Lamento, sobretudo, condenar um homem que, segundo todas as fontes confiáveis, leva uma vida modesta e que jamais lucrou financeiramente com a política”.

Ai, ai… Não posso cortar a fitinha do braço do ministro, mas posso lançar fora a que enfeita esse seu pensamento torto. Não sei se ele pretende fazer também esse desagravo a José Dirceu, o chefe da quadrilha, mas acho que não. Ocorre-me perguntar a que José Genoino ele se referia: àquele que foi deputado federal ou àquele que participou, ou quase, da guerrilha do Araguaia. O deputado ajudou a construir a democracia como outros quaisquer — inclusive Delfim Netto, que assinou o AI-5, hoje um lulista entusiasmado. Se, no entanto, falava do guerrilheiro, aí aguardo um livro da excelência demonstrando como a luta armada e as ações terroristas ajudaram a construir o estado de direito no Brasil. Ajudaram?

Is Obama Trying To Purposely Start World War III?

Wayne Allyn Root
 

Hello, I’m Wayne Allyn Root for Personal Liberty. Two things are happening right now under President Barack Obama that are unprecedented.
First, Obama is about to go to war in Syria and risk your sons’ and daughters’ lives on behalf of our enemy, al-Qaida. Second, he is about to risk starting World War III.

Are you on board?
And then there’s Obama’s “red line.” Obama’s defenders say, “Syria passed the red line. We have no choice.” Really? So we now call extremist Muslims killing other extremist Muslims a “red line” that demands U.S. intervention. But extremist Muslims in Egypt burning more than 70 churches to the ground and killing Christians is not a “red line?” In one place (Syria), we want to go to war. In the other (Egypt), we continue to send billions of dollars in foreign aid as a reward for killing Christians.

Do you support Obama’s definition of a “red line?” I know I don’t.
So why the rush to war? Could it be because America’s unemployment problem under Obama is unfixable? Ninety million working-age Americans are not working. The labor force participation rate is the lowest for men since 1947 (since measurement began). Obama has no way out.
The same holds true for our partners in the European Union like the United Kingdom and France. Unemployment for the EU region is 12.1 percent, the worst in history. Almost 20 million Europeans are unemployed. Youth unemployment in the EU is just below 25 percent.
How do you solve such a human psychological disaster? You go to war.

Voilà. Suddenly, young people with no job prospects have a job — in the military. They have a check, a place to live, something to do. They no longer have time to commit crimes or riot in the streets.
America got out of the last Great Depression with the help of World War II. How convenient that Obama lit the fuse for the Arab Spring, helped to topple dictators friendly to U.S. interests and took the side of the Muslim Brotherhood. Now, it’s all coming home to roost.
We fomented instability, supported the radicals who hate America and Israel, and now we’re feigning shock that the Mideast is in flames? Remember that line from the police captain in the movie “Casablanca”: “I’m shocked, shocked to find that gambling is going on in here!”

Alinhamento bolivariano

"Lé com lé, cré com cré"...
Helio Dias Viana
À contratação dos médicos cubanos, dispensados do exame do Revalida, somou-se o “affaire” do senador boliviano Roger Pinto, cuja introdução no Brasil custou a cabeça do chanceler Antonio Patriota.

Enquanto sobre os primeiros a presidente Dilma declarou no dia 28 em Belo Horizonte que existe “um grande preconceito contra os cubanos”, no caso do segundo, o antigo chanceler censurou a atitude do conselheiro Eduardo Saboia — que trouxe o senador — afirmando que o governo brasileiro “agiu sempre em respeito à soberania boliviana, sem deixar de buscar uma solução negociada”.

Quanto à existência de “um preconceito contra os cubanos” — declaração seguida da informação de que os mesmos talvez possam permanecer depois no Brasil, dependendo da avaliação a ser dada ao seu trabalho, contrariando assim o afirmado pelo advogado-geral da União, Luís Inácio Adams —, a presidente quis com isso sugerir que os brasileiros não desejam tais médicos pelo simples fato de serem cubanos.

Não é verdade. Tal recusa provém, de um lado, do fato de os mesmos não darem prova de conhecimentos suficientes da profissão e serem escravos de um regime opressor, para o qual será destinada a quase totalidade de seus salários, e de outro lado por não se excluir de nenhum modo a possibilidade de que tais médicos venham a desempenhar no Brasil o mesmo papel exercido por seus colegas na Venezuela e na Bolívia, ou seja, de agentes do regime cubano.

Eu também quero


Valmir Fonseca Azevedo
O universo que recebe alguma benesse do desgoverno cada vez aumenta mais.
Na medida em que periclita a possibilidade de reeleição do neurônio paraplégico, os grandes mentores de seu futuro político sacam da cartola novas benfeitorias, como moeda de troca pelo voto dos incautos.
Assim, os já bolsistas buscam maneiras de receberem “melhorias”, e os que ainda não compartilham dos prêmios, procuram avançar na cornucópia de onde o desgoverno sempre poderá sacar e destinar propinas institucionalizadas para eles.
Algumas das manifestações que inundaram o País nos últimos tempos, de fato, foram tentativas nesta direção.
Talvez a mais contundente, e já conquistada parcialmente, é a lei do passe-livre.
Aquele grupo reivindicante deseja ser premiado com a passagem livre ou pelo menos a meia-passagem. Quem vai pagar a conta? Não interessa.

Por vezes, a nossa atenção é chamada pelo fato de o desgoverno oferecer em alguns bandejões espalhados pelas cidades, refeições por apenas um real.
Parece que os benefícios advindos do desgoverno caem dos céus. É um milagre, pois por apenas um real, lá está uma lauta refeição. Quem paga a conta? Não interessa.
É gritante que o dinheiro arrecadado através do IR e da batelada de impostos que temos a obrigação de pagar é um montante fabuloso.
Considerando-se o alto grau de corrupção, dos volumosos recursos para a sustentação da maquinaria governamental, do executivo, do legislativo, do judiciário, dos ministérios, das autarquias, o destinado para a infraestrutura, para o bem-estar da população e de sua saúde, deve ser irrisório.
Ou seja, breve sobrará pouco para ser destinado para o desenvolvimento, para a saúde, para a educação, para a ciência e tecnologia, nem para a Segurança Pública, nem para as Forças Armadas. É simples assim.

Eleições alemãs 2013 : Que questões europeias vão a votos?

Ilustração: Christo Komarnitski
Apesar da vitória de Angela Merkel parecer garantida, as eleições alemãs têm muito a dizer-nos. De facto, os resultados deverão dar resposta a muitas questões em aberto sobre o futuro da economia e das instituições europeias.

Fabrizio Goria
Desde o início da crise da zona euro, as eleições federais alemãs são o acontecimento mais esperado de todos – excetuando, talvez, o Conselho Europeu de junho de 2012. O dia 22 de setembro, data do escrutínio alemão, poderá ser um ponto de viragem na crise do euro.
A Comissão Europeia diz-se tranquila. Os bancos de investimento, por seu lado, acreditam na vitória de Angela Merkel mas mantêm-se prudentes. Porque existem quatro incógnitas: a união bancária; o crescimento na zona euro; o futuro da Grécia e o futuro da moeda única. Todas estas questões passam por Berlim.

Angela Merkel é dada como vencedora. Segundo as últimas sondagens, realizadas pelas empresas Emnid, Forschungsgruppe Wahlen e Infratest dimap, o partido da chanceler, a União Democrata Cristã (CDU), obterá mais de 40% dos votos – enquanto o seu adversário do Partido Social-Democrata (SPD), Peer Steinbrück, conseguirá cerca de 25%. Tem, por isso, uma margem de segurança considerável.

Segundo o Deutsche Bank, “a vitória de Merkel é um dado adquirido”. Morgan Stanley partilha este ponto de vista. Até maio passado, o banco pensava que assistiríamos a uma grande liquidação na zona euro após as eleições alemãs. Se mudou de opinião, apesar da fragilidade dos alicerces na região, é porque a liquidez continua a afluir aos mercados financeiros mundiais, graças à Reserva Federal, ao Banco do Japão e ao Banco de Inglaterra.

Minuto do dia – 51

APRENDA a respirar.
A respiração é nossa principal função biológica e através dela fornecemos ao organismo a vida e a saúde, trazidas a nós pela Energia Cósmica.
Tudo o que vive, respira: plantas, animais e criaturas humanas.
Se impedirmos a respiração, dá-se o fenômeno da morte.
A respiração é a fonte da vida.
Cada vez que aspiramos, introduzimos no organismo a Energia Cósmica, que é Fluido Divino.
Aprenda a respirar conscientemente e evitará numerosas doenças.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Agosto abre espaço para Setembro: 02 de setembro, 14h

Ex-Trabalhador da Varig, Aposentado e Pensionista Aerus, Familiar, Amigo, Solidário... 
 
Agosto abre espaço para Setembro
 
ALERJ
Rio de Janeiro
02 de setembro de 2013
segunda-feira
14h
 
ALERJ - Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro
Palácio Tiradentes
Avenida Primeiro de Março
 
ALERJ, 07 de julho de 2009, foto: Paulo Resende
Agradecemos o reenvio deste convite
 
 

Convite para a fundação da ABM

José Manuel

Prezados leitores, ex-trabalhadores da Varig, Aposentados e Pensionistas Aerus, Familiares, Amigos…

Venho por intermédio deste, convidá-los a serem membros fundadores da ABM: Academia Brasileira dos Malas.
Peço a todos, neste momento tão importante para nós, que abandonem suas convicções religiosas, políticas ou sociais para, em frente única, escrevermos ou agirmos contra todas as situações irresponsáveis a que fomos proscritos.
Com uma forma irônica, educada e mostrando que dominamos o vernáculo, dizer não só a Brasília, mas aos nossos colegas que ainda não se levantaram contra tudo isso, que podemos ser os "MALAS", que eles tanto odeiam, e somem só em saber que estamos por perto.
Todos podem fazê-lo, mas, pelos vistos, até agora somente nós o realizamos. Quem sabe, conseguimos mais colegas para a ABM?
Vejam, nem eu tinha consciência de que poderia escrever assim. Acho que a adversidade nos mostra o poder que temos e não usamos.

Hoje, quarta-feira, foi publicado o meu terceiro texto, que se chama "O mala".
Já fiz quatro, com três publicados e um pronto para ser feito. Esta semana!
O colega já inscrito no MALEIRO, como vocês podem ver no Cão que fuma, tem uma forma interessante de os fazer, dando uma tônica jornalística e bem-humorada aos nossos textos.
É exatamente o que precisamos para chegar mais longe.

Também acredito em tudo, acordos, judiciário, etc. mas eu quero responsabilidades. Eu quero mostrar a eles (governo) que tenho que ser informado oficialmente, porque estão mexendo com a minha vida e com o meu dinheiro. Eu tenho que deixar bem claro isto em todos os meus textos.
Normalmente peço ao Jim para publicar um texto, e no dia seguinte, envio-o à minha lista de e-mails e posto no facebook.

EUA se antecipam à decisão da ONU e se preparam para punir a Síria por genocídio

Francisco Vianna
A Casa Branca, na terça-feira de ontem, tentou fortalecer a sua posição que justifica uma possivelmente iminente ação militar punitiva contra a Síria, com as agências de inteligência preparando a transmissão de informes interceptados com a intenção de provar que Bashar al Assad, de fato, perpetrou um ataque genocida em larga escala com armas químicas contra o seu próprio povo.  

O porta-aviões francês Charles de Gaulle, na imagem de arquivo acima, é uma das opções que o presidente francês, socialista, François Hollande está a considerar para ser usado num possível ataque da OTAN à Síria. Foto: AFP/Getty Images
 “Não restam mais dúvidas sobre quem é o responsável deste cruel e ilegal uso de armas químicas na Síria: o regime de Damasco”, disse o Vice-presidente Joe Biden.
Na sexta-feira de depois de amanhã, o Primeiro-ministro britânico David Cameron vai convocar uma reunião de emergência do Parlamento inglês na qual se aguarda que os legisladores votem uma moção que permita uma resposta do Reino Unido à suposta chacina química perpetrada pelo ditador sírio, Bashar al Assad. Até lá, é improvável que os EUA, que já possuem uma força naval e aérea estacionada ao largo do litoral sírio, iniciem quaisquer ações militares contra o país árabe.

Isso só deverá ocorrer quando Inglaterra e França estiverem prontas para acionar seus efetivos da OTAN no Mar Mediterrâneo.
Diversas autoridades estadunidenses tratam de dar ao Presidente Barak Obama, também de tendência socialista, as justificativas para empreender uma missão militar que limite ou neutralize as forças armadas sírias, sob o argumento de que as decisões da dinastia alauíta de Assad significam uma ameaça direta à segurança nacional dos Estados Unidos da América, independente de qualquer autorização prévia da ONU ou do Capitólio.

Trabalhar na Aviação, no Brasil, tornou-se uma autêntica...

TAM demite pelo menos 400 pilotos, copilotos e comissários

Meta é de 811 cortes, que inclui quem aderiu a programa de demissão voluntária
Lino Rodrigues

Foto: Michel Filho/Arquivo
A TAM, empresa aérea do grupo chileno Latam Airlines, demitiu ontem pelo menos 400 funcionários, entre comandantes (pilotos), copilotos e comissários de bordo. No início da noite, a TAM confirmou, por meio de comunicado, as demissões, mas alegou que “os números finais (dos cortes) serão divulgados quando do encerramento do processo”, o que deve ocorrer ainda esta semana. Segundo a empresa, o ajuste no quadro de pessoal está sendo realizado para atingir a meta de 811 cortes, medida que permitiria à companhia se ajustar à queda de 12% na oferta de voos no país e fazer frente ao aumento de custos. O alto índice de adesões ao programa de demissão voluntária (PDV) e de licença não remunerada, segundo a TAM, ajudaram a reduzir o número de dispensas.

“Com o ajuste, a companhia vai adequar o quadro de comandantes, copilotos e comissários à realidade operacional em vigor na empresa”, diz o comunicado da TAM.

BARRADOS NO PRÉDIO
Pela manhã, enquanto os demitidos esperavam embaixo da marquise na entrada do prédio da companhia para serem comunicados da dispensa e prestarem o exame médico demissional, a TAM divulgou nota afirmando que seu PDV havia atingido 50% dos 811 postos de trabalho previstos para serem extintos. O Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), que tinha acordado com a TAM o corte dos trabalhadores, informou que não foi comunicado e que seus diretores estavam em uma audiência pública em Brasília. Mas, também em nota, garantiu que vai fiscalizar o cumprimento da Convenção Coletiva e do acordo firmado junto com o Ministério Público do Trabalho (MPT).

A companhia aérea montou uma estrutura com recepcionistas e seguranças, na Acadêmia de Serviços Rolim Amaro, na zona Sul paulistana, para evitar manifestações dos aeronautas que foram ao local sem saber que estavam na lista de dispensados. Na convocação da empresa, todos participariam de uma reunião de trabalho. Muitos foram surpreendidos com a demissão.

Em clima de revolta e tristeza, vários aeronautas demitidos reclamaram da forma “arbitrária” como foram dispensados e o tratamento dado pela empresa aos funcionários.
— Fomos convocados para uma reunião de trabalho. A gente desconfiava que seria demitido, porque desde o dia 26 estávamos de sobreaviso. Acho que faltou transparência, e a empresa foi arbitrária ao impedir que entrássemos livremente no prédio — disse um dos demitidos, o comandante Almir Fernandes, com cinco anos de TAM e 36 anos de aviação.

— Nós dirigimos um avião de US$ 100 milhões, e a empresa desconfia que vamos fazer alguma coisa contra ela — lamentou Hamilton Muller, piloto com 32 anos de carreira e cinco anos e meio de TAM.
— É esse o padrão Latam de demissão? Não sei como ainda não aconteceu um acidente devido a tensão vivida pelos tripulantes dos voos — questionou uma comissária de bordo com mais de oito anos de empresa, que pediu para não ser identificada, salientado o alto grau de tensão vivido pelos funcionários por causa da ameaça de demissão em massa.
Título e Texto: Lino Rodrigues, O Globo, 28-8-2013

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Na fila




Este interminável julgamento do mensalão faz com que outros importantes processos fiquem na fila do STF.
Um deles é o dos aposentados da Varig, parado desde que o ministro Joaquim Barbosa pediu vistas.
Ancelmo Gois, O Globo, 28-8-2013

Professor de Nova Iorque pegou cólera em Cuba

Francisco Vianna
Alfredo Gómez, natural de Cuba e professor de uma escola secundária no Estado de Nova Iorque, disse que, para seu azar, bastou ir visitar a sua terra natal para contrair cólera durante a sua estada para ver familiares em Havana, neste verão. Depois recebeu a conta de um hospital do governo: US$ 4,700.00.
Alfredo Gómez, professor secundário de uma escola em Syracuse, Estado de Nova Iorque, adquiriu cólera durante sua recente visita a Havana.
A queixa de Gómez vem quando Havana informa que 12 turistas estrangeiros e 151 cubanos contraíram cólera nos últimos meses, embora Gómez tenha dito que somente no hospital onde ficou internado havia 15 estrangeiros em cada um dos seis dias em que ficou lá em tratamento.

O último informe de Havana sobre cólera, o segundo do mês de agosto, parece exibir uma maior transparência por parte de funcionários cubanos, que previamente mantinham o silêncio sobre os surtos da doença, num esforço para evitar prejudicar a indústria turística da ilha, que gera uma receita de 2,5 bilhões de dólares ao ano, segundo alguns especialistas.

Um boletim dado a conhecer na sexta-feira pela Organização Panamericana de Saúde (OPS) disse que Cuba tinha relatado nesse mesmo dia a ocorrência de 163 casos nas províncias de Havana, Santiago de Cuba, e Camaguey. A OPS, ramo hemisférico da OMS (Organização Mundial de Saúde), indicou que os casos se manifestaram este ano, mas não mencionou um período de tempo determinado.

Entre esses casos estiveram 12 pessoas que tinham viajado para Cuba de outros países – três da Itália, dois da Alemanha, Espanha, Chile e Venezuela, e uma da Holanda, informou a OPS. Cuba tinha comunicado apenas seis desses casos num informe anterior ao da OPS, no início deste mês.

Jornalistas independentes e visitantes como Gómez têm relatado centenas de casos que, todavia, não são confirmados por Cuba, onde a mídia é apenas estatal e quase nunca usa a palavra “cólera”, e em seu lugar se referem a “enfermidades diarreicas agudas”.

"Chegou a hora da onça beber água"

Otacílio Guimarães 
 
A geopolítica internacional é um jogo de xadrez que ganha quem fizer os lances mais inteligentes e mais audaciosos. O que está em jogo não é a Síria, um país desimportante para o mundo ocidental. Está em jogo uma intrincada e complexa luta pela manutenção do poder mundial em mãos de países democráticos. E neste tabuleiro o Oriente Médio é peça chave. Afinal, a Síria é apoiada pela Rússia e pelo Irã, a primeira potência nuclear que detesta os americanos e a segunda prestes a também ter a sua bomba, que odeia os americanos. Não só os americanos, mas todos os países democráticos de origem anglo-saxã.

Está em jogo também na região a existência de Israel, baluarte avançado da democracia numa região onde o fundamentalismo islâmico está em plena luta para dominar, destruir Israel e depois partir para o domínio do mundo. Um fanático religioso é um indivíduo muito perigoso, imagine dois bilhões de fanáticos que procriam como coelhos e já estão espalhados pelo mundo todo tentando impor sua “cultura”.

Portanto, o problema não é apenas a Síria, que pode ser destruída em poucas horas. O problema é, principalmente, o Irã, a Rússia, o Hezbollah, o Hamas, a Al Qaeda e muitos outros que detestam a democracia e a civilização ocidental. Acontece que todos os países democráticos de todas as partes do planeta estão assustados com o que acontece naquela região e com a invasão de bárbaros fundamentalistas islâmicos em seus territórios.

Eu creio pessoalmente que chegou a hora da onça beber água e do pega prá capar e o ataque com armas químicas se constituem num excelente pretexto para as potências ocidentais democráticas mostrarem para esses “valentes” quem realmente manda no mundo.

E acrescento que não é Barak Obama quem manda nos Estados Unidos. Quem manda lá é o establishment, uma entidade muito mais ampla do que a presidência da república e Barak Obama é apenas o homem encarregado de cumprir as ordens do establishment.

De minha parte, eu quero ver o Oriente Médio livre de ditadores, terroristas e fundamentalistas islâmicos.  
Abraço,
Otacílio Guimarães, 28-8-2013

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Short-Term Memory Loss?: Senator Obama Knows His Constitution


Sam Rolley 
There has been a great deal of Internet chatter in recent months about the massive difference between Senator Barack Obama and President Barack Obama. In light of the National Security Agency Spying revelations and what appears to be a looming military engagement in Syria, a 2007 Boston Globe interview with Senator Obama is a paramount example of how the President has changed— or, perhaps, of how he lied his way into the White House.
Here are a few key Obama statements from the interview:
§  The Supreme Court has never held that the president has such powers. As president, I will follow existing law, and when it comes to U.S. citizens and residents, I will only authorize surveillance for national security purposes consistent with FISA and other federal statutes.
§  The President does not have power under the Constitution to unilaterally authorize a military attack in a situation that does not involve stopping an actual or imminent threat to the nation.
§  As Commander-in-Chief, the President does have a duty to protect and defend the United States. In instances of self-defense, the President would be within his constitutional authority to act before advising Congress or seeking its consent.
§  Warrantless surveillance of American citizens, in defiance of FISA, is unlawful and unconstitutional.
§  I believe the [Bush] Administration’s use of executive authority to over-classify information is a bad idea. We need to restore the balance between the necessarily secret and the necessity of openness in our democracy – which is why I have called for a National Declassification Center.
§  Any President takes an oath to, “preserve, protect and defend the Constitution of the United States.” The American people need to know where we stand on these issues before they entrust us with this responsibility – particularly at a time when our laws, our traditions, and our Constitution have been repeatedly challenged by this [the Bush] Administration.
Read the full interview here.
Little did Obama voters know that what the President really meant to say during his initial campaign was: “I hope no one notices how I change after I sucker them into voting me into office with empty promises about upholding the Constitution.”
Sam Rolley, PersonalLiberty Digest, Aug. 27, 2013

O blefe de Obama

George Friedman
Muitos cadáveres foram vistos na Síria, chegando a centenas, na semana passada e foi dito que foram todos vitimados por gás venenoso. São em sua maioria civis não engajados na guerra civil, incluindo mulheres, crianças e idosos. As fotos e vídeos circularam em todo o Ocidente, não faltando aqueles que dizem se tratar de imagens falsificadas, além dos que dizem que as armas químicas foram empregadas pelos rebeldes. Todavia, a visão dominante da barbárie é a que afirma que foi o regime de Bashar al Assad que cometeu a prática de genocídio.

O fato de os Estados Unidos terem até agora evitado o envolvimento unilateral com a guerra civil na Síria, não significa que a Casa Branca tenha qualquer simpatia para com o regime de Damasco. Os estreitos laços Bashar al Assad com o Irã e a Rússia já são motivos mais do que suficientes da desconfiança e de certa hostilidade dos Estados Unidos em relação à Síria, não fosse também a atitude desse país para com os vizinhos do Oriente Médio, principalmente em relação ao Líbano e Israel.

Desde que os americanos ajudaram de modo efetivo a fazer recuar as tropas sírias do Líbano, Washington parece ter aprendido a se preocupar não apenas com regimes hostis, mas também, e principalmente, com o que pode advir de tais regimes. O Afeganistão, o Iraque e a Líbia têm mostrado aos americanos que, depor um regime ruim, déspota e sanguinário, o regime substituto pode ter que ser engolido mesmo sendo longe do ideal, em termos dos interesses ocidentais.
O Ocidente parece que se convenceu de que não se pode esperar que países que nunca conheceram uma democracia antes, passem a praticá-la da noite para o dia. Nesses casos, a mudança de regime costuma rapidamente enredar os Estados Unidos em guerras civis, cujos resultados não valem a pena o preço pago pelas intervenções. A Rússia que o diga, com o que sofreu no Afeganistão. No caso da Síria, os insurgentes são muçulmanos sunitas cujas facções mais organizadas têm laços com a Al Qaeda e o Hezbollah libanês.

Por outro lado, como muitas vezes acontece, muitas pessoas nos Estados Unidos e na Europa, revoltadas com os horrores da guerra civil, pedem aos Estados Unidos para que façam alguma coisa. Os Estados Unidos relutam em atender a essas súplicas e a explicação para isso é simples. Como disse antes, Washington não tem interesse econômico ou político direto no que pode resultar a guerra civil na Síria, mas apenas o interesse geopolítico de manter um equilíbrio de forças na região, de preferência sem perder seus aliados tradicionais, como Egito, Arábia Saudita, e Israel, entre outros. Isso ocorre, principalmente, porque todos os resultados possíveis dessa guerra são ruins para a perspectiva americana na região.

Além do mais, é bem provável que os que são mais enfáticos em dizer que os EUA devem fazer algo para impedir a carnificina serão os primeiros a condenar o país quando tal ação começar a resultar em mais mortes para parar o genocídio. O fato é que não se acaba uma guerra civil com flores e palavras bonitas e qualquer intervenção vai gerar mais mortes, talvez em maior número do que seria ocasionada pela não intervenção.

As Linhas Vermelhas de Obama
Assim sendo, ao dizer que os EUA não se envolverão unilateralmente na Síria, Obama adota uma postura compreensivamente cautelosa, a mostrar que, mais do que intervir diretamente no teatro de operações da guerra civil, o melhor é tentar limitar a capacidade de ação de Damasco, seja pelo estabelecimento de uma zona de exclusão aérea, seja por um bloqueio que impeça o regime de Assad de respirar. Tal atitude, entretanto, pode mudar caso o ditador sírio intensifique o emprego de armas proibidas pelo consenso internacional e, mesmo assim, caso haja o aval da ONU para uma intervenção militar da OTAN.

Grupo de trabalho deve agilizar solução para o Aerus


Na tarde desta terça-feira (27/08) aconteceu a primeira reunião entre os representantes dos trabalhadores, o Ministro Chefe da Advocacia-Geral da União (AGU), Luís Inácio Adams, e técnicos para elaborar um modelo de acordo para o caso do Aerus.
O encontro que ocorreu na sede da AGU, em Brasília, teve representando os trabalhadores o Presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores em Aviação Civil (Fentac/CUT), Celso Klafke, a porta-voz do movimento, Graziella Baggio, o Diretor do Sindicato dos Aeronautas, Zoroastro Lima, e o Presidente da Associação dos Funcionários Aposentados e Pensionistas da Transbrasil, Francisco José Tomaz, além do assessor jurídico da Fentac, o advogado Lauro Thaddeu Gomes.

Na avaliação de Klafke, o encontro foi muito positivo e demonstrou a disposição do Governo em construir uma solução rápida para o problema do AERUS.
Durante a reunião, Adams e sua equipe ressaltaram a necessidade de agilizar a construção dos moldes do acordo no menor prazo possível, destacou Baggio.
De acordo com os sindicalistas, para agilizar esse processo, foi acertado um novo encontro entre os técnicos já para a próxima sexta-feira (30/08), e assim inciar os primeiros esboços do acordo.
Título e Texto: Fentac/CUT, Ter, 27 de Agosto de 2013 20:29

O mala

José Manuel
“Uma mala  é um objeto habitualmente retangular com cantos arredondados, feita de materiais como plástico, vinil ou couro, entre outros. Traz uma alça em um dos lados, e é geralmente usada para carregar roupas ou outros objetos durante viagens.”


No jargão popular brasileiro,  "mala" ou "mala sem alça" é o sujeito chato de plantão. Quanto mais ele aparece, mais "mala" o é. Aquele cara que ninguém aguenta mais.
Pois é, eu não me pareço com a primeira definição, apesar de ter carregado as minhas, que eram duas, durante anos, pelo mundo afora.
Como eu voava com a minha mulher, às vezes, eram quatro as que eu tinha que carregar.
Quase, e por muito pouco, não foi um caso de simbiose entre as malas e eu.

Felizmente o tempo passou, as malas se foram e eu continuo íntegro, apenas com saudades do que elas, as malas, me proporcionavam.
Quem não se lembra do que as crianças, maridos e esposas sentiam quando abríamos as nossas malas, na volta de uma longa viagem?
Quantos sonhos não foram carregados naquelas malas!

O que os ‘terráqueos’ não sabiam era que entre o pouso e a chegada em casa, nós passávamos por uma seção de tortura chamada  "alfândega ".
Tinha gente que antes de pegá-las na esteira, sentia uma "alfandegária" e tinha que ir correndo para o banheiro. Lembram? Era o Doi-Codi nosso, de cada viagem!
Todos nós passamos poucas e boas naquelas seções de tortura. Mas valeu, porque  tortura por tortura eu preferia aquela daqueles tempos áureos.


As malas se foram e, pelo que parece, as nossas alegrias também. Afinal, eu mal havia me recuperado muscularmente e acabaram de vez com a nossa academia portátil,  pois não voltaríamos, nem por prazer, a carregar a felicidade que elas nos traziam.

Ver os socialistas franceses…

… defender veementemente a intervenção na Síria… na France 24… não tem preço!
Os mesmos que espumaram contra a intervenção da França na Líbia. O foram não por razões razoáveis, mas porque o ex-presidente Sarkozy, certamente, aumentaria a sua 'côte de popularité', como aumentou.
Agora, é só assistir e ler os argumentos endemoniados a favor da invasão.
Sim, na minha opinião, será uma invasão. Que não trará nenhuma tranquilidade ao Ocidente.
Mas, o que fazer se, nós, ocidentais, somos um bando de covardes? Não conseguimos, sequer, responder a um insulto, a um roubo, a uma agressão desses coitadinhos,...! Noutras palavras, vamos ser muito claros, se você encher de porrada um assaltante, alguém que queria subtrair algo do seu patrimônio, quiçá, a sua vida, se o "coitadinho" for de raça... empaquei! Tá difícil... porque posso ser ajuizado se escrever... 'negro'. Serei processado se escrever ´preto´. Se escrever 'árabe', e...