sexta-feira, 28 de setembro de 2018

[Aparecido rasga o verbo] A eloquência dos que almejam o poder e o obscurantismo retrógrado dos brasileiros sem visão

Aparecido Raimundo de Souza

APRECIAMOS OS NOSSOS PRESIDENCIÁVEIS, ou melhor, cobiçamos as formas cômicas, atreladas às maneiras “umildes e umanas” de como eles agem em épocas eleitoreiras. As caras de paus, os vernizes usados, as maquiagens, tudo nos encanta e seduz. Como se olhássemos por uma janela escancarada em direção a um ponto obscuro e fugazmente precoce.

O negócio, agora, até o dia sete de outubro, aliás, dia esse fatal, é a caça aos votos. E no encalço a eles, vale qualquer coisa. A cartilha da civilidade ficou esquecida em algum lugar desse enorme buraco de ozônio que nos contempla de algum lugar lá do alto.

Vamos, em rápidas pinceladas, discorrer o que encontramos na cobertura a essas figuras burlescas, país afora. Em Salvador, Bahia, na Estação Aeroporto da malha do Sistema Metroviário local, nos deparamos com um desses candidatos passeando nos vagões da recém-inaugurada linha, imaginem, senhoras e senhores, de ônibus e metrô, e o mais comovente, em horário de rush, fazendo, claro, o maior fuzuê. Sem baderna, sem algazarra, sem alarido, nenhuma campanha que se presa seguirá adiante. Nenhum candidato a um posto tão ambicionado, quase clerical prosperará.  

O mais interessante, e, de certa maneira, hilariante, esse nosso “futuro representante” pulando roletas, pagando cafezinhos e sanduiches, distribuindo balinhas e pirulitos para mostrar que acima de qualquer suspeita, é candidato povão, que está ao lado da raia miúda, que fala a sua língua e dejeta na mesma privada, como se estivesse sentado no cagatório particular de um palácio suntuoso.

Em troca de votos amadas e amados, até injeção nos colhões objetiva a sua validade verossímil. Todas essas barbáries, grosso modo, tem o condão de misturar aos tecidos do nosso temperamento matuto, o visgo mocorongo de uma falha pecaminosa, um elo sombrio que em tempo algum esqueceremos, decorra o período que se fizer necessário para a sua total consumação. 
   
Em São Paulo, topamos com outro pilantra igualmente de olho no palácio do planalto (ou palácio do plauteiro, de plautaria, uma variante de putaria), beijando velhinhas, prometendo dentaduras aos senhorzinhos banguelas, cadeiras de rodas a aleijados, paus de arrimos aos pernetas e trocando tapinhas com a multidão. Esse bufão à moda Girafales, só mudou o local do engodo.


Preferiu escarnecer a galera abarcando no maior centro comercial da América Latina, a Rua Vinte e Cinco de Março e seus entornos, onde a pilantragem come solta e a todo vapor, como a zorra dos nossos presidiários que dão ordens de dentro das celas, abrimos aspas, “presídios de segurança máxima”. Fechamos aspas. A bem dizer, a Vinte e Cinco de Março, uma segunda Brazzília em plena terra da garoa.  

A certa altura, o espertalhão exagerou se prontificando a coberturar a periferia intencionando evitar que os ladrões e os trombadinhas, punguistas e batedores de carteiras (que abundam por ali, como ratos de esgoto), continuem agindo livremente sem que sobre eles pesem as garras da pesadérrima mão santa das leis insanas.

Jamais pensem (os senhores de brio e vergonha) ter em seus calcanhares, o apetite de uma justiça faminta. Entretanto, se os prezados tiverem dinheiro para gastar, a Tirana mostrará os peitos e, na excitação do bastão em riste, o que sobrar da suada calcinha. 

Também tivemos oportunidade de ver, desta vez, em Porto Alegre outro sacripanta na mesma sintonia meridiana de conduta ambígua. O embusteiro abraçou moradores de rua, mandou servir numa padaria de Canoas (região metropolitana da Capital dos Gaúchos), o famoso “Cacetinho” com boas fatias de queijo e mortadela, ‘usque’ café com leite a dar com pau. (“Cacetinho”, para quem não sabe, é o nome dado ao pão comum, por aquelas paragens, tipo o nosso pãozinho francês).

Os sem domicílio, os com fome de qualquer coisa que acalmasse a maldita gritaria das suas respectivas barrigas vazias, bateram palmas. Comemoraram, buzinaram, atrapalharam o trânsito, fizeram carreata, soltaram fogos, tomaram chimarrão na mesma bomba. Tinha até umas prendas do CTG, Centro de tradições Gaúchas dando sopa. A nosso entendimento, no berço de Luiz Fernando Veríssimo e Lya Luft, faltou somente à plebe carregar o presidenciável num andor. 

Em Recife, no centro, ao longo da Rua Vigário Tenório (perto da Praça do Marco Zero de Pernambuco), um presidenciável chegou à cachimônia de se abancar em meio aos usuários de crack, e cheiradores de cola de sapateiro, comer no mesmo cocho marmitas doadas por ONGs que fazem, diga-se de passagem, um belo trabalho de lavanderia social.

Essa desgraça, em troca de votos, prometeu melhores dias a esses infelizes e apoio moral e incondicional a quem quisesse largar o vício e voltar refeito ao seio farto da sociedade. Só não ficou bem delineada que sociedade seria essa. Possivelmente a dos poetas mortos de Peter Weir estrelado por Robin Williams nos idos de 1989?

No Rio de Janeiro, outro pastelão da vida cagada seguiu em disparada. Cercado de uma pá de seguranças armados até os dentes (tinha guarda-costas grudados no cu do candidato), o presidenciável fez um belo discurso, prometeu melhoria para os favelados, jurou dar segurança, policiamento para as famílias que vegetam seus dias em áreas de risco.

Garantiu, de lambuja, abrir novos hospitais e escolas, bem ainda esmerar o atendimento nos postos do SUS (Sistema Único de Sadomasoquismo) com mais médicos e leitos nesses sucateados “ospitais” da rede pública. “Jamais faltará vacinas e nenhuma criança de zero a dez anos ficará sem “anus” e atendimento adequado”. Uma boneca inflável faria melhor papel nessa fala, ainda que aparecesse disfarçada de Dilma Rouboussett.

Bravateou mais o déspota: se eleito, fazer uma gestão pública sem gastos, e dar a bunda, caso não consiga transformar em realidade os sonhos elencados desses desvalidos e enjeitados pela comunidade. O cortiço favelal, em peso maciço, como nos tempos de Aluísio Azevedo gritou berrou, uivou, cantou, saracoteou, saltitou em homenagem a esse verme.

Essa lombriga malparida lembrou bastante o nosso atual Michel Jackson Temer. Como assim? Muito fácil a resposta, senhores. Observem Michelziho. O buço bravateia muito, fala bonito, anda de cabeça erguida, como se cheirasse bosta à distância e gesticula como se tivesse molas nos baixos fudetórios.  Em resumo, o ígoro se assemelha àqueles bonecos gigantes de Olinda, influenciados em face dos mitos pagãos (e pagões) escondidos pelos temores da antiga Inquisição. 

Em Aparecida do Norte, município do interior de São Paulo, Região Metropolitana do Vale do Paraíba, a coisa foi mais incomum e desproposital. O competidor ao cargo de presidente teve o atrevimento e a bravura (sim, a bravura) de reunir fiéis na antiga praça da igreja da Padroeira do Brasil e, como Jesus, meteu as mãos na massa. Lavou os pés de romeiros, mendigos, moradores de vielas e descamisados, repetindo o gesto sagrado de Jesus Cristo entre seus apóstolos.

Evidentemente um dilúvio de babacas e idiotas aplaudiu esse ato “bônus”. A coisa só não tomou proporções maiores, nem chegou a ser televisionada, vazando publicamente, porque o padreco de Aparecida do Norte, padreco não, Reitor (R-E-I-T-O-R), o Reitor não permitiu que essa infâmia (já nos finalmente) congregasse com a sua turba de filhos da puta para assistir a uma missa nas dependências da nova Basílica Nacional.

Seria o cúmulo do absurdo. Indo um pouquinho mais longe raciocinemos. A desmoralização da igreja católica, ultimamente cercada de monsenhores tarados com batinas de pedófilos, santinhos pederastas e sacristãos (e sacristãos) efebofílicos.

Pois bem. Antes, coisa de uma semana, ainda na cálida e campestre Aparecida do Norte, outro vigário, o prezado pontífice João Batista de Almeida pediu desculpas publicamente após celebrar uma missa pela libertação de Lula.  Como podemos perceber senhoras e senhores, hoje em dia, nem nas igrejas devemos confiar cem por cento. 

Se formos colocar a comida em pratos limpos, chegaremos à conclusão de que esses senhores em busca do PODER, na euforia da grana fácil, do “quero mais, o resto que se foda”, são capazes de qualquer tipo de proezas para sentar o rabo e dar uma de GOVERNADOR DESSA REPUBLIQUETA DE MANÉS E PARVAJOLAS. Os demais candidatos que estiveram fora da mídia, todavia, em suas falas sujas e lambanciais não deixaram de mencionar a cansativa novela das reformas. 

Lembrando aos esquecidos, reforma da previdência reforma (dito de maneira mais entendível, a “remediação” da trabalhista), a reforma do judiciário, a reforma da reforma da reforma do puxadinho, a diminuição dos gastos públicos, duzentos milhões de novos empregos, nomes dos devedores fora do SPC e SERASA, o corte das mordomias, enterrando de vez, no rabicó dos brasileiros os chamados fóruns privilegiados. Jair Bolsonaro, por seu turno, jurou de pés juntos que eliminará o rombo nas contas do governo federal em um ano.

Parece que ele colocará o “Rambo” à frente desses cabides de emprego visando trazer, de volta à vida, o auspicioso Sylvester Stallone. Ciro Gomes (o Cirinho) e Geraldo Alckmin (Akitem) demorarão mais um bocadinho. Levarão dois anos para sumir de vez com o rombo, desde que ele, o “rombo”, não prejudique ou afete seus bolsos.

Luiz Inácio (quem??!!) prometeu pegar o tri... tris... tlipeis... tripressis de volta e arranjar nos quatro anos, mais uns dez “tripés” ou (a boca miúda), uma casa em cima da outra, para deixar de herança a seus filhos e herdeiros quando partir desta para melhor. Sem falar em sítios, fazendas, chácaras etc. Haja propina!

Marina Silva, se eleita, sairá do seu posto de observação, qual seja, o poste roliço onde vive nessas épocas de “minha urna minha vida”, como tartaruga menstruada e porá um ponto final no desmatamento do país, acabando, logo de cara, com o país.  Fernando Haddad governará de mentirinha. Pau mandado.

Deixou claro, em suas aparições fantasmagóricas, quem dará as ordens e as cartas, será seu chefe, o Lula. Prometeu em nome do Petista preso, o crescimento descomunal da economia, contudo, não estabeleceu metas nem detalhou medidas para alcançá-la. Com certeza, cá entre nós, mantendo os pobres e fodidos em baixo de suas botas sujas de lama.

Em meio a esse carnaval animado, em derredor dessa farra de putas e veados, estamos ávidos para saber qual será o novo problema que o Brazzil arranjará para a sua cabeça depois das eleições de primeiro, segundo, terceiro, e quarto turno. Quem serão os novos ladrões a darem as ordens no senado, na câmara, no STJ e em outros chiqueiros existentes no Grande Avião Pousado? Será que desta vez essa porra de aeronave conseguirá um bom piloto e alçará voo pleno em direção a algum cocô menos fedorento? 

Até prova em contrário, pelo que estamos vendo e assistindo... assistindo e vendo, caríssimos leitores, só nos resta baixar a cabeça, e, como vaquinhas de presépio, rezarmos um terço antes que seja tarde demais. Nel mezzo del camim deitar os joelhos na terra fria e devastada, levantar as lamentações em oferendas ao Pai e pedir ao Altíssimo que o novo presidente, e seus asseclas e apaniguados saibam, pelo menos, pegar as suas moscas (nós somos essas moscas, por sinal, vitalícias), usando formas mais corriqueiras, sem dar muita pista, tipo a humildade. Humildade ou “umildade?!”.

Sobretudo, por derradeiro, que o novo Paspalhão a subir a rampa do prostíbulo do Planalto (ostentando a ficha, perdão, a faixa presidencial), não seja um moleque travesso, abestalhado ou “Tiriricado”. Tampouco brinque com a imbecilidade púvia desse povinho ludibriado, achincalhado, satirizado, troçado... e que no mesmo pavio a ser aceso, por um bunda mole de plantão, não castigue essa plebe judiada, menosprezada, embaralhando as suas cabeças de ventos e as mentes ocas, com promessas mirabolantes de um futuro que sabemos, ESTÁ MUITO, MUITO LONGE DE PINTAR À NOSSA FRENTE.
Título e Texto: Aparecido Raimundo de Souza, jornalista. Dos funerais do cantor e compositor Tito Madi. Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro. 28-9-2018

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10 comentários:

  1. Então sinto respaldada minha decisão-pela qual sou "dorasempre" (que tal? Rsrs) O único responsavel. Nulo,branco ou qualquer outra cor que invalide meu voto.
    Paizote

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  2. Em tempo: De acordo com a tchêpédia ,o correto é "cassetinho" e não cacetinho. Sendo que este último leva a interpretações ,menos "caridosas"!

    Portanto ,- O pão “cassete” e não “cacete”, “cassetinho” e não “cacetinho”, tem este nome em referência a “Rue Cassette” que fica em Paris, pois era famosa no século 19 por ser a rua das padarias.

    Então, referir-se a rua na época, era o mesmo que dizer baguettes da Rue Cassette.

    Uma versão mais corretamente política diz que ; A sua receita surgiu no início do Século XX, perto da Primeira Guerra Mundial, por intermédio dos brasileiros ricos que voltavam de viagem da Europa.
    No final do Século XIX era muito comum este estilo de pão em Paris.

    Um pão curto com miolo branco e a casca dourada, muito semelhante ao “baguette’’.

    O pão francês brasileiro deu origem pelas tentativas dos cozinheiros de produzirem um pão parecido com os baguettes franceses.

    "Je vais à la rue des cassettes pour acheter du pain."

    Cultura inutil , mas hílária!
    Paizote

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    1. Eu adoro o cacete com "C", com "S" ou 2 "SS".

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    2. Putz!!
      Perdi minha viagem vindo aquie me deparando com comentário mais estrovengo.
      Tem gente que nem engraçado consegue ser, no maximo um péssimo gosto e uma educação que se equipara a este.
      V.P.P.Q.T.P.!
      Paizote

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    3. Meu nobre companheiro Paizote. Tenho algumas coisas a lhe dizer.
      1ª.
      Fico imensamente feliz quando vejo que uma pessoa séria e de conhecimento elevado, como é o seu caso, vem, se dá ao trabalho de ler meu texto e deixar um comentário. Isso muito me lisonjeia me agrada e me faz sentir realizado. Acredite todo escrevinhador adora que alguém leia seus escritos e deixe o carinho da sua passagem e o desvelo em forma de comentário. Não importa se bom ou mal. Toda crítica é por mim aceita não como uma desonra, ao contrario, me sinto imensamente agraciado em saber que o amigo deu a devida atenção, e, mais que isso, mostrou de forma coerente, séria e sem retoques o que por lapso, na hora de escrever, ficou e saiu erroneamente ou erradamente capenga.
      2ª.
      Geralmente quando uso palavras pouco conhecidas, à maneira do saudoso Dr. Eneas (eu o admirava não como político, porém pela maneira difícil de falar, usando um português complexo e intrincado), ou as deturpo por vontade própria, costumo usar aspas ou parênteses. Podemos constatar nesse texto, os registros errados de humildes e humanas que propositalmente corrompi ou desfigurei de forma fumbia, daí, “umildes e umanas”, seguidas de plauteiro, plautaria, em referência tríndea ao palácio do planalto, terminando em palácio da plautaria ou como eu pretendia, palácio da putaria.
      3ª.
      Mesmo vagão desse longo trem em movimento, “pagãos e pagões”, usque “sacristãos e sacristões”. Como nosso povo é cativo e bucólico, além de simples e ignaros, imbúcios e galopantemente brocólios e furfuleiros, não entendem patavina da língua pátria, deve, certamente achar que sou meio aburrado. Ou acarroceado, o que se me afigura “mais pior ainda”.
      4ª.
      Na mesma baila, usei o “Cacetinho” sem a grafia certa e, como o meu companheiro pode perceber, usei as aspas. A ideia inicial ao mencionar o nome agauchado ou gauchesco do pão francês, foi exatamente para mexer com os meus amigos Porto Alegrenses e acredite, a patacoada deu certo. Recebi vários e-mails, a maioria deles me mandando plantar favas. “Quando tu vieres aqui - vociferou um amigo do Jornal Eco dos Sino, em Esteio (Esteio é uma localidade próxima a Grande Porto Alegre) - vamos nos pelar na sinaleira tche”.
      5ª.
      As suas explicações ao Cassetinho vieram em boa hora. Serviu de lição para muitos leitores desavisados que não sabem diferenciar o Cassetinho pão do Cacetinho (pau) ao qual fiz referência, ainda por cima com mortadela e queijo. No fundo, amigo Paizote a ideia central era dar uma cacetada diretamente indireta no embusteiro que “abraçou os moradores de rua e mandou servir, numa padaria o seu cacetinho e café com leite a dar com o pau”.
      Quero que saiba, jamais colocarei as suas opiniões aos meus artigos como “Cultura inútil” ou hilária. Repetindo o já dito. Fico feliz, me sinto realizado em saber que um amigo que não conheço, tampouco sei onde mora, se deu ao trabalho de ler as minhas crônicas e deixar um pouco da sua cultura, do seu conhecimento. Por derradeiro, nessa troca generosa de comentários, acredite, as suas assertivas me fizeram virar seu fã. Era o que precisava lhe dizer. Obrigado, de coração, pelas suas observações. Forte abraço. PAZ!
      Aparecido Raimundo de Souza, do Rio de Janeiro.

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    4. Caro Aparecido!
      Mas bah!!! Sou gaúcho,tche!!
      E tentei imitar teu estilo ao criar a palavra no meu texto "dorasempre",já que não seria doravante,pois sempre foi .Embora tenha passado despercebido o elogio ao modo inovador que tens de escrever.
      O teu estilo se aproxima muito ao do Verissimo (filho!), sem ser plágio estilistico (existe esta palavra , ou criei outra agora?),e ao do Fraga (que infelizmente o "alemão" engoliu o talento).
      Portanto se gosto de alguns artigos teus ,é porque mereceram minha atenção,e são instigantes no formato e estilo.
      É TEU O MÉRITO E MINHA A INVEJA!
      Abraços Fraternos!

      Paizote

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  3. Vote no PT de Marcos Sarge (SCHAHIN construtora que agora mudou o nome para BASE devido à Lava-Jato)ou no PSL do fundador da Cyrela, Elie Horn representado por Paulo Guedes. Ambos estão interessados na construção de hospitais com dinheiro público. Só isso. Portanto, se o cabeção no horário eleitoral for qualquer dos 13 candidatos presidenciáveis: Foda-se você Brasil!!!

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  4. https://www.valor.com.br/empresas/4989826/schahin-muda-de-nome-e-projeta-ampliar-negocios-apos-recuperacao

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    1. Aos anônimos que se fizeram presentes, me dou ao luxo de ficar em silêncio. "Em boca fechada, não entra mosca. Nem sai" Aparecido Raimundo de Souza, do Rio de Janeiro.

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  5. Adorei o texto!
    A brincadeira com as palavras e até mesmo o "cacetinho" ou "cassetinho", fica a escolha do freguês...

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