sábado, 3 de março de 2012

89 países já nos visitaram! E o último...


E o último a nos visitar foi o Vaticano!


Seguro exige, não aceita, recusa e pede

António Ribeiro Ferreira
É a lengalenga do líder da oposição sobre tudo e sobre nada. Sem nada para dizer
Uma larga maioria dos portugueses não está nada satisfeita com o governo. É natural. Mas cerca de 70% dos inquiridos numa sondagem recente consideram que não há qualquer alternativa credível. E percebe-se porquê. A actuação do líder do PS explica bem este resultado e revela como o sistema político português está em coma e ainda não deu por isso.
António José Seguro não tem uma ideia, uma proposta, nada de novo para uma crise profunda e diferente, não apresenta uma única alternativa inovadora às políticas do governo. É tudo requentado, mais do mesmo, como se o PS tivesse parado no tempo e só por obrigação andasse por aí a debitar receitas velhas, ultrapassadas, que felizmente para os portugueses e para o país não voltam mais. O drama, diga-se em abono da verdade, não é apenas lusitano. Atinge em cheio a velha esquerda socialista europeia. O último manifesto assinado por um triste conjunto de líderes socialistas é um atestado de falência total de um projecto de sociedade baseado no investimento público e no defunto estado social, criado nos tempos em que havia dinheiro, muito dinheiro na Europa.
No tempo em que alguns se atreviam a dizer que o horário de trabalho podia ser muito reduzido e que, no limite, os cidadãos europeus podiam não trabalhar que havia dinheiro para continuar a pagar-lhes uma vida de lazer e conforto. Tudo isto acabou, só os socialistas ainda não perceberam.
E António José Seguro, obviamente, está entre os que ainda não entenderam que já pertencem a um passado que a crise ajudou a enterrar rapidamente e em força. É por isso que Seguro anda por essas estradas a dizer lugares-comuns só para mostrar que ainda está vivo. Mas, sinceramente, não havia necessidade. Seguro exige explicações sobre os prejuízos das empresas públicas, exige apoios imediatos aos agricultores, exige austeridade inteligente, exige esclarecimentos sobre as obras do Túnel do Marão, exige esclarecimentos sobre umas alegadas escutas, exige que Passos explique a conversa entre Gaspar e o ministro alemão, exige que Passos diga quem paga a dívida da Madeira e exige um plano nacional de emprego.
É por isso que Seguro não aceita uma saúde para ricos e outra para pobres, não aceita o fim do feriado do 5 de Outubro e não aceita um limite para o défice na Constituição. É por isso que Seguro recusa a reforma do poder local, recusa a redução de salários, a revisão constitucional e até responder às críticas internas. É por isso que Seguro pede à troika mais um ano para Portugal consolidar as contas, pede explicações ao governo sobre o caso BPN e pede apoio às exportações. Mais mais importantes que as exigências, as recusas e os pedidos são mesmo as promessas.

Manifestando uma débil esperança



Valmir Azevedo Pereira
Estivemos fora do ar por dois meses. Vários problemas e dificuldades operativas nos silenciaram. Mas acompanhamos a marcha rumo à dominação da trigueira gente brasileira.
Voltamos e testemunhamos o tsunami provocado pelo Manifesto Interclubes Militares, que deve ser aplaudido de pé por esboçar uma leve indignação pelas muitas arbitrariedades e perseguições que o desgoverno cometeu nas últimas décadas contra o estamento militar em geral, e contra os que lutaram para impedir que as vestais do atual poder implantassem no País o regime comunista.
Contudo, apesar de oportuno e cabível, estranhamos o “bom-mocismo” dos Oficiais-Generais Presidentes dos Clubes, quando, para aliviar a barra, alegaram que acreditaram nas palavras da Presidente em outubro de 2011, que, recém-eleita, asseverara não aceitar qualquer revanchismo, e blá-blá-blá.
Como sabemos era só blá-blá-blá, pois a criação da Comissão da Verdade, sob seus auspícios anula qualquer argumento favorável.
Quanto ao restante, às considerações sobre as Ministras, que são useiras em difamar e destratar as instituições militares, o contido no manifesto ressalta o óbvio.
Por óbvio, mas não do desagrado da Presidente, não transpirou qualquer recomendação da “velha guerrilheira”, para que as enraivecidas senhoras contivessem seus arroubos revanchistas, nem qualquer ação para acabar com a Comissão da Verdade, que prossegue firme e forte.
E o tsunami seguiu, com o recuo do Clube Militar, pela retirada do Manifesto, “sem pressão”, conforme nota aos Associados.

Dilma: Os países da comunidade européia injetam dinheiro "absolutamente inconsequente(mente)".

Os países que iriam ser ajudados por Dilma (a imprensa petista titulou "Brasil") são os responsáveis pela incompetência do Governo, do Brasil? O mesmo Governo que soltou na mídia que iria emprestar dinheiro a Portugal, à Grécia... uns encheram o peito vazio, com nada, outros, muitos, mas muitos mesmo, acreditaram nessa coisa de empréstimo bilateral (entre dois países), portanto, "reclamaram" que o Grande País faria melhor, em vez de emprestar à Grécia, cuidar dos seus próprios cidadãos, outros, poucos, acredito, perceberam a propaganda: Brasil maior, "por cima da carne seca", etc, basta ler os comentários que se seguem a esta matéria publicada pelo site "Carta Maior", de esquerda, claro. Do sociólogo "preferido" por Reinaldo Azevedo: Emir Sader.
Mas, antes de chegar ao Carta Maior, passe por aqui:


Dilma critica “tsunami monetário” promovido por países desenvolvidos
Para a presidenta, a injeção irresponsável de dinheiro na economia mundial prejudica países emergentes, como o Brasil, tornando suas indústrias menos competitivas. Dilma Rousseff prometeu a criação de novos mecanismos para impedir o que classificou como “canibalização dos mercados emergentes”. Segundo Dilma, só os países da comunidade européia despejaram no mercado internacional, até hoje, US$ 4,7 trilhões de dólares, o que considerou uma política monetária “absolutamente inconseqüente”

Najla Passos

Brasília - A presidenta Dilma Rousseff criticou, nesta quinta (1), a política cambial adotada pelos países desenvolvidos que, para tentar driblar a crise em que estão metidos, injetam dinheiro na economia mundial de forma irresponsável.

Para a presidenta, a alta emissão de moeda, nos moldes que vem sendo praticada por países da Europa e pelo Japão, provoca o que ela chamou de “tsunami monetário” nos mercados emergentes, como é o caso do Brasil, prejudicando a competitividade das indústrias nacionais.

“Nós vamos continuar desenvolvendo este país, defendendo a sua indústria e impedindo que os métodos de saída da crise dos países desenvolvidos impliquem na canibalização dos mercados emergentes”, afirmou.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Uma empresa, com capitais chineses, investe em Portugal. Absurdo!

EDP investe €300 milhões no Douro Internacional
Com os reforços de potência das barragens de Picote e Bemposta, a EDP vai poupar €30 milhões em importações de eletricidade por ano. Aproveita água que dantes era desperdiçada.
Vítor Andrade e José Ventura, Expresso, 02-03-2012


Eu fiquei abismado com esta notícia! Como é possível ainda haver capitalistas (que têm dinheiro) que investem em Portugal?! Um país falido, amargo, com uma população a se queixar do roubo, do pacto de agressão... uma população que vem gritando ao mundo que vive num país governado por uma corja, por ladrões, mentirosos...
Corja recém-eleita por... sei lá! Marcianos? Brasileiros?

Porto 3, Benfica 2

O Futebol Clube do Porto venceu o Sport Lisboa e Benfica por 3 a 2!
Portanto, está em primeiro lugar no campeonato português, com 52 pontos. O Benfica soma 49.
Foto: Miguel A. Lopes/Lusa
Canal "esporte interativo"


Vitória do treinador mal amado 
 


Justiça Federal suspende pagamento de R$ 8 bi pela União

Laura Ignacio
São Paulo – A Justiça Federal da 2ª Região (Rio de Janeiro e Espírito Santo) suspendeu o pagamento de R$ 8 bilhões pela União às entidades de previdência privada, referente a Obrigações do Fundo Nacional de Desenvolvimento (OFNDs).
O Tribunal Regional Federal (TRF) da região havia determinado o pagamento ao julgar uma ação da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp) e não cabia mais recurso contra a decisão. A Abrapp é uma entidade privada que congrega 92 fundos de pensão do país.
A associação havia entrado na Justiça com uma ação para pedir que os títulos de OFND's adquiridos compulsoriamente por essas entidades, no passado, fossem indexados pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC). O TRF aceitou o pedido.
Inconformada, a Advocacia-Geral da União (AGU), por meio da Procuradoria Regional da União da 2ª Região, entrou com uma ação rescisória contra a decisão do TRF e conseguiu suspender o pagamento na Justiça.
Na liminar, o juiz federal Marcelo Pereira da Silva determinou que a União não realize os pagamentos até que o mérito da ação rescisória seja julgado porque haveria o comprometimento de verbas públicas para isso. Porém, o juiz ordenou que seja mantido o andamento do processo de execução, em que se discute o cálculo do valor exato que deverá ser pago pela União.
No mérito da ação rescisória, a procuradoria questiona a decisão do TRF. Defende que a atualização das OFNDs deve ser feita conforme entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Segundo a procuradoria, deve ser aplicado o Bônus do Tesouro Nacional (BTN) e não o IPC. Além disso, ressalta que o acórdão do TRF viola dispositivos da Constituição Federal, do Código de Processo Civil (CPC) e da Lei 7.799, de 1989.
Segundo o advogado Fábio Coutinho Kurtz, do Siqueira Castro Advogados* que representa a entidade no processo, a ação rescisória é apenas uma tentativa da União adiar o pagamento desse crédito. “O CPC prevê hipóteses restritas para o ajuizamento de ação rescisória e, no nosso entendimento, o caso não se encaixa em nenhuma delas”, afirma.
O advogado lembra que, caso a Justiça rejeite o pedido da ação rescisória, a União deverá ter que pagar mais 10% do valor em discussão de verbas sucumbenciais.
Título e Texto: Laura Ignacio, Valor online, 02-03-2012
 * O Escritório Siqueira Castro é o mesmo que cuida da ação da Apaerus

Ainda sobre Paul Krugman e os nós que deixou...

O resto da “narrativa” deve ser vista no Delito de Opinião.  Segundo rezam outras crónicas, João Galamba e Pedro da Silva Pereira terão experimentado a desilusão e a insatisfação.  Anacleto Louçã o coordenador do Bloco de Esquerda, não aproveitou sequer o tempo de antena mediático. Se não me falha a memória, pela primeira vez na sua longa carreira de combate político.
Rui Carmo, O Insurgente, 02-03-2012
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Reforma autárquica extinguirá entre mil a 1.400 freguesias

Reforma autárquica aprovada pela maioria PSD/CDS
Sofia Rodrigues
Uma abstenção e 22 declarações de voto deram nota do tom crítico da bancada do PS à decisão da direcção de votar contra a proposta de reforma administrativa local. A proposta de extinção de freguesias foi esta manhã aprovada, na generalidade, com os votos a favor da maioria parlamentar e os votos contra também do PCP, BE e Verdes.
Miguel Coelho, deputado do PS eleito por Lisboa, absteve-se ao arrepio do voto contra da sua bancada à proposta do Governo, dizendo que "é má", mas que espera que sejam feitas alterações na especialidade.
Entre 22 os deputados socialistas que anunciaram declaração de voto estão o ex-líder parlamentar Francisco Assis e o antigo secretário de Estado das Comunidades José Lello. "O PS é a favor de uma reforma administrativa (...) e não fez tudo o que era possível para transmitir a sua posição de defender que antes desta reforma houvesse uma lei eleitoral autárquica", disse aos jornalistas José Lello, justificando o seu voto contra a proposta do Governo por ser "disciplinado". Francisco Assis, por seu turno, disse ter votado contra por discordar desta proposta mas ser a favor "há muitos anos" da redução de freguesias.
A estas críticas à estratégia da direcção do partido, o líder da bancada parlamentar, Carlos Zorrinho, respondeu apenas que o PS "é um partido que debate e decide".
Título e Texto: Sofia Rodrigues, Público, 02.03.2012 - 13:04

Foto: Adriano Miranda/Público
A proposta de Lei do Governo que prevê o desaparecimento, através de agregação, de entre mil a 1.400 freguesias, foi esta manhã aprovada com os votos favoráveis das duas bancadas que suportam o Governo. Quase toda a oposição votou contra. 22 deputados socialistas apresentaram declarações de voto, incluindo Miguel Coelho, que se absteve.

Bom, não é necessário ser economista, nem ciclista para comprender que, com a extinção dessas freguesias, serão menos mil presidentes de Junta, mil e tantos funcionários, edifícios, etc...
Os partidos chamados de esquerda (eu os chamo de outra coisa) votaram contra, claro, óbvio!
E o Partido Socialista, o partido que governou Portugal nos últimos 10 anos, que agora é liderado por um marciano que anda passeando pelo "interior de Portugal", é um partido que... "debate e decide", entendeu?
Desenhado em 1835, o mapa português das freguesias adoptou a divisão paroquial moldada ao longo de séculos pela Igreja Católica. A paróquia dos Mártires, por exemplo, em plena zona da Baixa-Chiado, remonta a 1147, quando D. Afonso Henriques pelejava contra os mouros. Hoje é a freguesia mais pequena de Lisboa, com apenas 372 habitantes, e integra um grupo de 12 que o município de Lisboa decidiu agregar, sob a designação de Santa Maria Maior.

Os detalhes da vida

João Bosco Leal
Mão de Deus – escultura no deserto do Atacama, Chile, 
entre as cidades de Antofagasta e Copiapó em viagem de 2008
Após adquirir minha primeira motocicleta, cerca de vinte anos atrás, quando achei que já tinha juízo suficiente para adquirir uma, nos finais de semana me aventurava em minhas primeiras viagens, até as cidades mais próximas, iniciando com as que estavam a 20, depois 50, 100, 200 quilômetros de distância.
Eram passeios totalmente descompromissados, sem nada para fazer no destino, hora para partir ou retornar. Mal chegava a um lugar já voltava, só interessado na liberdade, no ar batendo no corpo e nas sensações que só quem já viajou de moto conhece.
Como diferença marcante entre as viagens de carro e de moto, o que mais me chamava à atenção eram os detalhes. Mesmo em caminhos por onde já havia passado dezenas de vezes de carro, começava a enxergar árvores, desvios, entradas, topografias, paisagens e detalhes que nunca havia percebido.
Esse talvez seja um dos motivos que mais explique a paixão dos que gostam de viajar de moto. Além das sensações, enxerga-se muito mais do que quando estamos de carro, talvez pelo enclausuramento provocado pela própria estrutura do carro, as colunas, os vidros fechados e a música, que praticamente nos isolam do que se passa do lado externo.
Enganam-se os que acham que os motociclistas são loucos, que correm demais, usam drogas, arrumam brigas e coisas do gênero. Isso é coisa de filme americano, de bandos de velhos arruaceiros, que andavam em bandos com suas motos, arrumando confusões e amedrontando todos por onde passavam, mas isso não existe por aqui.
Existem, é claro, diversos tipos de motocicletas e usuários de diversas idades, cultura e educação, que delas se utilizam de formas distintas, mas basta observar um pouco para percebermos que “loucuras” com motos só são realizadas pelos motoboys, com motos pequenas, que realizam verdadeiro zigue-zague no trânsito ou pelos jovens que possuem motos esportivas enormes, mais “tensas”, que fazem barulho, dão grandes aceleradas e atingem velocidades enormes em apenas uma quadra de onde partiram, disputam arrancadas em ruas e avenidas, correm muito e morrem bastante.

Crise, que remédio, mas abutres não!

Isabel Stilwell
Aos primeiros pingos as cidades transformam-se num pandemónio, e com memórias de peixe (que ao que parece não retém uma informação mais do que uns segundos), começamo-nos imediatamente a queixar dos incómodos de andar à chuva. Mas enquanto que uns se lamentam com um sorriso irónico, plenamente conscientes do absurdo das suas lamúrias, outros protestam paranoicamente convictos de que o mundo se uniu para as tramar.
Há alguém que inventou uma crise à sua medida, que manipula a metereologia só para que chova quando querem sol e vice-versa, alguém que põe sal a mais, ou sal a menos na comida para que sofram de hipertensão, num sem fim de atentados à sua ilustre pessoa. Gente que objectivamente se alimenta da morte, odiando aqueles que não só estão vivos, como, insulto dos insultos, parecem ser felizes.
Mas estas criaturas têm mais defeitos. Estão de tal forma viradas sobre si mesmos, que não respondem ao Bom Dia de quem entra com eles no elevador, não trocam um sorriso na plataforma de um metropolitano e quando lhes tropeçamos num pé, por força dos balanços de um autocarro apinhado de gente, fulminam-nos com os olhos, certos de que pertencemos a uma qualquer confraria secreta que os tem como alvos.
Não podem ouvir uma gargalhada, sem franzir o sobrolho, porque estão certos de que rimos deles, nem ver duas pessoas a conversar, sem suspeitar que conspiram. São também elas, que usam os seus pequenos poderes para nos fazer sentir a sua importância, imaginando talvez que ajustam contas connosco, sabe-se lá do quê, e que não têm a nossa vida para andarem por ai a distribuir sorrisos ao Deus dará.
Acredite que se mandasse, reciclava estes sugadores de alegria e boa disposição para um outro planeta. Será que há alguém que os queira? Proponho, à imagem da Media Markt, um dia sem IVA para nos livrarmos dos que temos em stock.
Título e Texto: Isabel Stilwell, Destak, 02-03-2012

Prezados e heróicos colegas do SAMSP - Sindicato dos Aeronautas do Município de São Paulo:

"Corrupção, a partir de certo nível, exige que todos sejam corruptos. Quem se recusa é alvo de pressões insustentáveis. É um processo de seleção negativo." Ladislau Dowbor 

Carlos Lira
É motivo de muito orgulho para nós, os aeronautas aposentados e os aeronautas da ativa, sabermos que abnegados colegas de profissão e de ideal em favor da justiça, se entregam de corpo e alma à luta em benefício desta categoria tão vilipendiada ultimamente, tão massacrada, tão desprezada pelo lado patronal e desprovida de um respaldo onde possa recorrer em sua defesa, beneficiando-a no mínimo com honradez e respeitando a segurança e estabilidade desta profissão que exige método e modelo próprio, desprezando a ingerência de elementos nocivos ao bom senso e critério de perfeição aeronáutico.
Nestes últimos anos a perseguição foi intensa e extensa em todos os ângulos que se possa conceber: mudanças inconcebíveis, alterando códigos e leis visando interesses escusos chegando às raias de uma lesa-pátria. A ditadura petista salta à vista, o ser humano é um número a acrescentar ou diminuir em sua folha de pagamento, de promoção, de desrespeito, de defasagem e putrefata desordem nacional. A mordacidade reinante instaura um códice voraz onde a hora e a vez é dos cúmplices cognominados "cumpanêros". Nesta leva, inclusos estão sindicatos, lideranças estudantis e outras organizaçãos que se renderam ao apelo pecuniário e desprezaram a honradez.
Que moral existe neste pseudo SNA para divulgar um fato ocorrido no dia 22 de novembro de 2011, guardado a sete chaves por esta podre gente sindical, para jogar sujamente num momento de ouro para a categoria que abomina esta gente desleal, corrompida, sem o menor respeito ou pudor em relação à categoria que se diz defender?

quinta-feira, 1 de março de 2012

E se os chineses estiverem certos?

Mao Zedong proclama a criação da República Popular da China em 1949
Carlos Alberto Sardenberg
Nem convém falar assim, em público, mas há momentos em que o pensamento rompe nossas barreiras e cogita da eficácia do despotismo esclarecido. A gente observa a desgraça que políticos democraticamente eleitos espalham pelo mundo afora e imagina: e se tivéssemos um líder com capacidade intelectual e visão de futuro absolutamente extraordinárias, uma pessoa do bem, com senso de justiça social? Esse líder, com poderes absolutos - quer dizer, sem os constrangimentos de lidar com políticos interesseiros e populistas - não poderia fazer um imenso bem ao país?
Está falando da China - é, pelo menos, o que se diz lá mesmo. O primeiro déspota teria sido Deng Xiao Ping, que no final dos anos 70 venceu a camarilha dos herdeiros de Mao, e lançou as reformas econômicas pró-capitalismo que trouxeram a China à posição de hoje. Além disso, Deng teria solucionado muito bem um problema difícil para todos os déspotas, esclarecidos ou não, que é a sucessão.
Deng não deixou um sucessor, mas um grupo, um sistema, instalado no Partido Comunista. Assim, a China emplacou três décadas crescendo a taxas anuais de 10% e, mais importante, retirou da pobreza algo como 800 milhões de pessoas - os chineses que hoje vivem na parte urbana e desenvolvida.
E, para deixar o leitor ainda mais perturbado com este pensamento tão incorreto quanto tentador, o sistema chinês oferece neste momento mais duas demonstrações de sua eficiência política e visão de futuro. Primeira, a sucessão: ao longo deste ano, de maneira organizada e pré-anunciada, serão substituídos o presidente do país e chefe do partido, Hu Jintao, e o primeiro-ministro, Wen Jiabao.

"As entidades civis não devem qualquer obediência ao governo"

Peter Wilm Rosenfeld
Novamente preciso de espaço para mais de um assunto; na realidade, seria necessário mais do que o que dedicarei hoje, mas não quero abusar de meus amigos leitores…
Mas vamos lá!

A PRESIDENTE ROUSSEFF E OS CLUBES DAS FORÇAS ARMADAS – Como Chefe Supremo das Forças Armadas, a Presidente deveria saber que pode mandar e desmandar nas Forças Armadas, pois pela Constituição esse poder é exclusivo da Presidência.
Mas deveria saber, também, e se não o sabe tem grande quantidade de pessoas que conhecem o assunto, os clubes dos militares (cujos associados são oficiais, aposentados, inativos, reformados, enfim, deixaram de ser da ativa) são entidades civis cuja direção é eleita por seus “sócios”.
Não devem qualquer obediência ao governo além daquela devida por qualquer associação civil às autoridades constituídas.
Por isso, foi uma “mancada” das mais grosseiras a Sra. Rousseff ter determinado ao Ministro da Defesa que, a sua vez, repassou aos Chefes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica a ordem de que os Clubes se retratassem e que, no futuro, se abstivessem de tais atitudes.
O PT e sua figura maior nesse momento (apesar de o Sr. da Silva compartilhar essa posição com a Sra. Rousseff...) estão pondo para fora, com cada vez mais desfaçatez, seu viés ditatorial. Desmentem de maneira mais deslavada, por atos ostensivos, que tenham a intenção de manter a democracia no Brasil.
É o Foro de São Paulo, do qual não se tem ouvido falar mas que está cada vez mais audacioso!

SR. DA SILVA E SR. FERNANDO HADDAD – O Sr. da Silva está com a firme intenção de desmoralizar a maior cidade brasileira, a paulista, que tem tido o bom senso de eleger para governá-la pessoas decentes e capazes (a eleição da Sra Marta ex-Suplicy foi a exceção que prova a regra..., o mesmo acontecendo com o Sr. Pitta).
Ao escolher, e impor ao PT, o nome da pessoa que tem a duvidosa honra de ter sido o pior Ministro da Educação de todos os tempos (e eu voto desde 1949!) o Sr. da Silva revela a raiva que tem dos paulistanos e, conseqüentemente, dos paulistas.
O Sr Hadad custou milhões de reais ao Brasil com suas ridículas provas do ENEM, que tinham mais furos do que qualquer queijo suíço.
E custou ao Brasil mais um prejuízo sério com sua homofobia e com sua cartilha ensinando ao País que não está errado... falar português errado.

Sindicato Nacional dos Aeronautas acusa o Sindicato Municipal de "Força Bruta e estelionato"


Sindicato Nacional dos Aeronautas
Boletim Eletrônico
Força Bruta e estelionato

O Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA) alerta à categoria que não existe nenhuma outra entidade representativa dos aeronautas no país e que os trabalhadores não devem se deixar enganar pelo grupo liderado por um ex-dirigente da entidade, atualmente desempregado, há anos fora da função de comissário de voo e sem habilitação da Anac, que está passando fichas de filiação de um suposto sindicato municipal em São Paulo e arrecadando recursos, sendo que a entidade não foi criada, uma vez que sua assembleia de fundação foi totalmente irregular e ilegal.

Abaixo, o vídeo do programa Polícia 24 Horas, veiculado na TV Bandeirantes, que apresentou o lamentável episódio filmado em 22 de novembro de 2011, que mostra como o ex-diretor João Pedro tentou criar esse sindicato municipal de aeronautas em São Paulo.

A "assembleia" foi organizada dentro da sede do Sindicato dos Aeroviários no Estado de São Paulo, que foi cercada por mais de vinte seguranças contratados por essa entidade e pela Força Sindical. Eles impediram os aeronautas de participar da assembleia, assim como os assessores jurídicos das entidades sindicais, e agrediram os jornalistas que foram ao local registrar o fato.


Polícia é chamada para resolver uma confusão entre membros do Sindicato dos Aeroviários de São Paulo.
Band Vídeos

[Portugal] A hora da verdade chega no Verão

Helena Garrido
A terapia vai curar o doente? Esta é a pergunta que neste momento vale (ainda) milhões mas que em breve será respondida. Estamos a entrar na hora da verdade das políticas da troika.
A terapia vai curar o doente? Esta é a pergunta que neste momento vale (ainda) milhões mas que em breve será respondida. Estamos a entrar na hora da verdade das políticas da troika.
No fim da Primavera, ainda estaremos todos bastante deprimidos com falências, despedimentos e queda da produção. Mas será nessa altura, em meados de Maio, quando ocorrer o quarto exame da troika, que vamos perceber se há luz ao fundo do túnel construído por estas políticas de ajustamento. Quanto à luz propriamente dita, a desejada recuperação, só a vamos ver e sentir efectivamente algures em meados de 2013.
A antecipação que se acabou de fazer descreve a trajectória de sucesso do programa de ajustamento económico e financeiro. Se tudo correr conforme planeado, se as famílias, as empresas e o Estado reagirem conforme se espera, se mais nenhuma tempestade se formar no horizonte europeu, o fim da Primavera anunciará o fim da terapia recessiva. E no Verão poderemos começar a dizer que o pior já passou e poderemos começar a ouvir os economistas a afirmar que estamos a iniciar a recuperação.
O Governo, tal como a troika, considera que estamos neste momento a viver a pior fase da crise, aquela em que a queda da produção é mais significativa. Tal como se pode ver nas últimas previsões da Comissão Europeia - divulgadas na semana passada - e como se percebeu pelas declarações mais ou menos públicas das autoridades portuguesas e dos credores internacionais, a actividade económica continuará a cair ao longo deste ano mas com taxas cada vez mais baixas.
Ninguém tem a certeza de que é assim que vai acontecer. A fase do ajustamento em que estamos não fechou ainda o caminho do pior cenário. Mesmo o ministro das Finanças, que neste momento perscruta os números da economia portuguesa, para encontrar neles aquilo que é menos mau, o máximo que consegue dizer é que espera que a correcção dos desequilíbrios tenha menos custos do que o previsto no programa da troika. Esta mensagem de pura esperança, transmitida por Vítor Gaspar no texto que escreveu na semana passada na revista "Visão", mostra que ainda tudo pode acontecer. E revela, mais uma vez, que até o discurso político, de que depende também a retoma, tem de ser feito a partir da Praça do Comércio.

[AERUS] Subcomissão discutirá a situação de aposentados e pensionistas

Subcomissão fará debates sobre consulta a serviços de proteção ao crédito e fundo Aerus
A Subcomissão Permanente em Defesa do Emprego e da Previdência Social definiu nesta terça-feira (28) os temas das audiências públicas que realizará ao longo do ano. O primeiro debate acontece na próxima segunda-feira (5) e vai tratar da decisão da Justiça que permite às empresas consultar serviços de proteção ao crédito antes de contratar novos empregados. Em seguida, no dia 13, será discutida a situação dos aposentados e pensionistas do fundo de pensão Aerus. A subcomissão, presidida pelo senador Paulo Paim (PT-RS) faz parte da Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS).
Foto: Pedro França/Agência Senado
Os temas - cerca de 50 no total - foram definidos durante a reunião, da qual participaram representantes de sindicatos e centrais sindicais. Segundo Paim, há "uma investida muito grande por parte do poder econômico sobre os direitos dos trabalhadores". Por isso, acrescentou ele, os debates a serem realizados tratam desses direitos "e visam fortalecer o que se conquistou na CLT [Consolidação das Leis do Trabalho] e na Constituição".
Durante a reunião, o senador criticou a recente decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que considera legal a consulta a serviços de proteção ao crédito como critério para a contratação de empregados. Ele afirmou que esse tipo de consulta resulta em discriminação e deveria ser classificado como crime hediondo. Segundo Paim, haveria muitos juízes que não concordam com a decisão.
A audiência sobre o assunto, na próxima segunda-feira, será realizada em conjunto com a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado (CDH), que também é presidida por Paim.
Já a situação do fundo de pensão Aerus, que afeta aposentados e pensionistas da Varig e outras empresas, é um assunto recorrente para o senador. Ele vem reiterando que, após a quebra da Varig, esse grupo não recebe corretamente os seus benefícios - recentemente, Paim declarou que "muitas dessas pessoas vivem à míngua com a aposentadoria da Previdência, já que a Aerus não paga o que deveria".

Cartas na mesa

Geraldo Almendra
A divulgação de que o desgoverno petista pretende punir os militares que “assinaram o manifesto” com a possibilidade da prisão de pelo menos um deles é a cartada final do PT para impor, em definitivo, e absolutamente às claras, um Regime Ditatorial Fascista no país, fazendo das Forças Armadas seus submissos lacaios para “manter a ordem petista nas relações sociais”.
Devemos ressaltar que na hora do acerto de contas com esses verdadeiros bandidos ninguém poderá se esquecer de que o PT está fazendo com o país aquilo que a própria sociedade esclarecida permite, pois não vemos, ainda, tanques nas ruas nem qualquer sinal de uma guerra civil como forma de combate ao covil de bandidos em que foi transformado o poder público.
Quando dizemos que a sociedade permite estamos falando:
- dos atuais comandantes das Forças Armadas;
- dos milhares de esclarecidos canalhas não pertencentes formalmente aos quadros do PT, mas que por força do ADN da ilicitude que tomou conta seus corpos e almas degenerados são cúmplices voluntários ou subornados da destruição do país;
- das burguesias e oligarquias públicas e privadas que se uniram ao PT para levar suas vantagens no bilionário roubo dos contribuintes durante a era petista.
Se não fosse o apoio e a cumplicidade de milhares de canalhas esclarecidos de todas as classes sociais, com liderança do Retirante Pinóquio, o mais sórdido político de nossa história, o país não teria se transformado em um paraíso de patifes e nem o PT conseguiria levar avante seu projeto de poder pelo poder.
As prisões não terão preconceito de classe social ou de renda e nas suas dependências, um dia, ficarão perfilados todos os traidores de nossa pátria, não importa o tempo necessário que isso leve para acontecer, afinal de contas os herdeiros também poderão pagar um pedaço da conta da destruição do país promovida por suas famílias.
Título e Texto: Geraldo Almendra, 01-03-2012
Edição: JP
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Detection Points in the Terrorist Attack Cycle

Scott Stewart
Last week's Security Weekly discussed the fact that terrorism is a tactic used by many different classes of actors and that, while the perpetrators and tactics of terrorism may change in response to shifts in larger geopolitical cycles, these changes will never result in the end of terrorism. Since that analysis was written, there have been jihadist-related attacks in Afghanistan, Nigeria, Yemen and Pakistan, an assassination attempt against the president of Abkhazia, and a failed timed-incendiary attack against the Athens subway. (The latter incident, which militant anarchists claimed, reinforces that jihadists are not the only ones who practice terrorism.)
But while terrorism is a continuing concern, it can be understood, and measures can be taken to thwart terrorist plots and mitigate the effects of attacks. Perhaps the most important and fundamental point to understand about terrorism is that attacks do not appear out of nowhere. Individuals planning a terrorist attack follow a discernable cycle -- and that cycle and the behaviors associated with it can be observed if they are being looked for. We refer to these points where terrorism-related behavior can be most readily observed as vulnerabilities in the terrorist attack cycle.

The Attack Cycle
Many different actors can commit terrorist attacks, including sophisticated transnational terrorist groups like al Qaeda; regional militant groups like India's Maoist Naxalites; small, independent cells like the anarchists in Greece; and lone wolves like Oslo attacker Anders Breivik. There can be great variance in attack motives and in the time and process required to radicalize these different actors to the point that they decide to conduct a terrorist attack. But once any of these actors decides to launch an attack, there is remarkable similarity in the planning process.

Azeite Gallo: racismo na garrafa (?)

A marca de azeite portuguesa Gallo foi contestada no Brasil por causa de uma campanha de publicidade que tem por objectivo promover a sua nova embalagem em vidro escuro.

O anúncio contestado no BrasiI. Imagem: DR
A frase em questão, que pode ser lida num anúncio impresso, diz: “O nosso azeite é rico. O vidro escuro é o segurança.” A afirmação feita no anúncio envolve racismo, segundo a parte reclamante (cujo nome não foi revelado), que se dirigiu ao conselho que regulamenta a publicidade no Brasil, o Conar.
A detentora da marca Gallo, por seu lado, limitou-se a confirmar a existência do processo, acrescentando que não fará declarações até que o caso seja julgado. “O assunto está sob julgamento e não temos nada a declarar neste momento”, afirmou a empresa numa nota enviada à Lusa.
A AlmapBBDO, empresa brasileira responsável pela criação do anúncio, confirmou à Lusa ter recebido uma notificação sobre a contestação, ainda em 2011, mas também disse que não comenta o assunto. A data do julgamento ainda não foi marcada.
O Conar é uma organização não-governamental criada e mantida pelas próprias agências de publicidade do Brasil. Os participantes comprometem-se a cumprir o código de ética do sector, criado na década de 1970, quando a publicidade corria o risco de ser submetida a uma censura prévia imposta pelo governo militar da época.
A contestação relativa aos anúncios publicitários pode ser feita por consumidores, concorrentes ou autoridades públicas que se sentirem ofendidas ou lesadas. A contestação é avaliada pelo conselho de ética, que solicita aos envolvidos a apresentação de uma defesa.
Texto: Agência Lusa/Público, 01-03-2012

Não aguento mais estes pobres coitados vítimas de racismo... numa garrafa de azeite! 
Perdoai-lhes, Senhor...

Quem inventou o ano bissexto?

Francisco Vianna
Anos bissextos são anos que têm 366 dias, ao invés dos outros anos que têm 365. A introdução de mais um dia, de quatro em quatro anos, foi necessária porque a extensão real de cada ano é de 365,242 dias, ou 365 dias e 6 horas, aproximadamente. Então essas seis horas excedentes, após quatro anos, dão 24 horas, ou um dia excedente que foi incluído no mês de fevereiro que, nos anos bissextos conta com 29 dias. Então, um ano para ser bissexto tem que ser múltiplo de 4 e, como tal, passa a ter 366 dias.
No entanto, tal aproximação não é exata e, em função disso, ocorre que de 400 em 400 anos (ou de quatro em quatro séculos) sobra uma fração acumulada de 6 horas por século. Assim é que o ano de 1900 não foi bissexto, uma vez que adicionando um dia extra a cada 4 anos, em quatro séculos, sobram três dias. Por esta razão, apenas um em cada quatro anos que fecham seus séculos será considerado como bissexto. Há séculos, tais anos só são considerados bissextos se forem da mesma forma divisíveis por 400. Portanto, os anos de 1700, 1800, 1900 não foram anos bissextos, 2000 foi, como será também o ano de 2400, ao passo que o ano de 2100 também não será bissexto. 1600 e 2000 foram anos bissextos pelo fato de serem expressos por números que são divisíveis por 400.

JÚLIO CÉSAR, O IMPERADOR DE ROMA, FOI QUEM CRIOU A NOVIDADE 

Júlio César e seu estandarte imperial. SPQR é um acrönimo que significa Senatus PopulusQue Romanus que, traduzindo, quer dizer "O Senado não é mais do que o povo romano"

De Pinheirinho a INSS

Carlos Lúcio Gontijo
Pobre no Brasil tem uma vida cercada de dificuldades e desrespeito a seus direitos, conforme nos provou, de maneira explícita, a ação dos poderes públicos no desmonte da comunidade Pinheirinho, em São José dos Campos, no Estado de São Paulo, onde um enorme contingente de pessoas foi massacrado, em nome da defesa do instituto da propriedade particular, ainda que seu proprietário nem IPTU tivesse o hábito de pagar e esteja às voltas com imbróglios judiciais, por peripécias e falcatruas no mundo do capitalismo desenfreado e descompromissado com os interesses coletivos.
Montar operação de guerra para destruir Pinheirinho é fácil, queremos ver é atacar, por exemplo, a grilagem em terras públicas, perpetrada por gente graúda e rica aos redores de Brasília, às portas do Palácio do Planalto, onde são muitas as mansões e áreas de convescote e lazer erguidas de forma irregular e “surrupiadamente”.
Folha de São Paulo
Infelizmente, como tudo no Brasil, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), não consegue livrar-se dessa sina do tratamento diferenciado, construindo uma estrutura que se mantém prisioneira da cultura lastreada na visão de que há cidadãos mais brasileiros que os outros, o que rebaixa alguns cidadãos à condição de estrangeiro indesejável, ao qual o proclamado direito à cidadania não é estendido, como se deu em Pinheirinho.
Todos os dados referentes ao INSS, independentemente da fonte ou origem das pesquisas, revelam uma constrangedora desigualdade na distribuição de renda entre os aposentados. O Brasil paga aos 60% de seus beneficiários mais pobres a mesma quantia que destina aos 10% mais ricos. Dessa forma, enquanto a maioria sofre nas filas para receber rendimentos insuficientes, alguns poucos, bafejados pela sorte, abocanham boa parte do montante que o país arrecada.

A não perder! 3 de abril, Biblioteca Orlando Ribeiro, 19h