quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Bolsonaro não é de extrema-direita

Cristina Miranda

Rotular de “extrema-direita” tudo o que se opõe ferozmente à agenda da esquerda globalista é agora a arma desesperada das criaturas marxistas, algumas disfarçadas de jornalistas. Diz-se que a melhor defesa é o ataque e é bem verdade. Nunca a ameaça à ideologia de esquerda esteve tão patente no mundo devido à loucura da abertura de fronteiras à imigração descontrolada de gente vinda de países com culturas antiocidentais, prontas a destruir nossos valores e sociedade tal como a conhecemos, à corrupção e às bancarrotas, que condenam as nações à pobreza.

Os povos, fartos de serem as cobaias, estão a reagir expulsando do poder as esquerdas. Estão no limite da paciência.  E isto não é opção pelo extremismo de coisa alguma, é a revolta das pessoas a exigir o regresso à ordem.

Na semana passada tentaram matar Bolsonaro, no Brasil, como sempre fizeram os extremistas de esquerda para silenciar seus opositores. No passado, foram “só” 100 milhões, coisa pouca, às mãos do comunismo/socialismo, onde nele se fabricou os quatro maiores carniceiros de que há memória: Mao Tsé Tung, Lenine, Hitler (sim, Hitler era um radical Nacional-Socialista e não de direita) e Stalin.


A ver se registram de uma vez que extrema direita é “toda a manifestação humana que possua orientação considerada exageradamente conservadora, elitista, exclusivista e que alimente ainda noções preconceituosas contra indivíduos e culturas diferentes das de seu próprio grupo”. Assim, expliquem lá onde se encaixa aqui Bolsonaro se ele não tem no seu discurso qualquer uma destas características?

No entanto, a esquerda que o rotula de radical, defende reformas radicais no sistema social político e económico que visam igualdade social com desmantelamento dos estratos sociais;  o confisco da riqueza para distribuir por igual;   um Estado totalitário que decide tudo em nome do bem comum e controla em absoluto a economia;  que domina os meios de comunicação na defesa de um pensamento único e ainda persegue com violência quem se lhes opõe. Não é irónico?  Afinal quem é extremista aqui?

Mais: a mesma esquerda que persegue Bolsonaro com ódio – sim, porque aquele ataque não foi por amor – idolatra o maior promotor de ódio jamais visto na América Latina, Che Guevara, esse carniceiro louco que todos estes radicais homenageiam com saudosas “t-shirts” como foi o caso do BE (Bloco de Esquerda) no Parlamento. Um sanguinário que matou a sangue frio crianças, mulheres, homens, negros, gays, jovens, para impor sua ideologia! E ainda deixou para a prosperidade estas “maravilhosas” frases: “O individualismo deve desaparecer!”; “Estou aqui nas montanhas de Cuba sedento por sangue”; “Querido pai, hoje descobri que realmente gosto de matar”; “Minhas narinas se dilatam quando aprecio o odor acre da pólvora e do sangue.  Louco de fúria, mancharei de vermelho meu rifle estraçalhando qualquer inimigo que caia em minhas mãos! Com a morte de meus inimigos preparo meu ser para a sagrada luta, e juntar-me-ei ao proletariado triunfante com um berro bestial!”; “Não tenho casa, não tenho mulher, não tenho pai, não tenho mãe, não tenho irmãos.  Meus amigos só são amigos quando eles pensam ideologicamente como eu”. Não é “lindo” e “inspirador”?

Este animal, hoje herói das esquerdas, foi ainda responsável pelo confisco da poupança e propriedade de seis milhões e quatrocentos mil cidadãos e transformou vinte por cento da população de Cuba em refugiados, numa nação que até então era  inundada de imigrantes e cujos cidadãos gozavam um padrão de vida  superior à metade daqueles que residiam na Europa.

Criou gulags Guevaristas com trabalhos forçados e câmaras de tortura.  Ainda saqueou e ocupou a mais luxuosa mansão de Cuba obrigando o seu proprietário a fugir do país.   Só gente extremista doida varrida idolatra um filho da mãe desta natureza. No entanto nós temo-los no Parlamento. E chamam-se PCP e BE. (Partido Comunista Português e Bloco de Esquerda).

Mas nosso querido Marcelo, sempre a passar esponja em tudo, já veio dizer que em Portugal não existe extrema-esquerda. Anda distraído? É ignorância? É má-fé? Como pode afirmar algo que é mentira quando são eles próprios, BE e PCP, todos os dias a demonstrar que o são, com apoio aberto às ditaduras de Fidel e Che Guevara, Maduro, Kim Jong Un, Lenin e Stalin? Quando nas suas políticas defendem, sem preconceito, a perseguição ao capital, o controlo absoluto da economia e da mídia pelo Estado, têm um discurso constante de ódio contra a direita a quem chamam de fascistas e neoliberais!!! Brincamos com a inteligência do povo português, é isso?

Não, não é Bolsonaro que é de extrema-direita. São os opositores que o tentaram matar para o silenciar que são extremistas. Exatamente iguais aos de cá, que um dia mataram com sucesso o incómodo Sá Carneiro e que ainda se passeiam por aí a fazer política.
Título e Texto: Cristina Miranda, Blasfémias, 12-9-2018

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