quarta-feira, 10 de abril de 2019

Os primeiros 100 dias da atuação da imprensa no governo Bolsonaro

A mídia avalia o governo Bolsonaro através de uma lente ideológica esquerdista em que todos os atos de Bolsonaro serão sempre piores do que as atitudes de Fidel Castro ou Maduro. Diante disso, analisamos os primeiros 100 dias da atuação da imprensa no governo


Luciano Oliveira

A mídia inteira avalia os primeiros 100 dias do governo Bolsonaro através de uma lente ideológica esquerdista. Isso significa que não importa o que Bolsonaro faça seus atos serão sempre piores do que as atitudes de Fidel Castro ou Maduro. A mídia está seguindo o mesmo modus operandi da imprensa americana: transformar os atos mais desprezíveis em escândalo nacional como a notícia publicada pelo Estadão em que Bolsonaro chega na churrascaria antes do aniversariante.

O corte de mais de 10 bilhões com publicidade estatal, a flexibilização da posse, mais de 12 concessões aeroportuárias, a apresentação da Reforma e do Pacote Anticrime, o novo recorde da bolsa, a extinção de mais de 21 mil cargos públicos estão sendo completamente ignorados por cortinas de fumaça como a polêmica de menino veste azul e menina veste rosa.

Diante de tantos problemas, resolvemos analisar os primeiros 100 dias da atuação da imprensa no governo Bolsonaro, comentadas por Luciano Oliveira e André Assi Barreto, editor e colunista do Senso Incomum.

Além das fake news mais cabeludas, abordamos os seguintes tópicos:

1. Oposição ideológica vs oposição jornalística
2. Que tipo de oposição a imprensa vem fazendo a Bolsonaro?
3. A mídia, nesses 100 dias, vem se comportando como quarto poder ou como quinta coluna?
Ouça!

Título e Texto: Luciano Oliveira, Senso Incomum, 10-4-2019

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