segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Já se respira um novo tempo no Brasil!

Nos dias de 25 de outubro a 2 de novembro de 2018, em torno do inesquecível 28 de outubro de 2018, conversei com algumas pessoas no Rio de Janeiro sobre o segundo turno da eleição presidencial: funcionário público da Fundação Oswaldo Cruz, professora de inglês, estudante de Engenharia Civil, motoristas da Uber e antigos vizinhos do condomínio onde morei por 25 anos. Todos entusiasmados e esperançados num novo Brasil. Com perfeita noção do que querem para eles e para o Brasil: ordem e progresso.


Jornais, revistas, telejornais, “cientistas sociais” e centenas de “especialistas” não lhes fazem a cabeça. Surpreendente!

Aliás, e aqui é a minha avaliação, ficou escancarado o divórcio entre a oligarquia acima citada e a população. Os primeiros, teimando em desinformar, manipular e propagandear, e a população teimando em trabalhar e querendo paz para andar por aí, sem lenço nem documento. Querendo uma boa escola para os seus filhos e netos, um bom posto de saúde, civismo nos transportes públicos e no trânsito. Querendo extirpar, para sempre, a malandragem, o jeitinho, a lei de Gerson, as ‘cervejinhas’...

Querendo, sim, que o bandido vá para a cadeia ou para o cemitério. Apoiam sim, o governador eleito do Estado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, que declarou não querer tergiversar com a bandidagem. E o aplaudiram quando ele respondeu a uma ‘jornalista’ da Globo que “preferia ver o policial no tribunal do que no (seu) funeral.”

O funcionário da FOC me contou um episódio revelador presenciado por ele no ônibus que o levava para a Fundação: dois pivetes não queriam pagar a passagem, em consequência, o motorista não queria arrancar. Até que um cara gritou lá atrás “Porra, ou vocês pagam a passagem ou descem!”, logo secundado pelos demais passageiros. Os pivetes acabaram por pagar a passagem. O motorista arrancou e alguém gritou “Bolsonaro!”.

Lembrou o funcionário que me contava a historinha: “o motorista não ficou só! Antes, o que acontecia era os passageiros reclamarem do motorista por este se recusar a prosseguir viagem. Isto é, tomavam partido dos bandidinhos.”

Já se respira um novo tempo no Brasil, não importam as constantes intervenções da ‘nomenclatura’, visando denegrir, desqualificar, ridicularizar e estigmatizar o presidente eleito e todos que ele indica/menciona/nomeia.

Parabéns, eleitores de Jair Bolsonaro! Que mandaram à merda a ‘nomenclatura’ nacional e internacional! E criaram a data internacional “29 de outubro: Dia INTERNACIONAL das Caras-de-Bunda”.

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