quarta-feira, 14 de novembro de 2018

[Pernoitar, comer e beber fora] Periquita

vinho Periquita é conhecido como o primeiro vinho tinto engarrafado em Portugal. Essa inovação traduz a sua originalidade e, o reflexo da Portugalidade surge da sua presença na mesa dos portugueses – de todos nós – desde 1850. À nossa, ao estilo de vida Português!

A história do Periquita remonta ao início da própria história da José Maria da Fonseca, quando o fundador da empresa, o Senhor José Maria da Fonseca comprou, por volta de 1846, a propriedade Cova da Periquita. Foi nessa propriedade, hoje em dia quase engolida pelo desenvolvimento urbano, que José Maria da Fonseca plantou as primeiras uvas da casta Castelão, que ele próprio havia trazido, muito provavelmente, da província do Ribatejo.

O vinho produzido na Cova da Periquita desde logo provou ser o melhor da região dando origem a que os outros proprietários pedissem a José Maria da Fonseca varas daquela casta para plantarem nas suas próprias propriedades. Desta forma, o vinho tornou-se conhecido em Azeitão como o vinho da Periquita, passando a ser comercializado pela José Maria da Fonseca como Periquita.

Embora não possa ser avançada com exactidão a data em que a primeira colheita foi produzida, é porém certo que o Periquita já estava a ser produzido em 1850, tendo a colheita de 1886 recebido a medalha de ouro na Exposição de Vinhos de Berlim em 1888.


José Maria da Fonseca registou a marca Periquita em 1941. Por este motivo, o Periquita é na atualidade a mais antiga marca Portuguesa de vinho de mesa comercializada tendo adquirido, ao longo do tempo, uma crescente popularidade em Portugal e uma considerável notoriedade em mercados tais como a Suécia, o Brasil, Reino Unido, Estados Unidos da América, Canadá, Dinamarca e Noruega.


PRODUTOR:
José Maria da Fonseca. Inovação e tradição - um título que poderia qualificar de imediato o trabalho da José Maria da Fonseca. Um negócio de família com quase dois séculos de história que, sem nunca repousar sobre as glórias conquistadas, tem sabido modernizar-se. A José Maria da Fonseca exerce a atividade vinícola desde 1834, fruto da paixão partilhada de uma família que tem sabido preservar e projetar a memória e o prestígio do seu fundador.

QUALIDADE/REGIÃO:
Alentejo.

NOTAS DE PROVA:
Vermelho com alguma profundidade. Frutado a amoras, framboesas, morangos maduros, groselha. Madeira de carvalho com alguma baunilha por trás. Frutado, com volume, alguma persistência, taninos presentes mas macios. Boa acidez que lhe dá “garra”.

VINIFICAÇÃO/ESTÁGIO:
Fermentação ocorre durante 4 dias a 28°C, com maceração total. 6 meses em carvalho Francês e Americano (madeira nova e usada).

TEMPERATURA DE SERVIÇO:
12°C.

TEOR ALCOÓLICO:
13%.

SUGESTÕES:
Acompanha pratos de carne, caça e queijos de sabor intenso. 

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