domingo, 27 de outubro de 2019

Os novos 'animais de estimação' das esquerdistas radicais

Pedro Augusto Martins

Submissos às suas donas, os novos 'animais de estimação' das esquerdistas radicais, invariavelmente brancos travestidos de mulheres, representam o produto acabado da violência psicológica do discurso feminista e pró-imigração sobre o homem branco. Fazer o homem branco vergar - no seu próprio país - não a um senhor, mas a uma senhora, a quem serve, como no caso de Joacine, incorporando estética, superficial e identitáriamente elementos femininos, protagonizando, desse modo - de forma humilhante -, simultaneamente, o ataque e a queda do símbolo maior da civilização ocidental é um ato simbólico simplesmente hediondo e que gerará, obviamente, rancores profundos.


O seu equivalente, no sentido inverso, seria o de um deputado branco nacionalista levar uma guineense, vestida como prostituta, e amarrada como se de uma escrava tratasse, para ser sua assessora no parlamento. Acredito que seja mais difícil encontrar uma guineense que se preste a tal humilhação do que homens brancos, mas creio ser possível. Talvez essa guineense pudesse dizer, tal como o pet "Rafa" declarou, que se tratava de uma simples liberdade de escolha estética e enquadrada dentro da lei, vendendo como ato libertário aquilo que todos intuímos e no fundo sabemos ser uma odiosa provocação.

A "ideologia da vingança", termo que penso descrever bem este fenômeno que enforma as atuais esquerdas radicais, opera com base na inversão em espelho da fantasia tirânica que acredita que os seus antepassados sofreram, o que pode ser, ou não, verdade, e que é tomado como sendo vivenciado pelo próprio. Usualmente não o é, pois, como se sabe, as verdadeiras vítimas acabam por se fechar no silêncio pelos efeitos da violência e por querer esquecê-los, quer na geração atual, quer na anterior.

No entanto o critério de verdade não interessa para nada, pois que se finge que é sua a dor de outros ou a dor que nos outros se pressente. Por tal, a ideologia da vingança, procura em todo o lugar e em qualquer comportamento opressão, racismo, machismo, etc... Alimentando-se visceralmente de um sofrimento parcelar ou antigo que se exponencia, interpreta e dramatiza, bem como dos elementos históricos que legitimam a sofreguidão por reivindicar, atacar e, mesmo, destruir a abstração condensada na máxima "homem branco" - ou qualquer um que o possa representar - desprezam-se as construções e circunstâncias históricas e tudo aquilo que se possa denominar pelo conceito "pensamento".

Não por acaso, Joacine quer acabar com a masculinidade no parlamento e - ainda - fazer vergá-lo à sua condição de gaga, mulher e divorciada, pelo que todos se devem submeter ao seu narcisismo omnipotente e tirânico.

Joacine, porventura, nada terá que ver com o sofrimento que pensa representar, é mero papagaio gago, instrumento político de um dos mais perversos cá do burgo, mas as suas características pessoais parecem poder fazer dela um ótimo instrumento desta ideologia odiosa que tem como objetivo destruir o melhor que o homem branco criou - já que muitas das arestas foram há muito limadas

Por que toleramos, então, este comportamento? (Um dia escreverei sobre este tópico).
Imagens e Texto: Pedro Augusto Martins, Facebook, 27-10-2019

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