domingo, 31 de maio de 2020

Um dos líderes dos protestos em Hong Kong fala à Oeste

Joshua Wong pede que o mundo apoie a luta pró-democracia do território e afirma que os protestos vão continuar

Gabriel Oneto

Aos 23 anos, Joshua Wong (foto] faz parte da última geração que nasceu em Hong Kong quando o território ainda pertencia ao Reino Unido. Um dos nomes mais conhecidos das manifestações contra a tirania chinesa, Wong rejeita o rótulo de líder e afirma que as manifestações vão continuar apesar da repressão policial crescente.

Foto: Studio Incendo/Flickr
Em entrevista exclusiva à Oeste, ele fala sobre a nova lei de segurança nacional que a China quer impor a Hong Kong, o risco de perseguição e como a repressão policial chinesa está interferindo no território. Confira:

Como você avalia a nova lei de segurança nacional que a China quer impor a Hong Kong?
A nova Lei de Segurança Nacional em Hong Kong irá acabar com futuros movimentos democráticos, uma vez que todos os protestos e manifestações serão considerados atentados de subversão aos poderes da China. Para fazer a lei ser cumprida, Pequim quer instalar um órgão de segurança nacional sem precedentes na cidade. Esse órgão secreto da polícia provavelmente substituirá as forças policiais e governamentais e realizará prisões secretas dos dissidentes, como já acontece na China. Em outras palavras, a nova lei serve como uma arma para exterminar as aspirações democráticas de Hong Kong.

Essa lei pode levar a um aumento das manifestações em Hong Kong?
A lei irá despertar uma nova rodada de protestos. Em 2019, mais de 2 milhões de pessoas foram às ruas contra a lei anti-extradição com o objetivo de proteger as futuras gerações. Os habitantes de Hong Kong também realizaram grandes protestos em 2003 contra a Legislação de Segurança Nacional. A nova lei é ainda pior, porque coloca em risco as liberdades individuais de todos. A estratégia de Pequim é enfiar essa lei controversa goela abaixo dos moradores, sem nenhuma votação legislativa. É previsível que os habitantes de Hong Kong estejam preparados para lutar para manter sua liberdade. Peço ao mundo que, mais uma vez, nos apoie.

Teme ser alvo dessa nova lei?
Provavelmente serei o primeiro alvo dessa nova lei, já que tenho recebido críticas de autoridades de Pequim por comparecer a audiências internacionais e contar ao mundo a verdade sobre a opressão do regime e a brutalidade da polícia. A China aponta eu e Nathan Law como os líderes por trás do movimento, embora não haja líderes.

Hong Kong é um centro financeiro global. As empresas sediadas aí podem fazer alguma pressão no governo chinês?

Para proteger o interesse comercial da cidade, especialmente daqueles que escolhem Hong Kong como sede regional, é crucial que as empresas expressem sua opinião e se oponham à aprovação da lei. Manter o status de autonomia de Hong Kong é a única maneira de preservar o interesse comercial. No passado, Hong Kong tinha barreiras para combater a influência política da China, como garantias de proteção aos direitos humanos, um judiciário independente e regulamentos comerciais livres. Essas são as razões pelas quais as empresas escolhem Hong Kong como destino de investimento.

“A epidemia é uma doença social”, diz o filósofo Luiz Felipe Pondé

Entrevista vai ao no programa Impressões da TV Brasil

Cintia Vargas

O Brasil alcançou a segunda posição no ranking de casos de covid-19. Com esse resultado fatídico, o programa Impressões, da TV Brasil, que vai ao ar neste domingo (31), às 22h30, convidou o filósofo Luiz Felipe Pondé para falar sobre os impactos sociais da doença.



Para Pondé, o número de mortes pela covid-19, gera um sentimento de insegurança e desespero. Para o filósofo, o lockdown também tem que ser analisado do ponto de vista social. 

“O Brasil não pode fazer lockdown completo. É uma ilusão. Muita gente anda na rua porque senão passa fome”, pondera.  “Então eu acho que às vezes a discussão fica meio de grife. A classe média alta discutindo um país que não existe. O Brasil é uma Bélgica cercada por uma Índia”, reflete Pondé se referindo às diferentes realidades sociais do país.

Na conversa com a jornalista Katiuscia Neri, o filósofo arrisca: “uma cultura como a nossa, em geral, viciada em sucesso, em controle, em bons resultados e eficácia, não saber exatamente o que vai acontecer é motivo de enorme estresse”.

Pondé alerta que o mundo sempre passou por epidemias e cita, na conversa, a peste negra e a gripe espanhola, mas, segundo ele, a atual geração sofre com o limite de tolerância e com a falta de controle. “É uma geração mal acostumada, que só acumulou sucessos. Isto não é ruim, mas criou em nós um hábito”, disse. “Filosoficamente eu diria que a gente está tendo uma experiência de algo incontrolável”.

Para o filósofo, tudo ficou previsível para a atual geração, como o avanço da medicina, a longevidade e a evolução de questões relacionadas aos direitos humanos. “A epidemia é um exemplo do que os gregos chamavam de ‘Fortuna Cega’, alguma coisa que nos acomete e a gente fica sempre parecendo que está um passo atrás. No caso do Brasil, acho que é um cruzamento entre essa crise sanitária, essa crise econômica e um desgoverno político que a gente está vivendo”.

Em tom realista, Pondé afirma que não há sinais de que a pandemia gere maior solidariedade e compaixão. Para o filósofo, as manifestações humanísticas refletem, na maior parte dos casos, interesses empresariais. “A solidariedade que tem ocorrido, em alguns casos, ela vai de braços dados com marketing, que a priori, não significa que é ruim. É até uma sorte para quem recebe ajuda. O fato de que ajudar agrega valor à marca, seja empresa, seja pessoa. É claro que você tem, no começo, o caso de jovens que se dispuseram a ajudar idosos no prédio e coisa e tal”, disse.

As estatísticas também estão contaminadas

O Brasil tem 136 mortos por coronavírus para cada um milhão de habitantes. Abaixo de boa parte dos países europeus

Branca Nunes


Embora tenha ultrapassado a França em número absoluto de mortes por coronavírus neste sábado, 30, o Brasil continua distante do país europeu na quantidade de óbitos por um milhão de habitantes, dado considerado mais preciso para comparações. Enquanto o Brasil tem 136 mortos por um milhão de habitantes, a França tem 441, a Itália, 551, Espanha, 580, Bélgica, 817, Canadá, 188, Suíça, 222, Irlanda, 335, e, Luxemburgo, 176. Mesmo os Estados Unidos, com 105.575 mortos pela covid-19, tem um índice menor do que a maioria desses países. São 319 mortes por um milhão de habitantes.

Em números absolutos de mortos, contudo, o Brasil está na quarta posição, com 28.849 óbitos, atrás de Estados Unidos (105.575), Reino Unido (38.376) e Itália (33.340). Com relação ao total de infectados, o país tem 501.985 contaminados pelo vírus chinês – superado apenas pelos Estados Unidos (1.817.409).

Embora tenham sido registrados 956 mortes pelo vírus nos sistemas de informação oficiais do Ministério da Saúde nas últimas 24h, a própria pasta faz uma ponderação: como as notificações ocorrem apenas após a conclusão da investigação dos motivos das mortes, a maioria desses óbitos aconteceu há mais tempo. “Do total de novos registros, 346 óbitos ocorreram, de fato, nos últimos três dias”, observa a nota do ministério.

Com relação ao total de recuperados, o Brasil contabiliza 205.371 pessoas que se curaram da doença. Ou 40,9% do total de casos registrados no país.
Título e Texto: Branca Nunes, revista Oeste, 31-5-2010, 10h53

Vale lembrar que o Brasil é uma república federativa, com vinte e sete Estados, portanto, com autonomia governativa. Autonomia essa, VINCADA pelo Supremo Tribunal Federal no tocante ao vírus chinês. Isto é, no entendimento do Supremo Tribunal Federal cabe, aos Estados e Municípios toda e qualquer iniciativa "contra" o vírus chinês.

Ao Bolsonaro, presidente da República, porque o STF quer derrubá-lo, cabe tão somente espalhar dinheiro pelos Estados, e dar a bunda para dois adiposos e dois arrogantes aristocratas que sonham num 18 de brumário, cujo 'Napoleão' o POVO desconhece.

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[Aparecido rasga o verbo] Hora do faro... Não o da televisão, do cachorro mesmo

Aparecido Raimundo de Souza


A coluna “RASGANDO O VERBO” vem mais uma vez em edição extraordinária, desta feita, para alertar o povo sofrido, o povo maltratado e espezinhado. O povo que é tratado os 365 dias do ano, como se fosse animal solto no pasto. Assistam ao vídeo abaixo.


Gente, não nos cansamos de falar naquela frase linda da nossa constituição fedemal, constituiçao de merda, um calhamaço de preceitos que deveria ser enfiado na goela, ou no rabo desses filhos da puta que se dizem nossos representantes.

“TODO PODER EMANA DO POVO E EM SEU NOME É EXERCIDO”. Essas figuras carnavalescas, TRATADAS COMO EXCELÊNCIAS, PRECISAM APANHAR. Apanhar na cara, na bunda, para tomarem vergonha. E depois de serem quebradas nas porradas, mandá-las para o SUS.

SUS, para quem não sabe: Sistema Único de Salafrários, ou Sistema de Usurpadores Safados.

Galera, acorda!

No Rio de Janeiro, na Atlântica, hoje, domingo, 31 de maio de 2020: a diferença está nas bandeiras


Vista Pátria, 31-5-2020

Contra o novo normal candidato presidencial precisa-se

Alguém tem de representar os que defendem que somos iguais independentemente da nossa ideologia, que o PR tem de ter um programa e não uma táctica e que há vida, difícil, para lá da propaganda.

Helena Matos

PS. Dá-se preferência a quem não se ponha em calções ao primeiro sinal de que pode estar a descer nas sondagens.

O novo normal garante que Marcelo é o único sinal dissonante face a uma esquerda que já nem precisa de disfarçar a sua arrogância. O próprio Marcelo participa ativamente desta narrativa: “sempre quero ver se eu não me candidatar e ficar tudo nas mãos da esquerda, sim, sempre quero ver…” ouviu-lhe proferir Maria João Avillez .

Digamos que o novo normal tem todo o taticismo da velha política só que já ninguém se lembra disso: desde que em Fevereiro de 2014 apareceu de surpresa num congresso do PSD, lançando o seu nome para as presidenciais, Marcelo afirma-se precisamente não por congregar mas sim por secar todo o campo político à sua volta, para em seguida se apresentar como a única alternativa possível. O “sempre quero ver se eu não me candidatar”  não é um desabafo de Marcelo perante as oposições, é sim um programa de vitória sobre os seus. É esse o programa de Marcelo: foi assim que em 2016 ganhou a Passos Coelho (Sampaio da Nóvoa era uma segunda figura nos combates que Marcelo então travou). É assim que em 2021 quer ganhar àqueles que não se conformaram com a marcelização da direita.

O novo normal tal como acontecia com a velha normalidade garante que os eleitores de direita devem não só aceitar esta estratégia de Marcelo como cumprir o papel que ele lhes reservou nela. Como? Votando nele.

Marcelo deixou passar as 35 horas na função pública, pactuou com o ataque à PGR, calou-se sobre as cativações…, mas isso na tal lista de gestos que terá elaborado para provar a sua fidelidade aos seus princípios junto do eleitorado que o elegeu em 2016 deve equivaler a dois posfácios. Não só aceitou como promoveu a versão da geringonça sobre os governos de Passos Coelho, mas o que é isso ao pé dos prefácios que redigiu para umas obras que a direita alegadamente lê?

Ser eleitor de direita será nesta versão o que existe de mais aproximado de colecionador de textos obscuros e do extinto serviço militar obrigatório: tal como o recruta não escolhia o quartel em que assentava praça também o eleitor de direita está obrigado a no dia das eleições apresentar-se nas urnas de voto e cumprir o seu dever.

Acontece que no novo normal tal como no velho os votos não estão garantidos: há que lutar por eles, coisa para que manifestamente Marcelo tem pouca paciência. Marcelo gosta da aclamação não do debate.

Mas acontece também que Portugal precisa urgentemente que abandonemos a retórica dos milagres, das soluções mágicas dos milhões que a Europa vai mandar (quantos impostos vão ser criados?), das falácias sobre a não austeridade. Do quotidiano transformado em absurdo: as crianças não podem ir à escola, mas podem ir à praia. A DGS proíbe concentrações de pessoas, mas o PCP faz comícios.

Lembra desta, do Haddad?

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Pequena torcedora ensina jeito certo de usar máscara vascaína

Tá usando a sua máscara certinho?

Então se liga...💢👊🏽 #VascoDaGama
#Covid19
Uma publicação compartilhada por Vasco (@vascodagama) em

Via Super Vasco, 31-5-2020, 7h51

Só para lembrar

Helena Matos

Que o Brasil nos está a ultrapassar na corrida aos milagres: hoje contam-se naquele país 136 mortos por milhão. Em Portugal estamos em 137.
Título e Texto: Helena Matos, Blasfémias, 31-5-2020

Busca no site do TJRJ mostra em quais cartórios a pessoa tem firma reconhecida

Felipe Lucena

Através de um mecanismo no site do TJRJ qualquer pessoa pode descobrir em quais cartórios tem firma reconhecida. Basta colocar nome e CPF no campo de busca as informações aparecem.


Após o preenchimento dos dados aparece uma tela com todas as firmas abertas pela pessoa.

“Isso facilita a vida de muita gente, pois você não precisa mais bater em um cartório só para saber se tem ou não firma lá. Poupa tempo. E ainda evita fraudes, uma vez que a pessoa pode ver no site e constatar que nunca abriu firma em determinado cartório, se for o caso”, opina Márcio Araújo, que é advogado.
Título, Imagem e Texto: Felipe Lucena, Diário do Rio, 31-5-2020

Sucesso de lançamento é histórico para o planeta, diz Marcos Pontes

Para ministro, Brasil tem bons cientistas e potencial para tecnologia

Agência Brasil

O sucesso no lançamento da nave Crew Dragon, que decolou na tarde deste sábado (30) do Centro Espacial Kennedy, na Flórida, rumo à Estação Espacial Internacional, é um momento histórico para o planeta, disse o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marcos Pontes. Segundo ele, a parceria entre a Nasa, agência espacial norte-americana, e a empresa privada Space X representa um marco na articulação entre os setores público e privado.

Foto: Kim Shiflett/Reuters/NASA
“Esse é um momento histórico para a astronáutica dos Estados Unidos e para o planeta como um todo. O retorno ao voo dos Estados Unidos com uma espaçonave tripulada. Muito trabalho dessa empresa, dos jovens engenheiros dessa empresa”, declarou o ministro, que acompanhou e comentou o lançamento em transmissão ao vivo no Facebook da Agência Brasil.

Segundo Marcos Pontes, o sucesso na parceria entre o setor público e privado pode ser repetido no Brasil, impulsionando o investimento em ciência, tecnologia e inovação. “A gente precisa ter aqui no Brasil empresas que se desenvolvam no setor e ter todo esse mercado funcionando. Todo nosso esforço no programa é para isso”, disse. “Temos cientistas muito bons no Brasil”, acrescentou.

Oportunidades
O ministro afirmou que, apesar de problemas de orçamento da pasta, o governo está disposto a investir em projetos para o setor espacial por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Na semana passada, o ministério começou a discutir com o CNPq uma linha específica de pesquisa para o setor espacial.

Pontes ressaltou que os investimentos em ciência geram um círculo virtuoso. “A gente tem problemas de orçamento? Temos, mas a própria utilização da tecnologia para inovações vai fazer com que o Brasil tenha, através desses investimentos, mais recursos. E mais recursos investidos em ciência e tecnologia significam mais desenvolvimento econômico, mais desenvolvimento social e mais oportunidades”, comentou.

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Edição vídeo: Catarina Santos; Texto: Luís Vaz Fernandes; Ilustração: Ana MartingoObservador, 30-5-2020

[As danações de Carina] A vida é bela. Simples assim... Basta continuarmos vivas

Carina Bratt

Todos os dias chegam até nós, notícias bárbaras e avassaladoras de pessoas morrendo. De criaturas perdendo o direito de viver. Antes, a morte se fazia natural (natural, aqui, no sentido de benfazeja). Era até vista e entendida como boa, tipo “morreu, descansou”. Parece que este tempo das vacas gordas foi, de vez, para o brejo.

De repente, a dita senhora dos olhos frios e impenetráveis, se agigantou. À revelia de nossas vontades, cresceu de uma forma jamais vista, a ponto de transpor as raias do imponderável. De uns meses para cá, não há um só minuto em que não se fale em mortes.

Em falecimentos, em enterros, óbitos, em covas e mais covas recém abertas. Entrou em cena os sepultamentos coletivos e em massa. E esta “coisa” aterradora, detestável, nefasta, abominosa e execrável, não emparelha só ao nosso lado.

No mundo inteiro a história se repete. Se multiplica. Os noticiários não tratam de outro evento. Os jornais não apresentam outro assunto. Os programas que gostávamos de assistir, mesmo os infantis, pasmem, amigas! -, mesmo os infantis, viraram temas constantes onde a morte e só ela, é a primordial atração.

Podemos dizer, e (me corrijam se estivermos erradas), podemos dizer que o mundo, o planeta, como um todo, se dividiu, se compartimentou em duas frações distintas: “poder” e “morte”. Enquanto uns não dão a mínima para ela, e querem o “poder”, a ganância e a ambição que ele oferece, outros esqueceram completamente deste “poder” e se concentraram, se curvaram com a mesma sanha e ferocidade, na senhora dona da foice.

E os questionamentos desde então, não param: como se livrar dela? Como fugir da sua presença malquista e sinistra? Com a morte natural, ou com o passamento simples de nossos amigos e conhecidos, vez em quando um familiar, seguíamos alegres e saltitantes com as nossas vidinhas, sem os atropelos e as afobações de sermos levadas a pensar, com mais acuidade, nas cavas e covas dos cemitérios, pelo menos de uma forma tão drástica e fatal.

Agora, a morte nos espreita, nos bisbilhota, nos espiona a cada segundo, a cada novo dia, a cada chegada de um novo amanhecer. “Será que no próximo minuto estaremos vivas?”, perguntou-me uma amiga, ao telefone, “ou será que, se eu for ali no supermercado, ou na farmácia comprar um remedinho para dor de cabeça, voltarei respirando?!”.

sábado, 30 de maio de 2020

Taí porque são contra a cloroquina: “ciência não se faz com opinião de médica, se faz com base científica”. Entendeu?


Sei que é difícil, mas se você puder...

Vivi (e espero e desejo por muito mais tempo) para assistir à esquerdice tentar reerguer um muro do qual ela sente saudades depressivas. Desta feita, em torno de Donald Trump e Jair Bolsonaro. Estão muito enganados.

Atenção! Eles sabem que estão enganados, sempre souberam. Mas contam com o apoio dos seus compadres infiltrados na Academia, “cultura”, redações e.... Conselho Nacional de Saúde.

Eles são violentos? Muito. Estou falando de violência física, hein!

Sempre foi assim, desde 1917.

É claro que para um cidadão civilizado e com família a prover é meio difícil querer ir para as ruas, arriscando até a vida.

Todavia, o Brasil, nunca precisou tanto de cidadãos de bem, civilizados, de família, patriotas... nas ruas. Portanto, se você puder...


Os votos não foram suficientes!
Abraços e beijos de carinho./-
JP, 30-5-2020

Comissária, Comissário de Voo, parabéns!


Ellen Church (Cresco, Iowa, 22 de setembro de 1904 - 22 de agosto de 1965), foi a primeira mulher comissária de voo (aeromoça).

Ellen Church nasceu em Cresco, Iowa. Foi piloto e enfermeira. A Boeing Air Transit (antecessora da United Airlines) não a aceitou como piloto, mas levou em consideração a sugestão de Ellen contratar enfermeiras para serem comissárias de voo, pois estas seriam um fator calmante para os passageiros que tinham receio de viajar de avião.

Ellen foi contratada em 1930 como chefe de pessoal navegante comercial.

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Covas prorroga o isolamento social em São Paulo

De acordo com o plano do governo do Estado, shopping centers, comércio e serviços poderiam retomar as atividades na cidade com restrições

Branca Nunes

Mesmo depois da cidade de São Paulo ter sido classificada na categoria “laranja” no plano de reabertura apresentado pelo governo do Estado, o prefeito Bruno Covas decidiu prorrogar o isolamento social na capital até 15 de junho. Pela nova classificação, shopping centers, comércio e serviços poderiam retomar as atividades, desde que o atendimento ao público fosse limitado a 20% da capacidade e com horário reduzido, além de outros protocolos de segurança.

Rua 25 de Março, foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
O decreto assinado por Covas, publicado no Diário Oficial deste sábado, 30, entretanto, manteve as restrições atuais. Segundo o jornal O Globo, as entidades que representam os setores de comércio e serviço pretendem apresentar uma proposta de funcionamento à Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho em que irão detalhar os protocolos de distanciamento, higiene e sanitização de ambientes, além de orientação de clientes, testagem de colaboradores, horários alternativos com redução de expediente, sistema de agendamento, fiscalização e monitoramento e apoio aos colaboradores que não tenham quem cuide de seus dependentes. Só depois que a proposta for aprovada a Prefeitura permitirá a retomada do atendimento presencial ao público.

Como mostrou a Oeste, os últimos dados apresentados por Covas nas entrevistas coletivas da semana passada foram marcados por confusões e contradições, principalmente com relação ao número de contaminados, taxa de ocupação dos leitos de UTI e índice de isolamento.

Segundo o prefeito, na quinta-feira, 28, 92% das UTIs estavam ocupadas. Porém, quando levados em conta o número de leitos que o próprio Covas afirma existirem na cidade, a taxa cai para 77,25%.

De acordo com estudos da prefeitura, entre 30 abril e 25 de maio, o índice de isolamento ficou acima dos 70% na maioria dos dias. No monitoramento do governo estadual, contudo, o número foi de 52% no mesmo período.
Título e Texto: Branca Nunes, revista Oeste, 30-5-2020, 16h48

O presidente Bolsonaro não é santo milagreiro

José Batista Pinheiro

O presidente Bolsonaro compareceu ao STF, procurou o presidente da Corte Suprema e desabafou:

“Entrei com muito entusiasmo na campanha para presidente da República, apertei as mãos de muita gente, prometi consertar o país com medidas corretivas e plausíveis na condução do meu governo, caso fosse eleito. Por causa disso sofri um atentado que quase tirou a minha vida.


Mesmo assim, fui em frente e tive muita alegria em ser eleito o maior mandatário deste belo e rico Brasil que eu tanto amo. Abdiquei do meu mandato de deputado federal que tanto me deu prazer, onde construí a minha vida, da minha família e o meu bem-estar.

Eleito presidente, escolhi o que eu achei de melhor para montar uma equipe de ministros e outros colaboradores, visando equacionar os problemas de toda ordem que estavam atrapalhando e travando o desenvolvimento da nação brasileira.

Infelizmente, acabei sendo travado e sabotado pelo Congresso Nacional, por essa Corte Suprema, pela Rede Globo e a imprensa em geral. Até aí, ainda dava para continuar na luta, mas com a chegada da Covid-19, foi demais.

Não sou santo milagreiro, acabei de fechar o Palácio do Planalto, onde eu trabalhava, e entrego as chaves para Vossa Excelência entregá-las a quem achar por ‘direito’ que deva dirigir esta nação”.

Montado esse teatrinho, vamos analisar a realidade do nosso Brasil.

Com as condições atuais, o Brasil está ingovernável. Admiramos a coragem do capitão Presidente por não esmorecer ao ataque voraz das hienas que insistem em liquidá-lo, juntamente com a sua família.

Não bastasse o ataque a faca de um desalmado criminoso que quase o matou na fase da campanha eleitoral, as feras da corrupção e da inveja querem o seu corpo cremado na pira da imundice que tanto caracterizou os governantes de passado recente.

[Foco no fosso] Deseja se naturalizar?

Haroldo Barboza

Corrupção e impunidade são duas embarcações que navegam tranquilas pelas águas obscuras da “clara” Constituição brasileira. À primeira vista, para um naturalizado que mora no Brasil há seis meses, parece ser incoerente possuir esta navegabilidade confortável.

Vamos ajudá-lo a entender.

As nossas leis são escritas (desde o início do século XX) com parágrafos meio “juridiquês” contendo vírgulas (e ponto-e-vírgulas) de menos (ou de mais) de tal forma que os doutos espertos que burlam as leis escritas por eles mesmos (aprimorando as obras de seus antepassados), contratam advogados gabaritados para convencerem os jurados de que seus clientes são integralmente inocentes (e agora mais treinados para não deixarem rastros), ou no máximo, transgressores culposos (não dolosos), e neste caso, condenados em     primeira e única instância, a pagarem três ou quatro cestas básicas às famílias que tenham sido prejudicadas. Depois, por livre e espontânea vontade, tornam-se “padrinhos” generosos (R$ 10,00/mês) de alguma entidade de apoio aos idosos.

Durante a fase investigatória, usam artifícios tipo ficarem “doentes” (até dor no calo serve) para criarem um sentimento de pena por parte da população. Que jurado não se comove com isto?
Se a quantidade de prejudicados ultrapassar a casa dos milhares, são “afastados” por dois anos de uma diretoria e “promovidos” a chefiar alguma autarquia a dois mil quilômetros do ambiente em foco.

Se possuírem um “dossiê” parrudo (e bem guardado) sobre delitos de mais oitenta ou noventa figuras públicas, logo chegarão à convenção do seu partido (quadrilha) em ponto de bala, prontos para concorrerem a um cargo executivo. Habilidades para tal eles já demonstraram.

[Língua Portuguesa] Quais os nomes desta fruta?


Colunas anteriores:

Ninguém vai falar mal do Ésse Tê Éfe


Vídeo: chinchila, 18 de abril de 2019

Habituem-se a um retrato da “nova normalidade”

A RTP, pelo menos, continua a pendurar a “hashtag” #fiqueemcasa no cantinho do ecrã. O governo manda-nos sair de casa. A DGS tem dias. O meu vizinho dorme na sala do condomínio. Obedeça a todos.

Alberto Gonçalves

António Costa. [Foto] Um príncipe da política, um imperador da pandemia. Além da competência, do amor à verdade e da empatia face ao cidadão comum, esta boa alma conduziu-nos pela tormenta com a leveza de um anjo. Quem não se sentir agradecido, não merece ser português. Quem se sentir, merece.


Álcool-gel. Desinfete as mãos de 4 em 4 minutos. “As Mãos Sujas”, de Sartre, relata o drama de um sujeito que não o fez e desatou a contaminar os vizinhos.

Austeridade. Conforme prometido, não haverá austeridade. No máximo, há fome, um capricho amaricado e destinado a promover a dra. Jonet da “caridadezinha”.

Autoridades. A palavra inclui governantes, autarcas, técnicos, polícias e articulistas do “Público”. Todos são excelentes, todos contribuíram para o milagre português, que consiste em aumentar o número de infectados numa fase em que a Europa já quase erradicou o bicho – o que deixa o bicho confundido. A miséria e a humilhação são uma fatura razoável por tão magnífico trabalho. Agradeça-lhes, de mão no peito, sempre que os vir.

Casa. A RTP, pelo menos, continua a pendurar a “hashtag” #fiqueemcasa no cantinho do ecrã. O governo manda-nos sair de casa. A DGS tem dias. O meu vizinho dorme na sala do condomínio. Obedeça a todos.

Crianças. Não as tenha. Se já as teve, desenrasque-se.

Cultura. Antigamente, a cultura no sentido lato terminava nos habitantes da polinésia que davam cabeçadas em rochedos com propósitos de acasalamento. Agora o conceito alargou-se a qualquer desvairado que guinche umas cançonetas. Grave é que a cultura sofre com a crise e nós sofremos com a cultura. Felizmente, o governo vai ajudar a cultura, em nome dele e com o nosso dinheiro.

DGS. Ao longo de toda a epidemia, a DGS mostrou ser exatamente o que se esperava de uma organização de burocratas instruídos nas fileiras do socialismo: um espetáculo. Já a senhora que dá a cara e os palpites por aquilo é um espetáculo dentro do espetáculo. O fundamental é respeitarmos as recomendações que dali vêm, mesmo, ou sobretudo, se estas são absurdas, prepotentes, divertidas ou contraditórias entre si. Em qualquer das hipóteses, são sempre para o nosso bem.

Espetáculos. Todos proibidos exceto os protagonizados por comunistas ou, desculpem a redundância, artistas cómicos.

Etiqueta respiratória. A “nova normalidade” implica novos conceitos, que dão aos que os utilizam sem se rir a ideia de que estão a par dos tempos.

Saiba quem é o presidente do CNS eleito para a gestão 2018-2021

Conselho Nacional de Saúde, 14 de dezembro de 2018

Fernando Zasso Pigatto [foto], 47 anos, é casado com Marla Salin Pigatto e pai de Cassiano (22) e Vitor (16). Nascido em Júlio de Castilhos e residente em Rosário do Sul (RS), é conselheiro nacional de saúde desde 2014, representante da Confederação Nacional das Associações de Moradores (Conam). Foi eleito presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS) nesta sexta (14/12), indicado pela sua entidade, e segue com mandato até 2021.



“O papel do controle social no Brasil nunca foi fácil. De mãos dadas, vamos conseguir superar as adversidades. O funcionamento do CNS é essencial para a democracia e tem que continuar existindo plenamente, dialogando com a gestão, mas também cobrando a execução das políticas de saúde”, disse o novo presidente.
(...)

Tem 48 “conselheiros”!

Lista de Conselheiros Nacionais de Saúde:

               
1 José Felipe dos Santos Articulação Brasileira de Gays – ARTGAY
   Michele Seixas de Oliveira Articulação Brasileira de Lésbicas – ABL
   Danieli Christóvão Balbi União Nacional LGBT – UNA-LGBT

Rildo Mendes Articulação dos Povos Indígenas da Região Sul – ARPIN-SUL
   Erivelto Fernandes do Nascimento Fórum de Presidentes de Conselhos Distritais de Saúde Indígena – FPCONDISI
   Willian César Lopes Domingues Fórum de Presidentes de Conselhos Distritais de Saúde Indígena – FPCONDISI

Moysés Longuinho Toniolo de Souza Articulação Nacional de Luta Contra a AIDS – ANAIDS   Jair Brandão de Moura Filho Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV e AIDS – RNP+BRASIL        
Evalcilene Costa dos Santos Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas – MNCP

Simone Maria Leite Batista Articulação Nacional de Movimentos e Práticas de Educação Popular em Saúde – ANEPS             
Abrahão Nunes da Silva Central de Movimentos Populares – CMP          
José Vanilson Torres Movimento Nacional de População de Rua – MNPR

5 Sueli Terezinha Goi Barrios Associação Brasileira da Rede Unida – REDEUNIDA
   Márcio Florentino Pereira Associação Brasileira de Saúde Coletiva – ABRASCO
   Lúcia Regina Florentino Souto Centro Brasileiro de Estudos de Saúde – CEBES

Indjaian Cruz Associação de Controle do Tabagismo Promoção da Saúde e dos Direitos Humanos – ACT        

11 Carmem Pankararu Sindicato dos Profissionais e Trabalhadores da Saúde Indígena – SINDCOPSI

E vai por aí!
Tem “conselheiro” (do Conselho Nacional de Saúde) representando:

“Fica claro que existe uma movimentação golpista contra Bolsonaro”


Jovem Pan - 3 em 1, 30-5-2020

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Votei “NÃO”



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Ministério da Saúde prorroga campanha de vacinação contra gripe

Imunização nos postos de saúde poderá ocorrer até o dia 30 de junho

Agência Brasil

O Ministério da Saúde anunciou hoje (29) a prorrogação da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe até o dia 30 de junho. A campanha teve três fases, sendo que a terceira fase (dividida em duas etapas) iria até o dia 5 de junho. Porém, o baixo índice de vacinação de grupos prioritários motivou a prorrogação da campanha.

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Os grupos prioritários da terceira fase são formados por pessoas com deficiência, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, puérperas, professores e pessoas de 55 a 59 anos de idade. De 77,7 milhões de pessoas que fazem parte desse público, apenas 63,53% receberam a vacina. O Ministério da Saúde espera, com a prorrogação, alcançar mais 28,3 milhões de pessoas.

A vacina contra influenza não tem eficácia contra o novo coronavírus, porém, neste momento, ajuda os profissionais de saúde na exclusão do diagnóstico para a covid-19, já que os sintomas são parecidos. E, ainda, ajuda a reduzir a procura por serviços de saúde, já bastante demandados por conta da epidemia do novo coronavírus.

Até o momento, 74,9 milhões de doses da vacina já foram distribuídas aos estados para garantir a imunização do público-alvo da campanha. Os professores, parte do grupo prioritário, devem apresentar o crachá funcional para comprovar o vínculo com alguma instituição de ensino. 
Título e Texto: Agência Brasil; Edição: Liliane FariasAgência Brasil, 29-5-2020, 21h50

[Língua Portuguesa] O que já foi publicado


Me ocorreu postar nesta coluna a diferença entre eficiência e eficácia, mas um besourinho me alertava que tal dúvida já fora postada. Fui conferir. Verdade, foi postada em 7 de janeiro de 2017.

Aí, me lembrei de dividir com os leitores o passado desta coluna: Ei-lo:



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