sábado, 30 de maio de 2020

Taí porque são contra a cloroquina: “ciência não se faz com opinião de médica, se faz com base científica”. Entendeu?


Sei que é difícil, mas se você puder...

Vivi (e espero e desejo por muito mais tempo) a esquerdice tentar reerguer um muro do qual ela sente saudades depressivas. Desta feita, em torno de Donald Trump e Jair Bolsonaro. Estão muito enganados.

Atenção! Eles sabem que estão enganados, sempre souberam. Mas contam com o apoio dos seus compadres infiltrados na Academia, “cultura”, redações e.... ConselhoNacional de Saúde.

Eles são violentos? Muito. Estou falando de violência física, hein!

Sempre foi assim, desde 1917.

É claro que para um cidadão civilizado e com família a prover é meio difícil querer ir para as ruas, arriscando até a vida.

Todavia, o Brasil, nunca precisou tanto de cidadãos de bem, civilizados, de família, patriotas... nas ruas. Portanto, se você puder...


Os votos não foram suficientes!
Abraços e beijos de carinho./-

Comissária, Comissário de Voo, parabéns!


Ellen Church (Cresco, Iowa, 22 de setembro de 1904 - 22 de agosto de 1965), foi a primeira mulher comissária de voo (aeromoça).

Ellen Church nasceu em Cresco, Iowa. Foi piloto e enfermeira. A Boeing Air Transit (antecessora da United Airlines) não a aceitou como piloto, mas levou em consideração a sugestão de Ellen contratar enfermeiras para serem comissárias de voo, pois estas seriam um fator calmante para os passageiros que tinham receio de viajar de avião.

Ellen foi contratada em 1930 como chefe de pessoal navegante comercial.

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Covas prorroga o isolamento social em São Paulo

De acordo com o plano do governo do Estado, shopping centers, comércio e serviços poderiam retomar as atividades na cidade com restrições

Branca Nunes

Mesmo depois da cidade de São Paulo ter sido classificada na categoria “laranja” no plano de reabertura apresentado pelo governo do Estado, o prefeito Bruno Covas decidiu prorrogar o isolamento social na capital até 15 de junho. Pela nova classificação, shopping centers, comércio e serviços poderiam retomar as atividades, desde que o atendimento ao público fosse limitado a 20% da capacidade e com horário reduzido, além de outros protocolos de segurança.

Rua 25 de Março, foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
O decreto assinado por Covas, publicado no Diário Oficial deste sábado, 30, entretanto, manteve as restrições atuais. Segundo o jornal O Globo, as entidades que representam os setores de comércio e serviço pretendem apresentar uma proposta de funcionamento à Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho em que irão detalhar os protocolos de distanciamento, higiene e sanitização de ambientes, além de orientação de clientes, testagem de colaboradores, horários alternativos com redução de expediente, sistema de agendamento, fiscalização e monitoramento e apoio aos colaboradores que não tenham quem cuide de seus dependentes. Só depois que a proposta for aprovada a Prefeitura permitirá a retomada do atendimento presencial ao público.

Como mostrou a Oeste, os últimos dados apresentados por Covas nas entrevistas coletivas da semana passada foram marcados por confusões e contradições, principalmente com relação ao número de contaminados, taxa de ocupação dos leitos de UTI e índice de isolamento.

Segundo o prefeito, na quinta-feira, 28, 92% das UTIs estavam ocupadas. Porém, quando levados em conta o número de leitos que o próprio Covas afirma existirem na cidade, a taxa cai para 77,25%.

De acordo com estudos da prefeitura, entre 30 abril e 25 de maio, o índice de isolamento ficou acima dos 70% na maioria dos dias. No monitoramento do governo estadual, contudo, o número foi de 52% no mesmo período.
Título e Texto: Branca Nunes, revista Oeste, 30-5-2020, 16h48

O presidente Bolsonaro não é santo milagreiro

José Batista Pinheiro

O presidente Bolsonaro compareceu ao STF, procurou o presidente da Corte Suprema e desabafou:

“Entrei com muito entusiasmo na campanha para presidente da República, apertei as mãos de muita gente, prometi consertar o país com medidas corretivas e plausíveis na condução do meu governo, caso fosse eleito. Por causa disso sofri um atentado que quase tirou a minha vida.


Mesmo assim, fui em frente e tive muita alegria em ser eleito o maior mandatário deste belo e rico Brasil que eu tanto amo. Abdiquei do meu mandato de deputado federal que tanto me deu prazer, onde construí a minha vida, da minha família e o meu bem-estar.

Eleito presidente, escolhi o que eu achei de melhor para montar uma equipe de ministros e outros colaboradores, visando equacionar os problemas de toda ordem que estavam atrapalhando e travando o desenvolvimento da nação brasileira.

Infelizmente, acabei sendo travado e sabotado pelo Congresso Nacional, por essa Corte Suprema, pela Rede Globo e a imprensa em geral. Até aí, ainda dava para continuar na luta, mas com a chegada da Covid-19, foi demais.

Não sou santo milagreiro, acabei de fechar o Palácio do Planalto, onde eu trabalhava, e entrego as chaves para Vossa Excelência entregá-las a quem achar por ‘direito’ que deva dirigir esta nação”.

Montado esse teatrinho, vamos analisar a realidade do nosso Brasil.

Com as condições atuais, o Brasil está ingovernável. Admiramos a coragem do capitão Presidente por não esmorecer ao ataque voraz das hienas que insistem em liquidá-lo, juntamente com a sua família.

Não bastasse o ataque a faca de um desalmado criminoso que quase o matou na fase da campanha eleitoral, as feras da corrupção e da inveja querem o seu corpo cremado na pira da imundice que tanto caracterizou os governantes de passado recente.

[Foco no fosso] Deseja se naturalizar?

Haroldo Barboza

Corrupção e impunidade são duas embarcações que navegam tranquilas pelas águas obscuras da “clara” Constituição brasileira. À primeira vista, para um naturalizado que mora no Brasil há seis meses, parece ser incoerente possuir esta navegabilidade confortável.

Vamos ajudá-lo a entender.

As nossas leis são escritas (desde o início do século XX) com parágrafos meio “juridiquês” contendo vírgulas (e ponto-e-vírgulas) de menos (ou de mais) de tal forma que os doutos espertos que burlam as leis escritas por eles mesmos (aprimorando as obras de seus antepassados), contratam advogados gabaritados para convencerem os jurados de que seus clientes são integralmente inocentes (e agora mais treinados para não deixarem rastros), ou no máximo, transgressores culposos (não dolosos), e neste caso, condenados em     primeira e única instância, a pagarem três ou quatro cestas básicas às famílias que tenham sido prejudicadas. Depois, por livre e espontânea vontade, tornam-se “padrinhos” generosos (R$ 10,00/mês) de alguma entidade de apoio aos idosos.

Durante a fase investigatória, usam artifícios tipo ficarem “doentes” (até dor no calo serve) para criarem um sentimento de pena por parte da população. Que jurado não se comove com isto?
Se a quantidade de prejudicados ultrapassar a casa dos milhares, são “afastados” por dois anos de uma diretoria e “promovidos” a chefiar alguma autarquia a dois mil quilômetros do ambiente em foco.

Se possuírem um “dossiê” parrudo (e bem guardado) sobre delitos de mais oitenta ou noventa figuras públicas, logo chegarão à convenção do seu partido (quadrilha) em ponto de bala, prontos para concorrerem a um cargo executivo. Habilidades para tal eles já demonstraram.

[Língua Portuguesa] Quais os nomes desta fruta?


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Ninguém vai falar mal do Ésse Tê Éfe


Vídeo: chinchila, 18 de abril de 2019

Habituem-se a um retrato da “nova normalidade”

A RTP, pelo menos, continua a pendurar a “hashtag” #fiqueemcasa no cantinho do ecrã. O governo manda-nos sair de casa. A DGS tem dias. O meu vizinho dorme na sala do condomínio. Obedeça a todos.

Alberto Gonçalves

António Costa. [Foto] Um príncipe da política, um imperador da pandemia. Além da competência, do amor à verdade e da empatia face ao cidadão comum, esta boa alma conduziu-nos pela tormenta com a leveza de um anjo. Quem não se sentir agradecido, não merece ser português. Quem se sentir, merece.


Álcool-gel. Desinfete as mãos de 4 em 4 minutos. “As Mãos Sujas”, de Sartre, relata o drama de um sujeito que não o fez e desatou a contaminar os vizinhos.

Austeridade. Conforme prometido, não haverá austeridade. No máximo, há fome, um capricho amaricado e destinado a promover a dra. Jonet da “caridadezinha”.

Autoridades. A palavra inclui governantes, autarcas, técnicos, polícias e articulistas do “Público”. Todos são excelentes, todos contribuíram para o milagre português, que consiste em aumentar o número de infectados numa fase em que a Europa já quase erradicou o bicho – o que deixa o bicho confundido. A miséria e a humilhação são uma fatura razoável por tão magnífico trabalho. Agradeça-lhes, de mão no peito, sempre que os vir.

Casa. A RTP, pelo menos, continua a pendurar a “hashtag” #fiqueemcasa no cantinho do ecrã. O governo manda-nos sair de casa. A DGS tem dias. O meu vizinho dorme na sala do condomínio. Obedeça a todos.

Crianças. Não as tenha. Se já as teve, desenrasque-se.

Cultura. Antigamente, a cultura no sentido lato terminava nos habitantes da polinésia que davam cabeçadas em rochedos com propósitos de acasalamento. Agora o conceito alargou-se a qualquer desvairado que guinche umas cançonetas. Grave é que a cultura sofre com a crise e nós sofremos com a cultura. Felizmente, o governo vai ajudar a cultura, em nome dele e com o nosso dinheiro.

DGS. Ao longo de toda a epidemia, a DGS mostrou ser exatamente o que se esperava de uma organização de burocratas instruídos nas fileiras do socialismo: um espetáculo. Já a senhora que dá a cara e os palpites por aquilo é um espetáculo dentro do espetáculo. O fundamental é respeitarmos as recomendações que dali vêm, mesmo, ou sobretudo, se estas são absurdas, prepotentes, divertidas ou contraditórias entre si. Em qualquer das hipóteses, são sempre para o nosso bem.

Espetáculos. Todos proibidos exceto os protagonizados por comunistas ou, desculpem a redundância, artistas cómicos.

Etiqueta respiratória. A “nova normalidade” implica novos conceitos, que dão aos que os utilizam sem se rir a ideia de que estão a par dos tempos.

Saiba quem é o presidente do CNS eleito para a gestão 2018-2021

Conselho Nacional de Saúde, 14 de dezembro de 2018

Fernando Zasso Pigatto [foto], 47 anos, é casado com Marla Salin Pigatto e pai de Cassiano (22) e Vitor (16). Nascido em Júlio de Castilhos e residente em Rosário do Sul (RS), é conselheiro nacional de saúde desde 2014, representante da Confederação Nacional das Associações de Moradores (Conam). Foi eleito presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS) nesta sexta (14/12), indicado pela sua entidade, e segue com mandato até 2021.



“O papel do controle social no Brasil nunca foi fácil. De mãos dadas, vamos conseguir superar as adversidades. O funcionamento do CNS é essencial para a democracia e tem que continuar existindo plenamente, dialogando com a gestão, mas também cobrando a execução das políticas de saúde”, disse o novo presidente.
(...)

Tem 48 “conselheiros”!

Lista de Conselheiros Nacionais de Saúde:

               
1 José Felipe dos Santos Articulação Brasileira de Gays – ARTGAY
   Michele Seixas de Oliveira Articulação Brasileira de Lésbicas – ABL
   Danieli Christóvão Balbi União Nacional LGBT – UNA-LGBT

Rildo Mendes Articulação dos Povos Indígenas da Região Sul – ARPIN-SUL
   Erivelto Fernandes do Nascimento Fórum de Presidentes de Conselhos Distritais de Saúde Indígena – FPCONDISI
   Willian César Lopes Domingues Fórum de Presidentes de Conselhos Distritais de Saúde Indígena – FPCONDISI

Moysés Longuinho Toniolo de Souza Articulação Nacional de Luta Contra a AIDS – ANAIDS   Jair Brandão de Moura Filho Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV e AIDS – RNP+BRASIL        
Evalcilene Costa dos Santos Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas – MNCP

Simone Maria Leite Batista Articulação Nacional de Movimentos e Práticas de Educação Popular em Saúde – ANEPS             
Abrahão Nunes da Silva Central de Movimentos Populares – CMP          
José Vanilson Torres Movimento Nacional de População de Rua – MNPR

5 Sueli Terezinha Goi Barrios Associação Brasileira da Rede Unida – REDEUNIDA
   Márcio Florentino Pereira Associação Brasileira de Saúde Coletiva – ABRASCO
   Lúcia Regina Florentino Souto Centro Brasileiro de Estudos de Saúde – CEBES

Indjaian Cruz Associação de Controle do Tabagismo Promoção da Saúde e dos Direitos Humanos – ACT        

11 Carmem Pankararu Sindicato dos Profissionais e Trabalhadores da Saúde Indígena – SINDCOPSI

E vai por aí!
Tem “conselheiro” (do Conselho Nacional de Saúde) representando:

“Fica claro que existe uma movimentação golpista contra Bolsonaro”


Jovem Pan - 3 em 1, 30-5-2020

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Votei “NÃO”



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Ministério da Saúde prorroga campanha de vacinação contra gripe

Imunização nos postos de saúde poderá ocorrer até o dia 30 de junho

Agência Brasil

O Ministério da Saúde anunciou hoje (29) a prorrogação da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe até o dia 30 de junho. A campanha teve três fases, sendo que a terceira fase (dividida em duas etapas) iria até o dia 5 de junho. Porém, o baixo índice de vacinação de grupos prioritários motivou a prorrogação da campanha.

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Os grupos prioritários da terceira fase são formados por pessoas com deficiência, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, puérperas, professores e pessoas de 55 a 59 anos de idade. De 77,7 milhões de pessoas que fazem parte desse público, apenas 63,53% receberam a vacina. O Ministério da Saúde espera, com a prorrogação, alcançar mais 28,3 milhões de pessoas.

A vacina contra influenza não tem eficácia contra o novo coronavírus, porém, neste momento, ajuda os profissionais de saúde na exclusão do diagnóstico para a covid-19, já que os sintomas são parecidos. E, ainda, ajuda a reduzir a procura por serviços de saúde, já bastante demandados por conta da epidemia do novo coronavírus.

Até o momento, 74,9 milhões de doses da vacina já foram distribuídas aos estados para garantir a imunização do público-alvo da campanha. Os professores, parte do grupo prioritário, devem apresentar o crachá funcional para comprovar o vínculo com alguma instituição de ensino. 
Título e Texto: Agência Brasil; Edição: Liliane FariasAgência Brasil, 29-5-2020, 21h50

[Língua Portuguesa] O que já foi publicado


Me ocorreu postar nesta coluna a diferença entre eficiência e eficácia, mas um besourinho me alertava que tal dúvida já fora postada. Fui conferir. Verdade, foi postada em 7 de janeiro de 2017.

Aí, me lembrei de dividir com os leitores o passado desta coluna: Ei-lo:



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sexta-feira, 29 de maio de 2020

Uma aberração de circo

O STF está agindo ao mesmo tempo como vítima, polícia, promotor e juiz, algo inadmissível segundo a lei


J. R. Guzzo

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, fez na última segunda feira um discurso no qual deu uma opinião surpreendente sobre o Brasil e o momento presente. “Nós já percorremos e derrotamos o ciclo do atraso”, disse Barroso. “Hoje vivemos sob o reinado da Constituição, cujo intérprete é o STF.” Em seguida, achou oportuno observar que o Supremo, “como qualquer instituição em uma democracia, está sujeito à crítica pública”. De qual Brasil estaria falando Barroso? Dois dias depois, o ministro Alexandre de Moraes, do mesmo tribunal, ordenou que agentes da Polícia Federal fizessem 29 operações de busca de documentos, apreensão de celulares, quebra de sigilo bancário e outros atos de repressão contra editores de blogs pró-governo e anti-STF, indivíduos diversos, incluindo um humorista e oito deputados no exercício dos seus mandatos, seis deles federais. Não foram acusados, legalmente, de nada: só se informou que fazem ataques destrutivos contra o tribunal e a democracia nas redes sociais. No Brasil de Moraes, o STF não está sujeito a críticas que ele, Moraes, não aprova.

O rapa do dia 27 de maio é um dos piores momentos jamais vividos pela Justiça brasileira. Ele é resultado de um inquérito apontado por muitos dos mais respeitados juristas do Brasil como flagrantemente ilegal — e que já dura quinze meses seguidos, sob a direção única de Moraes, sem nenhum controle por parte de ninguém. A história começou em março do ano passado, quando o presidente do STF, Antônio Dias Toffoli, sem a aprovação dos outros dez ministros, ordenou que o tribunal abrisse uma investigação para apurar possíveis delitos — e os culpados por eles — na divulgação de fake news, ou notícias falsas, que têm ou teriam ocorrido contra o próprio STF, seus ministros e membros de suas famílias. Como assim? Não se preocupe, caso você não tenha entendido; não dá mesmo para entender nada.

O inquérito das “notícias falsas” mostra que o Supremo faz justamente o contrário do que a lei brasileira manda

A mais alta corte de justiça do país, pela lógica comum, deveria ser também a instituição mais escrupulosa na obediência à legalidade. Não é ali que está o paraíso dos “garantistas”, gente que exige o cumprimento da lei nos seus mais extremados detalhes formais? Mas esse inquérito das “notícias falsas”, no qual o STF está agindo ao mesmo tempo como vítima, polícia, promotor e juiz, mostra que o Supremo faz aí justamente o contrário do que a lei brasileira manda que faça. As realidades objetivas, até agora, são as seguintes:

·       Cabe ao Ministério Público, que pela Constituição não é subordinado a nenhum dos Três Poderes, a exclusividade pela abertura de inquéritos criminais, sua condução e o eventual oferecimento de denúncias à Justiça.

·     Quando considera que um delito deve ser apurado, o Supremo, ou qualquer juiz, ou quem quer que seja, pede que o Ministério Público abra um inquérito a respeito; a autoridade policial, então, é encarregada pelo MP de fazer todas as investigações sobre o caso. Disso pode resultar uma denúncia que será submetida ao Judiciário — que decidirá, enfim, se vai ou não aceitá-la. O STF não está autorizado a fazer o trabalho da polícia, nem do MP.

O gabinete do amor bandido

A suposta caçada às fake news, que embasa os recentes atos brutais do STF, é o truque para tentar calar a opinião pública livre

Guilherme Fiuza

O Supremo Tribunal Federal está brincando de ditadura. Mas esse tipo de brincadeira não dá para brincar sozinho. O STF só tem coragem de mandar invadir a casa dos outros para confiscar o direito de opinião porque tem a cobertura dos democratas de auditório. Eles criaram a novelinha do Gabinete do Ódio para poder amordaçar geral fingindo defender a liberdade.

Desenho: Eduardo Cambuí Figueiredo Junior

Vamos deixar aqui uma modesta sugestão aos democratas de fachada — que estão há um ano e meio dedicados a seu fetiche fascista e não se conformam com a democracia: saiam de seu armário cívico. Assumam publicamente seu horror à soberania da vontade popular. Declarem-se milicianos de seus interesses particulares, de seus políticos de proveta fabricados pelo Clube dos Ricos, de suas ONGs hipócritas, de suas associações sombrias fantasiadas de salvacionismo global, de seus inconfessáveis projetos de usar o charme cosmopolita para subjugar o Estado e mandar na porra toda.

A suposta caçada às fake news — que embasa os recentes atos brutais do STF — é o truque para tentar calar a opinião pública livre. Não é difícil de ver. Antes mesmo da eleição de 2018, a armadilha já estava montada. Então na presidência do Tribunal Superior Eleitoral, o ministro Luiz Fux declarou que a comprovação de fake news na campanha presidencial poderia levar à anulação da eleição. Uma declaração genérica, preparando uma diretriz flácida, insidiosa e malandra. Quem iria determinar, e com quais critérios, o que eram fake news — e, principalmente, se interferiram ou não no sufrágio? Adivinhe.

O novo governo era “ilegítimo”. Tinha sido ungido por uma conspiração de iPhone

Claro que nunca se ouviu uma única bravata togada, nunca se viu uma única e suprema pirueta contra a enxurrada de panfletos que diziam que o adversário do PT ia acabar com o Bolsa Família. O papo de fake news na eleição, obviamente, era para tentar controlar as redes sociais e outras mídias não controláveis. Evidentemente, ali estava a nova frente de formação de consciência democrática — e isso é muito perigoso. Foi assim que nasceu, após a eleição de Bolsonaro, a tese patética do golpe de WhatsApp.

Fascistas diabólicos tinham espalhado para as tias que o príncipe Haddad era chato, bobo e feio — e foi assim que elas migraram para o adversário. Até ali, ninguém tinha nem notado que Haddad era um suplente de presidiário.

O gabinete da censura

Nós, o povo, precisamos lutar contra a espiral de silêncio e contra o medo imposto por poderosos em Brasília


Ana Paula Henkel

A história nos mostra que os Pais Fundadores da América discordavam em vários pontos na estruturação do novo país pós-revolução. Thomas Jefferson, por exemplo, almejava maior independência e autonomia dos Estados, o federalismo que vemos hoje. Já Alexander Hamilton acreditava que o governo federal deveria ser o centro do poder. As discordâncias entre eles eram comuns e talvez por isso, na respeitosa e rica troca de ideias por um bem maior, a nação mais livre do mundo tenha se formado sobre pilares sólidos.

Mas havia um ponto na formatação do que seria vital na nova nação que era defendido por todos eles. A absoluta e irrestrita liberdade de se expressar. A Primeira Emenda à Constituição dos Estados Unidos protege a liberdade de expressão, religião e imprensa. Também protege o direito a protestos pacíficos e a peticionar ao governo. A emenda foi adotada em 1791, juntamente com outras nove emendas que compõem a Declaração de Direitos (Bill of Rights), um documento escrito que protege exatamente as liberdades civis. A emenda, com quase 230 anos e uma das mais protegidas até hoje, enuncia: “O Congresso não fará nenhuma lei a respeito de um estabelecimento de religião ou proibindo o livre exercício de religiões; ou abreviar a liberdade de expressão ou de imprensa; ou o direito do povo de se reunir pacificamente e de pedir ao governo uma reparação de queixas”.

Benjamin Franklin, um dos Pais Fundadores, escrevia constantemente em seus artigos que a liberdade de expressão é o principal pilar de um governo livre. E, quando esse pilar é removido, a constituição de uma sociedade livre é dissolvida e a tirania é erguida em suas ruínas. Ele ainda acrescentava: “Se todas as impressoras estivessem determinadas a não imprimir nada até terem certeza de que não ofenderiam ninguém, haveria muito pouco para impressão”.

As lições da Câmara de Estrela, uma corte que eliminou a equidade da Justiça

Nesta semana, no Brasil, 29 pessoas tiveram seus celulares e computadores apreendidos em uma operação ligada ao bizarro inquérito de Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal. Toffoli autorizou a investigação de uma suposta rede de notícias falsas, baseando-se em críticas ao tribunal superior nas mídias sociais no ano passado. O inquérito, conduzido em sigilo pela própria Corte e sob a relatoria do ministro Alexandre de Moraes, excluiu totalmente a participação do Ministério Público nas investigações e se tornou alvo de críticas não só de procuradores, mas também de membros do Executivo e do Legislativo, que temem uma concentração excessiva de poder nas mãos do Supremo.

Uma coisa é reconhecermos que exista militância nas redes sociais, orgânica ou comandada, e em todas as esferas ideológicas no cenário político, atualmente tomado pela animosidade de inflamados grupos partidários. Outra coisa é censurar, perseguir e difamar pessoas que vêm expondo suas opiniões, em grupos ou individualmente, contra o governo, instituições e membros do Legislativo, Executivo ou Judiciário como figuras públicas.

O Pavão de Tatuí sobrevoa o Palácio do Planalto

Quando outubro terminar, ele sairá de cena. Seja qual for o desfecho do voo, descobrirá que está proibido de bater asas em paz até mesmo na cidade em que nasceu


Augusto Nunes

A Justiça passava diante do portão da casa dos meus pais às 2 da tarde em ponto, dois minutos depois de despontar na esquina da Rua General Glicério com a Praça Horácio Ramalho aquele homem de terno sempre escuro e bem cortado, o paletó jaquetão todo abotoado, o nó Windsor da gravata em tonalidades sóbrias enlaçando o colarinho da camisa impecavelmente branca, calçando sapatos de cromo alemão que nunca deram as caras nas vitrines das lojas da cidade. Ele nem chegara aos 40 anos, mas a ausência de rugas no rosto era anulada pela austeridade do semblante, raramente desarmada por um sorriso tímido, e pela deserção dos cabelos nos flancos do crânio, que procurava atenuar com o penteado horizontal que mantinha cada fio em seu lugar. Era bonita de ver a aparição de Ennio Bastos de Barros, o juiz da comarca de Taquaritinga, em sua caminhada vespertina rumo ao fórum da cidade.

A aparição da figura que personificava a Lei e a Ordem, reprisada de segunda a sexta-feira, produzia efeitos colaterais imediatos. Os suspeitos de sempre e, por via das dúvidas, também os inocentes de carteirinha mudavam de calçada e apressavam o passo. Os moleques que chutavam uma bola no meio da rua interrompiam o futebol mesmo se houvesse perigo de gol, e tratavam de refugiar-se nos quintais. Sobrevinha o silêncio espesso reservado às procissões dos dias de santo forte, valorizadas pela presença estelar do bispo de São Carlos. Só os adultos moradores da quadra assomavam às janelas para saudar a passagem do juiz com sobrenome de paulista quatrocentão: “Boa tarde, doutor”. Ele retribuía o cumprimento num tom quase inaudível e seguia seu curso. Ficava a sensação de que as coisas são permanentes e que o mundo não iria acabar.

Os juízes da minha infância nunca se intrometeram na esfera de atuação do prefeito e dos vereadores

Naquele crepúsculo dos anos 50, magistrados mereciam respeito. Nesta segunda década do século 21, como seria recebido um juiz do Supremo Tribunal Federal que aparecesse de repente na rua de uma pequena cidade que tratava com reverência um juiz de primeira instância? Melhor evitar uma experiência de alto risco. As transmissões da TV Justiça ampliaram extraordinariamente o número de brasileiros capazes de recitar sem tropeços a escalação do time da toga. Muita gente reconhece (de frente e de perfil) os 11 titulares. Sabe o que eles fizeram no verão passado — e também nas demais estações do ano. Conhece as jogadas de cada um. Acompanha com lupa a desenvoltura com que andam entrando em campos alheios. E não está gostando do que vê.

Clube divulga novos modelos de máscaras do kit Vasco Solidário

O Kit VASCO SOLIDÁRIO (máscara + alcool em gel) e mais oito modelos de máscaras também estarão disponíveis para pronta entrega! Dias 30 e 31 de maio - verifique os horários de funcionamento de cada loja. #VascoDaGama


Via: Super Vasco, 29-5-2020, 10h12

Cientistas questionam em carta aberta o estudo sobre cloroquina da Lancet

Os signatários mostram preocupação com a análise estatística e integridade dos dados utilizados na pesquisa publicada na última sexta-feira, 22

Foto:Louis Reed

Paula Leal

A recente matéria de Oeste mostrou algumas incongruências na pesquisa publicada pela revista The Lancet na última sexta-feira, 22. Realizado com mais de 96 mil pacientes internados pela covid-19, o estudo compara a evolução dos pacientes que receberam tratamento com hidroxicloroquina, cloroquina, combinados ou não com antibióticos, e dos que não receberam a medicação.

Pesquisadores da área médica de vários países publicaram uma carta aberta à revista científica The Lancet e a Mehra, autor do estudo publicado, mostrando “preocupação” com a metodologia utilizada, com a análise estatística e integridade dos dados da pesquisa.

Os signatários desta carta aberta somam mais de 100 nomes e incluem médicos e pesquisadores de todo o mundo, de Harvard ao Imperial College London.

O impacto deste trabalho “levou muitos pesquisadores ao redor do mundo a examinar minuciosamente a publicação”, a cargo da Surgisphere, uma empresa de análise de dados de saúde com sede nos Estados Unidos, escreveram os autores da carta aberta divulgada na quarta-feira 27.

Só para entender o grau de repercussão na prática e pesquisa em saúde pública, por causa da divulgação do estudo no último dia 22, a Organização Mundial da Saúde (OMS) decidiu suspender temporariamente os ensaios clínicos com hidroxicloroquina em vários países, muito embora a pesquisa não tenha cumprido os protocolos de modo a atingir o padrão-ouro em ciência.

Leia a carta aberta:

Carta aberta para MR Mehra, SS Desai, F Ruschitzka, e AN Patel, autores de “Hidroxicloroquina ou cloroquina com ou sem macrolídeo para tratamento de COVID- 19: uma análise de registro multinacional”. Lancet. 2020 maio 22:S0140-6736(20)31180-6. doi: 10.1016/S0140-6736(20)31180-6. PMID: 32450107
e a Richard Horton (editor do The Lancet).

Preocupações com a análise estatística e integridade dos dados

O estudo retrospectivo observacional de 96.032 pacientes internados com COVID-19 de seis continentes relatou aumento substancial da mortalidade (~30% de excesso de mortes) e ocorrência de arritmias cardíacas associadas ao uso das drogas 4-aminoquinolina hidroxicloroquina e cloroquina. Estes resultados têm tido um impacto considerável na prática e pesquisa em saúde pública.

A OMS pausou o recrutamento para o braço de hidroxicloroquina em seu ensaio de SOLIDARIEDADE. O órgão regulador britânico, MHRA, solicitou a pausa temporária do recrutamento em todos os ensaios de hidroxicloroquina no Reino Unido (tratamento e prevenção), e a França mudou sua recomendação nacional para o uso da hidroxicloroquina no tratamento COVID-19 e também suspendeu os ensaios.

As manchetes subsequentes na mídia causaram considerável preocupação aos participantes e pacientes inscritos em ensaios controlados aleatorizados (ECRs) buscando caracterizar os potenciais benefícios e riscos desses medicamentos no tratamento e prevenção de infecções pela COVID-19. Há uma concordância uniforme de que RCTs bem conduzidos são necessários para informar políticas e práticas.

Este impacto tem levado muitos pesquisadores ao redor do mundo a examinar em detalhes a publicação em questão. Esse exame levantou preocupações tanto metodológicas quanto de integridade dos dados. As principais preocupações são listadas a seguir:

1.    Houve ajuste inadequado para confundidores conhecidos e medidos (gravidade da doença, efeitos temporais, efeitos locais, dose utilizada).

Senador começa a tomar cloroquina após apresentar sintomas da covid-19

Apesar de apresentar diversos sintomas da doença, o exame de Marcos do Val (Podemos-ES) para detecção do novo coronavírus apresentou resultados “inconclusivos”

Wesley Oliveira

O senador Marcos do Val (Podemos-ES) [foto] começou um tratamento a base de cloroquina, após apresentar sintomas da covid-19. De acordo com a assessoria, o exame do parlamentar para detecção do novo coronavírus apresentou resultados “inconclusivos”.
 
Foto: Jane de Araújo/Agência Senado
“Devido ao contato com dois infectados e apresentação dos principais sintomas como dores no corpo, coriza e leve falta de ar, o parlamentar é considerado infectado pela Organização Mundial de Saúde”, explicou a assessoria, por meio de uma nota oficial.

Com orientação de uma equipe médica, o senador começou o tratamento a base de cloroquina, e o parlamentar seguirá em isolamento pelos próximos dias. Um novo exame foi realizado nesta quinta, 28, mas o resultado ainda não foi divulgado.
Título e Texto: Wesley Oliveira, revista Oeste, 29-5-2020, 10h14

Governo defende reformas após a pandemia para recuperar o PIB

Ministério da Economia também pede manutenção do teto de gastos

Foto: Nacho Doce/Reuters/DR
Kelly Oliveira

resultado negativo da atividade econômica no primeiro trimestre, embora esperado, coloca fim à recuperação econômica em curso desde o começo de 2017, afirmou a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia, em nota sobre o resultado do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, divulgado hoje (29).

Em meio à pandemia de covid-19, o PIB teve queda de 1,5% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com último trimestre de 2019. Os dados foram divulgados hoje (29), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com o primeiro trimestre de 2019, o PIB caiu 0,3%. Em 12 meses, o PIB acumula alta de 0,9%.

“Os impactos iniciais da pandemia na economia a partir de março deste ano reverteram os bons indicadores de emprego, arrecadação e atividade do primeiro bimestre, levando a variação do PIB para o terreno negativo. Os efeitos danosos sobre a saúde da população brasileira e da nossa economia ainda persistem. Dessa forma, o resultado econômico da atividade no segundo trimestre será ainda pior”, diz a nota.

De acordo com a secretaria, as consequências são “nefastas para a população, com aumento do desemprego, da falência das empresas e da pobreza”.

“Para combater e amenizar o sofrimento dos brasileiros é necessário que as reformas estruturais continuem através de uma legislação mais moderna de emprego, com o fortalecimento das políticas sociais (com transferência de recursos de programas sociais ineficientes para os mais eficientes e de comprovado efeito no combate à pobreza), com o aprimoramento da legislação de falências e a modernização e desburocratização do mercado de crédito, de capitais e de garantias”, destacou.

Pós-pandemia
Para a secretaria, a agenda pós-pandemia, além de manter o teto de gastos, precisa incluir: o fortalecimento do arcabouço de proteção social transferindo recursos de programas ineficientes para programas sociais de comprovada eficiência no combate à pobreza; a melhora da eficiência das políticas de emprego; o aprimoramento da legislação de falências; o fortalecimento e a desburocratização do mercado de crédito, de capitais e de garantias; a aprovação novo marco regulatório do setor de saneamento básico e do setor de gás; a abertura comercial; privatizações e concessões; reforma tributária.
Título e Texto: Kelly Oliveira; Edição: Lilian BeraldoAgência Brasil, 29-5-2020, 13h05

‘Hell de Janeiro’? Mais um governador investigado pela Justiça

Lucas Terra

Os cariocas parecem que não têm um dia de paz. Não bastasse a grave crise do Coronavírus, agora, o governador Wilson Witzel [foto]está sendo investigado na Operação Placebo, da qual a Polícia Federal já realizou apreensões de celulares e computadores do atual mandatário do Rio de Janeiro.


Antes de falar do atual governador em si, é necessário lembrar o grande histórico de governadores do RJ que tiveram que enfrentar a Justiça. Inclusive, os 5 últimos foram presos – Moreira Franco, Luiz Fernando Pezão, Anthony Garotinho, Rosinha Matheus e Sérgio Cabral (este permanece preso). Agora, o atual governador sendo investigado.

Parece que o Rio de Janeiro vive um eterno estado de caos. O atual governador, ex-juiz federal, foi uma das grandes surpresas nas eleições de 2018, quiçá a maior entre os governadores do Brasil.

Até a eleição, era uma figura desconhecida da maioria do povo carioca. Apareceu em debates levantando a bandeira do combate à corrupção, se apresentou também como uma nova política, e ainda teve o apoio do filho do presidente Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro, hoje senador e que, recentemente, pediu desculpas por ter apoiado o governador do RJ durante a campanha.

Em uma eleição marcada pela grande polarização política, ”fake news” e uma grande participação das redes sociais, o atual governador se apresentou como um político novo, com ideias novas, dizendo que o povo carioca não deveria mais votar nos velhos políticos que sempre faziam a ”velha política”.

Como tratado anteriormente, os últimos governadores do RJ, apesar de hoje responderem seus respectivos processos em liberdade, já foram presos – salvo Sérgio Cabral, que continua na cadeia. O povo carioca, então, quis apoiar o então candidato, que se apresentava como novo e diferente.

O Rio de Janeiro, no entanto, não é um estado para amadores. Para morar no RJ e ser eleitor, tem que ter ”carcaça”, tem que saber que tudo pode acontecer, principalmente no que tange ao assunto política.

Golpismo em curso do establishment que não aceita resultado das urnas

Rodrigo Constantino

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado
A turma do "estamento burocrático" que controla o estado brasileiro nunca engoliu o resultado das urnas que levou Bolsonaro ao poder. Desde o primeiro dia querem derrubá-lo, exatamente como aconteceu nos Estados Unidos com Trump.

Viram nessa história de Fake News e "gabinete do ódio" um pretexto para levar adiante o plano, mesmo tendo de aplaudir um inquérito ilegal e arbitrário criado por Toffoli e relatado por Alexandre de Moraes.

Alguns ainda tentam, mas não dá mais para fingir que não entendeu o golpismo em curso. Basta ver esse tipo de notícia:


Eles estão assanhados! Nesse contexto, fica bem mais fácil entender todos os afagos recentes trocados entre petistas e tucanos, a postura de FHC, de Doria e Lula. Este, aliás, chegou a imaginar um passado inexistente, só para deixar claro que morre de saudades do tempo em que havia hegemonia entre as esquerdas:

A turma do "estamento burocrático" que controla o estado brasileiro nunca engoliu o resultado das urnas que levou Bolsonaro ao poder. Desde o primeiro dia querem derruba-lo, exatamente como aconteceu nos Estados Unidos com Trump.

Viram nessa história de Fake News e "gabinete do ódio" um pretexto para levar adiante o plano, mesmo tendo de aplaudir um inquérito ilegal e arbitrário criado por Toffoli e relatado por Alexandre de Moraes.

[Aparecido rasga o verbo] Fim da pandemia. A cura do covid-19 ao alcance de todos nós

Aparecido Raimundo de Souza

A VERDADE É A SEGUINTE: não temos nenhum corajoso de plantão, seja do povo, do senado, da câmara, e até mesmo misturado no meio dos ilustres ratos de esgoto do STF, um doidão tipo Jair Bolsonaro, que levante a voz e enfrente essa turma de babacas e venha em nosso socorro.

Em nosso socorro como?! Vamos por partes. Lembram do Jack, o Estripador? Já falamos dele. Comecemos pelo POVO. O povo, sabemos ser humanamente imposssível  algum levantamento de voz. Temos plena consciência que o proletariado, está de pés e mãos amarrados. A cada novo dia esta certeza se torna cada vez mais transparente e absoluta.

O povo não tem voz ativa. Sequer um trombone para meter a boca e “trombonear” gritando por socorro. O SENADO é outro pardieiro onde seus frequentadores não fazem porra nenhuma, a não ser coçarem seus respectivos sacos e, final do mês, abocanharem, com suas gargantas profundas as babas consideráveis, recebendo os canalhas pagamentos vultuosos por trabalhos fantasmas que a sociedade nunca viu e tampouco jamais verá.

A CÂMARA, idem.

No STF, aquele chiqueiro diferenciado, onde (Sempre o Tempo é Favorável), nossos “onestos” mi”SI”nistros, estão preocupados primeiramente com as suas biografias. Num segundo momento, com os aparelhos celulares do presidente Jair Bolsonaro e do filho dele.

Afinal,  caríssimos senhores... Dos cagados, mil perdões, dos togados que elencam a atual cúpula do STF, ou “Suplema Courti”,  a saber, Dias Toffoli, Luiz Fux, Celso de Mello, Marco Aurelio, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Carmem Lucia, Rosa Weber, Roberto Barroso, Edson Fachin e Alexandre de Moraes... Tam... Tam... Tam... Tam...

Qual deles expediu a ordem para  “acintar”, ou dito de forma mais objetiva e clara, qual deles sugeriu à PGR (Procuradoria dos Gatos Roedores) “apreender” os aparelhos particulares do Chefe da Nação e de seus familiares?!

Uns dizem, por debaixo dos panos, que Celso de Melo deu o pontapé inicial. Outros, pelas coxias, apontam Fernando Henrique Cardoso e João Doria. Meia dúzia coloca a culpa em Lula e Haddad. Existe, ainda, uma corrente enferrujada, por sinal, que aposta foi o Sergio Moro.

Sergio Moro está furioso. Soltando fogo pelas ventas. Neste balaio de gatos latindo, sem sabermos quem foi, quem deixou de ser, temos apenas uma porta de saida. Falta, contudo, a chave. 

Entendemos que estes senhores valentes e ousados deveriam ter a mesma firmeza de espírito, idêntica energia e igual valentia, começando por mostrarem à raia miuda, as fuças (como fez o presidente Jair Bolsonaro na reunião ministerial de 22 de abril).

Ou melhor, como o intrépido ministro da educação, Abrahan Weintraub, ao escancarar a matraca e vomitar (no bom sentido), que “Eu, por mim, botava esses vagabundos todos na cadeia. Começando no STF”. Sábias palavras. Certamente a vontade de uma porrada de cidadãos brasileiros. O ministro da educação, parece peitudo, deseducado e sem papas na lingua, como Jair Bolsonaro, audaz, decidido, incitado, disposto.