quinta-feira, 14 de maio de 2020

Confiança suicida nos remédios chineses

ABIM

A crise do coronavírus mostrou como milhões de pessoas em todo o mundo dependem de medicamentos de uso contínuo. Muitos dos laboratórios ocidentais que os fabricam transferiram suas fábricas para a China comunista. Por exemplo, 80% dos antibióticos usados nos EUA são produzidos na China.


O ministro das Finanças da França classificou como “irresponsável e irracional” a confiança que se deposita na farmacologia chinesa. É sintomático o caso do Valsartan (remédio genérico indicado no Brasil para hipertensão arterial), no qual os chineses colocavam nitrosamina, substância cancerígena utilizada no combustível de foguetes. Os fabricantes chineses seguem o plano de Mao Tsé-Tung: obter a hegemonia mundial, ainda que à custa do sacrifício de imensos setores da população.
Título, Imagem e Texto: ABIM, 13-5-2020

Um comentário:

  1. Joel Martins

    O mundo está na maior sinuca de bico da história.
    Os empresários transferiram seus negócios para China, onde os custos são no mínimo dez vezes mais baratos.
    O governo chinês cuida de montar a infraestrutura necessária para montagem da fábrica ou laboratório. Isso é feito com custo zero para o dono da marca do produto a ser fabricado. Logo a seguir o governo chinês capacita os funcionários necessários para produção.
    A destinação até o país onde foi feita a encomenda, também é responsabilidade da China.
    O único trabalho de quem vai produzir no país asiático é a logística de retirada do porto, o armanezamento e entrega no destino final.
    Será que algum empresário vai abrir mão de todas essas facilidades?
    Joel Martins, Facebook, 14-5-2020

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