segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Me perguntaram porque votei no Crivella

Eliza Martins

Eliza Martins, foto: Arquivo Pessoal/Facebook
Respondi: Votei contra Freixo e tudo que ele representa.
Um projeto de governo esquerdista, com estado inchado, mais empresas públicas.

Fechado com Jandira; Lindbergh; Jean Wyllys; Lula e Dilma.

Em seu discurso contra a criminalidade, Freixo fala pra caramba contra as milícias, mas nada contra os traficantes. Por que será?

Não quero dar poder pra quem apoia bandidos! Bandido não pode ser tratado como vítima da sociedade. Bandido tem que ser tratado como bandido.

Freixo apoia Black Bocks e outros arruaceiros do tipo.

O PSOL é o novo PT, querendo tirar onda de honestidade, redução da desigualdade social, partido do povo, etc. O povo apostou no PT e deu no que deu, quebraram o Brasil e ficaram milionários.

Dá para dar poder a quem exige o rigor da lei a seu favor, mas quer resolver na porrada, na intimidação, na pressão violenta, quando discordamos do seu ideal nefasto?

Pelo apoio à ideologia de gênero, que quer dar a doutrina LGBT pra crianças de 6 anos, ensinando o que é sexo oral, sexo anal e outras coisas do tipo (entre pessoas do mesmo sexo, inclusive) para criancinhas do nosso país!

Assim, jamais perdoarei o Freixo por me fazer apoiar o Crivella, pois, gente como Freixo e esses esquerdopatas do PSOL no poder só vão ajudar a nos levar cada vez mais pro fundo do poço, a deixar o Brasil cada vez mais como um paíseco subdesenvolvido de merda, como uma Venezuela!

Freixo como prefeito não teria poder para mudar certas coisas que citei acima, ah, mas foi aos poucos que Lula chegou lá. A sede é grande e eles têm paciência.

Quanto à ideologia de gênero, nada a ver ensinar as nossas crianças na escola, assim como não há mais religião nas escolas há décadas. Aos pais cabe, mesmo que sejam do mesmo sexo.
Minha cabeça não está engessada.
Título e Texto: Eliza Martins, ex-Comissária da Varig, 31-10-2016

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2 comentários:

  1. Um excelente Estado de Direito nunca é conservador nem direitista nem esquerdista nem liberal, mas um centrista, um constitucional, um democrático, um isonômico, um laico e assim sucessivamente. Ou seja, um Estado de Direito nunca deve ser um ateu, um autoritário, um comunista, um fascista, um globalista, um nazista, um religioso, um totalitário, um ultranacionalista e assim sucessivamente.

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