quarta-feira, 29 de outubro de 2014

O Brasil dividido salomonicamente

Valmir Fonseca Azevedo

A recente eleição presidencial sublinhou que a nação Brasil não existe.

Muitos historiadores pregaram no passado que o Brasil deveria ser dividido em duas ou até três regiões, e apresentavam as suas razões.

Graças ao Duque de Caxias, muitas tentativas de repartição do território fracassaram, inclusive a da gauchada, na célebre GUERRA DOS FARRAPOS.

Os séculos foram passando e, mesmo assim, sempre tivemos os adeptos de que o País deveria ser dividido, e muitos argumentavam que o Norte, em especial o Nordeste, sobrevivia graças ao desenvolvimento das outras regiões.

Apesar da veracidade daqueles nacionalistas, o País prosseguiu sempre em passos lentos pelo desgaste provocado pelo atraso e pela falta de desenvolvimento das regiões Norte-Nordeste.

A seca, diziam os “coronéis” nordestinos riquíssimos, era a causa do atraso. E assim, vivemos por muitas e muitas décadas.

Hoje, graças ao social-lulo-petismo, descaradamente, podemos dividir a nação em duas partes. O território dos “QUE PAGAM”, e o território dos “QUE SÓ RECEBEM”. Simples assim.

A divisão, basicamente, seria a do Sul e a do Norte, evidentemente, permitindo-se a transferência obrigatória dos “QUE SÓ RECEBEM” e que sobrevivem no Sul, para a sua verdadeira região, o Norte; e a transferência dos “QUE PAGAM” e vivem no Norte, para o Sul.

Desta forma, acreditamos que a melhor solução para este imenso território seria a sua divisão. Teríamos duas vastas regiões e duas novas nações, ambas com possibilidades de alcançar imensas glórias no cenário internacional, cada qual com a sua ideologia.

Uma, a democrática e progressista, e a outra como a gloriosa nação comunista do Hemisfério Sul.

Uma poderia ser a do Norte, como a terra de SANTA CRUZ. A do Sul poderia ser a do PINDORAMA.

A do Sul poderia ser democrática como a Coréia do Sul, e a do Norte, comunista como a Coréia do Norte.

Esta é a nossa proposta para a nova gestão do poste sem luz.

Seria criada no Norte uma nação coordenada com as suas co-irmãs, a Venezuela, o Equador e Cuba.

No sul, um país democrata, cuja principal preocupação seria evitar a vinda dos “QUE SÓ RECEBEM” do Norte para o Sul, pois, fatalmente, lá só existiriam os “QUE SÓ RECEBEM”, e como lá não tem quem pague, é provável que a discórdia imperasse naquela área.

Quanto ao Sul, é provável que a sua progressão seja espantosa, pois sem ter que distribuir os ganhos de seu povo para os “QUE SÓ RECEBEM”, muito em breve estaria alinhado entre as mais poderosas nações da terra.

Esta é uma simplória sugestão, que esperamos caia nas boas graças do atual desgoverno, que, assim, poderia mudar seu domicílio para o Norte, e lá implantar com facilidade a sua ideologia.

Além de deixar de explorar os que pagam impostos extorsivos e bolsas para os demais viventes. 
Título e Texto: Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira, Brasília, DF, 29 de outubro de 2014

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