quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

A tragédia da superlotação em Manaus

No Brasil existe a pena de morte!

Alberto José

Os governos tratam as penitenciárias como depósito de material inservível e não como centros de ressocialização, como determina a Constituição. 

Depois que vários presos foram trucidados em Manaus, agora aparecem informações de verbas não utilizadas, relatórios que não foram levados a sério e a operação carcerária executada por uma empresa de gestão duvidosa, sem uma sede definida, que se ramifica em outras empresas subcontratadas que controlam serviços nas cadeias sem contrato direto com o governo e que cobram R$ 4.709,78 por mês por cada preso "sem a devida contrapartida de serviços proporcionais"!

A má gestão, a suspeita de superfaturamento, o mau uso do dinheiro público e a ineficiência da administração agora estão na mira do Ministério Público de Contas do Amazonas e do Ministério da Justiça. 
Título e Texto: Alberto José, 5-1-2017

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