quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Desespero de causa

FratresInUnum.com

Uma das maiores fake news da história! E, “coincidentemente”, às vésperas do Sínodo pan-amazônico, acerca do qual não há nenhuma empolgação popular.

O povo não fala em índios ou ecologia, muito menos em ordenar homens casados ou caciques. O clero, excetuando-se alguns bergoglianos fanáticos, tampouco tem reagido às provocações sinodais. O Instrumentum Laboris, há pouco divulgado, causou agudas críticas: é a paganização da Igreja, a sua completa rendição à revolução tribalista.

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Mas, mesmo assim, nem o escândalo conseguiu tirar os fiéis da mais absoluta indiferença. De fato, a psicologia do povo católico funciona às avessas da mentalidade revolucionária: ao invés de protestos, o povo se manifesta mediante o desprezo.

Sem nem sequer tomar conhecimento do assunto, o católico normal segue a sua vida como se nada estivesse acontecendo, rezando para que o vexame logo passe, sem deixar maiores estragos. E prossegue o seu caminho.

Do outro lado, os eternos adolescentes de maio de 1968 continuam com suas fixações idealistas, com seus discursos ultrapassados, com sua psicose apocalíptico-eco-teológica e, desesperados pelo fato de ser já indisfarçável que se isolaram num monólogo de grupo, criaram a ficção de uma crise que sequer resistiu a uma semana de alarde.

O presidente da França, um progressista totalmente rendido à ideologia internacionalista, em completa crise de credibilidade em seu próprio país, disparou o ataque contra o Brasil, contra as alegadas queimadas que estavam destruindo a floresta, e ameaçou sanções na reunião do G7, mas tudo se desfez como bolha de sabão. Um vexame! Enquanto isso, celebridades reagiam em coro, doidas por desfrutarem de quinze minutos de aplausos e, depois, assistirem tudo no telejornal da noite. Outra vergonha!

Mas, nem com isto conseguiram angariar nenhuma reação popular. O Sínodo está às portas, Bergoglio fez menção ao assunto no Angelus de domingo, a CNBB já havia divulgado nota e vídeo de endosso aos protestos, os serviços de informação ligados ao Vaticano solidarizarem-se com uns e outros e, mesmo assim, puderam apenas contar com o desprezo solene dos católicos.

Realmente, os padres sinodais terão de se contentar com seus próprios aplausos mútuos, com a velha sensação de autoproteção grupal, pois as pautas do Sínodo não vão _pegar_, não estão pegando, não vão conseguir decolar e o povo está se negando a colaborar com mais este teatro patético.

O esforço conjunto de Bergoglio, dos políticos progressistas e da mídia apenas flagrou de modo indissimulável que eles não estão conseguindo e que a sua manobra comunicativa não excede aos limites de uma confissão de fracasso, do reconhecimento de que estão sozinhos, enfim, uma atitude tomada pelo pânico e pelo completo desespero de causa.
Título, Imagem e Texto: FratresInUnum.com, 28-8-2019

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