segunda-feira, 7 de outubro de 2019

A cumplicidade culposa dos cleaners bergoglianos

Fratres In Unum.com

Começou ontem o Sínodo da Amazônia, antecedido na manhã de sexta-feira por um ritual indígena na presença do próprio Papa Francisco — coitado, certamente se dirigiu até lá na melhor das intenções e, oh, quem poderia imaginar!?, viu-se enganado em uma cerimônia pagã!

Foto: Andreas Solaro/AFP
Imediatamente, começou a euforia dos cleaners, tentando criar a narrativa de um papa inocente, sequestrado por conspiradores ecoteólogos da libertação maus ou, no máximo, enganado por sua própria bondade “franciscana”.


“Francisco chorou no consistório, ao impor o barrete num Cardeal torturado por comunistas”. “Bento XVI recebe Francisco, com os treze novos cardeais”. “Francisco adota um tom mais moderado e conciliador, trazendo a Cruz para o centro do Sínodo”.

Anestesias! Anestesias em doses dinossáuricas, calculadas para produzir um efeito meticulosamente planejado: paralisar a opinião pública católica para neutralizar a única resistência que tem conseguido fazer frente à apostasia aberta desse Sínodo, ao esquerdismo declarado, à absoluta sujeição da Igreja à agenda anticristã da ONU.

Nós, aqui, reafirmamos: Francisco é a causa e o cérebro por trás de toda esta balbúrdia que estamos para presenciar.  O Sínodo forma um todo coerente com tudo aquilo que ele diariamente implementa em seu pontificado. Faz parte de um programa minuciosamente elaborado! Só não o vê quem deliberadamente prefere ignorar os fatos acachapantes que se impõem todo santo dia deste infelizmente pontificado.

Ele está desfigurando a Igreja Católica e, diante disso, é a fé dos nossos filhos que não pode ser colocada em risco. É hora de lutar e se opor com todas as forças. O nosso, é um chamado à resistência.

O bom-mocismo dos cleaners é apenas uma tentativa irresponsável de conservarem a sua própria imagem de “católicos” e “papistas”, a despeito do verdadeiro bem da Igreja e das almas. É o bom-mocismo de sempre, tingido com o falso verniz da ingenuidade crédula, mas que consiste no puro e simples negacionismo dos fatos: Bergoglio não é um coadjuvante, ele é o protagonista do desmonte. Digamo-lo claramente!

A manobra de mídia, orquestrada por Vatican News e outros órgãos oficiosos da intelligentsia vaticana, visa apenas causar a impressão de que Francisco recuou e de que está levantando a “bandeira branca da paz”, proclamando uma anistia para todos os católicos de bem!

Ora, qualquer pessoa minimamente esclarecida sobre a psicologia dos ideólogos sabe que eles nunca agem movidos por princípios racionais, mas são cegos pelas suas próprias fixações e fanatismos. A cúpula do Sínodo toda se enquadra nisso.

Afinal, quem convocou o Sínodo? Quem nomeou seus cabeças? Quem lançou o debate em entrevistas a jornalistas ateus, ou em cartinhas desaforadas a hereges silenciados por um Papa emérito que vive ali, a alguns metros de Francisco?

Então, por que o resultado seria diferente?
Título e Texto: FratresInUnum.com, 7-10-2019

3 comentários:

  1. Alguém sabe o que á RERUM NOVARUM?
    VOU COLOCAR 3 PARÁGRAFOS...

    A solução socialista

    3. Os Socialistas, para curar este mal, instigam nos pobres o ódio invejoso contra os que possuem, e pretendem que toda a propriedade de bens particulares deve ser suprimida, que os bens dum indivíduo qualquer devem ser comuns a todos, e que a sua administração deve voltar para - os Municípios ou para o Estado. Mediante esta transladação das propriedades e esta igual repartição das riquezas e das comodidades que elas proporcionam entre os cidadãos, lisonjeiam-se de aplicar um remédio eficaz aos males presentes. Mas semelhante teoria, longe de ser capaz de pôr termo ao conflito, prejudicaria o operário se fosse posta em prática. Pelo contrário, é sumamente injusta, por violar os direitos legítimos dos proprietários, viciar as funções do Estado e tender para a subversão completa do edifício social.
    A propriedade sancionada pelas leis humanas e divinas

    A força destes raciocínios é duma evidência tal, que chegamos a admirar como certos partidários de velhas opiniões podem ainda contradizê-los, concedendo sem dúvida ao homem particular o uso do solo e os frutos dos campos, mas recusando-lhe o direito de possuir, na qualidade de proprietário, esse solo em que edificou, a porção da terra que cultivou. Não vêem, pois, que despojam assim esse homem do fruto do seu trabalho; porque, afinal, esse campo amanhado com arte pela mão do cultivador, mudou completamente de natureza: era selvagem, ei-lo arroteado; de infecundo, tornou-se fértil; o que o tornou melhor, está inerente ao solo e confunde-se de tal forma com ele, que em grande parte seria impossível separá-lo. Suportaria a justiça que um estranho viesse então a atribuir-se esta terra banhada pelo suor de quem a cultivou? Da mesma forma que o efeito segue a causa, assim é justo que o fruto do trabalho pertença ao trabalhador.

    É, pois, com razão, que a universalidade do género humano, sem se deixar mover pelas opiniões contrárias dum pequeno grupo, reconhece, considerando atentamente a natureza, que nas suas leis reside o primeiro fundamento da repartição dos bens e das propriedades particulares; foi com razão que o costume de todos os séculos sancionou uma situação tão conforme à natureza do homem e à vida tranquila e pacífica das sociedades. Por seu lado, as leis civis, que recebem o seu valor [1], quando são justas, da lei natural, confirmam esse mesmo direito e protegem-no pela força. Finalmente, a autoridade das leis divinas vem pôr-lhe o seu selo, proibindo, sob perla gravíssima, até mesmo o desejo do que pertence aos outros: «Não desejarás a mulher do teu próximo, nem a sua casa, nem o seu campo, nem o seu boi, nem a sua serva, nem o seu jumento, nem coisa alguma que lhe pertença».

    «Não desejarás a mulher do teu próximo, nem a sua casa, nem o seu campo, nem o seu boi, nem a sua serva, nem o seu jumento, nem coisa alguma que lhe pertença».

    15 de Maio de 1891

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    Respostas
    1. A esquerda se move não por valores, mas por (e com) rancores.

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  2. MORAL DA HISTÓRIA ESSE PAPA É MAIS BURRO QUE A GRETA.

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