sábado, 12 de outubro de 2019

[Sem rodeios] O Rio Grande do Sul seria um grande país se independente?

Vanderlei dos Santos Rocha

O Rio Grande do Sul tem duas vertentes: antes do PT e depois do PT. O petismo nasceu aqui.

Fomos os primeiros a eleger e reeleger prefeitos petistas sob a legenda de orçamento participativo e de vários cargos comissionados. Depois os primeiros a eleger governadores petistas.

A adorável história farroupilha e seu legado faliram.

Por mais de vinte anos de petismo a GLOBO só colocava personagens gaúchos com gays, éramos petistas e a piada nacional.

Um governador eleito era o maior advogado na justiça contra o governo, Tarso Genro era advogado da CEEE.

De todos os governadores o único que deixou o caixa positivo foi Yeda Crusius.

Mais da metade do Rio Grande sempre foi do PMDB, achei miraculoso Bolsonaro ganhar aqui, ou foi o cansaço?

O Rio Grande que fez uma revolução por causa de impostos sobre o charque e as dívidas da União, hoje arrecada para pagar funcionários públicos.

Já fomos o celeiro do Brasil, hoje temos uma caterva de funcionários públicos.

O PT e o PMDB destruíram nossa moral e valentia, transformou-nos em apaniguados políticos. Antes do PT e PMDB ninguém se reelegia no governo e prefeitura.

Hoje temos prefeito e governador dentro de armários, me entenda ao rigor.

O Estado onde eu voltava do estádio Olímpico a pezito no mais, cerca de vinte quilômetros na madrugada, hoje não se consegue sair de dia.

Nunca o Rio Grande do Sul foi separatista, é o único estado brasileiro que lutou para ser brasileiro.

O separatismo nasceu nos arraiais germânicos do oeste catarinense e paranaense, conquistando adeptos em cidades de descendência alemã no RS.

Se aqui seria um grande país? Seria lá pelos idos de 1850, hoje é completamente deficiente, e dependente.

Gaúcho é um povo solidário, eu que sou meio estúpido por não concordar com o politicamente correto.
Texto: Vanderlei dos Santos Rocha, 11-10-2019

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