domingo, 21 de junho de 2020

O mundo quer o Brasil

Por que o país acaba de voltar ao grupo das 25 nações mais confiáveis para investir no planeta


Guilherme Fiuza

Em defesa da democracia, o STF resolveu recorrer à ditadura. Chega desse negócio de ficar explicando, muito menos fundamentando, ações de invasão domiciliar, quebra de sigilo e confisco de bens. Isso é para os fracos. Tem imunidade parlamentar? Problema seu. Antigamente, quando se queria repudiar ações ditatoriais por parte das forças do Estado, a senha era “chame o ladrão”. Hoje a autointitulada resistência democrática não está chamando ninguém.

Ela está em silêncio no confinamento vip, vibrando com a boçalidade do STF contra o fascismo imaginário. Quem é o inimigo?

O inimigo é o governo federal. Todos os parasitas, donos de feudos, chefes de paróquias, despachantes de clubes de ricos e aspirantes à bolsa-ditadura chinesa estão em polvorosa. A agenda de reconstrução do país representa para eles o apocalipse. Toda reforma que ameaça fazer a riqueza da sociedade voltar para a própria sociedade, sem o pedágio obsceno para as capitanias hereditárias, é muito perigosa. De que servirá todo o estudo e o preparo de alto nível que a elite te deu se você não puder usá-lo para chupar o sangue do povo?

A resistência cenográfica disse que a defesa popular das reformas era armação de células fascistas

Eis que, mais uma vez, o Brasil tem em marcha uma agenda consistente de reconstrução. Não é a agenda do Bolsonaro. É a agenda que o Bolsonaro encampou, a partir das diretrizes liberais de Paulo Guedes, que a sociedade entendeu, aprovou e decidiu empurrar para a frente. O povo foi para as ruas em 2019 apoiar a execução dessa agenda — e a resistência cenográfica disse que aquilo era armação de células fascistas. Entendeu o que o STF está fazendo agora?

O governo nazista e descerebrado eleito apenas para cassar as liberdades fez a reforma da Previdência em seis meses. Tudo articulado e negociado com o Parlamento nacional, em ações translúcidas assistidas e discutidas por toda a sociedade. Essa era a reforma que dez entre dez analistas honestos afirmavam há anos ser capital para que o país não entrasse em colapso a curto prazo. Você agora jura que isso nem aconteceu. Provavelmente foi um sonho dourado na grande noite da ditadura fascista.

O problema é que o mundo viu. E a prova disso é que o Brasil acaba de voltar ao grupo dos 25 países mais confiáveis para investir no planeta. Como assim? O Brasil do Bozo? Não, o Brasil dos brasileiros, que sob o governo Bolsonaro e a gestão de Paulo Guedes empreendeu em 2019 uma agenda de reformas liberais e de aprimoramento institucional que, aos olhos de quem não está brincando de fascismo imaginário, tornou este aqui um lugar melhor para fazer parcerias e colocar dinheiro.

É aquela história do ladrão que sai correndo gritando “pega ladrão!”

O ranking FDI Global Index, divulgado pela A.T. Kearney — referência para a comunidade financeira internacional —, recoloca o Brasil, em plena destruição da pandemia, como uma das potenciais alavancas para a retomada. Isso não foi um favor. Ninguém nesse terreno faz favor a ninguém. Nem mesmo um reconhecimento. Isso foi apenas uma constatação. Tem gente no Brasil eliminando pedágio para Estado guloso e burocrata gordo? OK, vamos para lá. É só isso.


Mas e os parasitas que estão no STF, no Congresso e adjacências fazendo seu circo antifa e representando capitanias reacionárias que não querem largar o osso? Simples: continuarão apostando tudo na destruição. É sua única saída. O nome do jogo é dizer que os responsáveis pela agenda de reconstrução querem acabar com o STF e o Congresso Nacional. É aquela história do ladrão que sai correndo gritando “pega ladrão!”, para que todos olhem para o lado errado.

Entendido, Brasil? Basta olhar para o lado certo.
Título e Texto: Guilherme Fiuza, revista Oeste, 19-6-2020, 9h55

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