sábado, 27 de junho de 2020

[Sem rodeios] A realidade após pandemia

Vanderlei dos Santos Rocha

Pois,
Há uma realidade após a PANDEMIA...
Ricos ficarão mais ricos, a classe média mais pobre e pobres morrerão de fome e nas filas do SUS.

Muitos achar-me-ão pessimista.

Porém, centenas de milhares de pessoas compraram com sacrifício seus carros e apartamentos com as condições solidárias anteriores e não poderão saldar seus débitos. Outros que viviam de aluguel serão despejados, e os pobres que alugam peças vão ser condenados a morar em malocas em terrenos invadidos.

Os funcionários públicos de alto padrão vão comprar tudo por um terço do preço em leilões, ou de gente que vende para matar a fome e manter o padrão.

Quem de vocês pode dar uma solução para o governo falido?

Os corruptos usarão nossos impostos para locupletarem seus bens que ficarão mais vastos.

Quem de vocês acha que o extinto COAF vai investigar?

Quem de vocês acha que o imposto de renda vai investigar?

A classe política e jurídica defeca e anda para o nosso porvir.

O governo poderia cancelar todas as dívidas? Pode.
Dos estados, municípios e grandes empresários podem ser atendidos pelo governo federal.
O povo não pode receber esses auxílios.
Que tal a suspensão de todos os juros durante período igual ou superior ao tempo da pandemia?
Será que bancos, empresas de créditos e cartões deixariam?

Um novo plano econômico deveria ser feito. Acho que um novo acordo com FMI vem por aí.

Com a corrupção do MDB, PSDB e o larápio de Garanhuns, Paulo Gudes levaria mais de dez anos para reconstruir o país. Agora lá se irão mais de vinte anos.

A pandemia só livrou aposentados do pior, aliás, essa é a única vantagem que os pensionistas receberam desde a constituição de 1988.

Meu vizinho perdeu o seu automóvel de UBER, vive de esmolas. IPTU, energia elétrica, contas de água e o gás de cozinha tornaram-se vilões no cotidiano.

Sequer pensaram nos remédios e lhes deram aumento.

A juventude não está nem ligando, apenas se divertindo.

Quantos precisam morrer? Quantos morrerão?

Esse ano não mereceu ser festejado.

Perdemos muitos dias de nossas vidas, e ainda agradecer por termos sobrevivido.

Alguma empresa de telefonia ou TV a cabo nos ofereceu algum desconto?

Somente o governo federal ofereceu ajuda, e muito pior, com os nossos impostos.

A classe corrupta trabalhando em casa, longe da doença sequer cortaram com a navalha suas próprias carnes.

Não adianta ideologias, filosofias, igrejas ou rezas de benzedeiras, o futuro pertence a quem tem dinheiro.

Se piorar quem não tem nada não pode pagar nada.
NOME LIMPO É COMIDA NA MESA.
Título e Texto: Vanderlei dos Santos Rocha, A Verdade Política, 27-6-2020

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3 comentários:

  1. APENAS PARA RACIOCINAR.
    GRIPE ESPANHOLA
    HAVIA 1,5 BILHÕES DE PESSOAS
    O mundo ia atingir 2 bilhões apenas em 1928.
    O número de óbitos no Rio Grande do Sul em 1918 atingiu a cifra de 30.219.
    Estima-se que um terço da população paulistana (530 mil habitantes) tenha ficado doente, o que resultou em cerca de 5 mil mortos.
    Nos EUA a estimativa de mortes ficou entre 500 a 700 mil e no Brasil em 300 mil.
    Numa época sem recursos de 50 a 100 milhões de mortos, número indefinido.
    A pandemia durou 24 meses.
    Se covid-19 em 6 meses atingiu apenas 500 mil óbitos, em 2 anos mataria 3 a 4 milhões de pessoas de um universo de 6,6 bilhões de pessoas.

    Se as pandemias fossem iguais teria de ocorrer de 400 a 500 milhões de mortos.

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  2. Somente "variguianos" vão entender.
    O BRASIL É UMA AVIÃO COM 3 COMANDANTES, O STF É VACA SAGRADA, O CONGRESSO PUXA SACO E BOLSONARO NA FONIA AVISANDO O CONTROLE:
    O AVIÃO ESTÁ CAINDO.

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