domingo, 18 de setembro de 2016

[Meninos, eu vi] Fui ao Everest!

Alberto José
Em 2011, decidi conhecer o Everest, a montanha mais alta do mundo com mais de 8.848 metros, também chamada Chomolangma, situada entre a China e o Nepal.


A primeira escalada bem-sucedida ocorreu em 29 de maio de 1953, missão árdua cumprida pelo sherpa Tanzin Norgay e Sir Edmund Hillary.

A janela climática que permite a escalada com menor risco varia de abril a maio; fora dessa época, ocorrem as monções com ventos jet stream de mais de 100 km/h e tempestades de neve.

Há duas rotas de subida: pela face sudeste, no Nepal e a mais difícil, a rota nordeste no Tibet, a famosa North Face.



Uma escalada pode custar mais de US$ 100 mil fora o custo de roupas e acessórios. Muitos já morreram tentando subir ou descer e os corpos estão conservados no gelo eterno.

Em 1996, ocorreu a pior tragédia que causou a morte de 19 alpinistas e guias sherpa. Isso pode ser visto nos filmes Limite Vertical e Everest bem como nos livros Limite Vertical e Escalada.

A partir de 2.800 metros e sob temperatura de 15 graus negativos, o alpinista está sujeito a sofrer edema cerebral, pulmonar, hipóxia e danos à retina devido ao brilho do sol potencializado pela neve. Corre o risco também do congelamento das extremidades do seu corpo. 



Sabendo de todos esses riscos, quando cheguei em Kathmandu decidi ir ao Nepal de avião, com pressurização e aquecimento. Contratei uma viagem que sobrevoou a cadeia de montanhas, especialmente visitando o Everest (8.848 m), Lhotse (8.516 m), Kanchanjunga (8.586 m), entre outros 18 pontos culminantes! 

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