quinta-feira, 1 de setembro de 2016

[Meninos, eu vi] O impeachment a meia boca de Dilma Rousseff

No dia 31 de agosto de 2016, uma quarta-feira, mais ou menos às 11h (horário de Brasília, liguei a TV Senado para assistir ao longo longuíssimo processo de Impeachment de Dilma Rousseff, ex-presidente do Brasil.

Imaginei que o negócio ia ser coisa rápida, haja vista que a rodada de ‘debates, havia terminado, mais ou menos, às 3h (da matina), quer dizer, há algumas horas antes. E eis que me sinto esbofeteado por uma questão de ordem de um senador do partideco de Marina Silva, REDE… mas sacudi o rosto e em frente fui, ou melhor, em frente à TV continuei.

E começo a ver a longuíssima conversa para boi dormir de Ricardo Lewandovski... como um filme de suspense… não, eu não acredito… mas ele fala de plausibilidade… então, pode ser plausível, mas não existem exemplos de sentenças ou decisões baseadas na… plausibilidade. Então, eu acho que ele vai negar essa chicana e vamos para a votação. Não! Ele não negou a chicana! Foi um soco!

Esbofeteado e socado, não importa, eu assisti via telinha a esse momento histórico do Brasil. Que, sem hipócrita modéstia, ajudei a construir, participando em todas as manifestações – desde as primeiras “Contra a Corrupção” –, que pude estar presente.
 
Lisboa, 20 de abril de 2013


Lisboa, agosto de 2015

A Dilma Rousseff não é mais presidente do Brasil! Viva o Brasil!

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Um comentário:

  1. Uma vergonha! Não dá para acreditar que isso aconteceu! Continua a chicana , a vigarice oficializada. Nada mudou.

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