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Se fosse um partido de direita fazendo isso, a esquerda ia falar em gabinete do ódio. Como são eles, está tudo bem. O amor venceu
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Duas perguntas simples sobre o caso de Porto de Galinhas…



SOS Forças Armadas!
ResponderExcluirO cara mandou um e-mail pro Moraes e pediu sigilo, mas Moraes ainda o expôs.
Bem feito!
CAGUETA!
ResponderExcluirMilitar exonerado por Bolsonaro após atrito com Olavo de Carvalho é o autor da denúncia contra Filipe Martins que levou Moraes a decretar prisão.
🚨URGENTE - Silvio Navarro diz que o Coronel que denunciou Filipe Martins a Moraes agiu por puro ódio e que o problema dele é com os olavistas
ResponderExcluir“Você não precisa gostar de Olavo de Carvalho, está tudo bem, não leia (…) Mas por que você tem que prejudicar alguém que segue?”
Há muito tempo é óbvio que Alexandre de Moraes tem uma obsessão bizarra por Filipe Martins. Todos assistiram enquanto Moraes o prendia por 6 meses com base em uma falsidade completa: que ele saiu do Brasil em 2022 e depois "desapareceu" (uma mentira óbvia para qualquer um que analisasse as provas por pelo menos 10 minutos).
ResponderExcluirAgora, ele o prendeu por supostamente usar o LinkedIn. Tudo porque um homem ressentido -- demitido por Bolsonaro em março de 2019 --, alegou que Martins usou o LinkedIn para ver seu perfil, embora existam muitas maneiras de isso acontecer sem que a pessoa tenha realmente usado a plataforma.
A esquerda e grande parte do establishment brasileiro decidiram que prender Bolsonaro e seus principais aliados era uma "causa tão nobre" que nada poderia limitar essa missão: nem a Constituição, nem a lei, nem o devido processo legal, nem as provas.
Eles são os mesmos que criaram o monstro tirânico que agora tentam desesperadamente domar.
"Jair Bolsonaro está preso, politicamente derrotado, fisicamente debilitado, submetido a sucessivas cirurgias – e, ainda assim, o ódio não arrefece. Não há compaixão, nem mesmo a curiosidade humana diante da fragilidade. Há apenas a exigência de que a vítima continue sendo vítima. Esse ódio que sobrevive à derrota, à doença e à neutralização do adversário é sempre um sintoma. Ele indica que não estamos diante de um conflito político comum, mas de algo mais antigo e mais profundo: a persistência de um ritual sacrificial".
ResponderExcluir(Flávio Gordon, Revista Oeste, 01.01.2026)