segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

“Se você não é venezuelano, não tente nos ensinar como sentir ou celebrar. Quem não viveu a dor, que ao menos respeite o alívio.”

Fernanda Salles

Apuração da jornalista: 

Grupo que organiza protestos pró-Maduro recebeu mais de U$ 20 milhões de milionário ligado ao Partido Comunista Chinês

As manifestações em defesa do regime comunista de Nicolás Maduro, apresentadas como movimentos espontâneos de rua, escondem uma engrenagem financeira robusta. 

Um dos grupos que atua na organização e mobilização desses protestos, principalmente em Nova Iorque, recebeu mais de 20 milhões de dólares de um milionário americano com vínculos ideológicos e operacionais com o Partido Comunista Chinês. 

Trata-se do The People’sForum, organização sediada em Nova Iorque. 

Relatórios públicos oficiais de parlamentares dos Estados Unidos apontam que a entidade foi amplamente financiada por Neville Roy Singham e sua esposa, Jodie Evans, entre 2017 e 2022. 

O dinheiro não chegou de forma direta, mas foi canalizado por meio de fundos filantrópicos e entidades intermediárias, um arranjo que cria camadas de proteção e dificulta a identificação imediata da origem política do financiamento. 

Singham fez fortuna no setor de tecnologia e hoje vive em Xangai, onde mantém relações com estruturas ligadas ao regime chinês. 

Ele é conhecido por bancar projetos políticos, culturais e midiáticos alinhados a pautas anti ocidentais e simpáticas a regimes autoritários de extrema esquerda. 

O The People’s Forum afirma que não atua a serviço de interesses externos e sustenta que suas atividades têm “caráter educativo e político”.

Texto e Imagem: Fernanda Salles, X, 4-1-2026, 14h47 

Um comentário:

  1. MADURO PRESO, ALEXANDRE SOLTO E BOLSONARO TORTURADO
    Passada a euforia da prisão do ditador venezuelano é hora de retornarmos aos nossos problemas internos.

    Bolsonaro segue à mercê do esposo da milionária advogada Dra. Viviane, sob risco de falecer nas mãos do Estado, conforme ocorreu com o também preso político Cleriston Pereira da Cunha, o Clezão.

    Reitero meu apelo ao Ministro da Defesa e aos Comandantes das Forças Armadas: não permitam tamanha perversidade contra um ex-presidente da República que fazia questão de, sempre que possível, recorrer aos austeros hotéis de trânsito do Exército, ao invés de se hospedar na luxuosa rede hoteleira a que fazia jus.

    O capitão Bolsonaro jamais se afastou do ambiente da caserna, mesmo durante seus inúmeros mandatos legislativos. Aliás, da família militar vinha a maioria dos votos que o reelegeram por décadas.

    Os atos políticos de Alexandre, travestidos de jurídicos, precisam ser revertidos com urgência!

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