sexta-feira, 18 de outubro de 2019

“Estava indignado por o Bolsonaro não ter morto as trinta mil pessoas que ele já anunciou que ia (queria) matar” (!?)

Mia Couto e José Eduardo Agualusa contam como surgiu o livro "O Terrorista Elegante" e fazem o diagnóstico de um Brasil "de luto", onde Bolsonaro não quer assinar o Prémio Camões de Chico Buarque.

Brasileiro de bem, o que chamar a estes dois vigaristas?

5 comentários:

  1. Respostas
    1. Não, não é só uma MERA "viagem", é coisa bem pior!

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    2. Se você me pede uma opinião, aceito a anterior, esses dois fumaram merda, e estão viajando na maionese.
      Por exemplo, como defender um menor de 12 anos que estupra e mata e mata uma menina autista de 9 anos?
      Crimes assim com este fizeram Inglaterra e Estados Unidos reverem a idade de punição aos menores, aqui no Brasil um silêncio sepulcral, da esquerda e dos direitos humanos.
      Como falar que este menino de 12 anos não sabia o que fazia?
      Esse 2 escritores devem ter 12 anos.

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  2. Para jogar esse xadrez foi necessário um boi de piranha, Joyce Hasselmann.
    Quem não conhece política fica dizendo besteiras.
    Bolsonaro fez o sacrifício da dama, xeque -mate.
    fui..

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  3. "Um e outro são os cérebros culturais da desgraça pós-colonial dos seus países, inclusive Mia Couto venera o sanguinário Samora Machel."

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