sexta-feira, 14 de maio de 2021

Coquetel de anticorpos previne em 87% evolução para caso grave da covid-19

É o que afirma a professora de imunologia da UFMG e do Comitê Científico da Sociedade Brasileira de Imunologia, Ana Maria Caetano

Edilson Salgueiro

Conforme noticiou Oeste, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o uso emergencial da associação dos anticorpos monoclonais banlanivimabe e etesevimabe para o tratamento de pacientes com sintomas leves e moderados da covid-19. 

Produzido pela farmacêutica Eli Lilly, o medicamento usa a combinação de anticorpos fabricados em laboratório que, quando injetados no organismo, ajudam a combater a infecção. A medicação não pode ser adquirida em farmácia e seu uso é restrito a hospitais, sob prescrição médica.

Segundo a professora de imunologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e do Comitê Científico da Sociedade Brasileira de Imunologia (SBI), Ana Maria Caetano, o medicamento preveniu em quase 90% a evolução para casos graves do novo coronavírus. “O estudo de fase 3 mostra que o remédio é 87% eficaz, ou seja, preveniu em 87% a evolução para casos graves, como para hospitalização e necessidade de oxigênio”, afirmou Ana Maria, em entrevista concedida à CNN Brasil nesta sexta-feira, 14.

Título e Texto: Edilson Salgueiro, revista Oeste, 14-5-2021, 16h

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