sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

26-2-2026: Oeste sem filtro – CPMI do INSS aprova quebra de sigilo bancário de Lulinha e petistas partem para agressão (!) + Motta acha que Toffoli conduziu o Caso Master com equilíbrio 😃


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Segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026: 48.978 acessos! 
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3 comentários:

  1. Quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026: 57.513 acessos!
    Muito obrigado! 🫂🥰

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  2. O VAR mostrou que a oposição venceu na CPMI do INSS.

    Havia quórum, houve votação simbólica prevista no regimento e apenas sete se levantaram contra a quebra de sigilo de Lulinha. Resultado proclamado.

    Agora chamam de “golpe”.

    Quebra de sigilo não é condenação - é investigação. Quem não deve, não teme.

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  3. A fala do ministro Gilmar Mendes, nesta quinta-feira, 26 de fevereiro, durante a cerimônia pelos 135 anos do Supremo Tribunal Federal, em Brasília, tenta construir uma narrativa conveniente - a de que as críticas ao Supremo seriam fruto de histeria coletiva ou desinformação midiática. Mas esse argumento não resiste a uma análise minimamente séria.

    Primeiro ponto: ninguém afirma que “todos os problemas do Brasil” se resumem ao STF. Essa é uma caricatura retórica criada para desqualificar críticas legítimas. O Supremo concentra hoje poderes amplíssimos - investiga, acusa, julga, legisla por meio de decisões monocráticas e interfere diretamente no jogo político. Questionar esse protagonismo não é delírio institucional; mas sim debate democrático.

    Segundo: ao invocar a Operação Spoof para relativizar abusos da Operação Lava Jato, Gilmar ignora um fato essencial; eventuais excessos processuais não apagam os crimes revelados. Bilhões foram recuperados, esquemas estruturais de corrupção vieram à tona, houve condenações confirmadas em múltiplas instâncias e réus confessos. Transformar erros em argumento para demolir toda a operação é revisionismo estratégico.

    Terceiro: atacar jornalistas chamando-os de “ghostwriters” de Sergio Moro é uma tentativa de descredibilizar a imprensa sem enfrentar o mérito das investigações. Se houve conluio ilegal, que se prove com rigor técnico; a insinuação de Mendes não é prova.

    O ponto central que o ministro evita enfrentar é outro: o Supremo expandiu sua atuação política como nunca. Inquéritos de ofício, decisões monocráticas com efeitos amplíssimos, interferência em nomeações, prisões e atos legislativos questionáveis. O debate não é sobre demonizar a Corte, mas sobre limites institucionais.

    Uma Suprema Corte forte precisa ser também autocontida, precisa respeitar a separação de poderes e aceitar críticas sem desqualificá-las como ignorância alienígena.

    Desmascarar essa retórica falaciosa não é atacar a instituição - é defender a República que já não existe mais.

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