quarta-feira, 31 de julho de 2013

68º capítulo (daquela Série): Duas músicas

Primeiro capítulo: Páginas de vida: que me ensinaram a não gostar de nacionalismos 

Conheci a proprietária do Club 21 na boate “Biblo’s”, que ficava na Lagoa, ao lado do restaurante Rive Gauche, ambos de propriedade do famoso Chico Recarey. (Aliás, onde anda ele?)
Na Biblo´s de então, também com música ao vivo, a crooner era uma senhora que cantava “New York, New York” de forma emocionante. Gente, ela interpretava tão bem (ou melhor, se é que é possível, que Frank Sinatra)… quem conheceu a Biblo’s daquela época confirmará.
De vez em quando Jô Soares integrava a banda tocando bongô…


Pois bem, no último capítulo, sobre o Club 21, esqueci de lembrar de um belo detalhe. Como disse, a música era ao vivo. Então
Pois bem, a banda, às vezes, me fazia um agrado: tocava as minhas duas músicas preferidas naquela época. É evidente que continuo gostando muito delas.
São estas:


A luta continua!


Paulo Contreiras
Estou surpreso com a reação que o texto “Cansei” provocou. Jamais imaginei e nem foi minha intenção atingir qualquer objetivo que não fosse a devolução de nossos direitos. Quis apenas expressar a minha opinião pessoal. Não sei nem dizer se eu estou certo. Tudo que escrevi foi fruto do desencanto de que me achei possuído por, como se diz na gíria, malhar em ferro frio: Você bate, bate, bate e não acontece nada. É muita insensibilidade, muita frieza, muita indiferença. Talvez haja quem ache que bati forte demais no AGU. Pode ser que assim ele se conscientize do mal que está fazendo à nossa categoria! Quero aproveitar a oportunidade para agradecer a todos pela solidariedade que demonstraram neste momento. Não citarei nomes pois poderia cometer alguma omissão o que seria imperdoável.
Um pedido: Não façam de mim algo que não sou! Sou apenas mais um soldado nesta luta por nossos direitos. Continuarei escrevendo sempre que se apresentar motivos para tal. Creio que errei quando botei o título de “Cansei” no texto que escrevi: Creio que mais adequado seria DESENCANTO. 
Ao Jim Pereira agradeço mais uma vez pela magnífica tribuna que nos proporciona.    
A todos um grande abraço.
A luta continua! 
Título e Texto: Paulo Drummond de Macedo Contreiras, 81 anos, aposentado AERUS.

Relacionados:

Mensagem aos jovens...

Mensagem aos jovens filhos dos esclarecidos canalhas cúmplices da destruição do país.
Que o 7 de setembro se transforme em uma intervenção que dará ao nosso país a chance de ser reconstruído depois da Fraude da Abertura Democrática.


Geraldo Almendra
Procurem ler com isenção o que a história registra sobre as marcas deixadas pelos sistemas comunista, socialista, fascista ou nazista.
As diferenças fundamentais entre esses sistemas e o capitalismo podem ser resumidas da seguinte forma:
- Naqueles o Estado toma conta direta ou indiretamente de quase todas as atividades produtivas e, todos os países que tentaram utilizar seus modelos, acabaram com suas economias em desgraça e, mais tarde, migraram ou estão migrando para sistemas que adotam a livre iniciativa como padrão de relações econômicas em maior ou menor grau;

- Naqueles o que predominou e ainda predomina nos modelos remanescentes é a corrupção que suborna o poder político e econômico instituídos, e o assistencialismo que distribui esmolas para garantir o apoio de uma majoritária parcela de ignorantes formada intencionalmente pelos seus desgovernos através da falência da educação e da cultura;
- Naqueles o corporativismo desonesto e criminoso é característica principal das relações públicas e privadas cúmplices do Governo Central;

- Naqueles o modelo “democrático” impõe ampla liberdade para elogiar, mas nenhuma para exigir mudanças, sendo as críticas sociais vazias de reciprocidade de atitudes pelo poder público, o que caracteriza uma fraude e uma opressão sempre subjacente sobre a sociedade;
- Naqueles o poder Judiciário pratica a justiça relativista que protege os “amigos do poder” e condena o resto ao rigor de leis que não respeitam os direitos individuais e a prática da cidadania;
- Naqueles as prisões são masmorras medievais que condenam os presos ao sofrimento e à morte sem dar-lhes oportunidade de reintegração à sociedade;

- Naqueles o “Parlamento” é cúmplice do “Executivo” e não tem vinculações nem maiores preocupações com o bem-estar social dos escravos do Sistema – todos os que não são cúmplices diretos ou indiretos da exploração da sociedade em benefício de uma minoria e seus cúmplices;
- Naqueles foram praticados genocídios - milhões de assassinatos - para combater os inimigos do sistema, como por exemplo, Cuba – frequentemente elogiado pelos canalhas do PT – que teve mais de 120000 adversários políticos do governo sendo assassinados diretamente pelo regime, e milhares de outros cidadãos assassinadas pela condição social em que vivem, assim como pelas deficiências dos serviços públicos de responsabilidade do Estado;

O poder da mídia e o poder do Herói

Jonathas R. A. Filho
Segundo os sábios, o homem é fruto do ambiente e do meio em que vive.
Falemos de caráter e personalidade:
Caráter do indivíduo (é adquirido): se origina durante a vida de um indivíduo em meio ao ambiente.
Personalidade do indivíduo (é adquirida): conjunto de características psicológicas aprendidas desde o nascimento e que determinam a individualidade pessoal e social.

Falemos da comunicação:
A mídia brasileira atribuiu títulos de Reis e Rainhas a um sem número de celebridades. Rei do Futebol, Rei do Iê Iê Iê, Rei do Baião, Rei da Voz, Rainha do Rádio, Rainha do Axé, Rainha dos Baixinhos, Rainha do Basquete, Rei disso, Rainha daquilo etc.., para artistas, jogadores de futebol, apresentadores de televisão, esportistas em geral, políticos e por aí vai.

Só não conferiu a ninguém o título de HERÓI!
Nem um, que eu saiba.
Um Herói, aquele herói, um “baita” herói... infundiria na consciência dos menos conscientes, que atitudes dignas, honradas, honestas, justas, corajosas e éticas deveriam ser COPIADAS, GRAVADAS e EXERCITADAS por toda uma vida, “per semper”.

Algumas sociedades bem mais esclarecidas, nos anos 20 e 30 do século passado, se utilizaram desse “expediente” tornando o “universo da petizada” muito mais voltado para essas práticas, do que para outras menos pedagógicas, valorizando cada vez mais as virtudes humanas.
Me lembro, quando dos primeiros períodos escolares, do ensino das matérias como Língua Portuguesa, Matemática, Geografia, História, Ciências e Educação Física. Sempre fui bom aluno e sempre gostei de estudar, principalmente o nosso idioma. Também me interessava por gibis, as revistas em quadrinhos daquela época. Apreciava o lado “do bem” que os heróis praticavam, cultivando em mim, uma espécie de vontade de imitá-los. Quem não quis ser como o Superman, Batman, Zorro, Capitão América, Príncipe Submarino ou outro ícone dessa legião.


Infelizmente não foi “criado” nenhum Herói brasileiro e acredito hoje, que um Herói da nossa própria língua, da nossa própria sociedade, da nossa pátria amada salve, salve, teria sido fundamental para a formação do caráter e da personalidade daqueles que ainda estavam na formação dessas características pessoais. Não foram criados os heróis que tanto precisávamos mas, foram criados o “jeitinho brasileiro” (o famoso recurso chamado de“gatilho”), a “lei de Gerson” (onde só se pensa em tirar vantagem em qualquer situação), o “paternalismo com o erro” (a proteção do filho, do aliado, do amigo, mesmos que reincidentes), o “abafa o caso” (não tornando conhecido o erro cometido), o “gol de placa” etecetera e tal. Incluindo até o “Deus é brasileiro” induzindo os menos esclarecidos a acreditar que Ele sempre estará a nosso favor mesmo sem nosso mérito.

O ajuste dos fundos de pensão não pode tardar

O Estado de S.Paulo
Os fundos de pensão, responsáveis por complementar as aposentadorias do INSS, querem adiar as regras destinadas a aumentar o prazo médio das aplicações e o prazo para ajustarem o patrimônio às responsabilidades assumidas com os participantes. Os pleitos se justificam apenas em parte. Há, de fato, o risco de uma elevação exagerada do passivo atuarial a descoberto de alguns fundos (os recursos que faltam para que eles possam pagar a totalidade das aposentadorias contratadas). É um assunto que pode afetar até as contas públicas, pois os principais fundos são patrocinados por estatais.

Os fundos sofreram com as oscilações do juro básico. No primeiro trimestre, tiveram prejuízo estimado pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) em R$ 12,9 bilhões. Acredita-se que as carteiras dos fundos também tiveram prejuízo no primeiro semestre.
Até dezembro de 2015, pela Resolução 4.176 do Conselho Monetário Nacional, os fundos têm de elevar o prazo médio das carteiras para cinco anos. Mas foram os papéis públicos de longo prazo que mais perderam valor no primeiro semestre.

Com prejuízos, o patrimônio de alguns fundos diminuiu e eles ficaram com mais passivos do que ativos. Devem corrigir essa situação até 2018. Mas, como acabou a era dos ganhos fáceis (e reais) com juros, o enquadramento não será fácil. A Previc baixou de 6% ao ano acima da inflação para 4,5% ao ano a rentabilidade mínima que os fundos devem alcançar. Com isso, o patrimônio que precisa ter para cobrir as responsabilidades futuras tem de ser maior. Uma das soluções é o aumento das contribuições das empresas que patrocinam os fundos; outra o aumento das contribuições dos beneficiários, ou seja, dos empregados das empresas. Em tempos de desaquecimento econômico, nenhuma das soluções é fácil.

O problema tem grandes proporções. Os fundos detêm carteiras de R$ 640 bilhões, cujos titulares são mais de 6 milhões de pessoas, entre participantes ativos, aposentados e dependentes. Aplicam pesadamente em títulos públicos, ajudando a alongar a dívida mobiliária interna, o que lhes causou, contudo, perda de flexibilidade na gestão das carteiras. Essa, porém, é uma situação que pode ser corrigida.

A questão central é que patrocinadoras e participantes têm de aumentar as contribuições, se quiserem evitar uma redução de benefícios. Mas nisso o governo não tem como agir.
Editorial Econômico, O Estado de S. Paulo, 31-7-2013

Movimentos Sociais e Liderança: Uma Análise Contemporânea.

São Paulo, 17 de junho de 2013
Antonio Celente Videira
Diante dos Movimentos Sociais, designados também, aqui no Brasil, de “vozes das ruas”, há quem diga que as lideranças se extinguiram. O líder perdeu a sua razão de ser.
Esse raciocínio, para mim, é de extrema estreiteza. O líder não deixou de existir, mas, nos últimos tempos, passou a ser não identificável.

O desgaste dos políticos dos últimos 20 anos levou ao encolhimento da figura de lideranças nacionais. O perfil do homem público, que desempenha cargo eletivo, está desgastado, ficou atrofiado em conseqüência de suas atitudes interesseiras. É evasivo, sem personalidade, não mantém posições definidas, uma vez que se rende à obtenção do voto, aliás, seu único fim. O político de hoje trai a sua ideologia cultural, renegando valores adquiridos de seus antepassados, não se contrapondo a movimentos espúrios que ameaçam a raiz da dignidade familiar e da sociedade em que vive. É covarde em seus posicionamentos, tudo visando estar bem com todos, não querendo ficar “mal na fotografia”. O apoio de comunidades que professam os mais vis hábitos como a homoafetividade, o aborto, a liberalização das drogas, a negação de símbolos religiosos é muito bem-vindo para que se estabeleça em seus cargos políticos. E o pior, denomina tais práticas de progressistas. “Uma verdadeira piada”!

Todo um jogo foi concebido, nas duas últimas décadas, em que programas sociais estariam acima de qualquer estratégia relevante ao País. Nos últimos dez anos, isso foi acentuado sem pudor. O objetivo era e é “pão e circo”. O pão foi representado por programas sociais, como por exemplo, bolsa família, bolsa presidiário, bolsa crack e, por fim, bolsa prostituta em fase de aprovação, tudo dentro do programa Brasil sem Miséria. Já o circo seria os megaeventos, com destaque para os Jogos Mundiais Militares de 2011, a Copa das Confederações de 2013, o Campeonato Mundial de 2014, a Olimpíada de 2016. Isso sem considerar o Rock in Rio, o carnaval, os grandes clássicos do futebol. O cenário estava montado para se comandar uma geração de andróides, massa amorfa apática, atrofiada nas suas reflexões, sem qualquer interesse pelas coisas públicas, o que asseguraria a esse político e a seu partido, bem como aos seus aliados a eterna permanência no poder.

A configuração desse desenho social dava respaldo à vanglória do Governo em dizer que tinha 70% de aprovação da população. Podia-se até ameaçar quem fazia oposição com a afirmação de que o “bicho vai pegar”, com clara afronta à democracia.

Verdades da boa-fé contra patranhas de marketing

José Nêumanne
 
Dilma reduziu nossa História a 10 anos e o papa lhe respondeu com 20 séculos de sabedoria

Em nome da fé já se fez muito bem. Mas também muito mal. Do ponto de vista religioso, a mesma Igreja Católica em que militou o inquisidor Torquemada deu os dois Franciscos – o santo de Assis e o bispo de Roma. A política (do grego, pertinente aos cidadãos) republicana (do latim, referente à coisa pública) foi o ofício do assassino serial Adolf Hitler e do democrata (do grego, governo do povo) Winston Churchill. Então, não é a crença que massacra o homem, mas a natureza humana que usa a convicção para destruir. O fundamentalismo terrorista dos asseclas de Bin Laden é mais próximo dos autos de fé da Inquisição cristã que da tolerância dos Estados islâmicos medievais.

A visita do papa ao Brasil confirmou tais evidências em gestos e nas suas pregações ao longo da semana passada. Nela ele conviveu com a ineficiência do Estado, manifestada pelo rosário de lambanças iniciado com o erro dos batedores em sua chegada e encerrada com a interdição do Campo da Fé, em Guaratiba. E também com o afeto emocionado do brasileiro comum, que o recebeu, abraçou e beijou. Ao desembarcar do avião, forçado a fazer hora voando antes de pousar porque a presidente Dilma se atrasou, ele foi conduzido por batedores direto para o congestionamento de um estacionamento de ônibus de peregrinos em plena Avenida Presidente Vargas. Do contato com o Brasil real saiu sem um arranhão e coberto de beijos, prova de que só o amor protege. Dali o levaram para encontrar a zelite do Brasil oficial no Palácio Guanabara – um erro dos hierarcas católicos, similar ao dos responsáveis por sua escolta.


Os encarregados da programação submeteram o papa a um discurso quase tão grosseiro quanto enfadonho. Nele Dilma se limitou a fazer mais um relato complacente e pouco fiel de falsos avanços de sua gestão. E deu-se ao desplante de reduzir a História do Brasil aos últimos dez anos, sob o PT de Lula e dela. Ou seja, negou o legado de luminares do povo brasileiro que viveram antes da posse do padrinho e protetor dela: José Bonifácio de Andrada e Silva, Machado de Assis, Euclides da Cunha, Gilberto Freyre, Luiz Gonzaga, Tom Jobim e tantos outros. Além disso, ela recitou patranhas de marketing, tratando o visitante como um papagaio de pirata de seu palanque para a reeleição. Nem ela própria parecia crer nelas, tal foi a falta de convicção com que as enunciou.

O Swap da realidade

Ouço a Oposição e a comunicação social e, pronto, a responsabilidade pelos swaps foi da actual Ministra das Finanças. O anterior governo até terá referido que havia uns problemazitos. Mas, tão pequenos que eram, nunca os terá compreendido, nem julgou importante actuar. O grande problema dos swaps foi, pois, criado por Maria Luís Albuquerque.
Ora aí temos mais um swap tóxico criado pela má consciência do PS e a que os media dão toda a cobertura. Cria um derivativo virtual, a que chamou Maria Luís Albuquerque, para esconder mais um passivo bem real e bem tóxico que deixou aos portugueses. Como produtor de swaps tóxicos, o PS revelou-se mestre dos mestres. Agora, até swapa a realidade. Faz o mal e a caramunha, com bons proveitos partidários, certamente. Um esplendor de ética socialista. 
Título e Texto: Pinho Cardão, no blogue “4R – Quarta República”, 31-7-2013

Vadias ou Vazias?

Foto: Bruno Gonzalez/Extra
Caro Jim,  
Como não consegui inserir um comentário no seu blog, vai por aqui mesmo com cópia para os da minha lista de correspondentes.

Ví o vídeo em plena Copacabana, a pricesinha do mar. Que beleza! Vagabundas decaídas de peitos decaídos de fora, barrigas salientes, flacidez total no corpo e na mente e quem estava por perto deve ter sentido um mau cheiro horrível.

Sabe, Jim, o que isto significa? É muito simples deduzir. Significa que a lei de atentado ao pudor não é cumprida pelas autoridades porque se fosse essas vagabundas todas teriam sido presas e encaminhadas para um daqueles presídios infectos para serem seviciadas por marginais sedentos do sexo porco. Significa também a decadência moral de uma sociedade que não se faz respeitar, porque caso se respeitasse as pessoas decentes que estavam no local teriam botado as vagabundas para correr sem esperar que as autoridades agissem.

A putaria e a imoralidade estão tomando conta do país, sem falar na criminalidade e na corrupção, pois esta já domina o Brasil. Afinal, as prostitutas da minha época de juventude se comportavam muito melhor do que a maioria das moças de família de hoje em dia.

Uma manifestação como esta das vadias em Copacabana jamais aconteria ou aconterá num país decente. É claro e evidente que se tratam de pessoas desequilibradas, frustradas, fracassadas, arrasadas por terem fracassado em suas vidas e, como seres humanos deveriam estar confinadas a instituições especializadas em tratar casos desse tipo. No Brasil, ficam pelas ruas fazendo suas manifestações e agredindo ostensiva e violentamente a moral coletiva. Isto também significa falta de governo decente. Tanto elas quanto os atuais governantes deste infeliz país não tiveram a felicidade de terem sido criados em um lar equilibrado onde o amor dava a tônica do comportamento.

Identificando os sucessores da China

Francisco Vianna
O que ocorreu – e ainda de certa forma ocorre – na China representa uma fase do desenvolvimento econômico que é impulsionada pelos baixos salários, pelo apetite externo de investimentos no país, gerando um crescimento caótico e desordenado, prenhe de contradições sociais, de escala grandiosa, mas profundamente falaciosa em muitos aspectos. Essa fase está chegando ao fim na China e o país, sobre o aspecto de desenvolvimento social, se tornou uma metáfora... A sua magnificência é um fenômeno circunscrito à reduzida burguesia do politiburo chinês, como é o resultado típico do capitalismo de estado, ou seja, muito pouco da riqueza produzida consegue beneficiar diretamente a população. Há hotéis formidáveis, mas os locais não conseguem neles se hospedar, há trens-bala de alto desempenho, mas são raros os chineses que podem utilizá-los. Há enriquecimento pessoal, mas apenas de muito poucos bem relacionados com o politiburo de Pequim.

A curva sinusal que costuma representar as subidas e descidas das nações varia em comprimento e grau de inclinação. Na China essa curva tem sido longa, na medida em que os fatos se sucedem, com duração de mais de 30 anos. Fatalmente, um país tão populoso e que já absorveu do Ocidente considerável tecnologia industrial continuará a existir e talvez até a prosperar, mas essa era de desenvolvimento chinês – apoiada a sua pirâmide em baixos salários baixos para conquistar mercados globais – está acabando, simplesmente porque agora existem outras nações, com salários até mais baixos e exibindo outras vantagens. China vai ter que se comportar de modo diferente do que faz agora, pois outros países estão prestes a tomar o seu lugar no mercado globalizado.

REMODELANDO A ORDEM INTERNACIONAL
Desde a Revolução Industrial, houve sempre países que obtiveram “vantagem” comparativa no comércio internacional, cujas raízes firmaram-se no binômio baixos salários e força de trabalho enorme disponível, onde ganhar um salário miserável sempre se mostrou uma alternativa melhor do que não ganhar salário algum e viver abaixo da linha de pobreza extrema. Tais países aproveitam essa política estatal de “pegar ou largar” como chamariz para que empresários do mundo inteiro – principalmente dos EUA – para lá se mudassem com seus capitais e know how, atraídos por margens de lucro que não encontram paralelo em seus países de origem.

Isso, como era de se esperar, por se tratar de uma abertura de portas que se escancaram para o capitalismo privado, promoveram transformações drásticas nas suas sociedades. Essas transformações, no entanto para se tornarem sociais, têm que transformar não apenas a economia do país com, também, o seu regime político. No caso da China, a transformação social pelo tremendo crescimento econômico das três últimas décadas é pífia porque o estado chinês conseguiu bloquear qualquer transformação política, restringindo o resultado econômico à sua relativamente reduzida burguesia estatal.

Minuto do dia – 41

A cada um de nós compete uma tarefa específica, na difusão do bem.
Erga-se, para trabalhar, porque as tarefas são muitas e importantes, e poucos são os que têm consciência delas.
Ajude o mundo, para que o mundo possa ajudá-lo.
Estenda seus braços eficientes no cultivo do Bem, para que, quando os recolher, os traga cheios dos frutos abençoados da felicidade e do amor.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Eliot Ness


Ernesto Ribeiro B. de Oliveira
Líder dos 11 incorruptíveis agentes do FBI imortalizados com o apelido de “Os Intocáveis”.

O famoso agente federal que prendeu Al Capone e centenas de outros mafiosos nos anos 1930, investigou, matou e encarcerou inúmeros gângsters, destruiu a velha Máfia, desmantelou o crime organizado, acabou com dezenas de quadrilhas em Chicago e em outras cidades americanas durante e depois da Lei Seca.

Lenda da vida real, a encarnação da máxima honestidade e implacável no combate ao crime, o eterno herói do melhor seriado policial da História da TV.

Minha homenagem ao maior Homem da Lei de todos os tempos:
Título, Imagens e Texto: Ernesto Ribeiro B. de Oliveira, 30-7-2013




A saúde de Sarney

Foto: Agência Brasil
Dia 27 de julho último, Sarney esteve reunido com suas bases para montar estratégias a fim de garantir o seu feudo!
Todo o déspota acredita ser imortal!
Acredita que a felicidade está no poder e no dinheiro, não importando os meios usados para se conseguir esses objetivos!
Hoje, aos 83 anos, está internado (não pelo SUS, certamente) com problemas respiratórios!
Ainda daria tempo dele entender que desta vida nada se leva, a não ser o bem que se faz?
A miséria que ellle e sua família implantaram no Maranhão, certamente abrir-lhe-ão as portas do inferno!
Grupo “POR UM BRASIL MELHOR
Título e Texto: Anita M. S. Driemeier, 30.-7-2013

E o € ultrapassou a barreira dos 3 R$!

Mega Power!

Via Pierre Pereira

Invenção capitalista...

Via Marx da Depressão

Confiança dos consumidores voltou a recuperar em Julho


Eva Gaspar
Não obstante a crise política que deflagrou em Julho, o indicador de confiança dos consumidores portugueses e o indicador de clima económico continuaram a recuperar.
O indicador de confiança dos consumidores voltou a aumentar em Julho, mês que ficou marcado pela crise política, prolongando o movimento ascendente que se observa desde Janeiro, depois de ter atingindo o mínimo da série em Dezembro do ano passado. Não obstante a recuperação, o indicador ainda se situa num nível mais negativo do que o observado em Julho de 2012.

“O aumento do indicador de confiança dos consumidores observado nos últimos dois meses deveu-se ao contributo positivo de todas as componentes, sendo mais significativo no caso das expectativas sobre a evolução do desemprego”, refere o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Segundo os resultados dos mais recentes inquéritos de conjuntura às empresas e consumidores, também o indicador de clima económico voltou a recuperar em Julho, após registar o valor mais baixo da série em Dezembro, com subidas em todos os indicadores de confiança sectoriais: indústria, construção e obras públicas, comércio e serviços. O valor deste indicador está já acima do registado em Julho de 2012.
Título e Texto: Eva Gaspar, Jornal de Negócios, 30-7-2013, 10h23

Não adiantará...

AD

Portugal, país de mistérios

Helena Matos
Ou guia prático para perceber Portugal, um país em que a fé é um dogma da economia, o peso político uma versão dos 21 gramas da alma e as reformas indolores mais os cortes com olhos só podem acontecer em Dia de São Nunca.


Peso político - Unidade de medida de massa que se caracteriza por determinar o eco que os protagonistas da política detêm junto de operadores económicos, corporações, jornalistas e comentadores. O peso político é regra geral medido a partir dos contactos do político em questão. Não existe qualquer possibilidade de conversão entre o peso político e a tabela da competência sendo certo que os detentores de peso político nunca são considerados incompetentes porque se caracterizam precisamente por jamais afrontar os interesses instalados. Os detentores de peso político são uma espécie de sobreviventes a todas as conjunturas dado que o seu poder advém não do que fazem mas sim da crença instalada de que eles detêm o designado peso político. A única coisa que preocupa um detentor de peso político é que alguém o ignore.

Pensamento mágico - Também conhecido como Pós de Perlim Pim Pim School of Economics o pensamento mágico que reúne milhões de fiéis da direita à esquerda caracteriza-se por um dogma básico: se desejarmos muito uma coisa ela acontece e se a esse desejo juntarmos dinheiro ela acontece certamente. Assim os fiéis dos Pós de Perlim Pim Pim School of Economics determinaram que nós vamos entrar num novo ciclo económico, que vamos ter crescimento e que vamos ter emprego. Porquê? Porque centenas de fiéis do pensamento mágico dizem que sim e querem-no com muita veemência. Aliás dizem-no com igual veemência há décadas e nem os desgraçados resultados a que tanto fervor nos conduziu os fazem desanimar na sua fé pois, garantem, se a tanto desejo se juntar muito dinheiro então tudo vai resultar. De qualquer modo os apóstolos do pensamento mágico nunca são avaliados pelo sucesso ou insucesso do que prometeram mas sim pela sua capacidade de actualizarem as antigas promessas e inventarem outras novas.

Começou em 1500...


segunda-feira, 29 de julho de 2013

Cansei! (É o que tem a dizer um aposentado do Aerus, de 81 anos)

Paulo Contreiras

Desde o dia em que o Dr. Castagna Maia pediu que pressionássemos, escrevi inúmeros artigos, todos, na minha opinião, contundentes e coerentes com os princípios do Direito e da Justiça. Jamais me passou a idéia de que meus artigos seriam capazes de resolver nossos problemas. Eu os encarava como pequenos tijolinhos para ajudar na reconstrução de nossos direitos.
Hoje, numa análise fria e desapaixonada, cheguei à conclusão que o que tentei e nada é a mesma coisa. Comparando com o joguinho da Batalha Naval, foram tiros n'água. Quando lidamos com pessoas insensíveis e sem preocupação com o direito dos outros, nada do que façamos vai adiantar. A minha opinião sobre o momento atual é a seguinte: Com esse governo não há possibilidade de diálogo. Nossa vitória terá que ser no Pleno do Supremo Tribunal Federal. Neste caso a vitória não será apenas de nossa categoria mas acima de tudo a vitória da Justiça e do Direito. No caso de perdermos, que Deus se apiede deste país.
Por não acreditar em diálogo peço que o meu nome não seja considerado para essa comissão, além do que não teria estômago para sentar à mesa com Luiz I.A. da Silva.
A única coisa que levo deste período é a alma lavada por tudo que disse a esses insensíveis que hoje nos governam infelizmente.
A você, JP, agradeço pela tribuna que nos proporcionou e que com sua experiência de editor, valorizou nossos textos com as imagens que colocava.
Se algum dia eu voltar a escrever alguma coisa tenho a certeza que poderei contar com seu blog.
Abraços e felicidades para todos nós. 
P.S. O pouco caso que o governo demonstrou no que seria o primeiro encontro para o diálogo diz tudo o que podemos esperar.
O último diálogo que tivemos foi muito produtivo: Rendeu o cargo de ministro do Supremo para o Dias Toffoli.
Título e Texto: Paulo Drummond de Macedo Contreiras, 81 anos, aposentado AERUS.

Relacionados:

Ex-trabalhador da Varig, liberte-se da censura! Reclame, sim! Com veemência!

Depois de ler isto “Algumas pessoas com cargos importantes e cruciais, em Brasília estão reclamando de certos comentários postados na rede social”. Porra! De novo??
Então, também quero recomendar:


Recuse ficar assim:

Dialética e Democracia

Rivadávia Rosa
Dialética é uma coisa, falsidade é outra, sobretudo a hegeliana:
“O verdadeiro e o falso pertencem aos pensamentos determinados que, privados do movimento, valem como essências próprias que permanecem cada uma no seu lugar, isoladas e fixas, sem se comunicar uma com a outra. [...] Assim como não há um mal, assim também não há um falso.” HEGEL (Georg Wilhelm Friedrich Hegel - 1770-1831). In “A Fenomenologia do Espírito


E, por essa porta (hegeliana) entra Marx (Karl Heinrich Marx - 1818-1883) seguido pelo relativismo (a) (i) moral que é uma nova espécie de tumor maligno que se instala no intelecto humano corroendo certezas, ideias, valores, princípios e projetos, que pode ser resumido as frases como:

- existe minha verdade e tua verdade, mas não a verdade’.
- tudo depende do cristal com que se olhe’.

Ou como diz o velho Chico:
"Entre Sócrates e os sofistas havia um diálogo, uma discussão, porque um e outro admitiam valores comuns, pelo menos um valor, - o valor da verdade. A sofística de hoje, continuando embora a empregar a linguagem dos valores tradicionais, eliminou a substância de qualquer valor, até o valor da verdade, pois a sua significação passou a ser exatamente o contrário, o valor da verdade não consistindo a rigor na verdade, mas naquilo que, não sendo a verdade, funciona, entretanto, como verdade (...) A idéia de Marx não é verdadeira, mas, aceitada como verdade, constitui o único instrumento capaz de conduzir a grande revolução. Convém, portanto, cultivar a idéia de luta de classes e forjar um instrumento intelectual ou, antes, uma imagem dotada de grande carga emocional, destinada a servir de polarizador das idéias ou, melhor, dos sentimentos de luta e de violência, tão profundamente ancorados na natureza humana. Essa imagem é um mito. Não tem sentido indagar, a propósito de um mito, do seu valor de verdade. O seu valor é de ação. O seu valor prático, porém, depende, de certa maneira, da crença no seu valor  teórico, pois um mito que se sabe não ser verdadeiro deixa de ser mito para ser mentira. Na medida, pois, em que o mito tem um valor de verdade, é que ele possui um valor de ação, ou um valor pragmático." FRANCISCO CAMPOS (Francisco Luís da Silva Campos, político, jurista,1891-1968), como se vê, percebeu com lucidez a barbárie fundada no marxismo.
Título e Texto: Rivadávia Rosa, 29-7-2013

Relacionados:

Ex-trabalhador da Varig: Como anda a INDICAÇÃO de representantes

Resumo das indicações, em 29 de julho, às 08h43 (Brasília):















Indicações
(em ordem alfabética)

Aloysio Alberto + +
André Indio do Brasil
Angel Nunes
Aprus
Carlos Edmundo +
Carlos Lira +
Cmte. Paulo Contreiras +
Cmte. Ramiro Martinez + +
Dayse Mattos + + + + +
Edi Jaci + + +
Elisabeth Feoli
Fábio Lobo
Fernando Vieira Dutra +
Isaías Guimarães +
Johnny Benevides
José Carlos Bolognese + + + + + + +
José Jordão + + + + +

123 (45%) acham que Joaquim Barbosa vai votar CONTRA

Pois é, na enquete que está rolando aqui na barra lateral direita

"O ministro Joaquim Barbosa, atualmente presidindo o Supremo Tribunal Federal, no dia 8 de maio de 2013, logo após a declaração de voto (favorável) da ministra Cármen Lúcia, pediu "vista" ao Processo RE 571 969. Ora, você acha que quando ele concluir o 'avistamento' ele vai:"

Votar CONTRA
123
45%
Acompanhar o voto da ministra Cármen Lúcia, sem restrições
85
31%
Acompanhar o voto da Relatora, com restrições
50
18%
Nem uma coisa, nem outra
15
5%

Total Votes: 273

Relacionado: 
[Enquete] Qual será o voto de Joaquim Barbosa no RE 571969? 

Ditos sobre a mentira

Paulo Contreiras

Dois ditos populares sobre a mentira são: “É mais fácil pegar um mentiroso do que um coxo” e “A mentira tem pernas curtas”. Em recente publicação de uma decisão da 15ª vara da Justiça Federal está escrito que os senhores procuradores declararam que o Instituto Aerus foi à falência por má gestão. Ora nada é mais fácil de provar que isto não é verdade! Como pode haver má gestão ou boa gestão se o dinheiro das contribuições não entrava nos cofres da instituição já que o seu desvio era autorizado pela SPC (agora Previc). Falar em má gestão ou boa gestão sem dinheiro em caixa só se seus administradores fossem mágicos. Os senhores procuradores deveriam pensar um pouco mais antes de afirmarem absurdos. O Sr. Juiz que assinou tal documento também. Recomendo a ambos, procuradores e juiz, que tomem umas aulas de direito com o Magnífico Juiz Jamil R. J. de Oliveira e a Magnífica Ministra Carmen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal, e que aprendam a respeitar os idosos que um dia vocês também serão.
Uma pergunta:
Está em vigor o ‘Estatuto do Idoso’ ou é mais uma lei para “inglês ver” neste país?
Título e Texto: Paulo Drummond de Macedo Contreiras, 81 anos, aposentado AERUS.

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A indiferença e a política!

Cesar Maia
1. O Papa Francisco em seu discurso conceitual no Theatro Municipal, construiu uma dialética pouco usual: violência e indiferença. Sublinhou que o outro lado da violência não pode ser a Indiferença – que adjetivou de egoísta. E como construtor de pontes (pontífice), ofereceu a alternativa do diálogo, a ‘cultura do encontro’, nas palavras dele.

2. Essa ênfase na crítica à Indiferença como um sentimento não cristão (anticristão), já havia sido destacada pelo Papa Bento XVI em sua trilogia sobre a vida de Jesus Cristo. Papa Francisco reforça-a, colando-a à política e à conjuntura.

3. O ex-presidente francês François Mitterand, em seu segundo governo (já com um câncer em progresso), aceitou a proposta de um documentário onde 3 vezes por semana gravaria respostas a quaisquer perguntas sobre a conjuntura, sobre ele e sobre a França. O compromisso era que só depois de sua morte, seria editado para a TV. Assim foi e se tornou um importante documento politico.

4. Numa reflexão, Mitterrand afirma com sua voz escandida: “A política desenvolveu em mim o sentimento da Indiferença”. Para quem viu e reviu o documentário, leu Bento XVI e ouviu Francisco, é inevitável correlacionar os três conceitos como um só. A política nos tempos de hoje desenvolve em seus atores o sentimento da Indiferença.

5. E esse é o maior de todos os pecados na política dos últimos anos. O que é o comportamento de Berlusconi senão a Indiferença? Ou de Dominique Strauss-Kahn? O que são esses fatos mostrados na política brasileira, em restaurantes luxuosos de Paris, em programas cercados de luxo e companhias endinheiradas, em jatinhos públicos ou privados, etc.? Corrupção? Pode ser. Mas pode não ser, quando se a entende como enriquecimento pessoal.

6. Mas é inevitável concluir, depois de ouvir Mitterand e Francisco e ler Bento XVI, que a cultura da Indiferença – indiferença com a vida das pessoas, com a opinião pública - que o ponto fulcral do comportamento político nos dias de hoje, que provoca tanta revolta, é a certeza da Indiferença dos políticos com a realidade que os cerca.

7. Indiferença com amplitude e alcance bem maiores que a corrupção (que pode não atingir pessoalmente a alguns atores), pois atinge a quase todos, quase generalizadamente. Mesmo que sem a experiência de Mitterand ou a sabedoria de Bento e Francisco, é o que passa na cabeça de todos e o que os faz rejeitar a política e os políticos e leva tantos à indignação nas ruas ou não, pelo mundo todo.
Título e Texto: Cesar Maia, 29-7-2013

Como vai a pesquisa sobre as redes sociais

Aqui na barra lateral rola a seguinte pesquisa:
Redes Sociais: Qual (quais) a que você utiliza?

Por enquanto são 228 votos assim distribuídos:

Facebook  28,51% (65 votos)
Orkut  11,84% (27 votos)
Twiiter 12,28% (28 votos)
LinkedIn 7,02% (16 votos)
MySpace  6,58% (15 votos)
Flixster  7,02% (16 votos)
Instagram  8,33% (19 votos)
Outra  7,89% (18 votos)
Nenhuma  10,53% (24 votos)

Da série "crimes sem perdão"

Rodrigo Moita de Deus

A privatização dos CTT é um crime sem perdão, escreve Daniel Oliveira. Por causa do serviço público, por causa do lucro da empresa, por causa dos trabalhadores. Por causa do costume. Antes dos CTT a privatização da ANA era um crime sem perdão. Antes da ANA a privatização da EDP era um crime sem perdão. Antes da EDP a privatização da REN era um crime sem perdão. Antes da privatização da REN a privatização da CIMPOR era um crime sem perdão e por aí fora. Em 86 a privatização da UNICER também era um crime sem perdão com mais ou menos os mesmo argumentos. O problema não é com os CTT é com as privatizações. Mas no fim do dia continua a haver luz, cimentos e cerveja. Também vai continuar a haver cartas.
Título e Texto: Rodrigo Moita de Deus, “31 da Armada”, 29-7-2013

7 de setembro – data para destituir esse desgoverno espúrio

Não há possibilidade de Reforma Política que preserve um poder público transformado em um Covil de Bandidos, com um Parlamento subornado, um Judiciário degenerado e um Executivo fascista.
Geraldo Almendra

Não existe nenhuma razão, por menor que seja, para que o Brasil continue refém de um poder público considerado um Covil de Bandidos, tendo como referência as centenas de escândalos de corrupção, quase todos permanecendo impunes, inclusive o do Mensalão, cujos condenados estão livres, leves e soltos.
Os desgovernos petistas são a continuidade da Fraude da Abertura Democrática iniciada por aqueles que receberam do Regime Militar um país pronto para sua inserção no rol das grandes potências, mas que o transformaram em um Paraíso de Patifes.
Este é o resultado direto de uma premeditada falência da cultura e da educação para criar uma massa de milhões de ignorantes que há mais de 20 anos vem sendo enganada por sucessivos e fraudulentos estelionatos eleitorais, que fazem da mentira, da leviandade, da falsidade, da corrupção, e do assistencialismo comprador de votos dos menos favorecidos seus instrumentos de preservação de um poder político sórdido sob qualquer aspecto em que seja analisado.

É o resultado também do DNA do ilícito que faz parte do sangue de uma elite de esclarecidos canalhas que tiram todo o proveito possível da degeneraçõa moral do país para ficarem cada vez mais ricos.
Nascida de um terrível erro de avaliação de um general convencido por uma academia de cultura marxista, surgiu no final do Regime Militar uma utópica liderança para uma esquerda não radical, o sindicalista Lula, mais conhecido pelo apelido de Retirante Pinóquio dada a dimensão e o alcance de suas mentiras e estelionatos eleitorais.
Esta absurda fraude de ser humano enganou a todos e vem liderando a Fraude da Abertura Democrática com seus atos levianos, mentirosos e desonestos. Seus desgovernos estelionatários consolidaram o poder público como um Covil de Bandidos.

O recado da sociedade já foi dado às Forças Armadas: não queremos mais viver sob o comando de bandidos da corrupção e seus cúmplices.

EMV – Encontro Mundial da Velhice

Almir Papalardo
Ao encerrar-se a JMJ-Jornada Mundial da Juventude parabéns ao Estado do Rio de Janeiro que conseguiu reunir mais de 03 milhões de pessoas no evento. A população carioca deu um show de Cristianismo, uma prova de amor infinito a Deus. Carentes por bençãos reconfortantes, deixaram florescer sua fé inabalável no Pai Supremo. Mesmo passando por um período crítico de constantes manifestações populares, por insatisfação geral com a atual política praticada no Brasil, assim mesmo foram às ruas para demonstrar carinho, respeito e admiração pelo Papa Francisco, propiciando uma verdadeira festa com muita fé, paz, amor e solidariedade.
Mostraram o quanto amam e veneram o Papa, considerando-o um verdadeiro Missionário de Deus. Sentiram-se desagravados ao ouvirem na pregação do Sumo Pontífice:" Um povo só tem futuro, se esse mesmo povo considerar, igualmente, os dois extremos da vida: os JOVENS (que têm a força), e os IDOSOS (que possuem a sabedoria da vida, da pátria e da família). Penso que fazemos uma injustiça com os velhos porque os deixamos de lado".
Em razão desse argumento triste do Papa pedindo igualdade entre jovens e velhos para o bem-estar de uma nação, levantamos a hipótese de também ser implementado um outro evento semelhante, agora voltado para o outro extremo apontado pelo Papa, ou seja para os cristãos idosos – EMV-Encontro Mundial da Velhice.
Achamos que valeria a pena criar-se o EMV – Encontro Mundial da Velhice a fim de recuperar a dignidade dos velhos, atualmente sofrendo de uma injusta discriminação, descarte, maus tratos e abandono total. Com a palavra as Personalidades envolvidas e com forças reais para tornar esta ideia, hoje apenas um sonho, que poderá amanhã tornar-se uma realidade, se assim o determinarem.
Ao Papa Francisco o Brasil deseja um bom regresso ao Vaticano, extensivo a todos os peregrinos que participaram do fabuloso evento. Boa viagem de retorno para todos aos seus países de origem, é o desejo dos brasileiros agradecidos.
Título, Imagem e Texto: Almir Papalardo, 28-7-2013     

domingo, 28 de julho de 2013

RSF demande la libération des 35 blogueurs vietnamiens emprisonnés.

Le Vietnam est la 2ème prison du monde pour les blogueurs et cyberdissidents, après la Chine.

Au Vietnam, les blogueurs apportent une information alternative, indépendante du pouvoir. Ils enquêtent sur la corruption, les problèmes environnementaux, les perspectives politiques du pays, etc. Les vagues d’arrestations de blogueurs, net-citoyens et journalistes se succèdent depuis plusieurs années. Avec à l'esprit les révoltes arabes, les autorités vietnamiennes ont accru la répression pour réduire au silence les voix dissidentes et parer à toute déstabilisation du régime.


Parmi les 35 blogueurs emprisonnés à ce jour : le militant des droits de l’homme Dieu Cay, l’avocat Le Quoc Quan, et les blogueurs Paulus Lê Son, Ta Phong Tan, Tran Huynh Duy Thuc ainsi que Nguyen Tien Trung. Ils ont été condamnés à de lourdes peines de prison ferme pour “subversion”, “propagande contre l’Etat”, ou “tentative de renversement du gouvernement”, entre autres motifs fallacieux.
Leurs proches subissent les campagnes de diffamation et le harcèlement des autorités. Déséspérée par le sort de sa fille, la mère de la blogueuse emprisonnée Ta Phong Tan s'était immolée par le feu en 2012.
Reporters sans frontières demande la libération immédiate des blogueurs et net-citoyens emprisonnés par le régime, la levée de la censure et l’abrogation des textes législatifs répressifs utilisés contre les acteurs de l’information, en particulier l'article 88 et la clause 1 de l'article 79 du code pénal.
Merci 
Christophe Deloire 
Directeur général de Reporters sans frontières


SIGNEZ LA PETITION

Vadias em Copacabana... lindo, muito lindo!

Foto: Bruno
Tem mais fotos aqui

Ontem, sábado, na maior potência do mundo... cuja riqueza e prosperidade é invejada pelos governos dos países capitalistas...


Preparados...

... estas gentis pessoas estão preparadas para manifestar ou... combater??


Com o papa no Rio, a onda de protestos se torna uma onda de fé

O Papa Francisco, no Brasil, faz a sua primeira viagem ao exterior para celebrar o Dia da Juventude Mundial, desde que foi eleito em março último.
Francisco Vianna
No Rio de Janeiro, a cidade onde nasci, existe a tentação por todos os lados – lindas praias, biquínis sumários, a sensual batida do samba, e a cachaça, que toca os embalos. As características fascinantes do Rio de Janeiro ainda estão lá, apesar da violência e irreverência e pouco respeito a todos os tipos de valores cristãos, que faz com que a cidade se torne uma espécie de Sodoma moderna, onde impera o pecado e o ilícito.

Para muitos peregrinos estrangeiros, que foram para lá participar da Jornada Mundial da Juventude, um evento católico anual promovido pela Cúria Romana, somente a fé e o otimismo religioso podem fazer com que se sintam bem ao longo da comemoração e se esqueçam do medo que os mantêm de olhos arregalados a vigiar seu entorno.

Com a cidade sendo sacudida por protestos eivados de quebra-quebras e de episódios de um vandalismo encomendado provavelmente pelo governo para desvirtuar a autenticidade e o caráter pacífico dos reclamos populares, a visita do Sumo Pontífice, que termina domingo com uma missa de encerramento na praia de Copacabana – um dos “points” do hedonismo carioca – a multidão de romeiros e peregrinos vindos de todas as partes do país e do mundo assistem uma mágica transformação de uma extensa onda de rancor e indignação política dar lugar a um tipo diferente de sentimento reinante, a velha e purificante fé católica.

Esse encontro anual de milhões de cristãos, na maioria de católicos e, agora, no maior país católico do mundo, causou o milagre da pacificação, da volta aos sorrisos nos rostos, de um sentimento de amor ao próximo que parecia perdido nas brumas do tempo, apesar de grupelhos remunerados pelas forças do atraso, do ateísmo, e das organizações políticas sinistras, agirem aqui e ali estimulando o ódio e a baderna, sem, todavia, encontrar eco na população. Talvez o Papa Francisco tenha incluído o Rio em sua agenda, entre outros motivos, exatamente para isso; para trazer à cidade a preciosa lembrança de Deus no amor que o brasileiro sente por sua padroeira, a Virgem Maria Nossa Senhora Aparecida.

Domingueira (28-7-2013)




Estranhos à nação

Rio de Janeiro, 26-7-2013

José Carlos Bolognese
Ainda no avião, antes de chegar ao Brasil, o Papa Francisco declarou aos jornalistas:
“Um povo tem futuro se caminha para frente, com os jovens, com a força que têm e também com os idosos, porque eles são a sabedoria da vida", e ressaltou: "como muitas vezes se comete a injustiça de deixar de lado os idosos ao pensar que não têm nada para nos dar, mas eles têm a sabedoria da vida, a história da família e da pátria".
Por isso, explicou, quero encontrar os jovens "em seu tecido social, ou seja, também com os idosos".
Já no país, o Papa voltou em várias ocasiões a falar nestes dois extremos, nos quais o governo tem despejado toda a sua incapacidade e desinteresse em atender através de políticas realistas e acima de tudo, com justiça. Ao falar de seu encontro com os jovens “em seu tecido social, isto é, onde também se encontram os idosos”, o Pontífice fala de uma sociedade inclusiva, solidariamente orientada, onde há espaço para todos e ninguém é descartável.

Um governo estúpido teme naturalmente a juventude que com sua força e o futuro adiante de si, pode se desenvolver e em seu próprio tempo assistir à queda de governantes medíocres. Mas os idosos que nada mais têm a dar, exceto a ”sua sabedoria da vida”, sucumbem ante a tirania daqueles que entendem como sabedoria apenas a esperteza de se manterem no poder indefinidamente.
Inúmeras provas desse triste estado de coisas sobressaem com irritante assiduidade na forma como os poderes no Brasil tratam os ex-funcionários e os aposentados da Varig. São cidadãos/trabalhadores/aposentados/eleitores/pagadores de impostos – há mais de sete anos estão sendo tratados como estranhos à nação. Com a nobre exceção de três senadores e um deputado (me perdoem se há mais uns poucos), de uma ministra do Supremo Tribunal Federal e de um Juiz de verdade,  Jamil Rosa de Jesus Oliveira, que reconheceu a responsabilidade da União na forma da sentença abaixo transcrita:

”140. – Os atos omissivos e danosos da União, pela antiga SPC, ocorreram desde o vencimento das primeiras contribuições não recolhidas e a partir da adesão de cada patrocinadora VARIG e TRANSBRASIL, até as respectivas liquidações dos seus Planos de Benefícios pela antiga SPC.
Deixando claro que irresponsabilidades, tanto das patrocinadoras como por parte do governo, de fato aconteceram...