segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Lula diz ao 'The New York Times' não acreditar que houve mensalão

‘PT não tinha necessidade de comprar votos porque tinha maioria no Congresso’
O Globo
Foto: Lalo de Almeida/The New York Times
RIO - Em entrevista ao jornal "The New York Times", publicada na edição de sábado do periódico americano, o ex-presidente Lula diz não acreditar na existência do mensalão. Ele afirma que o PT não tinha necessidade de comprar votos porque o partido já havia assegurado a maioria no Congresso através de alianças politicas, mas garantiu que vai respeitar a decisão do Supremo que nesta segunda-feira entra na terceira semana do julgamento do caso.
- Se alguém for culpado, deve ser punido. E se alguém for considerado inocente, deve ser absolvido - disse o ex-presidente.
A entrevista faz ainda uma análise sobre a atual situação do ex-presidente, recém-curado de um câncer na laringe, que está de volta com força total às campanhas do PT pelas prefeituras Brasil afora. Perguntado se não pretendia descansar um pouco e partir para um outra atividade mais branda, como ouvir música e ler um livro, Lula foi enfático ao responder ao repórter Simon Romero:
- Olha aqui, ouça o que eu tenho a dizer. A política é a minha paixão.
Entre outras coisas, o repórter também quis saber a opinião do ex-presidente a respeito da crise na Europa, ao contrário da atual situação econômica brasileira, que sem mantém com índices positivos. Lula respondeu que sabe que os europeus não gostam que os países emergentes como o Brasil deem opiniões sobre o que se passa lá, mas que quando a crise era aqui no Brasil todos tinham algo a dizer.
- Vamos ser francos - disse o ex-presidente -, se a Alemanha tivesse resolvido o problema da Grécia há alguns anos, a situação não estaria como está. Eu já vi pessoas morrerem de gangrena porque não cuidaram de uma unha problemática.
A respeito se deverá ser ou não novamente candidato à presidência, Lula disse que é difícil para qualquer político excluir totalmente a opção de ser candidato, deixando claro que seu gosto pelo jogo político permanece inalterado. Questionado, rejeitou a especulação de que a atual presidente Dilma poderia se afastar para permitir que ele concorra às eleições em 2014.
- Dilma é minha candidata e se Deus quiser, ela será reeleita, encerrou.
Título e Texto: O Globo

"Lula respondeu que sabe que os europeus não gostam que os países emergentes como o Brasil deem opiniões sobre o que se passa lá, mas que quando a crise era aqui no Brasil todos tinham algo a dizer." Pronto, os zés maneis já vão sair por aí replicando que a Europa fica se metendo com o Brasil, que Lula fala grosso com a Europa, e com a Joana D'Arc... PQP! A Europa quer é saber de vender para o Brasil, para a China, para a África... A Europa, aqui significando políticos, não dá opiniões sobre como o Brasil é administrado! Não como políticos brasileiros como este boçal e a dislálica presidenta.

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