sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Não separe o Bloco que Louçã uniu


Pedro Pestana Bastos
Estou com Francisco Louçã.
Um casal na liderança do Bloco é uma solução para o século XXI. Homem e a Mulher complementam-se e preenchem diferentes dimensões  no desenvolvimento de qualquer organização. Homem e Mulher completam-se. Seja na família, seja nas empresas seja, porque não, também nos partidos políticos.

Na minha paróquia ensaiamos soluções semelhantes e, desde o ano passado, que o grupo de catequistas e o grupo de jovens passaram também a ser liderados por casais. Ao que sei os escuteiros marítimos de Oeiras também vão optar por essa solução própria do século XXI.

A grande dúvida é se a convenção do Bloco vai mais longe que Francisco Louçã e, em nome de teorias de género, vai impor no século XXI soluções de triunvirato, mais próprias talvez do século XXII, com um terceiro líder proveniente do terceiro género ou terceiro sexo, seja ele entendido em função do sexo biológico, ao seu papel social, ou apenas da sua identidade ou orientação sexual.

Desde o episódio em que Francisco Louçã reconheceu que um casal (de coelhos) é composto por dois coelhos de sexo diferente, que não recordo de Francisco Louçã em tão grande forma.
E para mais meus amigos, João e Catarina fazem um lindo casal.
Não separe o Bloco o que Loucã uniu.
Título, Imagem e Texto: Pedro Pestana Bastos, no “Cachimbo de Magritte

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