terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Emigrantes portugueses: um deles foi Roberto Leal

Roberto Leal, novembro de 2010
Assistindo há pouco o telejornal da RTP1 soube que logo após o canal transmitiria um documentário sobre Roberto Leal. Taí um emigrante que deu "certo". Deu "certo" em nível pessoal e em nível coletivo, ou nacional, se preferirem. Lembro-me de tê-lo visto nos programas do Sílvio Santos cantando músicas tradicionais portuguesas em ritmo modernizado. Muitos brasileiros conheceram assim as músicas tradicionais portuguesas.
Conheci-o num voo para Lisboa, que eu tripulava, já nos últimos anos da minha atividade profissional. Ele estava na classe Executiva de um 767, na primeira ou segunda fila de poltronas à esquerda, isto é, 2A ou 3A. Me impressionou fortemente a humildade e educação dele. Virei fã. Amo a educação e a gentileza.
António Horta Osório, presidente do Lloyds Banking Group, é outro exemplo.
Existem muitos mais, mas muitos mesmo!, emigrantes portugueses que elevam o prestígio internacional das gentes lusitanas. Portanto, emigrar não é pecado, às vezes é necessário.


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