domingo, 18 de dezembro de 2011

A hipocrisia do “chocado”

António José Seguro, Secretário-Geral do PS. Foto: Lusa


Não adianta, não consigo ficar sereno quando percebo veneno nas declarações dos líderes da oposição política (ATUAL) em Portugal. Nada tenho contra a oposição política, pelo contrário!, respeito e admiro quem tanto lutou pela Democracia, aqui e algures.
Agora, surfar hipocritamente nas declarações do primeiro-ministro e/ou de outros membros do Governo, gente!, confesso, até digo palavrões, sozinho.
Vou passar batido pelas vociferações do Bloco de Esquerda - este, para mim, já virou um caso de estudo, só não sei se humano ou psicológico. Político não é, com certeza.
Quanto ao Partido Comunista Português, nada surpreendente, continua defendendo a sua ideologia – as intervenções do seu Secretário-Geral são mais para o público interno.
Tem um cara que é “líder” da Federação (sindical) de professores, outro que, embora previsível, sinto que ainda envenena muita gente, no caso, professores. Por quê? Porque sendo representante sindical se serve dessa representação como trincheira ideológica. E, penso, muitos professores julgam, de boa-fé, que esse senhor defende os “interesses dos trabalhadores”. Não, não defende. Defende um corporativismo que me lembra o cooperativismo dos tempos do Estado Novo.
Voltando ao que disse o Primeiro-Ministro, qual é o problema? Se não dá para empregar TODOS os professores, todos eles, em Portugal, o que fazer? Dar-lhes emprego como, com todo o respeito, garis? Ou pagar salário, de Professor, a TODOS os professores já formados e a TODOS que virão a se formar ao longo dos próximos séculos? 
Portugueses sempre foram emigrantes. Por várias e variadas razões. Representaram Portugal, "bonitamente" ou não, por esse mundo afora. Durante alguns anos o que eles mandavam para a família em Portugal representou uma parcela significativa de ingresso de dinheiro.
Conseguir dar trabalho a professores PORTUGUESES no mundo lusófono só deveria despertar orgulho. Cara, já imaginou um professor de nacionalidade portuguesa ensinando nos confins e sertões da lusofonia? Eu acho um barato!
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