segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

[Atualidade em xeque] Expulsos da Disneylândia

José Manuel

Pois é… aquilo que já se esperava desde setembro de 2020, com a primeira ameaça, começa a se desenhar como realidade a partir desta semana, quando o vovô americano sentado no seu trono social globalista decretou a nossa expulsão da Disney e do planeta.

Coleguinhas que suspiravam pela vitória da geriatria sobre o mundo real, taxando o ex-Trump como o diabo na terra dos homens, deveriam estar extremamente apreensivos com a estupidez rolante que vem por aí abaixo.

Aguardem, coleguinhas, pois a brincadeira não vai demorar!

Quem não percebeu ou não analisou os primeiros decretos alzaimerianos, como banheiros iguais para todos, cancelamento de contrato arquibilionário com os Emirados Árabes Unidos, assassinato de fetos mesmo nos últimos meses de gravidez, acordos com o Maduro, entre outras gracinhas a chegar proximamente, não perde por esperar pela idiotice de um suposto e espertíssimo “dossiê" em que o rei mago se baseia para nos expulsar.

Believe It or Not, o ancião entronizado, como não pode desembarcar fuzileiros na praia de Copacabana, seu maior desejo, encontrou um meio de nos sacanear, aceitando denúncias de pasmem!, 1500 vagabundos brasileiros com bolsas no exterior pagas por nós e participantes de Ongs suspeitíssimas.

Aceitou também denúncias fajutas de outra Ong, como por exemplo, o Greenpeace, que poderá ser expulso do Brasil por ingerência em assuntos internos.

O motivo insano para essa aberração toda, para quem ainda não entendeu, é a ascensão do Brasil como potência alimentar de primeira grandeza, e ainda, nossos recursos hídricos infinitos, com a água potável elevada recentemente à especial categoria de "commodity".

Ou seja, a água potável que começa a escassear no planeta passará a ser vendida pelo Brasil na classificação internacional de “barril" com preços estipulados na oferta e na procura como no petróleo.

Entenderam a cobiça e a algaravia espetaculosa acobertando os reais motivos sórdidos?

Os aquíferos, amazônico e o Guarany, têm capacidade de abastecer de água potável vários países carentes desse produto, com uma renda substancial e infinita para o nosso país.

Como não fazemos parte ainda do exclusivo clubinho atômico, o cowboy geriátrico acha que pode nos ameaçar.

Com certeza ele não faz isso com aquele "gordinho” sorridente, e para que nos deixe em paz também, clique no link abaixo e destrave a cagada que o Fernando Henrique fez nos alienando do mundo real.

Seja patriota e diga SIM: https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaomateria?id=145430

Título e Texto: José Manuel, 8-1-2021

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4 comentários:

  1. Em se tratando do JManuel , eu tenho que respeitar toda opinião, por se tratar de cidadão sério e equilibrado,então...
    Mas me ATREVO a dizer que a defesa de bomba atômica, para o Brasil , é um IDEIA TÃO ESTAPAFÚRDIA ,que chego a duvidar ter saído de uma mente tão brilhante!
    Energia nuclear para fins pacíficos, tem minha defesa, mas para criar,MAIS UM, estado beligerante... ,mil perdões!
    Com o hábito Brasileiro de só eleger MALUCOS nas últimas décadas, que não respondem ao bom senso...pobre Brasil!

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  2. Sabe quando o Brasil vai ter a bomba?
    Nunca!
    Isto a depender de quem esta encaminhando e relatando a SUG, para criação de projeto de lei.
    Assim que chegou ao senado,a SUG 31/2020 foi "AVOCADA" pelo sen. Paim, representando o PT,para fazer a relatória.
    Imaginem uma "bomba "encaminhando projeto para outra, esta sim, atômica!
    Este não é um país sério,alguém já disse isto!

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  3. Com o retorno de Charles de Gaulle à presidência da França em meio à crise de maio de 1958, as decisões finais para a construção de uma bomba atômica foram tomadas, e um teste bem sucedido ocorreu em 1960. Desde então, a França desenvolveu e manteve a sua própria dissuasão nuclear, que se destina a defender a França, mesmo que os Estados Unidos recusaram-se a arriscar suas próprias cidades, ajudando a Europa Ocidental em uma guerra nuclear.
    Houve 210 testes nucleares franceses, de 1960 até 1996. 17 deles foram feitos no Saara argelino entre 1960 a 1966, começando no meio da Guerra da Argélia. 193 foram realizados na Polinésia Francesa.
    Wikipédia

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