Aparecido Raimundo de Souza
“O Brasil não perdeu só o rumo, perdeu também a capacidade de voltar a ser uma nação livre”.
Tompson de Panasco, morador de rua
ESTAMOS NO FIM do mundo. O que vemos, no correr do dia a dia, é apenas o começo. Logo piorará. Vegetamos, senhoras e senhores, num país sem chão, sem leis, sem pessoas decentes e honestas, que levam a tal da “Constituição (ou melhor, que empurram a “Desconstituição”) a bel prazer de suas sanhas lunáticas e taradas. As nossas leis, viraram putas de zona.
O “estado democrático de direito” é um filho subversivo, raspa de tacho de uma rapariga, ou seja, uma farsa, um engodo, um teatro, mal-ajambrado, uma patranha, uma comédia mal escrita e mal dirigida. As desgraças que abundam o poder, estão lesadas. Umas possuem parafusos a mais, outras a menos na cabeça. A maioria, a bem da verdade, nenhum.
Esses infames de capas pretas, pagos com o suor de nossos rostos, não são inocentes, nem carentes, fazem das tripas coração, para aparecer de qualquer jeito. Esses vermes do foder — digo, do poder — necessitam fazer valer aquilo que todos os idiotas que vivem no brazzzil engulam a bazófia “paranoiada”, como se ela fosse realmente uma “Corte Suprema”, tipo um Paraíso intocável. Aliás, é um paraíso intocável para Leões, tigres. Rinocerontes e Gorilas
E será um Éden eterno para os poderosos, enquanto o povinho medíocre e bitolado de pai e mãe, não tomar vergonha na porra da cara. O STF, traduzido ao pé da letra como (Sábado Torceremos pelo Flamengo), não vai além de um campo de futebol armado, ou melhor dito, “minado”, onde os jogadores conhecidos como os famosos arrelias e chapolins, os carequinhas, e os patatis e patatás, bem ainda os Atchins e Espirros, os Torremos e os Pururucas, mandam e desmandam mijam, cagam e defecam e fazem o que bem querem.
A pequena “bola” conhecida como “pelota”, rolando pra lá e pra cá, chutada à sanha maldita e degradante de figuras saídas das profundezas do inferno, sem destino certo, sem paradeiro, sem eira nem beira, grosso modo, sem futuro e sem saber como sobreviver, dia seguinte, se calca ou se afigura numa só imagem do cotidiano entregue aos ratos e aos vermes esbugalhados de esgotos.
O brasileiro sofrido, o “merda-cocô” elevado ao quadrado, o sem noção, o fodido, esse mané rola de um canto a outro, é chutado no olho do cu, não sabe fazer outra coisa senão viver grudado nos colhões de um celular última geração. O nosso brazzzil não tem mais jeito, não tem mais cura. Está fadado a morrer à mingua, a virar cadáver mil vezes em busca de uma traça (perdão, taça) a bosta excremento espalhafatosa de um campeonato sem valor de medalha.
Enfim, de uma fama afrontosa e ordinária, desprezível, e ignóbil, vagabunda, lesada, trapaceada e contundida, que servirá apenas para guia-lo para o imenso buraco da derrota, do sem fim e do sem volta do raio que o parta. Perdão, senhoras e senhores. Vamos grafar toda esta balburdia, essa torre de babel, de uma forma mais bonitinha, alegre e amena: para a puta que o pariu.
Título e Texto: Aparecido Raimundo de Souza, da Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro, 13-1-2026
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