sábado, 31 de maio de 2014

Thomaz Raposo insiste na participação da Aprus e do Instituto Aerus


Thomaz Raposo
Recebemos alguns comentários quanto às nossas colocações na última mensagem do presidente da APRUS e, sendo assim, gostaria de esclarecer alguns pontos que naturalmente não ficaram claros perante a nossa população de participantes e beneficiários do AERUS.

Venho acompanhando conforme alguns sabem, as informações de que alguns técnicos do governo elaboram uma proposta de solução para os nossos problemas e muito naturalmente pela proximidade, e mesmo participação de pensamentos com o AERUS, soluções são conversadas entre APRUS e AERUS sem contudo a elaboração de uma proposta final, pois, com a educação dos tempos, entendemos que somente devemos nos apresentar quando chamados para tal.

Me colocando na cadeira dos técnicos, entendo que pelo costume e a participação de algumas cadeiras do Ministério da Fazenda, seus assessores analisem na figura de um acordo, uma palavra muito bem utilizada nestas horas ou seja “economicidade” que se trata de um serviço de qualidade, ao menor custo no trato com um bem considerado público.

A não participação das Associações neste caso, não permite que o governo analise da forma devida as reais variáveis a serem utilizadas, que neste caso poderiam vir a minimizar os pensamentos de perdas pelos técnicos do governo, visto que não colocam em sua balança, fatos como anos de sofrimentos causados pelo impacto de redução drástica para alguns e mediana para outros, dos níveis sociais adquiridos nas suas vidas de trabalho honrado.

Deixam de considerar também as perdas como vendas dos seus imóveis, sejam carros de início,  residências e bens constituídos durante suas vidas de trabalho, sempre cumprindo com todas as obrigações de cada contribuinte, que na maioria de colocações observadas, se referem somente a uma redução de cem por cento de uma pensão, para oito por cento, não se referindo aos comentários já feitos.

A ausência da APRUS, Associação dos Participantes e Beneficiários do AERUS tira a possibilidade da argumentação técnica dos nossos direitos, pois fica a parecer que o governo está apenas por nos fazer um favor e não se apresenta a parte moral do confronto de conversas técnicas aonde os assessores governamentais visualizem os dois lados e não somente um.

A figura do liquidante nesta hora, permite apenas esclarecimentos menores do que a APRUS poderia vir a argumentar, pois com a seriedade que vem sendo demonstrada por esta Associação, nunca abordamos com um grupo de trabalho tais variáveis, inclusive quanto a argumentos contratuais que existiram e não foram respeitados pelo próprio governo, e não podem de forma alguma deixar de ser considerados, inclusive quanto aos seus reais valores.

Exatamente por isto que a APRUS encaminhou, e volta  neste final de semana para esclarecer tais pontos, e lembrar ao governo através do órgão responsável, “a Previdência Social”, da necessidade da nossa participação junto com o AERUS, no trabalho que vem sendo executado para solução dos nossos problemas.

Certo de ter esclarecido aos nossos participantes e beneficiários, aguardo que nosso Secretário Executivo da Previdência Social do NOSSO BRASIL se sensibilize para o problema exposto.
Texto: Thomaz Raposo de Almeida Filho, Diretor Presidente, APRUS, 31-05-2014

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