quarta-feira, 31 de março de 2021

Ana Paula Henkel: ‘Esse fetiche da imprensa por golpe é absurdo’

Segundo a colunista da Revista Oeste, o presidente Jair Bolsonaro respeita as prerrogativas das instituições

Edilson Salgueiro

Durante o programa Os Pingos nos Is desta terça-feira, 30, Ana Paula Henkel criticou setores da imprensa brasileira. Segundo a colunista da Revista Oeste, há uma disposição de jornalistas militantes em macular a imagem do governo de Jair Bolsonaro. Como exemplo prático, Ana Paula Henkel citou a cobertura midiática sobre a “dança das cadeiras” nas Forças Armadas — mais cedo, Edson Pujol (Exército), Ilques Barbosa (Marinha) e Antonio Carlos Moretti Bermudez (Aeronáutica) foram demitidos de seus cargos.

“Independentemente de quem estiver no poder, se não estiver alinhado com o grupo que estava enraizado em Brasília, corroendo as nossas instituições, vão chiar”, criticou a articulista, lembrando o período em que o Partido dos Trabalhadores (PT) esteve à frente do Brasil, bem como a predileção dos profissionais de comunicação por ideias de esquerda.

Ana Paula Henkel alertou, ainda, que a troca de comando nas Forças Armadas é premissa do Executivo; por isso, não há razão para histeria. “Desde a eleição de Jair Bolsonaro, a gente escuta que o governo será ditatorial, mas o presidente demonstra respeito às prerrogativas das instituições”, afirmou. “Então, esse fetiche que a imprensa tem por golpe é absurdo”, concluiu.

Título e Texto: Edilson Salgueiro, revista Oeste, 30-3-2021, 19h50

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